Após dez dias de viagem e várias coisas para fazer em casa — afinal, dona de casa não tem descanso —, levantei cedo no primeiro final de semana de retorno. O maridão ainda dormia. Tomei meu café para criar coragem, coloquei meu biquíni e lá fui eu para a lavanderia, um espaço reservado para lavar e secar, com a máquina e o varal no quintal. Minha ideia era curtir o sol na piscina logo após o trabalho; a previsão era de 40 °C, segundo a meteorologia.
Café tomado. O almoço seria tarefa do maridão. Eu separava as roupas quando meu marido veio, pelado, em minha direção. Aquele pau enorme por trás de mim... ele começou a me alisar. É impressionante quando o homem quer transar! Começou beijando as minhas costas; aí fudeu, é meu ponto fraco. Comecei a derreter, já não sabia o que fazia. Ele já tinha colocado meus seios para fora e o pau roçava na minha bunda. Eu estava sem ação, e como ele me conhece, me debruçou em cima da máquina de lavar. Agachado, passou a me chupar por trás. A língua dele estava quente e a chupada estava diferente: deslizava entre a minha ppk e o meu cuzinho. Caralho, eu estava toda arrepiada, gemendo, pedindo para ele me comer. Ele fazia maldades com a língua e os dedos; dedada com linguada não tem combinação mais perfeita.
Ele ficou de pé, puxou meu cabelo por trás e disse no meu ouvido que ia comer meu cu e que me queria calada. Disse que não, porque ele não mandava em mim! Então ele colocou a mão na minha boca, tapando-a, e meteu no meu cu. Caralho! Como ele já tinha chupado, deslizou, mas ainda assim a sensação foi intensa. Que piroca grossa! Ele abafava meus gritos enquanto a máquina entrava em stand-by — a essa hora, a única coisa que eu queria da máquina de lavar era usá-la como apoio. Arreganhei as nádegas com as mãos e ele socava no meu rabo. Minha bucetinha estava muito melada; eu estava gozando enquanto tomava no cu. É uma sensação indescritível, é diferente gozar assim. Com a outra mão, ele me masturbava.
Sou a Vanessa: bem magrinha, peso 55 kg e tenho 1,58 m. Sou branca, meus seios são médios com bicos rosadinhos; meu cuzinho e minha bucetinha são depilados e rosados também. Já ele é negro, alto (1,95 m), gostoso e tem uma piroca enorme e grossa, proporcional ao seu tamanho. Meu macho se chama Sérgio e, como descrevi, adora me dominar, me prender e me pegar à força. Eu já fico excitada só com a aproximação dele; meu macho exala feromônio de sexo, um cheiro que me deixa louca.
Voltando ao relato: ele gozou no meu cuzinho urrando alto. Tirou a mão da minha boca e eu pude gritar também. Fico imaginando meus vizinhos ouvindo isso por volta das 10h da manhã... Quero que se foda! Aliás, que eles fodam também e me proporcionem áudios de gemidos, kkkkk.
Meu negão saiu e encostou no tanque. Eu, como uma esposinha prendada e limpinha, suguei toda a porra do pau dele. Deixei a piroca do meu homem limpa e, quando olhei para ele, levei um tapa na cara. Adorooooo! Ele me pegou pelo pescoço, me levantou e eu beijei sua boca já no seu colo — como disse, sou levinha. Ele ajeitou a parte de cima do meu biquíni e disse que me amava. Eu respondi que ele tinha acendido meu fogo e que queria mais chupada. Ele é muito obediente: me colocou em cima do tanque, puxou a parte de baixo do biquíni para o lado e me chupou. Enquanto eu alisava sua cabeça, a língua dele fazia maravilhas; ele chupa só o clitóris, a língua fica faceando ali. Gozei novamente e saí do tanque flutuando.
Mais uma vez no seu colo, fomos para casa. Tomei café novamente, desta vez sentada no colinho dele, e fomos para a piscina. Fiz um topless lindo — o vizinho que lute se estiver olhando! Curtimos o sol e a piscina; a roupa ficou para outro dia, porque o sol e o maridão estavam muito melhores. O almoço ele acabou comprando; tiramos o dia para nos curtir.
Dei o cu na piscina também, mas vou contar em outra ocasião.
Bjs, até a próxima!
