O Fogo no Cóccix: Contagem Regressiva na Suíte 226

Um conto erótico de Nata
Categoria: Heterossexual
Contém 770 palavras
Data: 22/05/2024 12:24:57
Última revisão: 21/03/2026 20:08:22

Ontem meu neto começou a andar. Que alegria foi quando cheguei em casa e recebi a notícia! Todos os familiares ficaram comovidos com os primeiros passos da criança. Infelizmente, não tive a honra de ver ao vivo; a novidade veio pelo WhatsApp. Quando soube, sentei no sofá com força e soltei um "Ai!" sem querer. Vou contar a razão da dor.

​Um dia antes, eu havia feito um bronzeamento artificial com banho de lua e uma tatuagem nova no cóccix: escrito "Preto" com um "Fogo" ao lado. Comprei uma lingerie vermelha, calcei saltos plataforma e fui encontrar o cara — aquele cafajeste que acaba com a minha dignidade. Ele é tão detalhista que percebeu tudo de primeira.

​O encontro foi na suíte 226. Alguns minutos após eu chegar, bateram à porta. Abri e lá estava o pilantra, de mochila nas costas e ainda com o uniforme do trabalho. Ele nem esperou: me jogou na mesa da antessala. Apoiei as duas mãos no tampo e ele puxou minha calcinha para baixo. Quando viu a tatuagem, deu um grito, visivelmente excitado. Beijou o desenho, agachou e começou a lamber meu cu com vontade. Nem a mochila ele tirou; não ganhei nem um beijo na boca. Meu cu sentiu a língua dele primeiro.

​Ele ficou em pé, livrou-se da mochila e abriu as calças. O pau já estava em ponto de bala. Encostou na porta do meu anelzinho, apertado e seco, e empurrou dizendo: "Você não disse que queria dar o cu na antessala?".

​Para dar o cu para esse negão, tem que gostar de verdade. Ele tem 1,80m e uma piroca proporcional — e, para agravar, é muito grossa. Eu pedia calma, mas ele apenas cuspiu na mão, passou no meu cu e enfiou. Naquela hora, eu vi estrelas, o céu e todas as constelações do firmamento sem precisar dos serviços da NASA.

​Ele me comeu ali mesmo, até que eu cometi o erro de pedir: "Vamos para a cama, gosto de ladinho". Na cama, ele me colocou de bruços. Já sem a calcinha e sem as botas de trabalho (aliás, acho que estou devendo um par de botas novo para ele, depois conto o porquê), ele subiu em cima de mim. Invadiu meu cuzinho de novo, segurou minha testa com força e sussurrou no meu ouvido: "Cem estocadas contadas. Começamos com cinquenta, pausa, depois mais cinquenta".

​E começou: uma, duas, três, quatro... A empolgação vinha junto com a contagem. Ele enfiava tudo de uma vez e retirava quase por completo. Eu estava arrepiada, suada, louca. Imagine estar presa, sendo penetrada ritmicamente. Ao chegar na quinquagésima, ele provocou: "Foi fácil, eu te falei". E continuou. Cada penetrada era um número dito no meu ouvido. Quando chegou no cem, ele sentenciou: "Cabe mais cinquenta".

​Resumindo: na contagem de duzentas, eu comecei a tremer. Ele ria, dizendo: "Adoro fazer você gozar tomando no cu, puta!". Eu neguei que tivesse gozado, então ele me virou. O controle que ele tem sobre mim é inexplicável. Ele enfiou a mão na minha buceta e ali eu me entreguei; a gozada veio forte, deixando tudo babado. Ele caiu de boca, me chupou com vontade, subiu e me penetrou novamente, mordendo meu pescoço.

​Ele faz de propósito, e eu confesso que não presto. Chego em casa marcada, com as pessoas perguntando o que houve no meu pescoço. No auge, ele perguntava: "Quer que pare?". Quem, em sã consciência, quer parar? Ele voltou a me chupar e me levou contra a parede.

​Na parede, o tesão é ímpar. Ele aperta meu pescoço com a mão esquerda enquanto me masturba com a direita. É um mix de loucura. Coloquei os seios para fora, ele os devorava enquanto me bolinava. Foi esplêndido. Ele gozou na minha boca, tomei todo o leite do cretino. Antes de sairmos, ele ainda me levou para a cama e me deu mais vinte e cinco estocadas no cu.

​Como era uma "rapidinha", tomamos banho e saímos. Só em casa pude sentir o estrago. Hoje, 22 de maio, ele mandou bom dia perguntando como estava meu cu. Respondi que estava em chamas, ardendo. Ele disse que era o "fogo da tatuagem" e mandou um áudio. A voz daquele homem é pior que nude; minha ppk já ficou trêmula querendo mais paulada, apesar de o meu cu estar arrebentado.

​E ele ainda me cobrou: disse que, como o quarto era o 226, faltou uma estocada para completar a conta, já que demos "apenas" 225. Quero mais e contarei com prazer. Tomar no cu não é para qualquer um — de negão e sem pomada, tem que querer muito. Fraco não aguenta!

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Nata_Preta
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