Depois do Shopping

Um conto erótico de Gui83RS
Categoria: Homossexual
Contém 1982 palavras
Data: 07/06/2024 12:10:51

Olá, com 41 anos hoje e várias lembranças voltando, depois de tudo que contei da minha adolescência (ainda tem muita coisa que falta contar), depois de muitos anos eu tive aquele episódio no Shopping aqui da minha cidade, com um senhor bem mais velho, que por muito pouco, mas muito pouco mesmo, não me penetrou agarrado naquele box, enquanto observava o garoto do colégio da minha filha ser enrabado pelo outro (tem história sobre isso nos próximos relatos).

Depois de gozar no banho doido com aquela porra do velho no meu rego eu passei a ter uma vontade incontrolável de ser comido por um homem. Entrei em aplicativos de sexo, em sites e conversei com vários homens, vi paus de todos os tipos e tamanhos, passei a frequentar banheiros de shopping só por uma curiosidade que me dominava, todos os dias eu via pelo menos uma cena de sexo naqueles locais. Eu entrava nos boxes e ficava sentado quieto, só ouvindo, logo começavam os cochichos, quase sempre eram senhores, pedindo para chupar o pau dos homens que entravam ali, mas sempre tinha um que ficava cuidando e com frequência, comendo gurizinhos deVi mais de uma vez aquele homem do meu dia (mas ele não me viu) comendo um adolescente de colégio, eles marcavam no mesmo horário, eles se conheciam bem, mas não sei de onde, sei que o velho esculachava o guri. Eu me masturbava muito vendo e ouvindo as putarias deles.

Em casa eu comprei um consolo destes bem realísticos, com testículos e ventosa, usava todos os dias, e com isso, acabei esquecendo meu ky no meio dos shampoos, e minha esposa, que me conhece bem veio me questionar, pois sabia que eu curtia, mas há tempos não pedia para ela me penetrar. Sem muitas neuras contei tudo que tinha acontecido a ela, exceto a parte do velho na cabine, mas expliquei que sentia muito tesão em toda aquela putaria e depois de uma DR bem longa, recebi dela uma cautelosa autorização:

“Eu tenho muito medo de que te machuquem, esses caras que fazem isso, não tem cuidado nenhum com quem eles comem por aí, mas se é importante para ti, escolhe alguém que te agrade e que seja seguro e pode fazer o que tu tanto queres”

Vale uma ressalva, nessa altura da vida, nós já tínhamos uma relação mais digamos, aberta, pois ela teve um longo caso no trabalho e eu não só perdoei, como permiti que ela continuasse com o cara. Ela afirmou que era justo que eu também pudesse.

Imediatamente, eu voltei aos aplicativos, pois já conversava com vários “comedores” em potencial há semanas, muitos insistiam em me comer e eu quase sedia, logo, desta vez eu só escolhi alguns perfis e já fui chamando pro papo reto, eu tinha preferência por um casado como eu, por segurança, mas eu também tinha pressa...kkk.

Dos que eu tinha mais intimidade, eu acabei acertando com Emerson, um cara solteiro de 20 anos, que morava numa cidade aqui próxima, o cara me disse que tinha fetiche em comer homens casados e que se eu quisesse ele estava em casa a tarde. Liguei para minha esposa, que ficou receosas com a velocidade, mas eu expliquei que já falava com ele há tempos e mandei localização, endereço, contatos, tudo detalhado para que (apesar de ser arriscado), ela sentisse pelo menos a sensação de segurança.

Tomei banho, fiz a higiene para o evento, peguei camisinhas, e por volta das 14:30, estava estacionando na rua ao lado do prédio dele. Toquei o interfone, ele avisou que vinha descendo, nesse meio tempo a síndica do prédio estava ali na portaria e quando ela o viu, me olhou na hora com uma cara de que sabia o que eu fui fazer ali, pois como eu disse o cara gostava de comer caras como eu.

