Era o ano de 2013 ou 2014, não recordo ao certo. Trabalhava de plantão e meus horários, coincidentemente, eram os mesmos de uma moça chamada Isabel: simples, tímida, educada e dona de um olhar penetrante. Ela trabalhava na cozinha, era sempre muito atenciosa e percebi que me olhava com certa "maldade".
Óbvio que percebi e me aproximei. Ela tinha um corpão; mesmo de uniforme, era perceptível. Eu sempre passava pela cozinha no intuito de vê-la e tinha sucesso nas investidas. Ela correspondia também, inclusive jogando beijinhos e acenos. Trocamos números de telefone e ela passou a ir à minha sala com perguntas do tipo "se eu precisava de algo". Tudo aconteceu de forma rápida e sem rodeios; somos adultos e estava claro que ela me queria e eu a ela. Minha resposta foi que queria beijá-la e, mais uma vez sem rodeios, nos beijamos.
Depois desse beijo, ela não só ia me ver quando nossos plantões cruzavam, como passou a ir ao trabalho nos dias de folga também, com as desculpas mais esfarrapadas. Como morava próximo ao trabalho, era solteira, frequentava a igreja, era mãe e muito reservada, ela não concordava muito em fazer algo diferente, como ir ao motel. Por questões que eu não quis questionar, fui apenas curtindo o momento que a vida proporcionava.
Lembro que a primeira vez que a deixei nua na minha sala, ela tinha feito cirurgia estética e estava com a autoestima no céu; de fato, estava lindíssima. Eu a coloquei para mamar depois de uma boa carícia e revista com as mãos. Nossa, ela era espetacular: morena, seios fartos, barriguinha chapada, bunda empinadinha e, o melhor quesito, mamava divinamente.
A Bel foi uma das mulheres que me chupou com mais perfeição. Ela colocava a boca no meu pau e mamava com vontade; engasgava, chorava e só parava quando eu gozava em sua boca. Sem masturbação, usava apenas sua boca de veludo e não perdia nenhuma gota do meu esperma. Lembro que, certa vez, ela estava tão desesperada para chupar que abriu minha calça ali mesmo na sala e fez meu pau crescer na sua boca com enorme facilidade. Eu registrava tudo, filmando com o celular.
Tínhamos um cúmplice que sabia das minhas safadezas e batia na porta quando o chefe passava pelo setor. O primeiro dia que comi seu cu foi perfeito. Ela não se opôs e eu não iria perder a oportunidade. Ela ficava quieta, sem gemer; às vezes reclamava ou gemia baixinho, mas permanecia parada, levando a paulada. Lembro que, certa vez, ela chegou em casa com o rabo sangrando, me mandou fotos da sua calcinha suja de sangue e pediu para eu "enfiar com mais carinho". Óbvio que nunca "soquei fofo"; sempre maltratava, pois não sabia quando seria a última vez.
Era assim: mamava como uma bezerra com fome e engolia todo o leite. A boca daquela puta ordenhava com maestria e segurança no que fazia. Segurava minhas bolas, mexendo como se estivesse misturando algo, e só parava com o dever cumprido. Engasgava, mas mantinha firme a boca no meu "Luluzinho". Quando ela saía da sala, eu ia até meu amigo agradecer pela vigilância. Claro que cogitamos os dois colocá-la para mamar, mas ela tinha receio de dar problema. Talvez até o tenha mamado e eu nem soube.
Infelizmente, nosso contrato com a empresa terminou e nunca mais tivemos contato. E eu perdi aquela boqueteira de mão cheia.
Até a próxima.
