Sempre quis fazer filmes adultos. Nos meus relacionamentos, era eu quem pedia para ser gravada na hora do sexo; gosto de ver a cena e de saber que vou provocar excitação em alguém com o meu corpo. Sou exibida mesmo: na praia ou na piscina, meu biquíni é sempre minúsculo. Adoro exibir minha bunda morena; tenho um belo corpo e gosto muito de transar.
Com a ajuda da minha amiga Suzane, que já filmou profissionalmente, fui indicada para a produtora XWY. O local da gravação não era longe de onde moro. Ela me recomendou não atrasar, por conta do cronograma rigoroso, e pediu que eu fosse preparada, pois poderia acabar filmando caso alguma atriz passasse mal ou faltasse.
Fiquei mega ansiosa. No dia e horário combinados, lá estava eu. Fui vestida com uma minissaia jeans, fio-dental e sutiã amarelos (que realçam minha cor), salto agulha e um cropped branco. Prendi o cabelo em um rabo de cavalo, caprichando na maquiagem e no perfume. Como sou magrinha, o visual ficou perfeito; minha bunda é de tamanho médio, mas bem arrebitada. Meus seios são pequenos e os mamilos bem destacados — do tipo que "fura" a blusa quando estou sem sutiã.
Logo na chegada, vi vários homens altos e fortes saindo da gravadora; todos negros. Já fiquei animada, pensando: "estou no lugar certo". Na recepção, informei que tinha horário marcado com o diretor Marcus. A moça pediu que eu aguardasse e avisou pelo ramal. Fiquei ali sentada, tentando controlar a ansiedade que me dominava.
Passados trinta minutos sem ser chamada, Suzane me ligou perguntando se eu havia chegado. Confirmei e comentei sobre a demora, mas ela me orientou a aguardar com paciência e disciplina. Para relaxar, fui ao banheiro. De saia mesmo, sentei no vaso, afastei a calcinha e me masturbei ali mesmo. Gozei imaginando os homens que vi na entrada; eu precisava daquele alívio.
Voltei para a recepção e, após quase uma hora de espera, a recepcionista finalmente liberou minha entrada. Segui as instruções e cheguei ao estúdio. A gravação estava a todo vapor: vários homens nus e algumas mulheres se acariciando na cama. Abri um sorrisão; a espera tinha valido a pena. Perguntei a um rapaz alto e dotado quem era o Sr. Marcus. Ele apontou para um senhor sentado, com uma prancheta na mão, que dava ordens aos berros. Pedi licença e me apresentei, mas ele mandou que eu aguardasse sem sequer me olhar no rosto.
Mais tranquila, fiquei assistindo à cena. Eram quatro mulheres lindas em uma cama enorme. Eu já imaginava que faria o teste ali mesmo e estava pronta, vidrada na ação. Uma atriz japonesa, maravilhosa, me olhava intensamente. Senti vontade de invadir a cena e chupá-la. Meus mamilos enrijeceram e minha genitália ficou molhada só de observar. O ambiente exalava sexo. Eu estava ali pelo dinheiro, sim, mas também porque amo esse clima.
Quando a cena terminou, a japonesa veio em minha direção, ainda nua. Passou o dedo no meu braço, levou-o à boca e o chupou enquanto me encarava. Que bunda linda ela tinha! As luzes se apagaram e a equipe começou a guardar os equipamentos. O Sr. Marcus finalmente se apresentou, pediu desculpas pela demora e perguntou se eu era a amiga da Suzane. Confirmei e me apresentei como Jéssica. Ele quis saber se eu já havia filmado antes; respondi que profissionalmente não. Então, ele pediu que eu tirasse a roupa: queria me avaliar.
Coloquei a bolsa sobre a mesa e me despi por completo. Ele se aproximou, apalpou meus seios e elogiou o formato. Agradeci. Ele segurou minha mão, pediu que eu desse uma volta e elogiou minha bunda, perguntando se eu "fazia de tudo". Respondi que sim. Ele me mandou subir na cama e chamou a japonesa para se juntar a mim. Sentou-se para assistir e pediu que eu mostrasse o que sabia fazer.
Mesmo com pessoas circulando e conversando ao redor, foquei nela. Ajoelhada na cama, puxei-a pelo cabelo e a beijei, assumindo o domínio. Beijei seu pescoço enquanto conduzia seus movimentos, fazendo-a chupar meus mamilos. Enquanto a masturbava, coloquei-a de bruços. Fiquei por cima dela, com o bumbum voltado para o Sr. Marcus, e a lambi inteira até chegar à sua genitália, alternando entre ela e o ânus, usando apenas a língua.
Marcus pediu para parar, dizendo que já era o suficiente. Nos beijamos e a japonesa sussurrou no meu ouvido durante um abraço: "Sucesso, te quero lá fora, gostosa".
Vesti apenas a saia e o cropped, guardando o restante na bolsa, e acompanhei o diretor até sua sala. Lá, ele foi incisivo: disse que gostou muito do que viu e que queria me testar pessoalmente. Fiz um charme de inocente e ele foi direto, pedindo que eu o satisfizesse oralmente.
Ele era um homem elegante e atraente. O excitei até que ele gozasse em minha boca. Depois, ele quis sentir meus mamilos; sentada em seu colo, deixei que ele os explorasse com avidez. Trocamos contatos e ele me falou sobre as próximas produções: um gang bang com seis homens negros e uma cena de cuckold. Disse que faria qualquer uma, ou até as duas; eu queria gravar.
Liguei para a Suzane para contar as novidades. Ela ficou radiante e sugeriu que em breve gravaremos juntas. Adorei a ideia. Comentei sobre a japonesa, mas ela disse que, como são muitas atrizes, não sabia de quem se tratava. Agradeci a oportunidade e me despedi.
Em breve contarei como foi minha primeira experiência oficial diante das câmeras!
