"Fode, porra! Me fode, caralho! Mete com força na sua puta, bate na minha bunda!"
Acordei atordoada, por volta das três da madrugada, com esses gritos ecoando pelo quarto. Assustada, levei alguns segundos para entender que o som da cama batendo ritmicamente contra a parede não era um pesadelo: eram meus vizinhos, Paulo e Paula, transando loucamente e f*dendo com o sono de todo o prédio.
Tentei acordar meu noivo, que tem o dom divino de apagar e dormir profundamente mesmo diante dessa gritaria, mas sem sucesso. "Ele que lute!", pensei. Fui contagiada pela luxúria que vinha do outro lado da parede. Eu não ia ficar só na siririca enquanto ouvia o escândalo alheio, tendo uma rola pulsante bem ali ao meu lado. Aproveitei que o meu gostoso só dorme pelado e comecei os trabalhos.
Comecei a masturbar o meu "urso", mas nada de ele acordar da hibernação. Tive que apelar para o método infalível: envolvi o pau dele, ainda mole, com a minha boca quente. Senti a mágica acontecer; o membro foi ganhando vida, ficando meia-bomba e, de repente, despertou enorme e rígido. É incrível o poder que o sexo oral tem de transformar uma piroca só com o calor da língua. O fdp, que não acordava com os gritos dos vizinhos, logo estava com as mãos na minha nuca, pressionando minha cabeça contra sua jeba, me fazendo engasgar. Eu adoro! Sinto um prazer absurdo com aquela cabeça enorme raspando no fundo da minha garganta. Como ele tem um pau fino e bem comprido, a sensação de preenchimento é completa.
Ele batia com o pau na minha cara e, quando finalmente elevou a cabeça, dei um "bom dia" malicioso. Ele, irônico, perguntou se já tinha amanhecido. Expliquei que os vizinhos estavam se acabando e que eu tinha ficado com uma inveja mortal daquela gritaria. Enquanto mamava, eu intercalava os chupões com a frase: "Eu também quero devolver os gritos, amor... me fode!".
Nessas horas, não existe homem que reclame de ser acordado para f*der. Somado ao famoso "tesão de mijo" da madrugada, o lobo mau levantou voraz, partiu para cima da Chapeuzinho Vermelho e me maltratou com gosto. Ele mergulhou o rosto na minha bucetinha enquanto enterrava dois dedos no meu cuzinho, me fazendo arquear as costas de prazer. Na posição de papai e mamãe, ele mordeu meu ombro com vontade — hematomas deliciosos começaram a brotar na minha pele. Entre a dor e o prazer, ele me virou de quatro, puxou minhas madeixas com força e começou a comer meu botãozinho, alternando as estocadas com tapas estalados na minha bunda e no meu rosto.
Aqui em casa a cama não range e eu sou mais contida nos gritos, mas o meu mozão... quando ele goza, ele urra. É maravilhoso ouvir o som de um macho gemendo de prazer porque você o levou ao limite. Fiz ele chegar ao orgasmo sentando no colo dele, de frente, cavalgando sem pressa enquanto ele devorava meus seios. Nessa posição eu não perco nunca: controlo o ritmo e aperto a piroca fina dele com as paredes da minha buceta até sentir ele pulsar lá dentro.
Finalizamos com um belo 69 para deixar tudo limpinho e, claro, o obriguei a ficar de conchinha, com as mãos espalmadas nos meus peitos. O relaxamento foi total. Não devolvemos os gritos para a vizinhança, mas acordar de madrugada para transar assim é, sem dúvida, a melhor coisa do mundo.
Até a próxima!
