O barbeiro

Um conto erótico de Maduro
Categoria: Gay
Contém 1190 palavras
Data: 07/07/2024 22:06:44
Assuntos: Gay, Grupal

Cortar o cabelo é uma necessidade, por isso em qualquer lado onde me deslocava, tentava encontrar um barbeiro que me cortasse o cabelo, de forma simples, à máquina.

Naquele centro comercial, comecei a frequentar um cabeleireiro, onde um rapaz me cortava o cabelo e fazia conversa social enquanto isso decorria.

Percebia que ele olhava de lado para algumas clientes, mirava as suas colegas e após várias visitas, comecei a brincar com ele sobre isso.

Ele alinhava na brincadeira, logo dizendo que ver nao faz mal, mas que elas não davam hipoteses, eram esquisitas, ou seja, não tinha sorte.

Uma vez perguntei-lhe se conseguia ir cortar o cabelo a minha casa, eu pagava o que pagava ali no barbeiro.

Ele gostou da ideia, deu-me o nr de telefone dele e combinamos que falariamos por mensagens.

Semanas depois, mandei msg sugerindo corte de cabelo, ele aceitou de imediato dizendo que teria de ser domingo que era o unico deia de folga dele naquela semana. Concordei, combinamos hora e na mensagem seguinte, perguntei : tenho de ter algum lugar próprio para o corte ? pouco depois respondeu : não pode ser no banheiro, fica mais fácil de limpar, e eu limpo.

Perguntei então : e posso estar à vontade, roupa de trazer por casa ? respondeu : sim, e se não levar a mal, vou também em roupa normal de descanso. Aceitei.

Domingo, na hora acordada, ele tocou à campainha, abri a porta e ele entrou. Olhei bem, vestia calções bermuda, parecia estar sem nada por baixo, mas não tive certeza. Eu sim, eu estava de calção de futebol, largo, sem cueca.

Escolhi o banheiro de serviço por ser mais pequeno e estreito, ele não se importou, coloquei cadeira e disse-lhe :

- ok, agora corta devagar, temos tempo, não precisas andar a correr.

Ele começou por massajar me a cabeça, dizendo que me queria relaxado, no barbeiro era sempre a correr, disse que eu devia gostar do momento. E continuou a tocar-me na cabeça com toques ora fortes ora suaves e eu ia ficando com pele de galinha, adorando aquele toque. Fechei os olhos, senti o momento. Quando acabou, disse-lhe que se fosse uma mulher, eu já a estava a comer. Ele rindo, respondeu : ficou excitado com a massagem ? Eu ri e disse que se ele continuasse a massajar, eu ainda ia bater uma por baixo do avental de corte. Ele riu-se imenso, mas pegou na máquina e começou a cortar-me o cabelo.

Iniciou de lado, aproximando o corpo imenso do meu braço. Aproveitei, fiz de conta que tinha comichão, mexi o braço tocando com o cotovelo na perna dele. Ele não fugiu, continuou na mesma posição. Ele continuava a cortar, sem mudar de posição, eu disse ter comichão, voltei a coçar mas agora acertei e toquei-lhe no pau.

Pedi desculpa, e ele diz : sem problema, não aleijou...

-Não se deve aleijar aí, disse eu...

-Sim, aí só carinho, disse ele rindo.

-As minas, teem dado carinho, perguntei

-Não, sem sorte com minas...disse ele

Eu ri, ele foi para trás de mim cortar, eu baixei a cabeça um pouco, ele cortou enquanto me passava a mão na cabeça, quase massajando. Eu reagi...

-Eu disse que isso tem efeitos secundários...

-Não sei do que está a falar, disse ele rindo...

-Vou reagir, disse eu..

-Vai bater uma. perguntou rindo..

-Se não paras com isso, vou ter de bater, disse eu, enquanto a mão começava a acariciar o pau, vendo-se por baixo de avental...

