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Um conto erótico de Fuckme
Categoria: Homossexual
Contém 6381 palavras
Data: 06/06/2024 03:40:01

Xavier não gostava de Paris. As ruas estavam sujas e lotadas. Sair da tranquilidade da casa que dividia com Jean para suportar o caos da cidade era algo que ele temia. Quando ele saía de casa, geralmente estava acompanhado por Jean, o que significava que eles caminhavam em um ritmo dolorosamente lento, enquanto Jean parava para qualquer mendigo que se aproximasse deles. Embora Xavier tivesse aprendido a apreciar a bondade e a caridade do seu companheiro, parecia que qualquer excursão pelas ruas da cidade se transformava num teste à sua própria paciência.

Atualmente, Xavier se viu lidando com sua impaciência e tédio ao imaginar que ele e Jean viviam reclusos no campo. Enquanto Jean se agachava no chão para conversar com um mendigo, Xavier se entregava à sua fantasia. Ele se imaginou respirando o ar fresco e o aroma agradável do campo, enquanto observava Jean trabalhar em um jardim com o dobro do tamanho do seu jardim atual. Talvez pudessem até manter alguns animais, vacas, galinhas e cavalos. Porém, abater os animais talvez não fosse o ideal , pensou Xavier, enquanto segurava a carne bem embrulhada que acabavam de comprar no açougueiro.

Xavier foi interrompido por alguém chamando seu nome. Ele piscou surpreso, seus olhos correndo para encontrar a fonte. Lá, ele o avistou. Foi aquele jovem espião que ele encarregou de se infiltrar no grupo de revolucionários anos atrás. Só que agora, para surpresa de Xavier, ele usava uniforme de policial.

“INSPETOR XAVIER!” — gritou o jovem, enquanto abria caminho entre a multidão.

A conversa de Jean com o mendigo finalmente terminou e ele se levantou para ficar ao lado de Xavier. Ele olhou com curiosidade enquanto o jovem se aproximava deles.

“Inspetor, desculpe, quero dizer Monsieur Xavier... Que surpresa ver você..”, disse ele sem fôlego, sorrindo abertamente para Xavier.

Xavier podia sentir Jean o observando pelo canto do olho. “Olá, André. Este é Monsieur Jean”, disse ele, apontando para Jean. “Este é o André. Ele trabalhou comigo como espião."

André olhou com curiosidade entre os dois homens. “Sim, me lembro do Monsieur Jean.”

“Peço desculpas, mas acho que nunca nos conhecemos”, respondeu Jean.

André olhou para Xavier com um leve sorriso nos lábios. “Bem, no meu trabalho como espião, conectei você ao grupo de estudantes revolucionários através de sua filha. Mas não importa... Ouvi dizer que você e Monsieur Xavier agora são companheiros, mas não acreditei... Mas parece que é verdade.” Ele fez uma pausa, seus olhos oscilando entre os dois homens.

Xavier mexeu-se desconfortavelmente sob o olhar do jovem. Ele ficou completamente surpreso; ele não havia falado com ninguém da polícia desde que Jean o tirou do trabalho. Xavier não entendia como André teria ouvido falar dele e de Jean. Ele presumiu que Paris era grande o suficiente, para que não encontrasse nenhum oficial que conhecesse.

Antes que Xavier pudesse falar, André começou a falar novamente. “Se assim posso dizer, Monsieur, você tem muita sorte de ter Monsieur Xavier como companheiro... Ele sempre me tratou com justiça quando trabalhei com ele e sempre garantiu que eu tivesse hospedagem... Antes de ele me oferecer para espionar, eu também estava morando na rua”, disse ele, olhando para o mendigo com quem Jean conversava.

"É sério?" Jean respondeu. “E agora vejo que você também é um oficial.”

“Sim”, respondeu o jovem, radiante. “E só tenho a agradecer ao Monsieur Xavier por isso... Sempre fiquei impressionado com sua dedicação e ética de trabalho... Percebi que queria ser assim também. ”

Xavier corou com as palavras gentis, mesmo quando seu estômago se revirou com uma mistura de orgulho e pavor. Ele ficou feliz em ver que André não estava de volta às ruas, mas ver esse jovem se juntar a um sistema que quase quebrou Xavier completamente era outra questão.

Percebendo que André e Jean estavam olhando para ele, Xavier pigarreou. “Obrigado, André... Isso é muito gentil,” ele disse sem jeito. Ele queria dizer muito mais: não sou alguém para ser admirado. Cometi muitos erros. Espero que você mostre mais misericórdia do que eu. Mas as palavras ficaram presas na garganta de Xavier e tudo o que ele conseguiu, foi dar um pequeno sorriso para o outro homem.

“Fico feliz em ver que você está bem...”, disse André gentilmente. "...Foi bom te ver."

“Da mesma forma”, respondeu Xavier.

“Bem, eu preciso voltar para patrulhar. Adeus”, disse André, acenando para Xavier e Jean.

“Adeus”, ecoou Xavier.

Como se estivesse em transe, Xavier observou André se afastar, sem nem perceber que Jean tocava seu braço.

“Vamos para casa?” Jean perguntou.

Xavier piscou, virando-se lentamente para Jean. Ele assentiu e seguiu ligeiramente atrás de Jean, enquanto o homem mais velho caminhava rapidamente de volta na direção da Rua de casa. Quando Xavier olhou para ele, percebeu que a testa de Jean estava franzida e sua boca numa linha firme.

