Amigo do meu pai 2

Um conto erótico de Gaelgar
Categoria: Gay
Contém 1220 palavras
Data: 06/06/2024 16:06:38
Assuntos: Gay

Amigo do Meu Pai 2

Apesar de ter começado na putaria cedo, em 2006 as coisas ficaram um pouco malucas na minha vida. De uma hora para outra eu estava dando duas ou três vezes por semana para o amigo do meu pai. Ele queria me comer todos os dias, mas falei pra ele que ñ iria rolar. Então, na maioria das semanas, ele aparecia duas vezes na minha casa depois que eu chegava da escola. Eu não queria só dar, tava gostoso ser comido por ele, mas gostava mais ainda de comer e tinha o Rodrigo a minha disposição. No dia que o Rodrigo chegou em casa minhas ações foram quase automáticas. Comecei a encoxar ele, baixei nossas bermudas, sentei no sofá e fiz ele sentar no meu pau, com as mãos no quadril dele o fiz começar a rebola e comecei a enrabar o Rodrigo da mesma forma que o Everson me enrabou e de fato era mto gostoso. Já tinha comido o Rodrigo com ele sentado no meu colo, mas sempre cavalgando e não só rebolando. Depois de alguns minutos coloquei ele ajoelhado no chão, com o corpo debruçado no sofá, ajoelhei atrás dele e voltei a comer. Mais alguns minutos e eu gozava gostoso dentro da bunda do meu amigo.

No dia seguinte o Everson apareceu e tudo parecia que iria rolar como de costume. Assim que entramos ele começou a me encoxar, fui sentindo o pau dela ficando duro roçando na minha bunda. Aí ele falou no meu ouvido “comeu o Rodrigo ontem? Eu vi ele entrando aqui”. Como Everson morava em frente a minha casa, devia ficar controlando os dias que estava sozinho pra me visitar. O pau dele já estava totalmente duro quando ele começou a baixar minha bermuda e perguntou “em qual posição você come ele?” e eu burro respondi: “não tem uma única posição, como ele em várias posições” e só ouvi de resposta um “boa ideia”. Depois de roçar a cabeça melada no meu cú e sentar no sofá me puxando para seu colo, ele cruzou os dois braços na minha cintura me puxando forte para junto do seu corpo, comecei a rebolar ouvindo seu gemido no meu ouvido. Depois de alguns minutos me comendo da mesma forma que sempre me comia ele levantou me carregando no colo ainda com o pau dentro da minha bunda. Me colocou no chão e pediu pra eu sentar no sofá. Assim que sentei ele me pegou pelas pernas, puxou me corpo pra frente me deixando com as costas no acento, posicionou minhas pernas como um frango assado, encostou a cabeça do pau na porta do meu cu e me olhou nos olhos. Começou a empurrar o pau bem devagar, fui sentindo cada cm da rola entrar no meu cu. Fiquei olhando a expressão de tesão dele e ele deve ter visto minha expressão de dor, embora não tivesse doendo muito, estava doendo e percebi que eu estava com cara de quem sente dor. Qdo o corpo dele encostou no meu, ele começou a recuar na mesma velocidade em que entrou, até a cabeça sair do meu cu. E voltou a entrar da mesma forma, devagar, sem pressa, curtindo cada centímetro da entrada e da saída. Meu pau estava muito duro, sentia-o doer de tão duro. E sentia a rola do Everson pulsar no meu cu, entrando e saindo devagar. conforme o tesão aumentava ele ñ conseguia mais se controlar e as estocada foram aumentando de velocidade. No minuto seguinte ele já entrava e saída rápido, já não tirava mais a cabeça de dentro do cu pra entrar de novo. Logo as estocadas eram bem rápidas na minha bunda, ele gemeu e despejou uma enorme quantidade de gozo no meu cu. Fui limpar bunda no banheiro e quando voltei ele perguntou se eu tinha gostado. Falei que sim e pedi “já que você me comeu de um jeito diferente, me faz gozar de um jeito diferente hoje”. Sentei no sofá e ele ajoelhou no chão no meio das minha pernas, começou uma punheta e antes mesmo de eu pedi ele curvou o corpo, colocou meu pinto na boca e começou a chupar. Não era o primeiro a fazer isso, mas até aquele momento na minha vida, foi a melhor chupada que ganhei. Avisei que iria gozar, ele tirou a boca e me fez gozar batendo punheta. Everson falou que da próxima vez iria querer uma chupada também, falei que poderia retribuir se ele me chupasse de novo da próxima vez. Ele concordou e pouco depois foi embora, tinha que ir trabalhar.

No dia seguinte chamei o Rodrigo em casa de novo. Me toquei que nunca tinha comido ele da forma como fui comido no dia anterior, de frango assado, e queria fazer igual com ele. Já tinha chupado o pinto dele, mas fazia tempo que não fazia isso. Resolvi fazer bem feito, pra deixar ele feliz. Chupei com gosto, colocando todo o pinto na boca, lambendo a cabeça, o saco. Deixei o moleque doido. Eu estava no chão e ele sentado no sofá, depois de chupar bastante e fazer ele gozar, espalhei todo o gozo dele pelo pau e saco, peguei as duas pernas dele e levantei. Decidi que faria exatamente como o Everson fez comigo. Encostei o pau na porta do cu dele e fui empurrando devagar, depois que entrou inteiro, fui saindo devagar até a cabeça sair e voltei a empurrar pra dentro devagarinho. Ele gemia puxando a saliva como quem chupa um canudo. Eu fiquei doido de tesão e fui aumentando o ritmo. Quando vi o pau dele ficando durinho de novo só com minha rola entrando e saindo do cu dele, sem tocar no pau dele fui a loucura. Fiquei com tanto tesão que acelerei os movimentos e gozei dentro do cu dele. Depois do último jato, soquei até o talo, curvei meu corpo por cima do dele e falei “que cuzinho gostoso, que delicia te comer nessa posição”. Ele perguntou se o Everson tinha me comido assim. “claro que não, vc é louco?”. Ele respondeu que não adiantava mentir “vejo ele vindo aqui a tarde”. Percebi que precisava tomar mais cuidado com esse negócio de trazer gente em casa pra transar, existe mais pessoas de olho na nossa vida do que a gente pensa. Sempre tem um vizinho curiando a vida alheia. Quantas mais pessoas já sacaram o movimento da minha casa? as visitas do Rodrigo e do Everson? Será que mais vizinhos já sabiam que eu estava dando a bunda? “se vc acha que estou mentindo quando digo que ele não me comeu, as pessoas que sabem que vc vem aqui também não devem acreditar que você não dá a bunda pra mim”. Caimos os dois na real, o olhar dele entregou que ele já havia mentido pra alguém que não me dava a bunda e o meu olhar que eu também estava mentindo que não dava a bunda. Levantei e fui me lavar, ele também foi até o banheiro. Enquanto nos lavávamos ele falou “vc nunca quis dar pra mim, mas dá pra um adulto”. Ele pediu pra me comer também e eu respondi: “a ordem das coisas é o mais velho comer o mais novo”. Mas isso iria mudar, mas já é assunto pra outro conto...

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Então, ele deu a mesma resposta do Ewerson, assumindo uma postura de machinho experiente. Amo

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