Brincando Com Boneca

Um conto erótico de Paulo
Categoria: Trans
Contém 819 palavras
Data: 09/06/2024 15:43:29
Última revisão: 15/03/2026 18:49:15

Roberta é uma mulher trans lindíssima: morena, sarada, legítima "rata de academia" e uma profissional apaixonada pelo que faz — uma cabeleireira de mão cheia. Sempre educada e impecavelmente cheirosa, nos conhecemos através de amigos em comum e o tesão foi instantâneo, à primeira vista. Tomei coragem, consegui o número dela e mandei uma mensagem direta, confessando que não resisti. Ela admitiu que também queria falar comigo, mas faltou a ousadia que me sobrou.

​Marcamos de nos encontrar em um bar. A conversa fluiu leve, como deve ser em um primeiro encontro. Ela estava deslumbrante em um vestido leve e florido. Quando chegamos de mãos dadas — eu já a esperava na entrada — era impossível não notar os olhares. Roberta atrai toda a atenção do ambiente; e eu, um negão imponente, sentia o privilégio de estar ao lado dela.

​Sentei ao seu lado e, aproveitando cada brecha, sussurrava no seu ouvido o quanto ela estava gata e perfumada. O clima esquentou tanto que o beijo tornou-se inevitável. Ela, abusada, ainda brincou que eu estava demorando demais: "Era para ter me beijado antes!". É o que dá querer ser cavalheiro demais...

​Depois de algumas horas, pedimos a conta. No estacionamento, assumi a direção do carro dela. Quando perguntei para onde iríamos, ela me lançou um olhar matador e disse: "Você está no comando, você decide". O destino, óbvio, foi o motel mais próximo.

​Mal estacionamos na suíte e ela me atacou com um beijo voraz. Ali percebi que eu era mesmo "lento" perto da fome dela. Ela explorou meu corpo com as mãos enquanto eu abria a calça. Roberta caiu de boca; meu pau crescia e pulsava enquanto ela trabalhava com uma maestria que me fazia contorcer todo. A famosa "boca de veludo" não era lenda: ela engolia tudo, me deixando louco antes mesmo de entrarmos no quarto. Entre um gole e outro, ela perguntou com a maior cara de pau: "Diga-me, Paulo... por que você me trouxe ao motel?".

​Ela saiu do carro e começou a subir as escadas da suíte sem olhar para trás. Eu não perdi tempo: chutei os sapatos, arranquei a camisa e a calça ali mesmo, no pé da escada, e fui atrás dela com o pau duro, pedindo para ela esperar. Quando ela começou a subir os degraus, foi puxando o vestido florido lentamente para cima... Que visão! Uma bunda esculpida na academia, emoldurada por uma calcinha fio dental vermelha que contrastava divinamente com a pele dela.

​Eu nunca tinha me envolvido com uma mulher trans, e a Roberta estava quebrando todos os meus sentidos. Caí de boca naquela raba. Chupei aquele cu com tanta vontade que ela gemia alto, implorando para ser possuída com força. Ela pedia para não ter pena, queria ser enforcada e maltratada. Ali mesmo na escada, com as mãos apoiadas nos degraus — agradeci mentalmente por cada treino de stiff que ela fez — eu a possuí com a língua e com beijos por toda aquela extensão enorme e macia.

​Entramos na suíte e eu já estava completamente nu. Ela manteve o vestido e a calcinha minúscula, uma exigência que só me deu mais tesão. Pressionei-a contra a parede, beijando sua nuca e sentindo seu perfume. Antes de penetrar aquele cuzinho perfeito que eu acabara de lamber, ela exigiu a camisinha. Como não tínhamos trazido, recorremos ao frigobar. Ela mesma me ajudou a colocar, entre beijos, rindo da minha afobação.

​Coloquei-a de quatro na poltrona, liguei o som e mergulhei. "Mete com força, o cuzinho é todo teu!", ela gritava. Atendi cada pedido. Bati naquela bunda, puxei o cabelo e segui o ritmo daquela boneca. Depois, ela sentou no meu colo; que rebolada épica! Parecia que brincava com um bambolê de tanta agilidade. No papai e mamãe, consegui enforcá-la levemente enquanto meu pau entrava por completo. Foi o momento de maior entrega.

​Em certo ponto, ela tirou a camisinha para me mamar de novo. Pedia para eu bater na cara dela enquanto ela trabalhava no meu pau. Obedeci, fascinado. Ela abriu uma cerveja, derramou pelo corpo escultural e pediu que eu a lambesse. Usei a Roberta como meu copo de luxo até voltarmos para a cama, de quatro. "Vai demorar?", ela provocou, balançando a raba.

​Entrei com tudo novamente no seu cu apertado, sussurrando o quanto ela era gostosa. Ela se masturbava freneticamente, pedindo mais força, mais ritmo. Gozamos juntos, um grito em uníssono. Ela tirou a camisinha cheia e, com um olhar safado, passou meu pau ainda sujo no próprio rosto.

​O banho foi um capítulo à parte: ela me ensaboou, me secou e deu aquela última mamada só para conferir se eu estava "cheiroso". Voltamos para casa no carro dela, e já na minha porta, recebi o boquete de despedida. "Essa última é para você nunca mais esquecer de mim", ela disse.

​Como se eu pudesse esquecer... Já marquei a próxima. Minha única exigência? O vestido florido e aquela calcinha minúscula.

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