—————-

Horas depois, Xavier estava sentado a uma mesa próxima às janelas que davam para o jardim dos fundos. Embora nunca admitisse, ele passava mais tempo observando o trabalho de Jean, do que lendo seu livro. Enquanto Jean trabalhava sob o sol poente, as mangas da camisa grudavam nos brações musculosos. Apesar da idade, aqueles músculos ondulantes permaneciam fortes como sempre. Xavier se viu corando e ficando impaciente enquanto esperava Jean voltar para casa.

Quando Jean finalmente entrou na casa, ele apenas olhou para onde Xavier estava sentado.

“Olá, querido”, ele murmurou enquanto passava pela mesa, provavelmente para se lavar.

Xavier franziu a testa. Ele não queria ser ganancioso, mas se viu desejando um beijo, como Jean costumava fazer quando voltava do trabalho no jardim ou, na verdade, sempre que passava longe de Xavier. Ele ansiava por agarrar aqueles músculos fortes e suados, enquanto Jean beijava docemente seus lábios ou bochechas.

Mexendo-se na cadeira, Xavier tentou não se deixar preocupar. Talvez ele esteja apenas cansado, pensou.

Depois de algum tempo, Xavier não conseguia mais ficar parado. Era muito incomum Jean não ter se juntado a ele à mesa.

Bastou Xavier entrar na sala para encontrar Jean, que acendera uma lâmpada e parecia absorto em um livro. Xavier ficou parado por um momento, esperando que Jean levantasse a cabeça, mas ele não fez.

“Jean?” Xavier perguntou timidamente.

Jean finalmente olhou para ele. "Sim?"

"Algo está errado? Aconteceu alguma coisa?" Xavier perguntou, apertando as mãos nervosamente.

“Não, querido”, disse Jean bruscamente, olhando novamente para seu livro.

Xavier franziu a testa com a resposta ríspida. Ele vasculhou seu cérebro em busca de qualquer coisa que pudesse ter dito ou feito, que pudesse deixar Jean chateado. Ele deixou Jean passar o tempo que quisesse conversando com os mendigos. Ele não conseguia pensar em nada, mas lhe doía pensar que poderia ter machucado seu amado.

“O que eu fiz, Jean? Apenas me diga...”, exigiu Xavier, com a voz mais alta e agitada.

Suspirando, Jean colocou o livro no colo. “Você não fez nada, querido coração... Venha sentar."

Xavier estreitou os olhos, mas obedeceu, juntando-se a Jean no sofá.

Os olhos de Jean permaneceram voltados para baixo. “Algo está em minha mente, mas você vai achar isso ridículo... Você vai me considerar um velho tolo...”

Xavier piscou confuso. "O que é?"

Jean suspirou novamente. “Tenho vergonha até de perguntar... Você nunca..." Jean fez uma pausa, com as mãos inquietas. “...Você nunca teve sentimentos amorosos por Andre?”

Xavier sentiu seu queixo cair de surpresa. Ele quase teve vontade de rir do absurdo da idéia. "Não. Por que você pensou isso? Eu já te disse antes, nunca tive... pensamentos... assim sobre nenhum homem, além de você." disse Xavier, com as bochechas coradas.

Jean olhou para seu colo. “Você parecia bastante sem palavras hoje... Isso foi incomum para você... E a maneira como você olhou para ele depois que ele foi embora..."

“Fiquei simplesmente surpreso ao vê-lo, e ainda por cima com uniforme de policial... Por que você pensaria isso, Jean? Ele é apenas um menino.”, respondeu Xavier, franzindo a testa.

“Ele olhou para você como se você fosse a única pessoa na rua...”, disse Jean calmamente. "...Ele parecia querer comer você inteiro."

Xavier sentiu-se corar ainda mais com essa perspectiva. “Eu não percebi tal coisa. Contratei ele como espião, enquanto ele mendigava nas ruas... Talvez ele esteja apenas grato..."

Jean fez uma careta. “Você não notaria tal coisa... Você é muito inocente."

"Inocente? hahaha" Xavier repetiu, dando uma risada. “Não creio que alguém possa ser inspetor de polícia por tantos anos quanto eu e permanecer inocente.”

“Você é inocente quando se trata de atividades amorosas”, retrucou Jean.

Xavier franziu a testa. “Você também não era casto quando me tirou do trabalho, Jean?”

Jean suspirou. "Sim. Mas já estive na prisão durante 19 anos. Eu vi relações entre homens.”

Xavier conteve uma resposta, pois sabia que tais coisas aconteciam, mas nunca as viu em primeira mão. “Bem, se André se sentia assim, eu não tinha a menor idéia. Ele simplesmente me forneceu informações. Não havia relacionamento fora disso.”

A testa de Jean franziu. “Ele mencionou que você sempre se certificou de que ele fosse cuidado... Parece muito gentil da sua parte."

Xavier zombou. “Sim, eu paguei a ele e garanti que ele tivesse um lugar para ficar em troca de informações valiosas... Nunca fui gentil com o garoto ou com o que quer que você esteja tentando sugerir..."

“Pode ser esse o caso, mas mesmo assim…” Jean parou.

“O quê, Jean?” Xavier exigiu, olhando fixamente para o seu companheiro.

“...Mesmo assim, não gostei de como ele olhou para você”, murmurou Jean.

Xavier sentiu-se amolecer com a admissão silenciosa. Ele entendeu agora. Seu amante estava com CIÚMES. Ciúme de outro homem olhando para ele, ciúme do relacionamento que os homens tinham compartilhado (não importa a natureza dele), ciúme da idéia de outro homem o desejando. Xavier se forçou a conter um sorriso.

“Aah, Jean...”, ele murmurou. Ele se aproximou do outro homem, se inclinando para beijar sua bochecha. “Nunca houve mais ninguém, querido.”