Rolou um oi, e subimos pelo elevador, discretíssimos, parecia que íamos só chegar em casa. Ele abriu a porta, eu entrei, era um apartamento de um quarto, pequeno, tipo americano, ali mesmo tinha a mesa, a TV e um sofá grande, a esquerda a cozinha aberta, e a direita um corredor para quarto e banheiro. Ele trancou a porta, mudou o semblante, veio para minha frente, deu uma risadinha e disse:

Então tu deixou a tua mulher em casa para vir aqui levar rola de macho?

Eu acenei com a cabeça que sim e ele me deu a ordem, com autoridade:

Ajoelha e vem aqui buscar o que tu quer então, putinho!

Eu estou de pau duro de lembrar da sensação de ser submisso por uma rola, depois de tantos anos, ajoelhei e comecei a abrir o cinto, o zíper da calça jeans, e com minha mão direita, puxei da cueca aquele pau enorme, sério, eu passei a manhã recebendo foto de paus e não foquei muito nisso, era gigante, eu pus as duas mãos ao longo e além de não fechar os dedos na grossura, ainda deixavam uma ponta inteira para fora. Ele riu, pois estava acostumado com essa surpresa, eu nem sou vidrado em chupar, mas ali eu me lembrei de todos os pornôs que vi na vida e chupei, lambi, tentava engolir até sufocar, praticamente só com a cabeça. Ele tinha um formato de cone, a cabeça era enorme, mas ia ficando mais grosso até a base.

Mamei com fome, ele tirava e me fazia lamber as bolas dele, me chamava de puto casado, dizia que ia estourar minhas pregas, batia com a rola na minha cara, tava uma loucura tudo aquilo.

Eu sei que para a “primeira vez” parece exagerado, mas eu fui para lá com um sentimento de que seria a última e decidi pular de cabeça, queria tudo que ele quisesse fazer comigo, e ele fez...

Chupei e babei ele por um bom tempo, aí ele tirou o pau da minha boca, me levantou do chão, me abraçando por trás, com aquela tora fazendo volume e me cutucando o rego, começou a morder meu pescoço, esfregar o peito sem camisa nas minhas costas, tirando minha roupa toda, logo estávamos nus, com ele me encoxando, roçando, eu de olhos fechados, sem ele falar nada, comecei a sussurrar:

“Me come”

“Por favor, me come”

Ele dizia:

“Quer me dar putinho? Quer sentir minha rola dentro desse teu cuzão peludo?

“SIM! Me fode, meu macho, meu comedor!”

Nessa hora ele se sentiu no absoluto controle, me abraçou forte, colocando a cabecinha na entrada do meu anus e quando eu senti uma pressão nas pregas, ele sentou no sofá me socando aquele monstro até o talo, eu praticamente quiquei no colo dele e pulei choramingando de dor, ele me rasgou, doeu muito, ele fez uma cara de contrariado, eu mesmo sofrendo de dor, só disse que naquela posição era ruim, pois eu sou pesado e pedi para ficar em outra posição, ele me mandou ficar de quatro, só ai me atentei ao preservativo, ele tinha me atolado a seco e sem proteção. Dei mais uma mamadinha nele para deixar estalando e pus a camisinha chupando e punhetando, tudo pronto ele se posicionou atrás de mim e por eu estar dolorido, foi muito difícil agasalhar a cabeça, doeu, eu apertava, ele tirava, ele empurrava, eu esperneava, choramingava, mas nisso eu senti romper a barreira da cabecinha, ele disse:

“Entrou?”

Quando eu fui responder, senti a atolada, eu caí deitado de bruços, acho que apaguei por uns segundos, voltei rápido, pois ele não teve pena do meu cu, senti uma ardência absurda, mas pelo menos entrava sem travar, pois, ele subiu sobre minhas costas, enterrou o pau até tocar o pelos nas minhas nádegas, com aquele formato de cone, ele me alargava a cada estocada, eu o sentia forçando para enterrar cada vez mais fundo, mas depois de um tempo, fui sentindo menos fricção, ele já socava até o fim e tirava até a portinha, não parou de doer, era muito grande, mas eu comecei a curtir, jogar a bunda para trás, sentia umas ferroadas, recuava, mas estava curtindo. Ele me comia com raiva, me xingava de casado puto, de corninho, fez eu mostrar fotos nuas da minha esposa, até dela chupando o colega dela, tudo isso, bombando com força no meu rabo. Eu tava com o celular na mão e marquei, ela já estava há exatos 25 minutos me comendo a bunda sem tirar de dentro, eu estava exausto, cobrei dele:

