Adestramento: O Dia em que me Tornei Cadela

Um conto erótico de Nata
Categoria: Heterossexual
Contém 552 palavras
Data: 27/06/2024 20:21:15
Última revisão: 14/03/2026 13:30:49

Encontrei o pilantra na rua. Aquisição comprada com sucesso e, de quebra, ainda ganhei um brinde no sorteio da loja. O roteiro? Uber, motel... nada diferente do que já estou acostumada, mas o clima estava denso, carregado. A roupa foi arrancada em segundos. Com ele não existem preliminares suaves; o que rola são ataques, investidas brutas e frases que me desarmam, como: "Sua mãe te fez fraca assim?"

​Beijos fogosos, vorazes. Se você já leu algo sobre mim, sabe quem é a vítima. Sou a Nata: negra, avó, gostosa — e ainda mais irresistível agora que estou esbelta, cheirosa e radiante. Adjetivos que você não vai esquecer. Seguindo o protocolo, mandei aquele spoiler antes do encontro, mas a realidade superou a promessa.

​Foi uma sequência implacável: de quatro na beira da cama, papai e mamãe com uma profundidade que parecia tocar a alma, e uma chupada naquela minha buceta que, porra... que chupada! Depois, a especialidade da casa: pirocada no cu de ladinho, de quatro, de bruços. Meu rabo estava em chamas. Havia quase um mês que eu não entregava o meu estreito para ele. Parecia que o pau daquele cafajeste tinha aumentado, engrossado. Sim, falo daquele negão fdp, o canalha de cavanhaque e careca que me faz arrepiar só de lembrar.

​Ele me comeu pelo rabo sussurrando obscenidades no meu ouvido, me xingando enquanto eu perdia o controle. Não tive como resistir: gozei umas quatro vezes só recebendo aquela estocada de bruços, entre tapas na cara e mordidas no pescoço. Marcas que agora me obrigam a usar quase uma burca para evitar interrogatórios por onde passo.

​Quando ele levantou, pegou uma cerveja no frigobar. Eu estava de costas, imóvel, esperando o "download da alma" voltar para o corpo. De repente, o choque térmico: ele encostou a lata gelada nas minhas costas fervendo. O susto foi tão prazeroso que eu gozei ali mesmo. Pasmem, gozei tanto que o líquido desceu pelas pernas e molhou o chão. Ele riu, vitorioso, dizendo que a cerveja também me fazia chegar lá.

​Mandou que eu o mamasse. Até aí, o ritual de sempre: me agachei e devorei aquele pau enorme. Mas então ele se afastou, sentou-se na poltrona a uns quatro metros de distância e sentenciou:

— Hoje vamos realizar aquela surpresa que eu sempre prometi.

​Eu não queria acreditar. Ainda estava de joelhos, com o gosto dele na boca. Ele ligou a câmera, apontou para mim e eu cobri o rosto; a ficha tinha caído. Ele começou a fazer aquele chiado com a boca, como quem chama um animal: "Vem, cadela... vem aqui, cadela!"

​E eu fui. Atravessei a suíte andando de quatro, seguindo os comandos dele. Quando cheguei perto, tive que lamber cada centímetro, chupar as bolas, o mastro, tudo. O brinde da noite não foi biscoito ou brinquedo: ganhei uma leitada farta direto na garganta. Ele gozou na minha boca e mandou engolir. Obedeci.

​Depois, sentei e rebolei naquele pau que se recusava a baixar. Foi a melhor parte. Ele não presta, mas sabe me possuir como ninguém. Sinto uma vontade louca de chegar em casa e contar cada detalhe, mas o segredo é parte do prazer. Hoje eu fui a cadela dele. Ele sempre me trata assim, mas hoje eu aceitei o papel por completo. Nunca vou esquecer essa cena.

​Até a próxima loucura.

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