O olhar de Jean permaneceu para baixo, sua expressão ilegível.

Removendo o livro do colo de Jean, Xavier mudou de posição e sentou-se alí. Xavier agarrou o queixo de Jean, inclinando para cima para encontrar seu olhar.

“Eu sou seu, Jean...”, disse Xavier calmamente, o rubor voltando ao seu rosto. "Apenas e totalmente seu." Com isso, ele gentilmente encontrou os lábios carnudos de Jean em um beijo casto.

Quando os dois se separaram, Jean olhou para Xavier, suas mãozonas descansando nos quadris largos de Xavier. “Eu deveria ter tocado você assim na frente dele”, Jean murmurou, seus dedões grandes e grossos acariciando suavemente.

Cantarolando em reconhecimento, Xavier se inclinou para dar beijos nas bochechas barbudas e no nariz de Jean. “Seeeeeu,” ele sussurrou, apoiando a cabeça no ombro de Jean. “Além disso, não sou grande, forte ou bonito como você... Duvido que alguém, especialmente um jovem como André, me desejasse". — disse ele, acariciando distraidamente o peitoral de Jean com uma mão.

Xavier sentiu uma das mãozonas de Jean pousar em seu cabelo. “Bobagem...”, ele murmurou. “Você é a coisa mais linda que eu já vi.”

“Você me lisonjeia, querido”, respondeu Xavier divertido. Com a cabeça ainda apoiada no ombro de Jean, ele se inclinou para beijar o pescoço suado do outro homem. Quando começou a mordiscar e chupar a pele salgada, sentiu o rosnado do seu amante vibrando em sua garganta.

“Deveríamos ir para o quarto, querido”, sibilou Jean, enquanto Xavier mordiscava um lugar diferente

“Siiiiiim”, Xavier suspirou, embora não tenha feito nenhum movimento para se mover. Em vez disso, ele começou a mover levemente os quadris no pauzão gigantesco e extremamente grosso, já endurecido do homem mais velho.

Gemendo, Jean deu um leve tapa na bundona de Xavier de brincadeira. “Para o quarto agora, eu disse,” ele rosnou.

Xavier ergueu a cabeça do ombro de Jean, olhando para o homão com os olhos semicerrados. “Sim, senhor,” ele suspirou.

Os dois homens às vezes gostavam desse tipo de encenação quando faziam amor; Jean comandava enquanto Xavier obedecia o chamando de “monsieur”, quase como se fosse uma paródia grosseira da época de Jean como Chefe da Polícia de “Madeleine” em Vigau. (Embora Jean não parecesse ter gostado quando Xavier uma vez o chamou de Monsieur le Maire durante o sexo.)

Portanto, quando Jean adotou esse tom de voz, o mesmo tom que Xavier se lembrava claramente de ter latido para ele na delegacia durante a prisão de Fantine, Xavier obedeceu rapidamente. Ele se levantou do colo de Jean, e Jean o seguiu, sua grande mãozona máscula agarrando o braço de Xavier com força.

“Eu deveria ter levado você direto para o quarto, quando voltamos para casa...”, disse ele, enquanto puxava Xavier pelo corredor. “Pelo menos você não esquece a quem pertence.”

Os olhos de Xavier se arregalaram chocados, mesmo quando sentiu seu pau mexendo. Jean nunca tinha falado dessa maneira. Mas, em sua opinião, ele pertencia a Jean: Jean salvou sua vida, permitiu que Xavier morasse em sua casa, foi o primeiro a reivindicar seu corpo e conquistou o amor e a confiança de Xavier. Durante anos, ele se sentiu totalmente possuído por Jean, o que o encantou de uma forma que ele nunca ousou expressar.

“Não esqueci, Jean”, murmurou Xavier, enquanto Jean o puxava para o quarto. "Sou seu."

Assim que as palavras saíram da boca carnuda de Xavier, Jean o empurrou contra a parede. Ele olhou para Xavier com uma expressão ligeiramente selvagem em seus olhos. “Devo marcar você, então? Para que todos possam ver que você é meu?"

Soltando um suspiro trêmulo, Xavier piscou para Jean. “Sim, senhor,” ele suspirou. Com as mãos tremendo de ansiedade, Xavier desamarrou a gravata e a jogou no chão sem cerimônia. Ele então inclinou a cabeça e arqueou o pescoço, apresentando a pele lisa como uma oferenda a Jean.

Os olhos de Jean escureceram com a visão, sua enorme língua saindo para tocar seus lábios carnudos, como se ele estivesse olhando para uma refeição deliciosa. Ele se inclinou, os lábios inicialmente gentis enquanto beijava o pescoço exposto de Xavier. Então, sem aviso, Xavier sentiu uma pontada de dor quando Jean sugou um pouco de pele entre os dentes, com mais força do que as pequenas mordidinhas que Xavier dera no pescoço de Jean minutos antes.

Xavier gritou com a sensação, ignorando o instinto natural do seu corpo de fugir da dor. Doeu , mas agradou Xavier, e ele sentiu seu pau latejar com a onda de dor. Ainda mais agradável, foi saber que isso deixaria um hematoma.

Jean se afastou ao som do grito de Xavier. Ele olhou com os olhos arregalados para o outro homem. “Oh, Xavier. Isso foi demais? Desculpe..."

Xavier balançou a cabeça enfaticamente. "Não. Está bom, Jean. É booooom,” ele suspirou, seus dedos subindo para traçar o local em seu pescoço que já estava dolorido. “Você pode me marcar o quanto quiser meu amor.”

