Relato da Chris

Um conto erótico de Chris
Categoria: Heterossexual
Contém 962 palavras
Data: 13/04/2025 04:59:01
Última revisão: 12/03/2026 19:26:05

Sabe quando você trabalha com uma pessoa, sai do emprego e, depois de algum tempo, começa a conversar exatamente com aquela pessoa que você cruzava nos corredores e cumprimentava somente por educação? Foi isso que aconteceu. Dessas conversas, sem qualquer cerimônia, fomos parar no motel. Eu não nego que olhei para ele várias vezes no trabalho, e ele chegou a confessar que também já me olhava, até na lanchonete. É isso, vamos ao relato.

​Sou Chris, uma preta linda, gostosa, 1,77 m e marombeira. Do nada, comecei a falar com um preto pelo Direct do Instagram e, como já disse, tudo fluiu muito rápido: troca de números de WhatsApp e logo engatamos nos nudes — meus para ele e vice-versa. Fotos que eu jamais imaginaria que ele teria me deixaram excitada; toquei uma pensando nele. Pensa em um negro alto, que gosta de treinar, tudo no lugar, peladão, segurando uma xícara de café com uma cara de pilantra.

​O cafajeste encheu meu WhatsApp de fotos, pena que tudo em visualização única, mas guardei cada uma na memória. O cachorro enviou um vídeo tomando café da manhã; a filmagem vinha de cima para baixo, só para chamar a atenção do que ele chama de "Luluzinho". Pqp, minha ppk molhou, meu cuzinho piscou, e eu falei o café que queria tomar.

​A conversa era diária. Eu também não deixei por menos e o bombardeio foi daqui para lá: vídeo da minha raba, o papo cada vez mais íntimo... e decidimos nos encontrar para encaixar as peças. Ficar só na masturbação não tem como.

​O telefone toca, atendi a ligação dizendo que estava descendo e, quando o pilantra me viu, ficou visivelmente espantado. Eu estava em um vestido azul colado ao corpo, cabelo solto, bolsa no ombro. Apesar de estar embasbacado, ele consegue dizer que estou linda e me recebe com um beijo maravilhoso na frente do motorista de aplicativo, que já inicia a viagem para o "abatedouro".

​Já na suíte, o cafajeste me puxa pelo braço e tudo começa na parede, em pé: beijos, mãos bobas e palavras no ouvido. Eu não sou boba, arranquei o vestido e revelei o segredo que mantinha implícito: meu plug vermelho atolado no rabo. O negão pirou. Me chupou agachado e eu não fiquei inerte; retribui, mamei a piroca dele com o adicional de puxadas de cabeça contra aquela jeba preta. Babei, chupei e aproveitei o momento para chupar as bolas também. Serviço completo.

​Novamente puxada pelo preto, desta vez fiquei de cabeça para baixo: 69 em pé. Fiquei receosa, mas realizei uma vontade ainda não realizada. Chupei e fui chupada; não caí, ufa, mas repito: fiquei nervosa.

​Já na cama, com o plug enterrado no meu cuzinho, ele passou a me chupar e eu também o chupei. Mas ele foi "covarde" comigo, como todo homem faz, e mais uma vez puxou minha cabeça contra seu mastro grosso e enorme. Mas eu não sou fraca — nem minha mãe me fez fraca: engoli, babei, engasguei e mantive o foco na mamada. Ele também me chupou com vontade, fora as dedadas na minha grutinha que estava molhada.

​Ele retirou o plug e comeu meu cuzinho de quatro, sem pena e sem capa. Caralho, nem pomada! Vocês imaginem uma piroca grossa entrando no meu rabo. Eu de quatro... não que eu não ame, amoooooo, mas pqp, nessas horas o ditado que diz "Deus fez, então cabe" é o meu sustento. O negão tem um fôlego! O caralho invadia meu rabo com força, um vai e vem sem parar, estocadas fortes e secas, puxão de cabelo.

​Aquela pausa. Ele foi ao banheiro, voltou com o Luluzinho lavado e fomos para a posição de papai e mamãe. Quando enfiou na minha bucetinha, pqp, a careta era inevitável na penetração. Mão esquerda dele no meu pescoço, vários tapas na cara que eu nem esperava, e a socada cadenciada com os tapas. Eu presa, literalmente; só cabia gemer e curtir o momento.

​Até que chegou a pausa. Estávamos nervosos, primeira vez, super natural, até pelo fato de tudo acontecer do nada. O primeiro momento foi um belo e ávido beijo na boca na frente de um motorista de aplicativo — sugestão do cafajeste para quebrar o clima. Fomos para a cerveja: desce uma, desce duas, pede combo, desce a terceira. Na antessala tivemos uma pegada: eu debruçada na mesa, celular ligado gravando as nossas loucuras, tomando no cu olhando para a filmagem. Delícia!

​E desce mais cerveja. Já no quarto, mais pegada, tudo no cuzinho, e segue o meu celular filmando fotos bem picantes. Antes de voltarmos para a cama, ele enfiou o dedo em mim — o dedo polegar. Eu estava de costas, não esperava, estava segurando a minha long neck. Ele começou a dedar minha ppk, eu pedi para não parar porque iria gozar, e gozei. Caralhoooooo, o chafariz explodiu! O que costuma acontecer em uma chupada ou penetrada aconteceu de forma simples através de uma dedada.

​Isso o entusiasmou a tal ponto que ele me pegou de quatro na beira da cama e socou tão forte no meu rabo — que a essa altura já estava mais que acostumado com aquela tromba de elefante — que eu gozei de novo. Caralho, molhou tudo! E o fdp dizendo que eu ficaria desidratada kkkkkkk.

​Transamos mais um pouco e, como alegria de pobre dura pouco, o horário chegou para mim e para ele. Voltei para casa, coloquei uma calcinha que tinha levado na bolsa, e ele foi para a dele.

​No outro dia, pqp, minha garganta doía muito, meu pescoço doendo... aí eu lembrei o motivo e o sorriso surgiu. A vontade de repetir também. Estou ansiosa para acordar com dor no pescoço mais uma vez.

​Contarei, com certeza contarei como foi a próxima.

Beijos, até a próxima!

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