Sou a Carol, tenho vinte e cinco anos, branca, ruiva, 1,50 m e sou recém-casada com o Charles — um homem de cinquenta anos, grisalho, moreno, gostoso e sarado. O que quero deixar nestas entrelinhas aconteceu há cerca de três anos.
Eu estava recém-casada, e você sabe como é lua de mel: sexo acontece a todo momento (kkkk). O Charles é insaciável; o cara tem um fôlego de guepardo, ele não cansa! Eu, que sou novinha, tenho que me esforçar para acompanhar, quando não peço arrego.
Lembro que, no dia do episódio, tínhamos transado a noite toda. Como estava muito calor, tomei banho e deitei pelada. Pela manhã, o marido me chupou antes de sair; na verdade, fizemos a posição de 69. Claroooooo que tomei o leite todo, ajudei o mozão a começar o dia leve. Deitei e continuei dormindo; levantei já era quase dez horas da manhã.
Do jeito que eu estava, fui até a cozinha preparar meu café da manhã — o leite ingerido não tinha sido o suficiente para saciar minha fome (kkkk). Como estou de férias e não tinha nada programado para fazer, decido as coisas na hora. Preparei o café e tomei ali na cozinha mesmo, pelada. Quando ia voltando para o quarto para pegar meu biquíni, a porta da sala abriu. Imaginei que fosse o marido voltando, mas era o seu filho, Pedro.
Ele é um rapaz da minha idade; estava de short, tênis e camiseta, todo suado, provavelmente vindo da academia. Quando me olhou — eu peladinha, ppk depilada, seios médios, mas bem bicudinhos —, ele ficou hipnotizado. Não fiquei com vergonha nem saí correndo. Perguntei por que ele não ligou avisando que viria e disse que, agora que o pai dele estava casado, ele não podia sair entrando sem avisar.
Eu estava parada na sala, com os braços cruzados, e o cafajeste não disfarçava: me olhava com cara de safado. Respondeu com um "bom dia para você também", pediu desculpas e entrou, ignorando completamente que sou sua madrasta.
Passei por ele e fui para o quarto. Fechei a porta, coloquei meu biquíni minúsculo e saí. Ele já estava sem camisa, só de short e descalço, perguntando se podia tomar banho na piscina também. Respondi: "Fique à vontade, já que você veio sem avisar, sabendo que ainda estamos em lua de mel".
O canalha simplesmente falou que o pai dele era um homem de muita sorte. Perguntei o que ele queria, e ele continuou investindo; disse que foi me ver e que aquele dia também era o dia de sorte dele — aliás, que tinha começado muito bem, já que viu o que viu. Pedi para ele me respeitar, porque eu era casada com o pai dele, e o moleque disse que queria me chupar na piscina. Mandou na lata, nem titubeou!
Nossa, senti algo estranho, meu cu piscou! Nessa hora o telefone tocou; era meu esposo. Informei que o filho dele estava lá e o mozão pediu para falar com o meu enteado. Ele pegou o telefone da minha mão, sem tirar os olhos do meu corpo.
Na piscina, ele entrou de short, mas logo tirou e colocou na borda. Eu estava na espreguiçadeira, vendo tudo aquilo sem saber o que falar ou fazer. O perturbador disse que a água estava tão gostosa quanto eu e me convidou para entrar. Fechei os olhos e voltei a tomar sol. De repente, uma sombra: era ele, pelado na minha frente. Que pau lindo! Levantei os óculos e mantive a pose, com o pescoço querendo fixar na rola dele, mas eu venci. Ele falou que estávamos quites: ele tinha me visto nua, e eu o tinha visto nu.
Mais uma vez, me chamou para ir à piscina. Desculpem a repetição, mas que pau lindo ele tem! Entrei na piscina de roupa e ele sentou na borda — muito fdp! O pau dele estava duro e ele ficou alisando a própria rola; perguntou se eu queria mamar. Saí da piscina, fui para casa, entrei no meu quarto, tomei um banho e troquei de roupa. Fui para a rua; eu ia cometer uma loucura.
À noite, dei para o esposo pensando na cena da piscina. Fechava os olhos e só lembrava dele oferecendo o pau para eu mamar. Que pau lindo da porra! Maior e mais grosso que o do pai, pqp!
Passada uma semana, ele apareceu lá em casa novamente. Do mesmo jeito: sem avisar, logo após a saída do pai para o trabalho. Desta vez eu não estava nua. O cafajeste perguntou se podia tomar banho, dizendo que estava muito suado da academia. Ele tirou a roupa na minha frente e foi andando para o banheiro, deixando a porta aberta. O pau dele me chamava. Me senti hipnotizada vendo aquele mastro balançando na minha frente. Não consegui resistir...
