Uma proposta irrecusável.
Passando por uma dificuldade financeira devido a um imprevisto emergencial, recorri a alguns amigos que, infelizmente, não puderam ajudar. Mas a Suzane, uma amiga de infância, me fez uma proposta que me deixou balançada. Sou a Cíntia: loira, linda, dona de um belo corpo e solteira há seis meses. A oferta? Passar um dia inteiro em um barco com quatro homens. O pagamento cobriria minha dívida e ainda sobraria um bom extra. Em contrapartida, com comida e bebida garantidas, eu teria que fazer de tudo.
Eu amo foder e adoro um sexo anal, mas nunca tinha encarado quatro de uma vez, ainda mais desconhecidos. Mas a grana era necessária e o desafio me excitava. Pelas fotos, eram dois brancos, um moreno e um negão enorme. Minha foto nua foi aprovada — modéstia à parte, eu sou uma delícia. Exames em dia, malas prontas. Exigi apenas uma coisa: espumante gelado. Eles aceitaram. Meu cu e meu útero que lutassem!
Cheguei ao porto de Uber às 8h da manhã. O calor já estava de rachar. Fui recebida pelo Carlão, o moreno, que pegou minha mala. Eu já entrei no barco de biquíni, canga e óculos escuros. Fui apresentada ao Marcos (o negão), ao Pedro e ao Fernando (os brancos). Todos educadíssimos, me cumprimentando com beijos na boca que já davam o tom da viagem. O barco zarpou rumo à "deriva da metelância".
Livre em alto-mar, tirei a canga e a parte de cima do biquíni. Exibi meus seios empinados pela prótese e minha bunda que é meu orgulho. O Marcos, vestindo apenas uma cueca branca que mal escondia o volume, trouxe o espumante. Ele me percorreu com o olhar enquanto eu bebia. Quando coloquei a taça na bandeja, os outros três já estavam nus e se masturbando.
Às 9h30, o festival começou. Mamei os quatro agachada, sentindo o peso das pirocas batendo no meu rosto. Marcos e Fernando me pegaram no colo — peso apenas 50 kg, voava nas mãos deles — enquanto Carlos e Pedro arrancavam minha calcinha e me devoravam em pé. A excitação era tanta que eu já não sabia onde terminava o prazer e começava o delírio.
Marcos, o mais alto, me sentou em seu colo. Cavalguei naquele mastro enquanto ele mordia meus mamilos. Fiz o rodízio entre todos, cavalgando um a um. Quando cheguei no Carlos, o último da fila, eu já tinha gozado várias vezes. Para celebrar, Marcos abriu um Brut Rosé geladíssimo e despejou sobre meu corpo. Os quatro se revezaram me lambendo inteira, degustando o espumante direto da minha pele.
Depois de um lanche rápido, o Marcos me carregou como se eu fosse um troféu e me jogou no sofá. A fila indiana se formou para o meu cuzinho. Eu só sabia gemer. No rodízio, eu não sabia mais quem estava me possuindo, só sentia que um deles era especialmente grosso e impiedoso. Meu cu ardia, mas eu estava representando! Marcos me colocou de quatro, arreganhou minhas nádegas e entalou o pau. Vi estrelas em pleno sol da tarde. Tive um squirt que ensopou o estofado, enquanto os outros três enchiam minha boca com seus membros. O final da primeira etapa foi um banquete: três gozaram na minha cara e o Marcos recheou meu cu de esperma.
Descansei, recarreguei as energias e voltei para o segundo round: uma hora exclusiva com cada um. Marcos foi agressivo e bruto, do jeito que eu gosto; Fernando exigiu um beijo grego caprichado; Pedro focou no meu anal já combalido; e o Carlos me deu um oral inesquecível antes de me penetrar.
A noite caiu e dormimos todos no mesmo cômodo. Eu, de camiseta, entre os quatro. De madrugada, a sacanagem não parou. Eu acordava sendo penetrada por um, enquanto sentia a boca de outro nos meus seios e o pau de um terceiro na minha boca. Pela manhã, o café foi servido na cama, finalizado com duas Duplas Penetrações (DP). Escolhi as duplas a dedo: Marcos com Carlos (para equilibrar o tamanho) e Fernando com Pedro.
Vesti meu vestido, sentindo cada centímetro do meu corpo inchado e latejando de prazer. Me despedi deles e voltei para casa em um Uber Black, com a conta bancária cheia e a memória pegando fogo. Avisei a Suzane que amei e que, em quinze dias, estarei pronta para a próxima!
Segunda-feira volto ao meu trabalho como operadora de empilhadeira. Só espero que o estoque de Hipoglós dê conta, porque o expediente sentada vai ser o verdadeiro desafio.
Até a próxima!
