Meu colega "Gay" Part3

Um conto erótico de Bebezinha
Categoria: Heterossexual
Contém 991 palavras
Data: 09/06/2024 21:39:12

Descansamos por alguns minutos ali mesmo, então nos vestimos e ele saiu primeiro para confirmar se não havia ninguém no prédio, logo eu sai e fui até seu carro. No caminho para minha casa ele me perguntou:

- Tem certeza que quer eu te deixe em casa?

Respondi que sim e comecei a rir, ele confuso me perguntou o que havia acontecido. – É que para um gay, você até que come uma buceta com vontade. – respondi. Ele começou a rir junto comigo. – Eu não sou gay, sou bi, achei que você soubesse, eu queria te comer desde o dia que você chegou seria naquele escritório com a bundinha arrebitada. – disse ele.

- Eu não fazia ideia – falei – quer dizer então que eu te contei tanta coisa achando que você era tipo uma amiga e você já tinha outras intenções. – Perguntei. Ele apenas sorriu e colocou a mão na minha coxa, adormeci o resto do caminho até chegar em casa. Quando chegamos lembrei que havíamos marcado um jantar com alguns familiares, que estavam chegando junto conosco.

Minha mãe o viu e insistiu para que entrasse, falando que queria conhecer o amigo que eu tanto falava e ele entrou e falou com todos na maior cara de pau. Fui tomar um banho e minha mãe disse que ele podia esperar no meu quarto (afinal ela também pensava que ele era gay), sai do banheiro de toalha e ele estava sentado na minha cama. Enquanto eu me vestia ele me pediu para tomar uma ducha também e eu deixei.

Fomos até a mesa onde íamos jantar e enquanto todos conversavam ele me mandava mensagens: “Seus peitos são mais bonitos do que imaginei”, li e ignorei tentando me manter séria, “Ainda estou com gosto da sua buceta minha boca”, olhei para ele e mandei mensagem pedindo para que parasse, já estava para ficar vermelha de vergonha, mas ele continuou “ quando você começou a cavalgar em mim eu quase não aguentei” essa foi última que li antes de desligar o celular e dizer que estava descarregado.

Ele soltou uma gargalhada alta e todos olharam, alguém perguntou do que falamos tanto e eu desconversei. Quando o jantar e o assunto acabaram quase todos foram embora, mas ele ficou batendo papo com meu irmão como se fossem velhos conhecidos. Já era tarde e a minha mãe falou o que ele queria ouvir. – Dorme aí, você bebeu não é bom dirigir e já está tarde para ir embora. – me olhou e disse – Filha tua cama é de casal, ajeita as coisas para ele.

Quando olhei para ele, era a cara mais fingida que eu já vi. Quando todos foram dormir, fomos para o meu quarto e coloquei um filme na minha TV. – A gente não precisa assistir né? – me perguntou já passando a mão na minha barriga.

- Você eu não sei, mas eu vou, meus pais e meu irmão estão em casa. Não consigo. – falei. Ele me olhou com um olhar de decepção mas disse – Tudo bem! Você já me cansou hoje mesmo. - me beijou e assistiu o filme em silêncio. De madrugada acordei com o frio do ar condicionado que ele havia regulado, eu estava com uma das pernas por cima do corpo dele e meu braço no seu peito. Me esfregava no seu corpo e apertei como se procurasse seu calor.

- Está com frio? – perguntou ele, aumentando a temperatura. – Uhum – murmurei, me virando de costas para ele, que me abraçou em uma conchinha, esfregou sua barba na minha nuca e beijou minhas costas, senti meu corpo arrepiar, me encaixei mais nele e minha bunda sentiu seu pau que já estava duro de novo. – Sentiu? Ele quer você. – falou. Fiz que sim com a cabeça e virei apenas meu rosto, ele me beijou e sua mão passou por dentro da minha blusa e encontrou meu seio sem sutiã.

O bico do meu peito já tava durinho, e ele começou a acariciar. – Tranca a porta, sem fazer barulho – pedi para ele. Ele levantou e quando voltou já tirou sua camisa e calça, deitando só de cueca em cima de mim. Eu estava com vontade mas ainda sonolenta e cansada, nos beijamos e entre carícias deixei que ele chupasse meu corpo todo. Ele pediu para que eu me virasse de bruços, senti suas mãos abrindo a minha bunda e sua língua passar no meu cuzinho, era a primeira vez sentia isso.

- Deixa eu comer seu cuzinho? – perguntou ele. Quando eu disse que não ele completou – você vai gostar, eu tenho certeza. Eu adoro quando comem o meu, só um dedinho vai. – Então pedi para que ele pagasse um dildo na minha gaveta e um lubrificante escondidos, ele pegou jogou na cama. – Posso usar em você? – Perguntei para que fez sim com cabeça e deitou de bruços na mesma posição em que tinha me colocado. Primeiro abri toda sua bunda como ele tinha feito e lambi seu cuzinho.

Ele mudou de posição e falou que ia me ensinar algo, ficou de pernas abertas para mim e segurou com os braços em uma posição que se pau ficou ereto e seu cu acenava para mim, cheguei mais perto e passei lubrificante em todo seu cuzinho, meti um dedo e comecei estimular, ele me olhou e olhou para seu pau, então entendi o que eu deveria fazer. Enquanto eu estimulava o cuzinho com o dedo eu fazia um boquete nele. Ele pegou o dildo e me entregou já lubrificado, enfiei no cuzinho dele, que pegou um travesseiro e colocou no rosto para que fizesse barulho.

Depois que ele gozou ele me pediu para tentar, deitei de bruços novamente e ele ajeitou um dos travesseiros embaixo do meu quadril, me deixando com a bunda empinada para ele, passou o lubrificante, pois eu estava tensa, afinal era algo novo, primeiro ele colocou um dedo bem devagar e estimulou, colocou o segundo e me abraçou pelas costas. Não consegui deixar que ele comesse meu cuzinho dessa vez

Continua..

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Foto de perfil genéricaBebezinha Contos: 3Seguidores: 1Seguindo: 0Mensagem Tenho 23 anos, sou parda de pele claro, cabelos médios pretos e cacheados. 1,67 de altura, magra com corpo natural, seios médio com as auréolas clarinhas, virilha sempre depilada a laser e lisinha, lábios pequenos e escuros.Bunda gradinha com uma pintinha na nádega direita.

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Parabéns pelo Conto, sou de Porto Velho e estou afim de bater uma punheta com uma amigo bem gostoso, topa? juniordasilva76@yahoo.com - Cesar

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