Acompanhei o velhinho até sua casa e fui fudida!

Um conto erótico de Sahemily
Categoria: Heterossexual
Contém 1550 palavras
Data: 09/06/2024 17:46:57

Olá seres imundos!!! Kkkkkkkk! Me chamo Sahemilly e só estou aqui nesse site pois esses dias acontecimentos ocorreram que fizeram me aflorar um lado bem mais pervertido dentro de mim, principalmente por causa do tipo de pessoa que fez isso em mim.

Primeiramente vocês tem que saber que sou muito gostosa! Não querendo me gabar não! Qualquer cara daqui desse site que me visse na rua, com certeza ficaria pelo menos de pau duro! Tenho leves traços japoneses como meus olhos, cabelos crespos para lisos, vario de uma branca para uma parda, tenho um piercing no nariz mas o que mais se destaca são meus peitões que são bem grandes para uma moça de 20 anos, uma cintura bem formada, uma bunda admirável e coxas que qualquer um gozaria em só tocá-las.

Mesmo tendo atributos muito atraentes para héteros, por causa do meu jeito progressista e feminista, não dou bola alguma para qualquer homem, pode ser considerado o homem mais lindo do mundo! Não sou dessas fáceis que só buscam sexo(era isso que eu pensava!) e até tinha um viés mais "lésbico" entende, e como gosto de ficar muito livre mesmo em público, normalmente saio com um short jeans que destaca bem minhas coxas à mostra e minha bunda, uma camisa preta para cobrir meus seios contudo era perceptível o tamanho deles, foi assim que, em um sábado, saí para fazer umas comprinhas no centro da cidade, caminhava sozinha entre as ruas sem ligar para os olhares maliciosos da maioria dos homens, estava bem livre, até que, percebo andando bem lentamente e com bastante dificuldade um senhorzinho, branco, bem baixo, mais baixo que eu, usando boina, óculos e com um bigode branco, de sacola na mão, tentava dificultosamente subir uma ladeira de calçada, como uma pessoa caridosa que sou, decido ajudar:

_ Oi, senhor, está precisando de ajuda?

_ Oi minha linda! Se puder me ajudar a chegar em casa, lhe agradeço, não é muito longe daqui.

E assim lhe acompanhei, lhe segurando pelo braço esquerdo, de mãos dadas, pelo seu rosto, estava adorando a situação de ser acompanhado por uma moça jovem e bonita, principalmente quando, por ser mais baixo, sua visão direta para mim direcionava primeiro para meus peitos que, na sua primeira vista, fizeram arregalar seus olhos e abrir sua boca.

Quando chegamos a sua casa, já tentava me desvencilhar dele para tomar meu rumo, mas ele ficou insistindo que eu entrasse para tomar café, insistiu, insistiu e insistiu que eu tive que aceitar a contragosto.

Sua casa parecia aquelas casas de senhores do início do século 20, bem espaçosa e mesmo com muitas janelas, a maioria estavam fechadas, o que deixava o seu interior bem escuro, começamos a conversar na cozinha, cada um com uma xícara de café na mão, e a conversa foi ficando boa, até achava graça das histórias dele, Arnaldo, como era chamado, já tinha 80 anos, no entanto até lhe disse que ele estava bem "durão" apesar da idade, foi aí que ele começou a se assanhar:

_ Hahaha! Você nem sabe o que mais está "duro" aqui!

Com um sorriso malicioso e eu já expressando um rosto de decepção. Foi aí também que decidi que era hora de ir embora:

_ É, a conversa tá boa, mas preciso ir embora mesmo!

E já se levantando da cadeira, me direcionava para a porta da entrada, já Arnaldo, desesperado, desenvolveu uma velocidade e força descomunal para sua idade:

_ Não, não, não! É muito cedo minha linda! Fique mais!

_ Não, não, preciso ir mesmo, Sr. Arnaldo.

Ele me seguia, tentando me convencer a fazer o contrário, mas estava decidida, porém, quando rodo a maçaneta e antes que a porta mesmo atingisse 45 graus de circunferência de abertura, ele, rapidamente, fecha a porta e me agarra por trás:

_ Por favor, por favor! Não vá!

Parecia uma criança que não queria que a mãe saísse para trabalhar, agora era eu quem me desesperava, tentava me desvencilhar dele mas ele colou seus braços na minha cintura, meio que amarrados, então tive que ir para uma abordagem mais intimista para tentar que me liberasse:

_ Sr. Arnaldo, não precisa disso, eu venho te visitar essa semana que vem!

_ Você jura?

Ele já afrouxava seus braços enquanto lentamente eu rodava a maçaneta para a hora exata de fugir:

_ Juro, meu amor!

Foi aí que eu me ferrei:

_ ENTÃO JURA QUE VAI ME DAR SUA BUCETINHA, SUA PUTA!!!

_ O QUÊÊÊ???

