Aconteceu na casa do primo Duca

Um conto erótico de Jon
Categoria: Gay
Contém 1696 palavras
Data: 10/07/2024 00:12:49
Última revisão: 10/07/2024 14:29:24

Eu não faço ideia se acontece com todo mundo, mas, depois que você faz sexo pela primeira vez e goza sentindo o corpo de outra pessoa, fica numa pilha absurda pra fazer de novo, é um tesão gigante no dia seguinte, é como se o corpo pedisse aquilo novamente, quase como uma droga. Foi exatamente assim que eu me senti no outro dia depois que eu perdi minha virgindade com o Bruno – contei lá na postagem passada - acordei literalmente todo gozado, e lembro disso porque tive que dar um jeito de me livrar da mancha da porra que ficou colada no tecido do calção de dormir lavando a macha na pia do banheiro.

Despois daquele dia, quanto mais os dias passavam eu ficava mais desesperado de tanto tesão, eu só pensava em fazer sexo novamente, ficar na escola era foda porque o pau ficava duro constantemente huehue – na verdade ainda fica, mas não daquele jeito – e pra minha sorte aliviava um pouco nos treinos, porque eu não faço ideia de como ia esconder o tesão dentro da sunga. Quando eu troco ideia com uns amigos do treino eles dizem que também passam por essa situação de as vezes o pau querer ficar duro e ter que ficar disfarçando e arrumando. Pra contextualizar, eu nado no competitivo pela minha escola e atualmente pelo SESC da minha cidade

Só que no meu caso o tesão era tanto que, pra aliviar, eu batia punheta várias vezes ao dia: de manhã quando acordava, as vezes uma rapidinha no banheiro da escola, quando chegava em casa, antes de dormir; meu dia era praticamente bater punheta e gozar pensando eu chupando, sendo chupado, metendo na bundinha de vários carinhas que eu tinha tesão.

Nesse ponto eu nem estava muito preocupado com o fato de que a gente estava pra mudar de casa, pra essa que eu moro agora.

Então o tempo foi passando e chegou o dia de organizar a mudança e, na verdade, não estava sendo tão ruim porque a gente apenas ia mudar de bairro. Nossa antiga casa já estava vendida e minha atual comprada, mas eu estava na época das provas e treinando pra uma competição local então toda aquela coisa de mudança começou a me atrapalhar, foi aí que meus pais decidiram que seria interessante me mandar um tempo pra casa da minha tia até as coisas se ajeitarem. Eu não estava muito empolgado pra ir, na verdade eu não estava com a mínima vontade já que eu apreciava muito a privacidade do meu quarto onde eu podia descarregar nas minhas punhetas, mas fazer o quê? Deixei minhas coisas encaixotadas, peguei o básico e, muito a contragosto, fui.

Chegando lá já estava tudo organizado a minha espera, eu iria dividir o quarto com o meu primo, o Duca, que claro também não estava muito feliz em perder a privacidade dele. Eu e o Duca nunca fomos muito próximos, ele é um cara gente boa e taus mas, apenas não rolava aquela proximidade. Ele tem um jeito meio metido a marrento e por isso nos primeiros dias eu fiquei na minha e tentei fazer o máximo pra ele nem perceber que eu estava por lá. Apensar disso os dias foram passando e a gente foi desenvolvendo uma proximidade e, com umas duas semanas, já era de lei ter altos papos quando apagava as luzes na hora de dormir.

Agora, o Duca é um cara bonito, não é lá um artista de cinema porn mas é gostosinho, só dois anos mais velho que eu, na época que rolou o que eu estou contanto ele tinha 17, tem um trem de bunda delicinha e é todo fortinho. Também usa aquele cabelinho dégradé pintado de loiro escuro, tem tatoo nos braços e usa um brinquinho na orelha esquerda e, é claro que eu comecei a dar altas manjadas nele, mas só admirando, sem segundas ou terceiras intenções, até que um dia rolou um lance que eu realmente não esperava.

Como eu disse a gente ficava nos altos papos antes de dormir e depois de um tempo a gente começou a ver sacanagens junto no PC e no celular, e também trocar ideia sobre sexo.

- Então tu gosta de caras? -Ele me perguntou uma noite que o papo estava bem safado.

- É, eu curto, ou acho que curto, sei lá. -Respondi meio que disfarçando, eu minto muito mal mas acho que fui convincente.

- Mas tipo, tu já meteu com algum carinha? - Ele me perguntou todo cheio de curiosidade.

- Ah, tipo, nunca meti, mas tenho a maior vontade.

Foi naquela hora do papo que eu comecei a perceber, e isso foi no instinto mesmo, que pagar de inocente poderia dar algo bom. Eu sempre imaginei que os caras curtem essa vibe de ser o primeiro a mostrar como são as coisas pra um cara mais novo, e então decidi arriscar com o Duca, e parece que deu bom.

- Sério, Jon? Serião mesmo? Nem beijo?

- Sério poxa, to jurando nesse trem aí. -Menti novamente e já ficando meio excitado com o papo.

Nessa hora ele levantou da cama e passou o ferrolho na porta do quarto, fechou mais um pouco a cortina e veio deitar comigo no meu colchão que ficava do lado oposto da cama dele meio encostado na parede. Só a luz dos postes da rua entrava um pouco pela cortina da janela, então o escuro não era total mas praticamente a gente não se via direito, e acho que isso foi bom pra cortar qualquer tipo de inibição que rolasse.