Ele riu e mudou para o meu lado, de novo próximo de mim...

Eu brincava com a mão no meu pau, mas agora estava com ele próximo e fiz o cotovelo propositadamente tocar de novo no pau dele. Ele não fugiu, percebi que ficou no mesmo sitio, insisti com alguma força, ele reagiu empurrando o corpo... foda-se...

-espera, disse eu.

Ele parou, olhando. Puxei o para a minha frente, a minha perna direita entre as pernas dele, o pau quase frente à minha boca, disse-lhe : podes continuar a cortar e a massajar...

Ele debruçou-se sobre mim, começou a cortar e com a mão livre, acariciava-me a cabeça... eu reagi, levantei o avental de corte, coloquei a mão sobre o pau dele.

Ele estava duro... senti o calor a sair dos calções, comecei a acariciar, apertando suavemente e depois largando para acariciar de novo suavemente. estive alguns minutos a acariciá-lo, ele cortava lentamente, como que a fazer propositadamente para demorar e .. sobretudo acariciando-me a cabeça. Eu tirei a outra mão debaixo do avental, agarrei os calções pela cintura, puxei lentamente para baixo, deixando o pau dele solto...

Senti o cheiro de tesão dele, vi a sua cabecinha vermelha a apontar para mim, a haste dura apontando para cima e ligeiramente curva para a esquerda, continuei a acariciar-lhe, agora também as bolas e a haste, que agarrava e por momentos punhetava, para logo voltar a apenas acariciar... Eu senti que o corte já teria acabado, coloquei a mão esquerda na nádega dele, para evitar que saisse da posição e com a direita, punhetava lentamente o pau dele. Ele desligou a máquina, voltou-se ligeiramente, colocou-a no lavatório e eu olhando para ele, perguntei :

- posso agradecer ?

- Sim pode, disse ele sorrindo

Enfiei-o todo na boca. Foda-se, o sabor dele era muito bom, o pau libertava o cheiro de tesão que me fazia ficar com a boca cheia de saliva e eu usei-a toda para o humedecer e enfiar lubrificado na minha boca. Chupei, suguei, lambi, acariciando as bolas dele com os dedos em toques suaves e ... momentos depois ele gemeu para se vir, o que deixei acontecer na minha cara e lábios...

Deixei-o relaxar, pouco depois peguei na toalha, limpei a cara, perguntei :

- gostaste ?

- sim, foi demasiado bom, não costumo esporrar tão depressa, disse ele.

- Gostei imenso, ainda bem que gostaste, disse eu.

Comecei a lamber de novo o pau dele, passando a lingua na cabeça e na haste enquanto ele me limpava os cabelos cortados e no fim disse-lhe :

- Queres ajudar-me a esporrar ?

- Como, perguntou ele

- Bates me uma punheta, respondi

Ele sorriu, concordou, eu levantei-me, levei-o para o meu quarto, deitei-me na cama, abri a boca e ele meteu o pau ainda mole para eu chupar, enquanto se debruçava sobre mim e apoiado na cama, me agarrou a pissa para punhetar...

Não tenho o pau grande, ele agarrava com a mão escondendo-o todo e apertando com alguma força, pôs-me duro de tesão enquanto eu lhe fazia um broche.

A mão dele, o pau dele, o sentir que endurecia de novo, fez-me gemer...

A cada gemido ele tornava-se mais lento, para logo depois voltar a bater forte... estivemos assim vários minutos até ele me começar a foder a boca e gemendo fez-me perceber que ia esporrar de novo... Concentrei-me no broche e deixei de controlar o meu orgasmo, vim-me em jato com a mão dele e logo depois ele gemeu forte e encheu-me a boca de leite...

Ele deu vários espasmos com o corpo, como que a forçar o leite para sair todo e enfiando o pau cada vez mais fundo, tentava meter tudo dentro da minha boca... até se deitar ao meu lado a relaxar e gozando o momento.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Morais1973 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários