Quase um ano esperando para receber um valor que emprestei a uma amiga chamada Carla. Conheci-a em um estande de vinhos no shopping; depois que saiu do ramo, ela passou a trabalhar como freelancer em eventos noturnos. Com a dificuldade de conseguir trabalho, as parcelas da dívida foram se perdendo no tempo e ela se viu sem qualquer condição de quitar o débito.
Carla é uma mulher deslumbrante: branca, de olhos castanhos, seios volumosos e uma elegância nata. É mãe de dois filhos e foi abandonada pelo ex-marido, que fugiu para Portugal e hoje apenas manda a pensão, ignorando-a completamente. Carente e vivendo de favor na casa da ex-sogra, ela estava no limite. Foi então que juntei o útil ao agradável e sugeri que o pagamento da dívida fosse feito em prazer.
Ela aceitou a proposta, mas impôs uma cláusula rígida: o "pagamento" deveria durar, no máximo, trinta minutos. Aceitei de imediato. Marquei na minha casa, ao meio-dia, com a condição de que ela viesse de vestido e sem muitas complicações. O interfone tocou pontualmente; autorizei a entrada e lá estava ela, linda e vestida conforme o combinado.
Como se tratava de um acordo comercial, o clima era seco, sem beijos ou abraços. Ofereci água, tomei um banho rápido e saí envolto apenas em uma toalha. Ela, prática, perguntou quando começaríamos. Ao meu sinal, ela cronometrou o tempo no celular, levantou o vestido e tirou a calcinha. No início, Carla parecia uma estátua, focada apenas em cumprir o contrato e ir embora.
Mas eu tinha outros planos. Agachei e comecei a explorá-la com a língua. Passei a lamber seu cuzinho rosado e apertado, abrindo suas nádegas com as mãos. Senti os primeiros arrepios percorrerem suas pernas. Em vez de penetrá-la logo, decidi investir no oral. Sentei-a no sofá, afastei suas pernas e caí de boca em sua bucetinha lisinha e cheirosa. Foquei minhas lambidas no clitóris, enquanto usava dois dedos para explorar a "grutinha" que já começava a umedecer.
Beijei a parte interna de suas coxas e os espasmos começaram. Percebi que o caminho do sucesso era a minha língua. Rodeava o clitóris dela com a ponta, alternando pressão e velocidade, até que o primeiro gemido escapou. A ppk dela inundou. Carla, que antes era uma estátua, agora se abria inteira, escorregando no sofá para ficar mais arreganhada. Ela já não olhava para o cronômetro; segurou minha cabeça com a mão esquerda, forçando meu rosto contra sua intimidade, enquanto a mão direita massageava seus próprios seios e levava os dedos à boca.
— Que chupada maravilhosa... eu precisava tanto disso — ela confessou, com a voz embargada.
O despertador tocou aos trinta minutos, mas eu não parei. Ignorei o sinal e continuei no "tempo de acréscimo". Quando o modo soneca tocou dez minutos depois, ela já tinha gozado duas vezes, deixando o sofá completamente ensopado. Levantei-me com o pau enorme, latejando de vontade, mas mantive a postura. Ela, agora totalmente entregue, segurou meu Luluzinho e pediu para continuar, querendo me chupar.
— Trato é trato, Carla — eu disse, com um sorriso de canto. — O tempo acabou.
Ela se recompôs, foi ao banheiro, vestiu a calcinha e me olhou com um brilho diferente nos olhos.
— Marcos, eu NECESSIITO de mil reais emprestados hoje... e quero pagar amanhã, neste mesmo horário.
Parece que criamos uma parceria financeira de sucesso. Afinal, ajudar quem precisa é sempre gratificante, especialmente quando os dividendos são tão saborosos.
Até a próxima!
