Todos já devem ter lido minhas histórias verídicas. Sou a Suzane, uma morena linda e gostosa. Adoro sexo e amo ser bem comida.
Como já relatei alguns momentos da minha vida, existem situações que, só de lembrar, já me deixam excitada. Também já comentei que meu antigo relacionamento era aberto, o que proporcionava loucuras excitantes e marcantes. Mas, infelizmente, não deu certo.
Então apareceu para mim um rapaz moreno, com aproximadamente 1,70 m, gostosinho, lindo e flamenguista… eca! Sou tricolor carioca. Mesmo assim, resolvi dar uma chance.
O bonitão tem 47 anos e trabalha embarcado, passando 28 dias no mar. Minha válvula de escape quando ele está embarcado são as nossas transas virtuais, que, sem brincadeira, não aliviam nada. Para mim, fica até pior — diria que é quase uma tortura. Mas eu espero, afinando os dedos e usando meus brinquedinhos.
Ele não aceita relacionamento aberto — já sondei, porque não sou boba. Mas também não dá para ter tudo. Vou chamá-lo de Paulo.
Todo esse pano de fundo é para dizer que tive que ajustar o Paulinho ao meu gosto. Caramba, hoje em dia é preciso falar do que gostamos, do que nos dá prazer. O tempo de ser usada apenas como objeto sexual já passou. Depósito de esperma, nem pensar — eu também quero gozar.
Ainda existem homens que não entendem o desejo da mulher. Precisamos ser tocadas, bajuladas e desejadas. O sexo começa antes do encontro: pode iniciar em uma ligação, numa mensagem, naquele nude, ou até em um áudio. Aliás, valorizem o áudio! Se vocês soubessem o poder da voz de um homem no ouvido de uma mulher…
Mas vamos seguir no conto.
Lembro da nossa primeira vez. Depois de provocá-lo na garagem do motel, subi as escadas tirando a roupa. Entrei no banheiro com ele na hora do banho, já agachadinha, provocando, enquanto ele ainda estava excitado.
Depois fui para a cama esperá-lo. Fui acariciada, fui possuída, e precisei moldá-lo um pouco, guiando suas mãos, mostrando como gosto das coisas. Pedi intensidade, pedi atitude.
O bom é que ele é um ótimo aluno. Não precisei repetir muitas vezes. Aquela mão grande, a pegada firme… confesso que adoro.
Ele gozou novamente. Para ele, com certeza, foi algo novo e excitante. Existe aquela velha ideia de que mulher “de casa” precisa ser comportada, mas quem disse?
Fiquei de quatro e provoquei novamente. Olhei por cima do ombro e esperei ele entender o recado.
Meu corpo já estava acostumado à intensidade, mas a primeira vez com alguém diferente sempre traz uma sensação nova. Ele veio com vontade, puxou meu cabelo sem eu pedir e começou a se soltar de verdade.
Eu provocava, incentivava, e ele foi entrando no ritmo. Alguns tapas na raba, eu bem empinadinha… e o pobrinho acabou gozando pela terceira vez, já caindo para o lado e pedindo arrego.
Eu só pensava: ele que lute… porque daqui a pouco eu vou querer mais.
Depois pedi uma chuva de prata quando ele voltou do banheiro. Tomei um banho e voltei para a cama com uma cerveja na mão e aquela cara de safada. Ele me olhava meio assustado, kkkkk.
Acho que vou precisar colocar tadalafila na rotina do meu boy magia.