“Cara, goza por favor”

Ali ele me disse:

“Calma que tu és o terceiro casado que como hoje, demoro mesmo”

Eu estava laceado, meu cu já tava meio dormente já de tanta rola, mas eu estava cansado, então comecei a falar putarias, dizia que ele era meu macho, que meu cu agora era dele, que ia trazer minha mulher e ele ia arrombar nós dois, ele mesmo entrou na onda e me socava dizendo que ela ia me largar por ele, que eu era puto, e depois de mais 10 minutos nisso, ele gozou urrando, com o pau atolado tão dentro de mim que achei que iria me atravessar. Tive medo da camisinha não aguentar, mas foi tudo bem...

Quando ele saiu de mim eu me senti, oco, meu cu não fechava, eu não conseguia piscar as pregas. Ele tomou um banho e eu nem tinha levantado ainda, estava ali, aberto.

Pedi para me lavar, ele me deu uma toalha e fui ao chuveiro, depois de uns 10 minutos voltei e ele estava de bermuda na cadeira da mesa de jantar. Eu saí nu enrolado na toalha, ele me apontou as minhas roupas, eu me sentei no sofá e fui catando, perguntando sobre aquilo tudo e ele me contando que fazia sempre, que tinha muito cara sempre querendo dar, eu contei mais detalhes da minha adolescência, vi que ele estava atento, eu não tinha gozado, fui chegando perto, soltei minha toalha como se fosse me vestir, mas quando abaixei perto dele eu levei a mão dentro da bermuda dele e pedi com cara de puta:

” deixa eu te mamar de novo?”

Ele não disse nada, eu puxei o pau para fora da bermuda e comecei a mamar, bem calmamente, beijava, lambia a cabecinha, tudo isso sentado no chão, na frente da cadeira dele, totalmente submisso, só faltava a coleira.

O pau dele começou a inchar, crescer na minha mão. Eu olhei para o olho dele e fiz cara de pidão:

“Tu quer me comer de novo?

Ele foi me puxando e me empurrando para trás, eu me deitei de costas, ele ergueu minhas pernas nos ombros e me penetrou de frango assado, meu cu estava aberto, mas doeu bem menos dessa vez, acho que pela posição, eu sentia o vai e vem do pau passando lá no reto, meu endurecido a ponto de estourar.

Não contar todo o detalhe de novo, mas basicamente, dessa vez ele me comeu gostoso, empurrando e tirando dentro de mim, com firmeza, fundo, mas sem brutalidade, senti meu pau vibrar, tremer e com uma pressão dele para frente, senti meus jatos de porra saltando no meu peito e antes que eu reagisse, ele tirou de dentro e jorrou tudo que ele tinha no meu peito, na minha cara, senti o gosto da porra dele, mas nem vi o quanto ele atingiu na minha boca. Tomei mais um banho e sai de lá realizado. Mantivemos contato, pois essa com certeza não foi a última vez que eu iria lá.

Desci pelo elevador e peguei meu carro, fui buscar minha esposa no trabalho e fomos tomar um café, ela não quis saber os detalhes, mas me questionou o motivo de estar mancando, eu nem havia ligado para isso, mas eu sentia dor no cu ao pisar no chão e por isso caminhei todo errado por uns dias.

Eu realizei meu fetiche, com liberação, com certeza vou experimentar muito mais....

Valeu a paciência.

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Comentários

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Delícia. A primeira vez que dei de verdade, pra um traveco pauzudo, fiquei sangrando 6 dias fora a dor. Resultado: continuei dando desde meus 17 anos (hoje com 65).

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Que delícia. Adorei demais. Continue. Leia as minhas aventuras.

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