... Wellington pegou a garrafa para girar, mas o tesão que emanava daqueles corpos era tão violento que, ao tentar girá-la com força excessiva, o vidro não aguentou e se estraçalhou no chão. Por sorte, ninguém se feriu. Wanderson, agindo como nosso "garçom de luxo", buscou a pá para recolher os cacos, e a brincadeira formal acabou ali, mas o jogo real estava apenas começando.
Quando Wanderson voltou da cozinha com mais uma rodada de cerveja gelada, o cenário já era de luxúria total: as meninas seminuas, os homens apenas de sunga e os casais já misturados nos sofás. Wellington e Wanderson devoravam a anaconda do Marcão com os olhos. Renata, percebendo o assédio, sentou-se no colo do marido para "escondê-lo" dos olhares, enquanto o Marcão não disfarçava a cobiça pelos seios fartos da minha esposa. Eu, por outro lado, me perdia entre o rabo monumental da Renata e a bunda instigante do Wanderson — para mim, as duas joias da casa.
Marcela, ainda mordida porque eu fugi da pergunta sobre homens no jogo, decidiu tomar as rédeas. Com um sorriso malicioso, ela propôs dividirmos o grupo:
Grupo 1: Renata, Marcos e Marcela.
Grupo 2: Wanderson, Wellington e eu.
Ela sabia exatamente o que estava fazendo: queria me forçar a reviver meus desejos masculinos diante dos seus olhos. Wellington e Wanderson não perderam tempo; pegaram-me cada um por um braço e me puxaram para o centro da ação. Ao lado, Marcela e Renata sentaram-se cada uma em uma perna do Marcão. O negão virou um espectador VIP, assistindo de camarote às duas mulheres se beijarem e se acariciarem a centímetros da sua boca.
No meu grupo, a temperatura subiu rápido. Wellington e Wanderson arrancaram minha cueca e caíram de boca no meu pau, me deixando louco. Wellington, no comando, mandou Wanderson ficar de quatro e caprichou no oral anal, deixando o caminho bem lubrificado para mim. Marcela, assistindo a tudo com um brilho no olhar, trouxe a camisinha e a colocou no meu pau. Entrei com vontade no cu do Wanderson enquanto Marcela beijava minha boca, observando meu vai e vem rítmico. Wellington, não satisfeito, colocou o parceiro para mamar enquanto eu o possuía por trás, tudo sob o olhar atento de Marcos e Renata.
As posições mudaram. Wanderson trocou de lugar com o esposo. Ele preparou o Wellington com a língua e pediu que Marcela trocasse minha camisinha. Desta vez, a penetração foi mais desafiadora; o cu do Wellington era mais apertado e ele se contorcia todo, gemendo enquanto chupava o Wando. Marcela ajudou a relaxá-lo com carícias manuais até que eu atingisse o meu limite. Avisei que ia gozar, tirei a camisinha e os dois ficaram de boca aberta, aguardando a "chuva" quente. Wanderson sugou até a última gota de esperma, enquanto Wellington ainda aproveitava o resto do fôlego para namorar o marido ali mesmo no sofá.
Mas o Grupo 1 já estava com os tamborins fervendo. As meninas levantaram e começaram a mamar o Marcos juntas. Os meninos tentaram se aproximar para participar, mas Renata foi taxativa: "Não, apenas assistam!".
Renata então se afastou, deixando Marcela entregue ao Marcão. O negão pegou uma camisinha, me entregou e ficou de quatro na minha frente, oferecendo o rabo monumental da esposa: "Come minha bunda, eu sei que você quer". Meu pau subiu mais rápido que um foguete da NASA.
Wanderson me deu um último estímulo oral e eu entrei na Renata por trás. Que pressão! O cu dela era quente e apertado. Ao lado, Marcela gemia horrores no colo do Marcos. A troca era perfeita. Wellington aproveitava para lamber os seios da minha esposa enquanto Wanderson o estimulava, pedindo "leite" a todo custo.
Marcela, em pleno delírio, dizia que o pau do Marcos era mais grosso que o meu, que sentia suas pregas se perderem para o negão: "Amor, seu amigo está me arrombando, mas está gostoso demais!". Eu concordava, tentando, sem o mesmo sucesso de diâmetro, fazer o mesmo com a Renata. Ela, no entanto, me elogiou, dizendo que eu sabia exatamente como "comer um cu", independente do tamanho.
O clímax veio em seguida. Marcela expulsou os meninos e concentrou-se apenas no Marcos, que não demorou a despejar uma carga farta no rosto dela. Com a pele suja de sêmen, Marcela foi até Renata, que limpou tudo com beijos e lambidas vorazes. Eu, com meu estoque mais modesto, deixei minhas últimas gotas no rabo da Renata, prontamente limpas pela língua insaciável do Wanderson.
Já passava das 4h da manhã. Wanderson, incansável, trouxe a última rodada de cerveja. Bebemos todos nus, celebrando a liberdade daquela noite. Quando finalmente fomos para os quartos, Wellington ainda prometia ao marido que a maratona continuaria entre quatro paredes.
O dia seguinte prometia ser longo...
