Atriz, Diretora e Exibicionista: O Show de Jéssica
O Sr. Marcus me chamou para apresentar o script da próxima filmagem. Seria na Praça Rosalina Cristal. "Vamos transar no banco da praça e teremos apenas um profissional com um celular registrando tudo. Como será em local público, será bem espontâneo e perigoso. Você topa, Jéssica?", perguntou ele. Reforçou ainda que a espontaneidade já havia se tornado a minha marca registrada.
Obviamente, aceitei. Seria um grande desafio. Eu usaria apenas um vestido de alça, frente única, estilo noite de gala, com o cabelo preso e um belo salto alto. A ideia era simular uma transa pós-festa. E adivinha quem seria o meu parceiro de cena? O próprio Sr. Marcus. Achei perfeito.
A gravação ocorreu em uma terça-feira, por volta das três da madrugada. Estava muito frio. Confesso que me masturbei umas duas vezes antes de sair de casa; sempre me toco antes das filmagens, pois isso aumenta o meu "fogo" e me deixa muito mais acesa para o trabalho.
Meus mamilos "furavam" o belo vestido. Eu estava sem calcinha e com as costas nuas. Fui andando em direção ao Sr. Marcus, que já estava sentado no banco da praça. Alguns carros passavam enquanto o câmera registrava meus passos. Eu olhava para trás de vez em quando, observando o redor para dar veracidade à cena. Ao chegar no banco, encenei aquele teatro: perguntei por que ele havia ido embora e me deixado sozinha na festa. No meio daquela "discussão", ele pediu que eu sentasse em seu colo. Levantei o vestido, mostrei minha bunda para ele e perguntei se podia ser sem a roupa, para que ele sentisse o quanto eu estava fervendo, apesar do frio.
Ele colocou o membro para fora e ali mesmo, sob a iluminação do poste, comecei o sexo oral. Olhava ora para a câmera do celular, ora para o Sr. Marcus, que agora estava em pé enquanto eu ocupava o banco duro. O pau dele é uma delícia; deixei-o bem babado. Sentei em seu colo e comecei a rebolar. O câmera buscava ângulos, e eu mostrei meus seios para ele, pedindo que os tocasse e apertasse. O Sr. Marcus concordou com a cabeça e o câmera — cujo nome eu nem sabia — passou a integrar a cena. Ele apertou meus mamilos enrijecidos e me deu alguns tapas no rosto. Pedi que batesse com mais força, como homem, enquanto eu continuava rebolando no colo do meu chefe.
Perquntei se ele ainda estava chateado; ele respondeu que não. Pedi a camisa dele e fiquei de quatro no banco. Nessa hora, alguém passou gritando: "Vão para um motel!". O trânsito de carros não parava, o que só aumentava o meu tesão. Com o vestido levantado e a bunda empinada, assumi o comando: pedi para o Sr. Marcus filmar, pois eu queria que o câmera lambesse minha intimidade. O rapaz ficou todo bobo, mas correspondeu divinamente. Depois, ele me penetrou; tinha um membro fino, porém comprido.
Chamei o Sr. Marcus de volta, continuei o oral nele e pedi que ele girasse com o celular, fazendo um movimento de 360 graus. Fizemos esse "giro" umas três vezes. O câmera parecia um pouco constrangido, temendo que seu rosto aparecesse, mas o Sr. Marcus assegurou que editaria as imagens e removeria até as tatuagens dele. O rapaz chegou ao clímax na minha retaguarda, e logo em seguida o Sr. Marcus assumiu o lugar dele.
Enquanto o diretor me possuía, comecei a me masturbar. Coincidentemente, gozamos juntos: ele dentro de mim e eu em minhas próprias mãos. Quando me levantei, percebi que algumas pessoas filmavam do outro lado da rua. Terminei limpando os dois, olhando para cima, enquanto o Sr. Marcus abraçava o câmera em sinal de missão cumprida. Limpei-me com o próprio vestido.
No carro, voltando para casa, continuei provocando o Sr. Marcus, beijando sua boca e deixando que ele alisasse meus seios. O motorista não sabia se olhava para a estrada ou para o retrovisor interno.
Ao chegar, o Sr. Marcus agradeceu pela entrega na cena e me convidou para ajudar na edição no dia seguinte. Aceitei na hora. "Atriz, diretora e agora editora? Quero aumento!", brinquei. Sugeri usarmos os erros e as partes descartadas para um making of, pois o público adora ver os bastidores e os detalhes reais. Mais uma bola dentro. Já estou ansiosa pela próxima!
Beijos, até a próxima cena.
