Estava vivendo um momento ímpar na minha vida; isso foi no ano de 2016. Meu marido tem ejaculação precoce e não quer buscar ajuda. Eu vivia deprimida e triste, pois o sexo faz parte da vida do ser humano. Sou loira, tenho 1,70 m e seios volumosos por conta de próteses. Na época, fazia faculdade de estética; meu corpo é lindo porque me cuido. Vivia me masturbando ou saindo com um ou outro que não me saciava — os homens só pensam neles.
Até que conheci o irmão da minha colega de trabalho, que também era da área da saúde. Na primeira vez que saímos, ele me fez gozar três vezes só com uma chupada na minha bucetinha. Ele é um negro gostoso que estava se separando e caiu de paraquedas na mesma unidade de trabalho em que eu estava lotada. Gostei logo de cara, porque loira ama um negão.
Depois de todas as loucuras e rapidinhas vividas no trabalho, eu precisava dar para ele fora daquele ambiente, ter liberdade. O "fogo no rabo" era o auge da minha loucura. Como dizem: "fogo morro acima, água morro abaixo e mulher quando quer dar não medem esforços". Era domingo, o corno estava fazendo churrasco na beira da piscina e eu, louca de tesão, perguntei ao meu amante se ele estava de plantão. A resposta negativa fez com que eu dissesse para ele se preparar: eu iria encontrá-lo, queria dar para ele à noite. Lógico que ele amou a ideia e ficou no local marcado, na hora combinada, à minha espera.
Combinei com o chifrudo do meu marido que iria à igreja. Como já sabia que ele não me acompanharia, ele apenas me levou até a porta. Quando desci do veículo, dei de cara com meu "cachorro". Entrei na igreja e saí pela porta lateral enquanto o marido voltava para casa. O culto tem, em média, duas horas; peguei o ônibus e fui para a casa do meu algoz sexual.
Entrei e disse que queria dar na laje, nada de cama; tinha que ser algo diferente. E, de fato, foi. Ele me chupou enquanto eu estava debruçada no muro do terraço — uma vista linda. A língua dele na minha bucetinha, por trás, enquanto eu ficava empinadinha. Eu estava de vestido, claro, escolhido justamente para facilitar. Ali mesmo ele me pegou. Não o chupei, mas a sensação de prazer proporcionada pela chupada me deixou relaxada; gozei linda. Tomei várias pirocadas e falei para ele o quanto o desejava naquela noite. Como ele me saciava, eu me sentia no direito de dar o cu para ele, e não seria diferente naquele dia.
Me ajeitei, desci até a rua e voltei para a igreja com a cara de santa que eu tenho. Meu esposo já me esperava na porta. Entrei pelo portão da garagem e, como ele é lerdo, não percebeu. Novamente pela porta lateral, entrei no santuário e saí pela porta principal. Embarquei no carro e voltei para casa com meu corninho dirigindo.
Já em casa, tomei um banho, enviei um nude para o meu "cachorro", me masturbei mais um pouco e disse que tinha amado a loucura da noite. Assim, saciei minha vontade de fuder, já que o corno do esposo só sabe dizer que sou gostosa, mas não passa de quatro minutos me penetrando antes de gozar — e não faz o menor esforço para me chupar.
Seguirá sendo corno. Até a próxima.
