Despedida de Solteria

Um conto erótico de Sofia
Categoria: Lésbicas
Contém 1770 palavras
Data: 08/06/2024 03:43:39

Olá eu sou a Sofia, e como vos disse nos contos anteriores a minha irmã estava a preparar o casamento, do qual fiquei incumbida de ajudar e como também vos disse, acho que já estou a ajudar de mais, kkkkk. Fiquei também responsável por organizar a despedida de solteira. Criamos um grupo de whatsapp com as amigas da minha irmã. Num grupo de oito no total, o normal é ser difícil de agradar a todas, e as sugestões iam do simples spa, até aos strips.

Eu não conhecia as amigas todas, apenas duas que andaram na escola com a minha irmã e amigas de longa data, a Isa e a Andreia e o resto amigas de trabalho que eu apenas conhecia de vista dos aniversários.

Então de forma a tentar agradar a todas, marcamos um fim de semana, reservei uma casa rural com 4 quartos e piscina, abasteci com umas bebidas e comidas e no sábado de manha começamos com um escape room para criar laços e seguimos de um cruzeiro no rio com almoço para as fotos da praxe. De tarde fizemos um spa num hotel, porque as meninas queriam muito e para a noite tinha reservado um restaurante com striptease e lapdance. Aqui comecei a ver que as amigas da minha irmã e inclusive a minha irmã de santas não tinham nada e todas tiveram direito a lapdance e acreditem que as mãozinhas marotas delas não deixavam os dançarinos em paz e pediam sempre mais, ainda por cima depois de ficarem bem bebidas ainda se soltaram mais. Fomos as últimas a sair do restaurante e as meninas e a minha irmã combinaram com dois strippers encontrarem-se numa discoteca um pouco depois.

Chegamos a discoteca e começamos a dançar e a fazer furor, não imaginam a quantidade de homens que nos queriam pagar bebidas, de certo para nos verem desgraçadas, mas tínhamos a nossa Andreia a tomar conta de nós, pois de todas era a mais consciente. Entretanto chegaram os nossos dois amigos strippers a minha irmã encarregou-se do Carlos um mulato bem constituído como ela gosta e a Rita com o outro, eu também aproveitei para dançar com as meninas e com um rapaz mais novo que conheci lá mas nem me lembro do nome dele, começou-me a dar aquela safadeza que você já devem imaginar e as tantas já estava a dançar agarrada a ele e a ser apalpada à grande, a minha coninha já escorria e sentia uma vontade se ser putinha outra vez, digo lhe para irmos ao wc, para lhe mostrar do que eu era capaz. Wc das mulheres com uma fila que nem é bom, digo a ele para entrar-mos nas dos homens e para trancar a porta de forma a ninguém entrar, entramos numa das cabines, subo o meu vestido e tiro a minha tanguinha e digo-lhe para ele me provar, ele tinha de me sentir molhada, nisto começo a ouvir gemidos e barulhos, digo-lhe para parar e peço para ele me subir para espreitar por cima da divisória, qual o meu espanto que tenho a puta da minha irmã a ser fodida pelo stripper mulato, pelos gemidos não sei se a fodia ou se a arrebentava, mas uma coisa era certo ela pedia sempre mais, creio que isto de ser puta deve ser uma coisa de família, nisto enquanto estou a espiar a minha irmã começo a sentir me lambida e continua aquela tesão de querer mais e ainda por cima a ver a minha irmã a ser devorada. Nem 5 minutos durou e começam a bater com força na porta do wc que estava trancado e ouvia a voz da Andreia para abrir a porta, para irmos embora eu saio primeiro abro a porta e ela aos gritos a dizer que os nossos maridos estavam a entrar na discoteca e que nem faziam ideia de que estávamos cá, nisto a minha irmã sai da cabine toda despenteada e nada apresentável e com leite a escorrer pelas pernas, fugimos e arranjamos maneira de sair pelas traseiras, tínhamos um motorista contratado com uma carrinha para nos levar aonde queríamos, mal saímos esta Rita num canto com o outro stripper de joelhos a fazer-lhe grande broche, e nós a gritar por ela com medo de sermos apanhadas e ela só dizia com a boca cheia para lhe dar mais 1 minuto, nós a entrarmos na carrinha e pouco depois entra Rita com um sorriso de orelha a orelha a dizer que já estava mesmo a acabar, e pensava eu que era putinha, seguimos para casa.

Duas da manhã chegamos a casa que tínhamos reservado, já com muita putaria para uma despedida de solteira que devia ser soft, Andreia sugere fazermos a entrega de prendas, e como o normal, acho eu, a minha irmã recebeu umas algemas e brinquedos sexuais, 3 vibradores diferentes, cuecas comestíveis, lingerie de putinha safada, bem para quem parecia um grupo de santas, todas tiveram a ideia de a presentear com brinquedos sexuais. Bebemos mais uns copos, fizemos alguns brindes e fizemos prometer que o que se passou não podia sair dali, porque todas eramos comprometidas e tínhamos o risco de ficar em maus lençóis.

Vamo-nos deitar para no dia seguinte tentar aproveitar um pouco da piscina, tivemos de ficar duas a duas nos quartos, e a mim calhou-me a Isa, até porque já a conhecia e fazia mais sentido.

