Jogo da Verdade - Parte 2

Um conto erótico de Alexandre
Categoria: Grupal
Contém 789 palavras
Data: 11/06/2024 20:42:45
Última revisão: 15/03/2026 19:22:46

​... Wellington pegou a garrafa para girar, mas o tesão que emanava daqueles corpos era tão violento que, ao tentar girá-la com força excessiva, o vidro não aguentou e se estraçalhou no chão. Por sorte, ninguém se feriu. Wanderson, agindo como nosso "garçom de luxo", buscou a pá para recolher os cacos, e a brincadeira formal acabou ali, mas o jogo real estava apenas começando.

​Quando Wanderson voltou da cozinha com mais uma rodada de cerveja gelada, o cenário já era de luxúria total: as meninas seminuas, os homens apenas de sunga e os casais já misturados nos sofás. Wellington e Wanderson devoravam a anaconda do Marcão com os olhos. Renata, percebendo o assédio, sentou-se no colo do marido para "escondê-lo" dos olhares, enquanto o Marcão não disfarçava a cobiça pelos seios fartos da minha esposa. Eu, por outro lado, me perdia entre o rabo monumental da Renata e a bunda instigante do Wanderson — para mim, as duas joias da casa.

​Marcela, ainda mordida porque eu fugi da pergunta sobre homens no jogo, decidiu tomar as rédeas. Com um sorriso malicioso, ela propôs dividirmos o grupo:

​Grupo 1: Renata, Marcos e Marcela.

​Grupo 2: Wanderson, Wellington e eu.

​Ela sabia exatamente o que estava fazendo: queria me forçar a reviver meus desejos masculinos diante dos seus olhos. Wellington e Wanderson não perderam tempo; pegaram-me cada um por um braço e me puxaram para o centro da ação. Ao lado, Marcela e Renata sentaram-se cada uma em uma perna do Marcão. O negão virou um espectador VIP, assistindo de camarote às duas mulheres se beijarem e se acariciarem a centímetros da sua boca.

​No meu grupo, a temperatura subiu rápido. Wellington e Wanderson arrancaram minha cueca e caíram de boca no meu pau, me deixando louco. Wellington, no comando, mandou Wanderson ficar de quatro e caprichou no oral anal, deixando o caminho bem lubrificado para mim. Marcela, assistindo a tudo com um brilho no olhar, trouxe a camisinha e a colocou no meu pau. Entrei com vontade no cu do Wanderson enquanto Marcela beijava minha boca, observando meu vai e vem rítmico. Wellington, não satisfeito, colocou o parceiro para mamar enquanto eu o possuía por trás, tudo sob o olhar atento de Marcos e Renata.

​As posições mudaram. Wanderson trocou de lugar com o esposo. Ele preparou o Wellington com a língua e pediu que Marcela trocasse minha camisinha. Desta vez, a penetração foi mais desafiadora; o cu do Wellington era mais apertado e ele se contorcia todo, gemendo enquanto chupava o Wando. Marcela ajudou a relaxá-lo com carícias manuais até que eu atingisse o meu limite. Avisei que ia gozar, tirei a camisinha e os dois ficaram de boca aberta, aguardando a "chuva" quente. Wanderson sugou até a última gota de esperma, enquanto Wellington ainda aproveitava o resto do fôlego para namorar o marido ali mesmo no sofá.

​Mas o Grupo 1 já estava com os tamborins fervendo. As meninas levantaram e começaram a mamar o Marcos juntas. Os meninos tentaram se aproximar para participar, mas Renata foi taxativa: "Não, apenas assistam!".

​Renata então se afastou, deixando Marcela entregue ao Marcão. O negão pegou uma camisinha, me entregou e ficou de quatro na minha frente, oferecendo o rabo monumental da esposa: "Come minha bunda, eu sei que você quer". Meu pau subiu mais rápido que um foguete da NASA.

​Wanderson me deu um último estímulo oral e eu entrei na Renata por trás. Que pressão! O cu dela era quente e apertado. Ao lado, Marcela gemia horrores no colo do Marcos. A troca era perfeita. Wellington aproveitava para lamber os seios da minha esposa enquanto Wanderson o estimulava, pedindo "leite" a todo custo.

​Marcela, em pleno delírio, dizia que o pau do Marcos era mais grosso que o meu, que sentia suas pregas se perderem para o negão: "Amor, seu amigo está me arrombando, mas está gostoso demais!". Eu concordava, tentando, sem o mesmo sucesso de diâmetro, fazer o mesmo com a Renata. Ela, no entanto, me elogiou, dizendo que eu sabia exatamente como "comer um cu", independente do tamanho.

​O clímax veio em seguida. Marcela expulsou os meninos e concentrou-se apenas no Marcos, que não demorou a despejar uma carga farta no rosto dela. Com a pele suja de sêmen, Marcela foi até Renata, que limpou tudo com beijos e lambidas vorazes. Eu, com meu estoque mais modesto, deixei minhas últimas gotas no rabo da Renata, prontamente limpas pela língua insaciável do Wanderson.

​Já passava das 4h da manhã. Wanderson, incansável, trouxe a última rodada de cerveja. Bebemos todos nus, celebrando a liberdade daquela noite. Quando finalmente fomos para os quartos, Wellington ainda prometia ao marido que a maratona continuaria entre quatro paredes.

​O dia seguinte prometia ser longo...

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