Madrasta e Enteado: O Jogo de Sedução

Um conto erótico de Carol
Categoria: Heterossexual
Contém 798 palavras
Data: 18/07/2024 07:27:42
Última revisão: 14/03/2026 09:59:52

Sou a Carol, tenho vinte e cinco anos, branca, ruiva, 1,50 m e sou recém-casada com o Charles — um homem de cinquenta anos, grisalho, moreno, gostoso e sarado. O que quero deixar nestas entrelinhas aconteceu há cerca de três anos.

​Eu estava recém-casada, e você sabe como é lua de mel: sexo acontece a todo momento (kkkk). O Charles é insaciável; o cara tem um fôlego de guepardo, ele não cansa! Eu, que sou novinha, tenho que me esforçar para acompanhar, quando não peço arrego.

​Lembro que, no dia do episódio, tínhamos transado a noite toda. Como estava muito calor, tomei banho e deitei pelada. Pela manhã, o marido me chupou antes de sair; na verdade, fizemos a posição de 69. Claroooooo que tomei o leite todo, ajudei o mozão a começar o dia leve. Deitei e continuei dormindo; levantei já era quase dez horas da manhã.

​Do jeito que eu estava, fui até a cozinha preparar meu café da manhã — o leite ingerido não tinha sido o suficiente para saciar minha fome (kkkk). Como estou de férias e não tinha nada programado para fazer, decido as coisas na hora. Preparei o café e tomei ali na cozinha mesmo, pelada. Quando ia voltando para o quarto para pegar meu biquíni, a porta da sala abriu. Imaginei que fosse o marido voltando, mas era o seu filho, Pedro.

​Ele é um rapaz da minha idade; estava de short, tênis e camiseta, todo suado, provavelmente vindo da academia. Quando me olhou — eu peladinha, ppk depilada, seios médios, mas bem bicudinhos —, ele ficou hipnotizado. Não fiquei com vergonha nem saí correndo. Perguntei por que ele não ligou avisando que viria e disse que, agora que o pai dele estava casado, ele não podia sair entrando sem avisar.

​Eu estava parada na sala, com os braços cruzados, e o cafajeste não disfarçava: me olhava com cara de safado. Respondeu com um "bom dia para você também", pediu desculpas e entrou, ignorando completamente que sou sua madrasta.

​Passei por ele e fui para o quarto. Fechei a porta, coloquei meu biquíni minúsculo e saí. Ele já estava sem camisa, só de short e descalço, perguntando se podia tomar banho na piscina também. Respondi: "Fique à vontade, já que você veio sem avisar, sabendo que ainda estamos em lua de mel".

​O canalha simplesmente falou que o pai dele era um homem de muita sorte. Perguntei o que ele queria, e ele continuou investindo; disse que foi me ver e que aquele dia também era o dia de sorte dele — aliás, que tinha começado muito bem, já que viu o que viu. Pedi para ele me respeitar, porque eu era casada com o pai dele, e o moleque disse que queria me chupar na piscina. Mandou na lata, nem titubeou!

​Nossa, senti algo estranho, meu cu piscou! Nessa hora o telefone tocou; era meu esposo. Informei que o filho dele estava lá e o mozão pediu para falar com o meu enteado. Ele pegou o telefone da minha mão, sem tirar os olhos do meu corpo.

​Na piscina, ele entrou de short, mas logo tirou e colocou na borda. Eu estava na espreguiçadeira, vendo tudo aquilo sem saber o que falar ou fazer. O perturbador disse que a água estava tão gostosa quanto eu e me convidou para entrar. Fechei os olhos e voltei a tomar sol. De repente, uma sombra: era ele, pelado na minha frente. Que pau lindo! Levantei os óculos e mantive a pose, com o pescoço querendo fixar na rola dele, mas eu venci. Ele falou que estávamos quites: ele tinha me visto nua, e eu o tinha visto nu.

​Mais uma vez, me chamou para ir à piscina. Desculpem a repetição, mas que pau lindo ele tem! Entrei na piscina de roupa e ele sentou na borda — muito fdp! O pau dele estava duro e ele ficou alisando a própria rola; perguntou se eu queria mamar. Saí da piscina, fui para casa, entrei no meu quarto, tomei um banho e troquei de roupa. Fui para a rua; eu ia cometer uma loucura.

​À noite, dei para o esposo pensando na cena da piscina. Fechava os olhos e só lembrava dele oferecendo o pau para eu mamar. Que pau lindo da porra! Maior e mais grosso que o do pai, pqp!

​Passada uma semana, ele apareceu lá em casa novamente. Do mesmo jeito: sem avisar, logo após a saída do pai para o trabalho. Desta vez eu não estava nua. O cafajeste perguntou se podia tomar banho, dizendo que estava muito suado da academia. Ele tirou a roupa na minha frente e foi andando para o banheiro, deixando a porta aberta. O pau dele me chamava. Me senti hipnotizada vendo aquele mastro balançando na minha frente. Não consegui resistir...

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Comentários

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Fiquei bastante curiosa...com o desfecho!

1 0

Listas em que este conto está presente

Fantasias fetiche
Muito excitante
Negao_RJ
Os melhores