Já com uma expressão extremamente raivosa e com a cabeça vermelha à força, começou a me levar para um quarto e se jogou junto comigo para a cama de solteiro, eu, deitada de costas e ele, deitado de bruços para mim, agora se fartava com o contato direto do seu rosto nos meus seios, tentava me desvencilhar, espernear e nada surtia efeito, parecia um carrapato!

Ele estava louco, nunca que eu queria que chegasse aquela situação, mas confesso, quando ele começou a chupar meus seios mesmo sob por cima da minha camisa, meus mamilos começaram a se eriçar e ficarem pontudos, mesmo indesejado aquele ato, certa parte do meu corpo se excitava com aquilo:

_ Eu quero seus seios! Eu quero você toda, minha gostosa!

_ Por favor, Sr Arnaldo, não podemos fazer isso!

_ Tanto podemos como já estamos fazendo!

E em um só golpe, ele subiu minha camisa, encarou meus grandes seios apertados pelo sutiã e novamente começou a se esbaldar neles, com o máximo da língua para fora, lambia toda a área dos meus peitos o mais rápido e mais lambuzadamente possível! E eu nem tentava mais impedi-lo, me esforçava mais em segurar meus gemidos que estavam impossíveis de se segurar, minha expressão estava extremamente ruborizada, o meu sofrimento era mais por tentar aguentar que minha excitação não fosse aparente, mas era difícil:

_ Haha! Eu sei que você está gostando disso, não precisa mais disfarçar, minha linda, você só precisava de um macho que te adestrasse, e esse macho sou eu! Vou te fazer minha putinha e você só vai se sentir feliz a partir de agora se estiver na minha companhia e na companhia do meu pau!

Falou isso tudo com um grande sorriso no rosto me encarando a poucos centímetros de distância da minha boca, achei que ele ia me beijar, ia me consumar, mas ainda não, ele se levantou, ficou de joelhos em cima de mim, com cada perna de lado a mim na cama, era perceptível o volume em sua calça, em um só golpe, retirou meu sutiã, meus grandes seios agora estavam livres e logo eles o agarrou com as duas mãos e tocando meus mamilos e os amassando como se fossem joysticks de Playstation, não sabia que meus peitões me causariam tanto tesão.

Contudo, o pior estava por vir, retirando o cinto da sua calça, eu só ansiava pelo pior, foi quando aquela cobra de 20 cm comprimento se mostrou vigorosa e pronta para atacar!

Pôs aquele instrumento gigante no meio dos meus peitos e começou a amassá-los, fazendo uma prazerosa espanhola.

Aquele homem nem precisava ter tocado na minha buceta para me deixar num extremo tesão! E ele fudia e fudia meus seios, num vai e vem vigoroso, o cheiro daquele pênis alcançava meu olfato, o que me fazia sentir viciada naquele cheiro como se estivesse viciada no cheiro do álcool, ele parecia imparável, mas um pré-gozo saía de sua glande, aquilo anunciava o grande momento, para ele pois já ficava assustada com o que poderia vir:

_ Ah, minha linda! Está chegando a hora! Receba meu gozo, receba meu líquido na sua boca e na sua carinha de anjo!

_ Não, não! NÃO!!!

Nem nos meus piores pesadelos eu esperava tomar essa grande humilhação de ser banhada pelo sêmen de qualquer homem que fosse, mas fui!

Em mais um movimento, seu pau explodiu, quatro listras grossas de sêmen passaram por todo o meu rosto, cabelo, boca, nariz, olhos, tudo estava embanhado daquele líquido. Ainda saiu mais um montante de sêmen que se espalhou pelo meu peitoral e desceu para meu pescoço, ainda arfava, minha boca aberta recebia algumas gotas da gozada que, voluntariamente, engolia para não engasgar.

Sr Arnaldo, como se tivesse tido um ataque cardíaco, caiu deitado no chão mais próximo, quando recobrei minha consciência comum, me vesti o mais rápido e corri para a saída, mas antes de sair, ele me disse:

_ Ei... Sahemilly... Você vai voltar, tenho certeza... Você é minha! Me deve sua buceta!

Assustada, saí correndo, andava pelas ruas só iluminadas pelos postes pois já anoitecia, me sentia totalmente suja, claro, nem havia me limpado quando havia saído de lá, meu peito estava extremamente grudento e meu rosto, meu deus! Não queria encontrar ninguém na rua com a possibilidade deles me verem com a cara manchada de porra!

Quando cheguei em casa, fui direto para o banheiro me limpar, mas quando me vi pelada no banheiro, ainda suja de tudo aquilo, me subiu uma excitação, comecei a me tocar, meus seios, minha vagina, imaginando seu Arnaldo me comendo, meu deus, nunca imaginei assim mas foi maravilhoso!

Com corpo banhado e cabeça no lugar, percebi que minhas compras que fiz no centro haviam ficado na casa do Sr. Arnaldo, é, eu tinha que voltar lá.

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