Isa apesar de ser da idade da minha irmã já estava casada a 3 anos, e tinha uma filha de 2 anos, e enquanto nos estávamos deitadas na cama e Isa começa a falar do que aconteceu no restaurante e na discoteca e diz que viu a minha irmã a ser bem fodida pelo stripper, porque estava com medo que lhe acontece-se alguma coisa ou que se aproveitassem dela e seguiu-a para o wc dos homens, e se escondeu na cabine ao lado, e que me viu a entrar também, e eu um pouco embaraçada a tentar fugir do assunto e pensar numa desculpa qualquer, e Isa continua, podes estar tranquila eu não digo nada, conheço bem a tua irmã e sei bem do que ela faz e do que é capaz, ela sempre foi assim dada a estes impulsos e tu, bem, são irmãs, nisso são iguais, eu um pouco vermelha mas mais tranquila, digo-lhe que sim, a minha irmã hoje teve mais sorte que eu, foi bem fodida, já eu não cheguei a esse ponto e quando entrei no wc estava mortinha para ser bem fodida e apagar o desejo que sentia, o que eu dava por mais 5 minutos lá, aquele rapaz me deixou a escorrer de tanto tesão. Calamo-nos por um pouco, e nisto Isa recomeça no mesmo assunto, se eu fazia por impulso, ou se gostava e planeava essas coisas, e eu contei que isso aparece sem saber, que sentir algo proibido me deixa com mais tesão, e sentir aquelas mãos enquanto dançava me deixaram com vontade, e que nem era bom pensar porque a vontade pode vir. E Isa diz, agora só te resta os brinquedos da tua irmã para apagar essa tesão, eu disse que ela estava louca que não eram meus e não podia fazer isso, Isa levanta-se vai lá baixo e trás o cesto com os brinquedos para o quarto, pousa ao meu lado e diz, anda apaga lá essa tesão, que depois lavamos e pomos no sítio sem ninguém reparar. E começa a dizer imaginas esse rapaz aí no meio das tuas pernas, já não podias voltar atras, passa esse brinquedo aí e fechas os olhos porque essa vontade de ser fodida ainda não passou, e ela tinha razão, não tinha passado, e comecei acariciar-me de olhos fechados e a passar o brinquedo pela minha coninha, Isa apaga a luz e fala de fundo, de certeza que ele também está mortinho por te foder bem, eu deixo me levar pela minha imaginação, enquanto esfrego esse brinquedo, Isa continua a falar, que de certeza eu ia chupar bem aquela piroca, e eu quase instintivamente levo o brinquedo a boca e digo que sim, nisto sinto a mão de Isa a passar nos bicos das minhas mamas, e diz que se nota bem a tesão, e que tesão eu sentia, de olhos fechados a passar aquele brinquedo na minha coninha e nisto sinto Isa a por a língua nos meus bicos, quase me vim com a tesão que senti, Isa pergunta me se é bom, ao que eu digo que sim, ela continua com a língua a brincar no meu mamilo e a tesão aumentar, agarro lhe no cabelo e puxo-a para ela lamber o outro, ela sentia os meu gemidos no ouvido dela e eu contorcia-me de prazer e quando o orgasmo está a chegar, Isa mete a língua dela na minha boca e come-me a boca literalmente enquanto eu gemia, agarro-lhe a cabeça para a continuar a beijar enquanto fodo a minha coninha bem forte com o brinquedo, Isa atreve-se a por a mão na minha coninha que escorria de tanto tesão, tiro o brinquedo e ponho a minha mão sobre a dela de forma que ela me esfregue e ajudo-a a meter um dedo e me contorço, sempre com a sua boca na minha, mesmo depois do orgasmo a tesão parecia cada vez maior, nisto tiro-lhe os calções do pijama, rebolo por cima dela e sem descolarmos as nossas bocas eu ponho a minha mão na coninha dela que também já estava bem molhada e começo a dedilhar de forma a faze-la gemer baixinho, pergunto lhe se ela quer que lhe coma as mamas também e ela responde-me que com a tesão que está, quer que a coma toda, bem passo a língua nos seus mamilos também duros mas não perdi nem 1 minuto e desço começo a lamber aquela coninha, a minha primeira coninha, e lambi e chupei aquela coninha e saboreava o seu mel, sentia que Isa estava a adorar e gemia de prazer, Isa puxa-me para cima beija-me e puxa a minha anca e iniciamos um 69 incrível, eu contorcia-me em cima da sua cara e ao mesmo tempo sugava-lhe aquela coninha, a tesão incrível e pouco tempo depois chegamos ao orgasmo, beijamo-nos um pouco com as nossas línguas a entrelaçarem-se e riamo-nos do que tínhamos acabado de fazer, Isa tal como eu nunca tinha feito nada com outra mulher e assim foi que duas mulheres casadas tiveram a sua primeira experiencia lésbica e que experiencia que parece me deixa a querer mais....

Desculpem por ter ficado longo.

Beijinhos espero que tenham gostado

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Comentários

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Gostei de todos os contos são bem escritos e excitantes, presumo que aja mais

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Sofia, não vejo problema nenhum em contos longos, mto pelo contrário, gosto dos detalhes e acho que caprichou neles, a história é bem excitante e com uma narrativa muito boa! Parabéns!

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