“Bem, você está vestido demais para isso..”, disse Jean, sorrindo. “Seja um bom menino para mim, tire o resto da roupa e deite-se.”

“Sim, senhor”, respondeu Xavier, levantando as mãos para começar a desabotoar os botões do colete.

Jean recuou para dar a Xavier espaço suficiente para se despir. Embora Xavier já tivesse se despido centenas de vezes na frente do seu amante, ele ainda corava ao ver a maneira como Jean o encarava com puro desejo. Xavier muitas vezes se perguntava se seu companheiro estava louco, pois achava seu próprio corpo nada excepcional, mas desde a primeira vez que se deitaram juntos, Jean sempre o admirou descaradamente.

Assim que ficou nu, Xavier foi até a cama, corando com a forma como seu comprimento de 19 centímetros ereto, balançava freneticamente entre as coxonaas. Ele se deitou, olhando para Jean através dos cílios. Ele não tinha certeza do que fazer sob o olhar de Jean; ele timidamente abriu as pernas grossas e peludas, esperando que o outro homem se juntasse a ele na cama.

Um sorriso cruzou os lábios carnudos de Jean quando ele finalmente se moveu. Apesar do seu pirocão monstruoso esticar violentamente contra as calças, ele não fez nenhum movimento para se despir, em vez disso, rastejou em direção à cabeceira da cama completamente vestido. Sua mãozona máscula desceu para acariciar reverentemente a bochecha barbuda de Xavier, e Xavier não conseguiu evitar se aconchegar ao toque.

“Pooooorra... Você é tããããão lindo...”, disse Jean, sua mãozona continuando a acariciar a bochecha barbuda de Xavier. “...Tudo isso, só para mim.”

“Huuuum, Siiiiim...”, sussurrou Xavier. "...Tudo para você."

Os lábios carnudos dos homens se uniram em um beijão, a boca carnuda de Xavier se abrindo para convidar a enorme língua de Jean para dentro. Jean obedeceu e Xavier agarrou o cabelo de Jean, enquanto sua língua sondava e explorava dentro da sua bocona máscula. Quando os dois homens se separaram para recuperar o fôlego, Jean tocou os lábios inchados de Xavier com os dedões grossos.

"Deeeeeus... Essa sua booooooooooca"... murmurou Jean. "...Tão amável."

Os lábios inchados de Xavier se curvaram em um sorriso, sua língua se estendeu para lamber os dedões de Jean. “É seu, senhor... Você pode usá-lo”, disse ele timidamente.

Jean respirou fundo, as pontas dos dedões grossos continuando a passar pelos lábios carnudos de Xavier. "Tentador... Mas eu gostaria de aproveitar você primeiro... Marcar você..."

“Por favooooor”, suspirou Xavier.

Com isso, Jean se inclinou para dar outra mordida no pescoço de Xavier. Xavier sibilou com a sensação, apertando as mãos no cabelo de Jean. Jean continuou a descer, os dentes cravados na pele da clavícula de Xavier. A sensação de ardor enviou um formigamento agradável por todo o corpo de Xavier, seu pauzão latejando freneticamente com a sensação.

Jean beijou mais abaixo, parando nos mamilos bicudos de Xavier. Seus dedões grossos percorreram o corpo peludo de Xavier para acariciar e apertar os botões sensíveis. As costas de Xavier arquearam-se para fora da cama, um som sufocado escapou da sua boca. Ao longo dos anos juntos, os homens descobriram que os mamilos de Xavier eram bastante sensíveis, fato que Jean adorava usar a seu favor.

Ao ouvir o barulho, Jean sorriu, suas mãozonas grandes apertando a carne do peitoral peludão de Xavier. “Esses seios são meeeeeus”, ele rosnou.

Surpreso, Xavier soltou um suspiro com as palavras sujas de Jean. Esse tipo de conversa do seu companheiro era novo, mas certamente não era algo que Xavier se importasse. “Siiiiiiiiim, senhor... Eles são seeeeeeeus,” ele gemeu manhoso.

A boca carnuda de Jean desceu para lamber um mamilo bicudo, antes que seus dentes o prendessem suavemente. Xavier praticamente uivou com a sensação, a faísca de dor indo direto para seu pauzão latejante, que agora ele podia sentir vazando constantemente da pré-ejaculação contra seu estômago peludo. Outro som carente escapou da boca carnuda de Xavier, quando Jean deu o mesmo tratamento ao outro mamilo. Quando Jean soltou o mamilo da boca, Xavier olhou para si mesmo, satisfeito ao ver os botões rosados e inchados pela atenção.

“A maneira como você age quando eu toco iiiiiiisso”, Jean sorriu, seus dedões mais uma vez apertando os mamilos enrijecidos de Xavier. “Você provavelmente me permitiria tocá-los o dia todo.”

Xavier corou, se imaginando de repente sentado nu no colo de Jean na sala de estar, as mãozonas de Jean apertando, beliscando e puxando seus mamilos durante horas. Ele soltou um suspiro trêmulo com o pensamento.

“Oh meu Deus,” Jean murmurou, uma mãozona subindo para acariciar a bochecha barbuda de Xavier. “Você gosta dessa idéia... Talvez isso seja algo que possamos tentar em um dia diferente.”

Xavier assentiu ansiosamente. Ele gostou da idéia, mas por enquanto estava desesperado para que Jean continuasse descendo. Ansiando pelo toque de Jean, ele começou a mover os quadris lentamente, seu pauzão grande e molhado de pré-gozo esfregando contra o tecido das calças de Jean.

Jean sorriu. “Paciência, meu querido”, ele disse, suas mãozonas forçando os quadris de Xavier parados.