Eu afastei um pouco pra ele caber ao meu lado, ficamos bem juntos, um braço encostava no outro e estava muito gostoso sentir a pele dele roçando na minha. Fiquei esperando mais alguma ação da parte dele, eu realmente não tinha coragem de tomar alguma atitude e, ele não me decepcionou. Eis que Duca começa a alisar minha perna, depois coloca a mão por dentro da minha camiseta e passa a mão no meu peito.

- Quer dizer que tipo, tu gosta se eu fizer isso aqui?

– Ele falou sussurrando no meu ouvido e quando eu senti o hálito quente dele na minha orelha meus pelos ficaram todos arrepiados.

- Poxa, claro que eu curto né, tu me alisando assim.

Depois disso não teve muita conversa, ele meteu a mão dentro do meu calção e cueca, no começo alisou meus pelos depois começou a colocar a mão mais pra dentro até tocar no meu pau. Claro que eu fiz o mesmo e ficamos ali um tempo nessa brincadeira de mão amiga e não demorou muito pra gente baixar os calções e ficar abraçados esfregando um corpo no outro. Não rolou beijo nem nada, se rolasse eu toparia, é claro, mas se não estava rolando eu também estava muito de boa.

Foi um lance meio automático quando ele ajustou a posição e desceu pra chupar meu pau e colocou a pica dele na minha cara. Nossa, era meu primeiro 69 e foi um negócio muito bom, eu sentia a boca dele quentinha e milhada sugando meu pau e lambendo minhas bolas, e isso me dava mais vontade de fazer a mesma coisa com ele. Sorte minha que a pica dele é normal então eu conseguia botar tudo na boca sem muita dificuldade, dava tesão tentar engolir tudo. Ele não conseguia muito bem fazer na minha mas estava se esforçando e estava muito gostoso também, então quando ele chupava minhas bolas, eu fazia a mesma coisa com ele, segurava o pau com força e colocava uma dentro da boca e chupava. A parte ruim de chupar os ovos de um cara desse jeito é que a gente baba um pouco, mas fora isso é bem tranquilo, embora as bolas do Duca sejam grandes.

A gente ficou ali e eu claro que comecei a alisar e apertar a bunda dele, dei uma ajeitada no corpo e consegui botar a cara bem entre o saco e o cuzinho, e então fiz um lance que eu tinha muita vontade de fazer. Fui mordendo embaixo das bolas, bem no meio da pelizinha, e depois abri a bunda dele e mandei a linguada. O cuzinho dele estava muito quente, ele dei um gemido meio involuntário e foi muito gostoso porque ao mesmo tempo ele começou a me dedar também.

O cuzinho dele tinha umas preguinhas que dava pra sentir com a língua, e algumas vezes ele dava uma piscadinha e a ponta da minha língua entrava e ele parecia pirar com isso. Depois de um tempo assim, não sei quanto, ele começou a me dedar mais rápido, tipo me foder com o dedo e, eu comecei a fazer o mesmo com ele enquanto chupava mais forte a cabeça do pau.

A gozada veio forte, eu nem lembrei de avisar mas ele não pareceu se incomodar.

Parecia uma onda de choque, meu pau super sensível e ele chupando com força, e o tesão do dedo dele no meu cu ao mesmo tempo que me sugava foi uma coisa de pirar. Enquanto eu gozava eu fodia ele com o dedo e também chupava e, praticamente no mesmo segundo ele começou a gozar e a encher minha boca de porra.

Há quem diga que o sabor é ruim mas eu não achei, foi uma maluquice mas eu engoli tudo, kkkkkk. Ele também engoliu então foi quase como ligar o foda-se, a gente continuou chupando mesmo depois de os dois gozarem e quando as cabeças dos nossos paus começaram a ficar muito sensíveis a gente foi parando.

Depois de uns minutos se recuperando foi cada um ao banheiro dar seu jeito, eu escovei os dentes rapidinho e depois tomei um gole d'água. Quando voltei ele já estava na cama dele e virado pra parede como se estivesse dormindo, eu também fiz a mesma coisa e essas brincadeiras se seguiram durante as três semanas que eu estive por lá, sempre terminando como se nada tivesse acontecido na noite anterior, um tipo de pacto silencioso.

A gente ainda se fala bastante e troca muita ideia pelo Whats, ele também ficou muito amigo do meu irmão depois que os dois se conheceram, mas isso é outra história.

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Foto de perfil de Jon  Jon Contos: 3Seguidores: 15Seguindo: 8Mensagem Estudante, mineiro, 3º terceirão, nadador competitivo pelo Colégio Estadual, nerd nas horas vagas e punheteiro 24h.

Comentários

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JON

Tesao seus contos, tambem comecei com meu primo, me fez gozar duas vezes, tesao

Conta ai o que rolu depois

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Eita Jon, alem da brincadeira contigo, pelo visto seu primo brincou com seu irmão também?

Dizem que porra tem gosto ruim, mas a minha é super gostosa, quer provar? KKKKKK

Beijos no coração brother!

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Porra Jon, essa sua escrita aí toda gostosinha me deixa doido! Quer dizer que tem história com seu irmão tb?? Hehehe

E dizem que porra o gosto varia de pessoa pra pessoa. Já comprovou isso? 😈

Queria que você provasse a minha pra testar hahahahah

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