Dia 3 de junho de 2024. Resolvi me fantasiar de "bolo" para presentear o cafajeste que me deixa nas nuvens e me faz sentir a mulher mais desejada e gostosa do planeta. Cheguei sessenta minutos antes ao hotel, direto para a suíte 240. Preparei o cenário: vesti uma lingerie que remetia a um glacê provocante — o recheio, obviamente, era eu — e finalizei com uma chuva de purpurina sobre o corpo. Eu era o doce pronto para ser devorado.
Quando ele chegou, o choque foi imediato. "Nossa, você está linda", ele disse, antes de se aproximar e sussurrar ao pé do meu ouvido que nunca tinha me visto tão bela. Aquilo foi o gatilho. Ele partiu para cima de mim como um predador, voraz e impiedoso. Jogou-me contra a parede, puxou meu cabelo com força e começou a devorar meus seios, apertando-os como se quisesse marcar território.
Sou uma preta de respeito e estava — aliás, eu SOU — mega cheirosa, com cílios impecáveis e cabelo escovado. Na defensiva contra a parede, meti logo a mão no cinto dele. Precisava libertar o mastro que já apontava na calça com um volume absurdo. O aniversariante estava completando 48 anos; um negão gostoso, cheiroso e extremamente safado. Ele arrancou a camisa do Flamengo — e eu, como boa vascaína, preferi esquecer a goleada do dia anterior para focar na "vitória" que viria a seguir.
Ele me arrastou para a antessala, me colocou de quatro na cadeira e anunciou: por ser o dia dele, comeria o bolo exatamente como queria. Eu pensei que ele ia usar os dedos, mas que nada! Ele já veio por trás, cutucando meu cuzinho frágil, apertado e fechado. Vi estrelas em pleno dia de sol. Ele agachou, lambeu meu cu com vontade, preparou o terreno e penetrou. Senti apenas a cabeça daquela jeba — que estava além do normal — e o mundo parou. Ele recuou, cuspiu para lubrificar e, na segunda tentativa, enterrou tudo.
O impacto me colocou em órbita pela dor e pela pressão. Ele não é nada carinhoso; no dia dele, então, ele maltrata. "Tua mãe te fez fraca?", ele perguntou com aquele tom de covarde. Ele sabe que, como boa filha de baiana, eu encaro sem pedir arrego.
Caí na besteira de sugerir a cama. Vocês que já leram meus contos sabem: a Nata aqui toma no cu de bruços sob contagem regressiva. E a meta do dia era o número da suíte: 240 estocadas. Dividimos o "pagamento" em quatro parcelas de sessenta.
O primeiro "sessentão" foi sem pena. Logo em seguida, ele veio para a minha buceta, sem pausa. O squirt molhou a cama toda; achei que sairia dali direto para o soro na emergência. Ele me comeu de papai e mamãe na buceta, chupou tudo de novo e mandou abrir as pernas: lá vieram mais sessenta no cu, na mesma posição. Era a segunda etapa concluída.
Tentei negociar, lembrando que na última vez foram "só" 225 pauladas. Ele ignorou. Mandou eu arreganhar as pernas e as estocadas voltaram a ser secas, direto no útero. Eu não preciso mentir: o relato é verídico. O piru dele estava enorme, grosso, parecia que tinha tomado algum veneno. Nossas rapidinhas sempre foram marcantes, mas essa foi um massacre de prazer.
Voltei para a posição de bruços para a terceira etapa: mais sessenta no rabo. Foi a pior parte. Ele se contorcia, o braço dele prendia meu pescoço por trás e ele contava no meu ouvido: "15, 16, 17...". Sincronizado, cadenciado, a seco.
Depois do terceiro bloco, tive minha aula de boquete. De joelhos, recebi tapas fortes no rosto — algo que eu odiava, mas que hoje, com ele, eu peço e faço charme. Ele mandou eu engolir o "Luluzinho" até a garganta enquanto ele cronometrava:
1ª vez: 5 segundos em apneia, com ele empurrando fundo.
2ª vez: 10 segundos, meus olhos já lacrimejando.
4ª vez: 15 segundos. O pau foi tão longe que eu chorei de verdade, e ele nem aí.
5ª vez: Mais 15 segundos e eu cheguei a gorfar.
Aula concluída. Mas ainda faltavam as últimas sessenta para totalizar as 240. Voltamos para a posição de quatro. Encarei aquele foda como a guerreira que sou. Entreguei o presente, bebemos uma cerveja enquanto nos vestíamos e voltei para casa com a certeza de que fui destruída da melhor forma possível. Ele foi embora soprar a vela com a mãe dele, mas no meu bolo couberam 240 velas contadinhas.
Se você também faz aniversário, parabéns. Mas o meu presente foi inesquecível.
Até a próxima!