“Por favoooooooor, senhor”, Xavier choramingou, passando os braços em volta do pescoço suado de Jean.

“Shh,” Jean silenciou, antes que seus lábios tocassem a barriga peluda suada de Xavier.

Xavier se contorceu com a sensação delicada dos beijos suaves, antes que a sensação delicada fosse substituída pela dor aguda dos dentes de Jean. Xavier engasgou com a dor, seu corpo se contorcendo. As mãozonas de Jean subiram para apertar mais a carne da barriga de Xavier (uma barriga que reconhecidamente ficou mais macia nos últimos dois anos) antes de mordê-la novamente.

“JEAAAAAAAAAAN!” Xavier gritou de surpresa.

Jean se afastou, com um brilho nos olhos. “Huuuuum... Você é uma ótima refeição, meu querido... Não estou lhe causando muita dor, estou?"

"Nããããããão...", Xavier ofegou. “Por favooooor, continuuuue...”

Embora a respiração de Jean pairasse sobre o pauzão vazando pré-gozo descontroladamente de Xavier, ele evitou, em vez disso desceu entre as coxonas grossas e peludas de Xavier.

Xavier choramingou, com os quadris levantados.

“Shhh, meu querido... Você está sendo tão boooooooooooooom”, Jean murmurou, suas grandes mãozonas apertando as coxonas grossas de Xavier. Com um sorriso, ele desceu para mordiscar a pele delicada da parte interna suada das coxonaas de Xavier.

Xavier suspirou, seus olhos tremulando com a sensação de Jean lambendo e mordendo suas coxonas grossas peludas. Neste ponto, tudo o que ele pôde fazer foi absorver as sensações, sua mente felizmente vazia.

Dando um último beijo gentil no coxão de Xavier, Jean se sentou, sorrindo para Xavier. “Você pode ter alguns hematomas amanhã, querido”, disse ele, se inclinando para beijá-lo suavemente.

“Ooooh Siiiiim”, suspirou Xavier feliz.

Jean desceu pelo corpo peludo de Xavier, sua boca carnuda pairando sobre o comprimento pulsante de 19 centímetros de Xavier. Olhando para Xavier através dos cílios, ele deu um beijo molhado na cabeça arregaçada escorrendo pré-gozo do pauzão de Xavier.

Ofegante, Xavier agarrou o cabelo de Jean. “Jeaaaaaaaaan, por favooooooor”, ele soluçou.

“Isso é meeeeeeeu”, Jean ofegou, sua respiração permanecendo no pauzão necessitado de Xavier.

“Sim, senhooooooor...”, lamentou Xavier.

“Quero ouvir você dizer isso”, disse Jean, olhando intensamente para o seu amante.

“É seeeeeeeu”, Xavier choramingou baixinho.

"O que é?"

“Meu paaaaaaaau...”, Xavier murmurou, corando com as palavras. "Meu pau é seeeeeeeeeu."

“Muito beeeeeem”, respondeu Jean, com o rosto vermelho. Com isso, ele murmurou sobre o comprimento, antes de lentamente colocá-lo em sua bocona aberta e quente.

"Oh siiiiiim... Simplesmente siiiiiiiiim! Por favoooooor, senhor”, gemeu Xavier, sem saber o que implorava. Seus punhos cerraram no cabelo de Jean e seus quadris resistiram. Ele já estava nervoso com as atenções de Jean, e o calor quente da sua bocona deixou Xavier desesperado.

Enquanto Jean deslizava a boca ao longo do comprimento latejante de Xavier, Xavier podia sentir a língua molhada do seu amante trabalhando na parte inferior. Foi uma sensação que deixou Xavier louco, e Jean sabia disso.

Xavier choramingou com a sensação, seu corpo resistindo e se contorcendo incontrolavelmente. Ele podia sentir seu orgasmo começando a crescer, mas queria desesperadamente adiar; ele não queria que isso acabasse tão cedo.

“Ooooh Deeeeeus... Paaaaaaare, Jean”, ele choramingou, puxando o cabelo de Jean.

Quando Jean o soltou da boca gulosa, ele olhou para seu amante com curiosidade. "O que está errado?"

“Poooorra... Não quero terminar ainda”, murmurou Xavier, com as bochechas coradas. "Eu quero maaaaaaaaaaais."

“Oh, querido,” Jean disse provocativamente. "Você quer? O que você quer?"

“Vocêêêêêê”, respondeu Xavier calmamente, acariciando o bíceps suados de Jean com a mão.

"Você precisa ser mais específico... Você teve minha boca”, disse Jean divertido.

Se Xavier ainda não tivesse entrado neste espaço mental flutuante, ele teria revirado os olhos. Em vez disso, ele choramingou, abrindo as pernas grossas e peludas para Jean.

“Seu pauzão... Por favoooooor... Preciso desse caralhão gigantesco dentro de miiiiiiiim...”, disse Xavier sem fôlego.

“Você parece tão convidativo com as pernas abertas para mim, implorando por um caralhão envergado e extremamente grosso em seu buraquinho...”, Jean rosnou. Com isso, ele se levantou da cama, se despindo rapidamente em tempo recorde. Ele voltou para a cama em instantes com o óleo.

“Jeaaaaaaaaan”, Xavier choramingou, se debatendo na cama.

“O que foi, Xavier? Poooooooorra... Mal pode esperar mais um momento para eu estar dentro de você?" Jean perguntou. Apesar de sua provocação, Xavier pôde ver o comprimento monstruoso e arrombador de Jean vermelhão de tesão e vazando pré-gozo descontroladamente de necessidade.

