​O Brilho da Pele e o Peso do Chifre

Um conto erótico de Fã implícito da Creuza
Categoria: Heterossexual
Contém 540 palavras
Data: 30/06/2024 07:45:02
Última revisão: 14/03/2026 13:24:02

​"Não faça isso, Aldir! Você vai se prejudicar!", intercedi, apelando para a pouca paciência que restava ao meu amigo.

"Mas ela está me perturbando!", gritou Aldir, a voz rouca de puro nervosismo.

"Deixa a Creuza ir, cara. Depois vocês conversam com calma."

​Consegui amenizar a briga, mas a verdade é que o Aldir é um poço de ciúmes. Ele não aceita, de forma alguma, o jeito que a Creuza se veste. Ela é dona de um corpo escultural e abusa das roupas curtas, dos decotes que quase não dão conta de segurar seus seios e de tecidos que moldam cada curva. Se ele não gosta, deveria ter percebido antes; o que não pode é querer resolver no grito. "Se separa, ora bolas!", é o meu conselho de graça, que ele nunca segue.

​A Creuza é um espetáculo: uma mulher negra retinta, de 1,70m, com uns quarenta e cinco anos que ninguém acredita. A melanina impecável esconde a idade e, para completar o feitiço, ela tem olhos verdes naturais que brilham como esmeraldas contra a pele escura. Ela é dona de uma bunda extravagante, firme e redonda, e de seios volumosos que parecem desafiar a gravidade. Quando ela chega no pagode de mesa, o mundo para. Ela samba com um gingado que parece um convite; cada movimento de bacia é uma provocação. O Aldir pira com os olhares devoradores dos homens — e até das mulheres — sobre sua esposa.

​No Carnaval, a temperatura sobe. Lembro de um empresário que a convidou para um camarote VIP. O Aldir, trabalhando na segurança à noite, quase teve um derrame vendo as fotos nas redes sociais: Creuza fantasiada de rainha, com quase nada de pano, rodeada de marmanjos. Haja cortisol! O estoque desse hormônio no corpo dele não acaba nunca.

​Confesso que já perdi a conta de quantas punhetas bati imaginando a Creuza de quatro na minha frente, aquela bunda imensa e suada recebendo meus tapas, ou ela sambando pelada, roçando aquele rabo de mola no meu pau teso. Ela é deslumbrante, é impossível não desejar.

​Dizem as más línguas que o Aldir já pegou a Creuza mamando o João no banheiro do clube. João é empresário, tem grana e sempre nega tudo, mas os dois estão sempre de segredinho nos eventos. A turma acredita que ele "come quieto" até hoje. O Aldir, por trabalhar à noite como segurança, vive assombrado pela insegurança.

​E ainda tem os boatos do passado... Dizem que existem fitas VHS dela em um gang bang com três homens, títulos como "A Preta e os Pagodeiros" e "Os Ritmistas e sua Rainha". O João jura que assistiu; diz que ela tinha dezenove aninhos e já era uma máquina de prazer, aguentando os três negões ao mesmo tempo, alternando entre gozadas na boca e penetrações duplas.

​Minhas memórias dela na praia não ajudam: ela deitada de bruços, o fio dental sumindo no meio daquelas nádegas perfeitas, e depois virando de frente, exibindo aquele par de tetas generosas com os bicos acesos pelo sol. Se ela encarou três ritmistas e o peso daquela bateria, será que o Aldir dá conta? Tenho vontade de perguntar, mas não quero sarna para me coçar.

​A Creuza ainda vai deixar o Aldir doido — e a mim também.

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