Manga Rosa

Um conto erótico de O Puto
Categoria: Heterossexual
Contém 905 palavras
Data: 09/07/2024 20:05:35

Manga Rosa

Aqui estou novamente Iara narrar um caso verídico ocorrido entre mim e uma aluga evangélica da minha cidade. Os nomes, como de praxe, são fictícios. Ei-lo:

Conheci Dani ainda na adolescência. Ela é morena cacheada de 29 anos, algo em torno de 1,70cm de altura, peitos medianos redondinhos e durinhos, uma bunda redondinha e durinha, pernas torneadas, boca carnuda e sorriso encantador, uma buceta grande sempre lisinha, grelo pequeno, mas, quando está excitada, fica saltadinho pra fora. Uma delícia!

Começamos a conversar putaria, fazer sexo virtual e ela passou a se masturbar depois do meu incentivo. Virou uma putinha, mesmo sendo virgem. Ela ainda era virgem mas manjava no sexo oral. Gostava de chupar mas não deixava fazer nela. Acontece que ela engauou um namorico com um sacaninha da igreja que tirou a virgindade na primeira vez que ficaram a sós e terminou com ela. Só então foi que me deixou chupar aquela buceta linda.

Ficamos no oral por mais de seis meses até que ela começou a namorar com um crente fanático e logo ficou noiva. Ele só ficava nos beijos e não deixava passar disso. Ele nem dava beijo de língua. O atraso ela tirava comigo. Tomava leitinho tal qual uma gatinha. Só não deixava penetrar, porque, pasme, era pecado.

Um dia ela topou ir pro motel comigo, mas estava apreensiva. Nunca havia entrado em lugar parecido. Me fez mil recomendações. No dia marcado, ao entrar no carro ela virou ora mim com o dedo em riste, e veio com essa:

- se você fizer alguma coisa comigo, eu acabo com a sua vida!

Tranquilizei a santa e disse que não faria nada que ela não concordasse. E lembrei que tenho um nome a zelar. Sou conhecido e respeitado na nossa região e um escândalo fatia meu nome chafurdar na lama. Ainda assim ela não se convenceu. Chegando ao praticável, fomos para as preliminares. Chupei tá tô aquela buceta que ela ficou fraca de tá ro gozar. Em compensação, ela me fez um boquete primoroso. Ela tinha experiência. Que chupada deliciosa! Quando peguei a camisinha ela relutou. Disse que não conseguia trair o corno. Depois lembrei que ela o traía desde o início do relacionamento, mas a santinha rebateu. Disse que não passava do oral. A conjunção carnal é qe era o perigo. Eu ri, e disse que não importava. Conversamos sobre diversos assuntos e até a ensinei a fazer vatapá e bolo de aipim, receitas que aprendi com mãínha, que é uma exímia cozinheira. Ela salvou tudo mo bloco de notas do celular. Deu o nosso horário e eu sugeri que fôssemos embora, e ela pediu pra chupar meu pau de novo.

O tempo passou e ela casou. Ela perdeu o brilho. O sexo não chegava a 40 segundos. O cara dava poucas metidas e gozava. Não fazia e nem permitia que ela fizesse oral nele. Ela não sentia prazer e tinha que se satisfazer nos dedos. Um dia ela foi flagrada na siririca e ele fechou um cadete armado dentro de casa. Pegou a bíblia pra justificar o orçado quase crime cometido pela esposa mal comida, e mandou ela se vestir. Iriam à presença do pastor para ele fazer queixa da esposa pecadora. Nesse momento ela o proibiu de fazer isso e chamou atenção para a necessidade que ela tem de sexo. Ela precisava ser comida de verdade. Ela não aguentava mais ver ele meter, gozar e sair de cima. Mas foi inútil!

Um dia qualquer nos encontramos por acaso num supermercado numa cidade vizinha. Ela estava escolhendo umas frutas e eu fui fazer o mesmo. Daí ela me fez um pedido quase que de socosso:

- Por favor, me come! Eu tô necessitada!

Daí ela sugeriu que eu chupazse uma Manga Rosa na buceta dela. Diante da minha resposta positiva. Ela botou a manga no cesto, e eu comprei uma faca. Nos encontramos no estacionamento do mercado e fomos pro motel. Lá ela chorou as pitangas, fez queixa do marido que não fode e só presta pra orar. E eu tive que fazer o trabalho dele.

Comecei descascando a manga e passando as cascas na buceta dela, que se arrepiava de prazer. Fui cortando a manga e botando os pedaços naquela buceta linda e chupando. Chupei a manga todinha na buceta da crente, que se contorcia de tesão. Acabou a manga e eu continuei chupando. Ela gozou e fomos tomar banho. Ainda no chuveiro eu fodi a buceta dela de costas apertando aqueles peitos lindos.

Fomos pra cama. Precisava foder de verdade com ela. Botei ela de quatro e fui socando devagar. Quando estava gostosinho comecei a bombar mais forte, ao tempo em que ela gemia, gritava e urrava de prazer, e pedia pra socar mais forte. Puxava o cabelo, e ela se envergava ora trás a fim de me beijar. Tava gostoso demais.

Ela mandou eu deixar e pediu pra cavalgar. Ela queria fazer o que assistir no X Videos. Ela começou cavalgando com calma e depois passo a sentar com força, e pedia pra dar tapas na cara. Nessa brincadeira ela gozou umas quatro vezes. Eu gozei naquele rostinho lindo evangélico e ela continuou chupando e meu pau voltou a subir. Ela chupou até eu gozar na boca. Tomou leitinho, tomamos banho e fomos embora. Ainda transamos mas duas vezes. Na última ela estava grávida. Nunca mais rolou, mas até hoje ela me chama de "Manga Rosa".

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Comentários

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sempre tive vontade de dar uma trepada pastoral. gostei do conto.

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