Os cílios de Xavier tremularam. "Eu preciso diiiiiiiiiisso... Puta meeeeeeeeerda... Preciso desse cacetão ne preenchendo agooooooora..."

“Você é tããããão bom para mim, Xavier”, disse Jean, acariciando ternamente uma de suas coxonas. “Não vou fazer você esperar mais...” Com isso, ele mergulhou os dedões no óleo e os levou até o buraquinho enrugadinho e piscante de Xavier.

Xavier sentiu-se tremendo ao sentir os dedões grossos, acariciando suavemente sua borda enrugadinha e cabeluda. Um ruído estrangulado escapou de sua garganta. Não importa quantas vezes eles tivessem feito isso, nunca deixava de enlouquecer Xavier.

“Huuuuuuum... Esse furinguinho apertadinho também é meeeeeeeeu”, Jean murmurou enquanto seus dedões continuavam a acariciar suavemente a borda enrugadinha e extremamente cabeluda em volta do furinguinho.

“Sim, senhoooooor... Meu cuzinho apertadinho é seeeeeeeeeu... Seeeeu. Só o seeeeu...”, gritou Xavier.

Jean soltou um suspiro trêmulo antes que seu dedão grande e grosso, finalmente rompesse a abertura sedenta de Xavier. Xavier engasgou com a intrusão, abrindo exageradamente as pernas grossas.

Os dedões grossos de Jean eram sempre inicialmente um choque, enquanto se moviam dentro do calor intenso das suas entranhas. Mas Jean tinha aprendido como usá-los, como esticar Xavier de uma maneira que fosse prazerosa. Enquanto Xavier suspirava e relaxava com a intrusão, Jean trabalhou seu segundo dígito junto com o primeiro. Eles sondaram e procuraram, até que se esfregaram naquele ponto dentro de Xavier que enviou faíscas por todo o seu corpo, fazendo seu pauzão latejar de necessidade.

“Jeaaaaaaan! Ooooooooooooh, por favooooooor, preciso de voceeeeeê”, Xavier choramingou inconscientemente, enquanto Jean trabalhava os dedões grossos dentro do buraquinho necessitado dele.

“Você está indo tããããão bem para miiiiim... Você pode pegar mais um?" perguntou Jean, seu terceiro dedão grosso traçando a borda extremamente esticada.

Xavier engasgou e assentiu ansiosamente. O terceiro dedão grosso era sempre esticado, mas ainda não era nada comparado ao gigantesco e extremamente grosso, caralhão de cavalão reprodutor de Jean. Um caralhão arrombador de 23 centímetros pesadão, com um cabeção roxão arregaçado que aterrorizava pela visão.

Quando Jean inseriu o terceiro dedão, Xavier sentiu seu buraco ter espasmos, o pequeno canal acomodando os dedões grossos e grandes de Jean. Xavier sentiu-se satisfeito, da melhor maneira possível. Quando Jean roçou novamente a próstata de Xavier, ele uivou. Ele poderia facilmente gozar nos dedões grossos de Jean; na verdade, ele já fez isso várias vezes antes. Mas não era assim que ele queria gozar esta noite.

“Oooooh Deeeeeus.. Por favor, senhooooooooor. Seus dedões não são suficientes... Eu preciso do seu caralhão giganteeeeeeeesco... Por favoooor, Jean, me dê seu caralhão de cavalão...”, Xavier balbuciou necessitado.

“Ooooooh... Meeeeeeeeerda, Não posso negar quando você implora tão lindamente assim...”, Jean murmurou. Com isso, ele retirou os dedões grossos e rapidamente passou um pouco de óleo em seu caralhão arrombador, gigantesco e tenso.

“Depreeeeeeeeeessa, me sinto vaziiiiio”, lamentou. Ele podia sentir seu buraco apertando o nada, implorando para ser preenchido.

“Seu buraquinho está faminto por pirocão de cavalão garanhão, não é?” Jean grunhiu, enquanto lentamente começava a empurrar seu cabeção arrombador untado para dentro, esticando a entradinha exageradamente.

“Uuuuurrghghg, ​​siiiiiim”, gemeu rouco, enquanto seu buraco se espalhava exageradamente ao redor do caralhão enorme e extremamente grosso.

Os homens ofegaram e gemeram selvagemente, enquanto Jean abria brutalmente o caminho no calor intenso. Finalmente, quando chegou ao fundo do poço, manteve-se firme por um momento. Xavier praticamente podia sentir o nervão gigantesco de Jean, pulsando freneticamente dentro das entranhas apertadas dele.

“Oooooh deliiiiiiiiciiiiaaaa uuuuunnnnngh... Esse buraco é meeeeeeeeu... Todo meeeeeeu”, disse Jean, com o olhar selvagem em seus olhos enquanto se inclinava para beijar Xavier. Quando ele soltou os lábios carnudos de Xavier, agarrou os quadris do seu amante e começou a empurrar e voltar num ritmo frenético FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...

"OOOOOHHH SIIIIIM... DELIIIIIIIICIIIIAAAA DE PAUZÃO UUUUUNGH... FODE ESSE CUZIIIIIIIIINHO!" Xavier gritou com desejo e luxúria. Às vezes, Jean começava quase dolorosamente lento em suas relações. No entanto, parecia que ele estava quase possuído esta noite, fodendo violentamente no buraco de Xavier e sem abandono, o anelzinho apertado esticado ao seu limite para acomodá-lo FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...

"Aquele garoto não iria foder você assiiiiiiiim, não é?" Jean rosnou, suas mãozonas apertando fortemente seus quadris, com força suficiente para deixar hematomas enquanto esfolava furiosamente suas entranhas FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...

