Quero registrar parte da minha história com esse FDP neste conto. Sou a Dani: morena, alta, peituda e com um bumbum que, modéstia à parte, cumpre muito bem o seu papel. Meu relato é marcante e guardo esses momentos como tesouros de puro prazer.
Tudo começou quando eu era telefonista do banco HSBC, na Tijuca. Duas vezes por mês, recebia a ligação de um vendedor de produtos de assepsia. Ele tinha uma voz grave, profunda e uma extroversão contagiante. Com o passar dos meses, as cotações de descartáveis deram lugar a conversas íntimas; a formalidade caiu e os números de telefone foram trocados. Marcamos o grande encontro na Tijuca, logo após o meu expediente. Fiquei escondida em uma loja, observando de longe — afinal, se ele fosse feio, eu sumiria dali sem deixar rastro! Mas a criatura era afeiçoada, exatamente como descreveu. Conversamos em um restaurante e o primeiro beijo, na estação do metrô, já selou o que viria pela frente.
Os encontros se intensificaram. Ele vinha me ver perto de casa e o clima sempre fervia. Em um próximo conto, detalharei o dia em que ele, com uma audácia sem limites, deslizou o dedão do pé por baixo da minha saia e massageou minha ppk em plena lanchonete. Ele respirava sexo; parecia um polvo, me bolinando com tantas mãos que eu mal conseguia reagir.
No motel, depois de literalmente quebrarmos a cama em sessões de loucura, ele decidiu que queria meu rabo. Ele me seduzia com uma malemolência única: me chupava divinamente e, do nada, enfiava a língua no meu cu, me fazendo perder os sentidos. Eu confesso que tinha medo daquela jeba enorme e grossa, mas o jeito dele de falar e agir era hipnótico.
Sábado de Carnaval. Estávamos no motel e eu fui ao banheiro logo após uma transa intensa. Ele veio por trás, me abraçando com o pau já latejando, obstinado a invadir meu cuzinho. Eu disse não. O cafajeste insistiu, agachou atrás de mim enquanto eu estava na pia e começou a me lamber toda, enfiando o dedo com precisão. Quando senti a cabeça do mastro tentando passagem, neguei de novo, prometendo que seria em outro dia. Irritado, ele foi abrir o box para uma ducha e o inesperado aconteceu: um barulho ensurdecedor. O vidro temperado explodiu.
Vidro para todo lado. Ele ficou trêmulo, o pau arriou na hora e surgiram cortes na glande, no peito e no corpo. Por sorte, nada grave. Ele entrou no chuveiro para tirar os estilhaços, trocamos de suíte e você acha que ele desistiu? Jamais.
A anaconda subiu novamente, ainda mais furiosa. Ele me seduziu com palavras sujas e carícias lentas. Não tive mais como fugir. Dei o cu de ladinho. Doeu, claro; era minha primeira vez e aquela cabeça era monumental. O canalha falava no meu ouvido: "Sua puta, não falei que ia comer seu cu? Esse cuzinho gostoso e apertadinho...". Realmente era apertado, ninguém nunca tinha chegado lá. Ele me mordia, batia na minha bunda e, no ritmo daquele vai e vem, eu me entreguei. Rebolava com vontade e gritava: "Come meu cu, safado! Parabéns, você conseguiu!".
Ele conquistou meu botãozinho com persistência e jogo sujo — aquela língua trabalhando enquanto me chupava era covardia. Ele mereceu. Sinto saudades desse pilantra, mas a vida seguiu e hoje só nos falamos pelas redes sociais.
E vocês? Já foram seduzidos assim ou persistiram em alguém até conseguir o que queriam? Quero ler os comentários e interagir com vocês!
Até a próxima, beijos.
