Me Fantasiei de Bolo - 240 Velas no Bolo

Um conto erótico de Nata
Categoria: Heterossexual
Contém 751 palavras
Data: 03/06/2024 17:13:01
Última revisão: 15/03/2026 19:38:40

Dia 3 de junho de 2024. Resolvi me fantasiar de "bolo" para presentear o cafajeste que me deixa nas nuvens e me faz sentir a mulher mais desejada e gostosa do planeta. Cheguei sessenta minutos antes ao hotel, direto para a suíte 240. Preparei o cenário: vesti uma lingerie que remetia a um glacê provocante — o recheio, obviamente, era eu — e finalizei com uma chuva de purpurina sobre o corpo. Eu era o doce pronto para ser devorado.

​Quando ele chegou, o choque foi imediato. "Nossa, você está linda", ele disse, antes de se aproximar e sussurrar ao pé do meu ouvido que nunca tinha me visto tão bela. Aquilo foi o gatilho. Ele partiu para cima de mim como um predador, voraz e impiedoso. Jogou-me contra a parede, puxou meu cabelo com força e começou a devorar meus seios, apertando-os como se quisesse marcar território.

​Sou uma preta de respeito e estava — aliás, eu SOU — mega cheirosa, com cílios impecáveis e cabelo escovado. Na defensiva contra a parede, meti logo a mão no cinto dele. Precisava libertar o mastro que já apontava na calça com um volume absurdo. O aniversariante estava completando 48 anos; um negão gostoso, cheiroso e extremamente safado. Ele arrancou a camisa do Flamengo — e eu, como boa vascaína, preferi esquecer a goleada do dia anterior para focar na "vitória" que viria a seguir.

​Ele me arrastou para a antessala, me colocou de quatro na cadeira e anunciou: por ser o dia dele, comeria o bolo exatamente como queria. Eu pensei que ele ia usar os dedos, mas que nada! Ele já veio por trás, cutucando meu cuzinho frágil, apertado e fechado. Vi estrelas em pleno dia de sol. Ele agachou, lambeu meu cu com vontade, preparou o terreno e penetrou. Senti apenas a cabeça daquela jeba — que estava além do normal — e o mundo parou. Ele recuou, cuspiu para lubrificar e, na segunda tentativa, enterrou tudo.

​O impacto me colocou em órbita pela dor e pela pressão. Ele não é nada carinhoso; no dia dele, então, ele maltrata. "Tua mãe te fez fraca?", ele perguntou com aquele tom de covarde. Ele sabe que, como boa filha de baiana, eu encaro sem pedir arrego.

​Caí na besteira de sugerir a cama. Vocês que já leram meus contos sabem: a Nata aqui toma no cu de bruços sob contagem regressiva. E a meta do dia era o número da suíte: 240 estocadas. Dividimos o "pagamento" em quatro parcelas de sessenta.

​O primeiro "sessentão" foi sem pena. Logo em seguida, ele veio para a minha buceta, sem pausa. O squirt molhou a cama toda; achei que sairia dali direto para o soro na emergência. Ele me comeu de papai e mamãe na buceta, chupou tudo de novo e mandou abrir as pernas: lá vieram mais sessenta no cu, na mesma posição. Era a segunda etapa concluída.

​Tentei negociar, lembrando que na última vez foram "só" 225 pauladas. Ele ignorou. Mandou eu arreganhar as pernas e as estocadas voltaram a ser secas, direto no útero. Eu não preciso mentir: o relato é verídico. O piru dele estava enorme, grosso, parecia que tinha tomado algum veneno. Nossas rapidinhas sempre foram marcantes, mas essa foi um massacre de prazer.

​Voltei para a posição de bruços para a terceira etapa: mais sessenta no rabo. Foi a pior parte. Ele se contorcia, o braço dele prendia meu pescoço por trás e ele contava no meu ouvido: "15, 16, 17...". Sincronizado, cadenciado, a seco.

​Depois do terceiro bloco, tive minha aula de boquete. De joelhos, recebi tapas fortes no rosto — algo que eu odiava, mas que hoje, com ele, eu peço e faço charme. Ele mandou eu engolir o "Luluzinho" até a garganta enquanto ele cronometrava:

​1ª vez: 5 segundos em apneia, com ele empurrando fundo.

​2ª vez: 10 segundos, meus olhos já lacrimejando.

​4ª vez: 15 segundos. O pau foi tão longe que eu chorei de verdade, e ele nem aí.

​5ª vez: Mais 15 segundos e eu cheguei a gorfar.

​Aula concluída. Mas ainda faltavam as últimas sessenta para totalizar as 240. Voltamos para a posição de quatro. Encarei aquele foda como a guerreira que sou. Entreguei o presente, bebemos uma cerveja enquanto nos vestíamos e voltei para casa com a certeza de que fui destruída da melhor forma possível. Ele foi embora soprar a vela com a mãe dele, mas no meu bolo couberam 240 velas contadinhas.

​Se você também faz aniversário, parabéns. Mas o meu presente foi inesquecível.

​Até a próxima!

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