Xavier ofegou. “Oooooooh... Nããããããão, senhor...” Embora Xavier realmente nunca tivesse pensado em mais ninguém, algo o emocionou ao alimentar o ciúme de Jean. E talvez o fato de Jean ter sido o único que teve Xavier, o tornou ainda mais possessivo.

O monstruoso e extremamente grosso caralhão de Jean, parecia possuir Xavier completamente; seu nervão arrombador de cavalão garanhão o encheu até a borda. Cada impulso atingiu sua próstata, enviando uma onda de prazer por seu corpo. Seu buraco se apertou e pulsou ao redor do intruso extremamente gordo, e ele agarrou os brações musculosos de Jean, lamentando o prazer que beirava a dor. As estocadas ásperas fizeram com que seu próprio pauzão duro saltasse brutalmente contra seu estômago peludo FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...

Depois de um golpe particularmente forte, Jean parou, o suor escorrendo pelo rosto. "Deeeeeeeeeeeeeeus do céu... Poooooooorra... Você me estrangula tão beeeeeeem, Xavier... Oooooooooooh siiiiiiiiim deliiiiiiiiciiiiaaaa de cuziiiiiinho... Se eu continuar assim, terminarei looooogo.”

A intimidade de Jean imóvel dentro dele, fez Xavier dominado pela emoção. Ele olhou para o homão suadão e lindo, ainda surpreso depois de todos esses anos por Jean o ter escolhido.

“Oooooh Beije-me, Jean”, murmurou Xavier.

“Claaaaaro, meu querido”, respondeu Jean. Foi como se um interruptor tivesse sido acionado; seu rosto suavizou-se, o olhar selvagem desapareceu. Ele se inclinou para encontrar os lábios carnudos de Xavier. “Meu amooooor”, ele murmurou, tirando um pouco de cabelo molhado do rosto de Xavier.

Xavier sorriu, seus olhos um pouco lacrimejantes. “Eu sou completamente seu, Jean... Meu corpo inteeeeeiro... Minha vida inteeeeira... É seeeeu." E ele realmente quis dizer isso; Jean não só salvou sua vida, mas também o ajudou a transformá-la completamente.

“Oooooh, Xavier”, respondeu Jean, com a voz embargada. "Você sabe o quanto eu te amo. Eu sou completamente seu, meu querido homem."

Ele se inclinou para beijar a testa de Xavier antes de começar a empurrar suavemente novamente. Os golpes foram mais lentos e profundos em comparação com as estocadas erráticas e rápidas anteriores; em vez de apenas roçar sua próstata, o caralhão latejante de Jean atingiu a próstata de Xavier no ângulo perfeito, fazendo-o gritar a cada estocada. Seu pauzão se contorceu impotentemente contra seu estômago peludo, a pré-ejaculação se espalhando pelos pêlos grossos do seu estômago.

“Por favooooooor, Jean”, Xavier sufocou. "Toque me."

“Siiiiiim, querido... goza pro seu homem...”, respondeu Jean. Ele estendeu a mãozona entre eles para agarrar o comprimento de Xavier, um dedão acariciando a ponta para coletar um pouco do fluido alí. "Oh meu Deeeeeeus, tudo isso para mim?"

“Siiiiiiiim”, Xavier sibilou, contorcendo-se em torno do caralhão monstruoso, se movimentando dentro das entranhas esfoladas dele FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...

Jean cantarolou de satisfação enquanto acariciava Xavier no ritmo de suas estocadas. A dupla estimulação era quase insuportável; seus dedos dos pés se curvaram e ele gritou algo que pode ter sido o nome de Jean. E com isso, Xavier sentiu-se chegando, sua liberação tão poderosa que foi como se ele deixasse seu corpo por um momento. Quando ele sentiu que voltava, ele podia sentir o estômago peludo esporrado se acumulando, e a mãozona de Jean ainda em volta di seu pauzão amolecido.

“Oooooooooooh, Deeeeeeeus uuuuungh... Jeaaaaaaaan”, Xavier gemeu, sentindo-se subitamente muito sensível.

Jean entendeu a dica, liberando o comprimento de Xavier. “Ooooooh siiiiiim siiiiiim siiiiiim uuuuunnnnngh... Eu não estou muito atrás de você, querido... Você pode me dar mais alguns momentos?

“Siiiiiiiim, meu amor...”, Xavier ofegou. "Qualquer coisa pra fazer meu homem feliz..."

Grunhindo, Jean mudou, se reajustando antes de começar a balançar suavemente em Xavier. Xavier choramingou, os golpes em sua próstata agora quase dolorosos FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...

Jean começou a balbuciar quando atingiu o auge. “Tão bom para miiiiiiiiiiim, tão adorável, tão doooooooooce... come esse cacetão com esse cuziiiiiiiiiiinho... ordenha esse caralhão amoooooor...”, ele murmurou. FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...

As palavras, combinadas com a estimulação contínua de sua próstata, fizeram o pauzão exausto de Xavier se contrair corajosamente, mas ele sabia que não seria capaz de se levantar novamente tão rapidamente.

"Me compleeeeeeeeeeeete... Ooooooooooh mete mete mete foooooorte... Me dê sua semeeeeeeente... Meu buraco é seeeeeeeeeu, senhor”, gemeu manhoso Xavier. FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP....

"OOOOOOOOOH DEEEEEEEUS SIIIIIIIM SIIIIIIIM TO CHEGAAAAANDO... AAAAAAAAAH POOOOOORRA TOOOOOMA MEU ESPEEEEERMA... UUURRGH TÔ GOZAAAANDO AAAAAAAAH..."

