Motel Temático - Escravizada pelo Sogro

Um conto erótico de Hannah
Categoria: Heterossexual
Contém 693 palavras
Data: 10/07/2024 08:42:52
Última revisão: 14/03/2026 15:12:58

​O Sr. Joaquim passou em minha casa e o silêncio no carro era absoluto. Mal nos cumprimentamos; a tensão entre nós era uma entidade viva. O veículo deslizou pela estrada dos motéis até entrar no "Vish Motel". Antes mesmo de subirmos para a suíte, na garagem, ele me deu a primeira ordem: "Tire tudo". Obedeci. Nua e exposta, senti o tecido da venda cobrir meus olhos, mergulhando-me na escuridão. Logo em seguida, o metal frio das algemas apertou meus pulsos. Fui conduzida às cegas, sentindo apenas o toque firme dele me guiando por um caminho que parecia interminável até que meus braços foram içados e presos acima da cabeça. Eu estava pendurada, vulnerável e completamente à mercê dele.

​Cerca de dez minutos se passaram. O som ambiente tocava uma música romântica que contrastava com a crueza da minha situação. O ar-condicionado gelava minha pele arrepiada, enquanto eu tentava decifrar cada ruído. De repente, o perfume dele invadiu minhas narinas. As mãos do Sr. Joaquim começaram a mapear meu corpo, subindo pelas minhas coxas até meus seios. Mas, de repente, o terror e o tesão se misturaram: senti uma terceira mão alisando o outro lado do meu tronco.

​"Quem está aí com você?", perguntei, a voz embargada. O silêncio foi a única resposta. Eram três mãos me percorrendo simultaneamente. Meus seios eram apertados enquanto dedos exploravam minha bunda e outros roçavam minha ppk. O medo deu lugar a uma fantasia avassaladora: a ideia de ser possuída por dois homens. Imaginei meu cunhado ali, dividindo meu corpo com o pai. Meu corpo relaxou, entregando-se àquela coreografia de carícias anônimas. Eu me empinava, implorando silenciosamente para ser preenchida.

​As mãos pararam. Senti o calor do corpo dele atrás de mim. Sem dizer uma palavra, o Sr. Joaquim invadiu meu cu, que já parecia viciado na espessura da sua piroca. Eu gemia alto, meus braços esticados para cima me deixando ainda mais aberta para a sua brutalidade. Ele segurava minha cintura com força, ditando um ritmo cadenciado e impiedoso. Ele gozou fundo no meu rabo, mas não me libertou.

​Minutos depois, as mãos voltaram. Eu estava enlouquecida pela curiosidade e pelo excesso de estímulos. Quando ele finalmente me soltou e me jogou de bruços na cama, ainda algemada, consegui puxar a venda. O canalha riu. Ele estava usando luvas e segurava duas próteses de braços plásticos. O toque coordenado daquelas mãos artificiais tinha criado a ilusão perfeita de um ménage. "Eu quero dois de verdade...", confessei, o rosto enterrado no travesseiro. Ele apenas respondeu que ajudaria a realizar essa fantasia no tempo dele, mas que agora o dono era ele.

​Fui enrabada novamente. Minha grutinha latejava, sedenta por atenção, mas o foco dele era total no meu anel. Foram pauladas secas e profundas. Só então percebi que estávamos em uma suíte temática, repleta de grades e dispositivos de tortura erótica. Escolhi meu próximo castigo: prendi mãos e pés em uma tábua, com o bumbum empinado para o alto, oferecido como um banquete. O que se seguiu foi uma sessão de maus-tratos: palmadas e chicotadas que deixaram meu rabo em brasas, um vermelho vivo de dor e prazer.

​Na volta para casa, o Mateo já me esperava. Ele notou minha dificuldade de andar, o caminhar travado de quem foi intensamente usada. Ele não perguntou nada; o pacto de sinceridade entre nós permitia aquele silêncio cúmplice. No banho, ele viu os estragos. "Você é louca", comentou, enquanto passava pomada com carinho na minha bunda marcada. Em retribuição, alisei seu pau e tomei todo o seu leite, sentindo a paz de um casamento que encontrou seu equilíbrio no bizarro.

​Dormi de bruços, o único jeito que a dor permitia. No dia seguinte, os hematomas eram troféus roxos na minha pele. O Sr. Joaquim, aquele FDP, mandou mensagem perguntando se eu ainda conseguia sentar.

​Minha relação com o Mateo nunca esteve melhor. O segredo dele nos libertou. Eu o mamo todos os dias, deliciando-me com a sua masculinidade enquanto ele resolve seus desejos com seu parceiro. Mas o clima mudou hoje. Ele disse que precisa conversar seriamente quando chegar do trabalho... e eu mal posso imaginar o que vem por aí.

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