Dizem que o Dia dos Namorados foi feito para ferrar os homens, mas no ano passado, eu fui "ferrado" da melhor maneira possível. Minha amada, Vera Cristina, é uma mulher exuberante. Loira, alta, de seios firmes e uma bunda que desafia a gravidade, ela hipnotiza qualquer um com seu olhar expressivo. Eu, o Bernardo, com minha fiel barriga de cerveja, sou apenas o espectador privilegiado da sua beleza.
Para aquele 12 de junho, ela exigiu algo surpreendente. Entrei em um sex shop e, após recusar fantasias clichês, a vendedora me apresentou a joia da coroa: um plug anal com luzes LED. Comprei na hora, imaginando o brilho daquele acessório no corpo escultural da Vera.
A noite começou com um jantar impecável preparado por ela: fettuccine integral com camarão e gorgonzola, acompanhado de um vinho reserva 2017 que já perfumava a casa. Vera estava divina: um vestido branco transparente, sem nada por baixo, o cabelo preso em um rabo de cavalo que realçava seu rosto e um batom vermelho vibrante.
Ela sentou no meu colo, marcando minha camisa e minha pele com beijos possessivos, sussurrando:
— "Quando você voltar para casa, sua esposa vai te ver todo marcado de batom."
O jogo de sedução estava apenas começando. Ela dançou, provocou e, com um decanter na mão, deixou o vinho escorrer pelo próprio corpo, ordenando que eu a saboreasse dos pés à cabeça. Cumpri a ordem com devoção, lambendo cada gota da bebida na sua pele quente, subindo das pernas até a sua intimidade depilada e úmida, antes de alcançar seus seios e sua boca.
— "Hora da surpresa," ela sentenciou.
Entreguei o presente. Vera abriu, os olhos brilharam e ela prometeu me surpreender de volta. No quarto, sob uma música suave, ela me empurrou na cama e iniciou uma felação voraz, engolindo cada centímetro do meu prazer. Quando ela desceu para lamber meu ânus, senti um calafrio inédito. Com um sorriso de "puta" no rosto, ela lubrificou o plug e o introduziu lentamente. A sensação de preenchimento era intensa, quase dolorosa, mas o tesão que a luz piscando entre as minhas nádegas despertou foi avassalador. Eu era o seu "vagalume" particular.
Vera vestiu novamente o vestido transparente — fetiche puro — e montou em mim. Quicava com fúria, batendo no meu rosto e mordendo minha orelha, mantendo o personagem:
— "Sua mulher é fraca... eu sou melhor que ela, não sou?"
Eu concordava, entregue ao delírio dela. Ela gozou gritando, puxando minhas orelhas, enquanto o plug vibrava dentro de mim. Na sala, o segundo ato: ela sentou-se de costas, rebolando com uma maestria que deixaria qualquer dançarina no chinelo. Ela se masturbava enquanto o plug piscava ritmicamente, e gozou novamente, chamando minha "esposa" de vadia.
O ápice veio quando ela me chupou até eu explodir. Engoliu cada gota do meu leite e disparou:
— "Quando voltar para casa, diga para a sua mulher que a amante tomou tudo."
Fiquei mole, em êxtase. Tiramos o brinquedo, tomamos banho e, quando achei que o expediente estava encerrado, ela me acordou com um esporro delicioso:
— "Não vai comer o meu cu, seu filho da puta? Sou sua puta e exijo o meu."
Quem dorme depois de uma convocação dessas? Chubei seu caminho proibido e a possuí de lado, vivendo até o fim a fantasia de que éramos amantes proibidos. Bernardo tentou surpreender, mas foi Vera quem deu o xeque-mate. Foi, sem dúvida, o nosso melhor Dia dos Namorados.