Jean gemeu alto como um animal primitivo no cio, seus quadris gaguejando, e então Xavier sentiu o calor fervente do seu gozo gosmento inundar seu interior esfolado. Enquanto continuava a liberar sua semente reprodutora dentro das entranhas de Xavier, ele se inclinou para lhe dar um beijão apaixonado.

Após sua conclusão, Jean retirou-se do canal arrombadinho e esfolado de Xavier, um som esmagador enchendo o quarto enquanto Xavier sentia a semente quente e gosmenta escorrer por suas coxas grossas. Jean deitou-se molhado de suor ao lado de Xavier com um grunhido, os joelhos sem dúvida doloridos por causa do ato sexual e da jardinagem anterior.

Xavier se aninhou ao lado de Jean, passando um braço sobre a barriga peluda suadona. “Puta meeeeeerda... Eu deveria deixar você com ciúmes com mais frequência”, ele sorriu.

“Não tenho certeza do que me deu...”, murmurou Jean, olhando para o teto. "Você terá muitas marcas em você amanhã."

Xavier sorriu, beijando a bochecha barbuda de Jean. “Eu certamente gostei. Você não precisa se preocupar meu amor."

“Eu fui um tolo. Eu não tinha motivo para ficar com ciúmes...”, disse Jean, uma de suas mãozonas acariciando o cabelo de Xavier.

“Está tudo bem, Jean. Eu não queria admitir, mas..." Xavier fez uma pausa, pensativo. “Talvez eu tenha sido um pouco brando com o garoto. Talvez até goste dele. Não da maneira que você pensava, mas ele sempre foi prestativo, indo além do que eu até pedia dele. E ele foi gentil comigo. Ele talvez fosse a única pessoa que realmente me admirava, só Deus sabe por quê... Eu não tinha muitas qualidades admiráveis ​​naquela época”, finalizou Xavier.

Jean franziu a testa. "Isso definitivamente não é verdade. Você sempre foi inteligente, determinado e honesto. E você ajudou alguém necessitado; você deu a ele um propósito. E agora olhe para ele, ele está se saindo bem e ele dá crédito a você por isso."

Xavier sentiu seu coração palpitar com as palavras gentis. “Você é muito gentil comigo, Jean. Mas certamente o sucesso do André não se deve apenas a mim. Tenho certeza que ele trabalhou duro para chegar lá. Eu só... bem... talvez ele devesse ter escolhido outra profissão.”

“Existem tantas profissões que ele pode escolher, especialmente se ele não foi criado aprendendo um ofício”, respondeu Jean suavemente, acariciando o cabelo molhado de Xavier para tranquilizá-lo.

“Você pode me dizer se não aprovar, já que esta é sua casa, mas talvez possamos convidar André para tomar chá algum dia, para que eu possa contar a ele sobre meus motivos para deixar a polícia”, disse Xavier, estranhamente tímido.

“Xavier, eu já lhe disse que esta é a sua casa também”, disse Jean, beijando sua testa. “Mas parece uma ótima idéia, e sei que acalmaria sua mente.”

“Talvez isso deixasse você com ciúmes de novo”, brincou Xavier.

“Calma”, disse Jean, mordendo o pescoço de Xavier de brincadeira. “Me desculpe por ter dito que ele não iria...” Jean parou, envergonhado. “Eu não deveria ter insinuado que você permitiria isso.”

Xavier sorriu. “Gostei desse tipo de conversa sua, Jean.”

"Você gostou? Sinto-me um tanto tolo ao lembrar de todas as coisas que disse”, murmurou Jean, corando.

“Eu me sinto um tolo quando me lembro de como gemo e choro por você durante nossas relações, mas você parece gostar”, retrucou Xavier.

“Ponto justo, eu gosto muuuuuuuito.” Ele puxou Xavier para outro beijão, sorrindo para ele enquanto eles se afastavam. “Agora, vamos nos limpar.”

Xavier gemeu quando Jean se levantou da cama. “Eu odeio quando você sai da cama,” ele choramingou.

Jean riu. “Só um momento, meu amor... Não quero que você reclame pela manhã sobre como minha porra reprodutora deixou você pegajoso e nojento."

Xavier sabia que isso era verdade, pois muitas vezes Xavier se agarrou a Jean, não permitindo que ele se levantasse da cama para pegar um pano molhado, e então acordou de manhã com a sensação desagradável de ressecamento por dentro e por fora dele. E, sim, talvez ele tivesse reclamado disso com Jean.

Xavier suspirou feliz quando Jean voltou para a cama com um pano úmido. Ao limpar suavemente o corpo de Xavier, Xavier sentiu-se ficando sonolento, seus olhos ficando pesados. Depois que Jean se limpou e se deitou, Xavier se aninhou em sua direção, deitando a cabeça no peitoral peludão suado de Jean.

Quando a mãozona de Jean voltou a acariciar o cabelo de Xavier, Xavier começou a divagar sonolento. “Tive uma ideia antes, Jean. Talvez pudéssemos nos mudar para o campo, longe de todos. Poderíamos ter o maior jardim que você poderia sonhar e ter algumas vacas, galinhas e cavalos.”

Xavier sentiu o estrondo da risada de Jean em seu peitoral. “E quem seria o cuidador desses animais? Você?"

“Hum, talvez”, disse Xavier, sonolento. “Deixe-me imaginar por um momento. Diga-me o que você plantaria no jardim.”

Xavier adormeceu tranquilamente ao som da voz retumbante de Jean, enquanto era segurado por aqueles brações fortes, sentindo-se total e maravilhosamente possuído de amor e proteção.

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