​O Gosto da Pipoca e o Prazer da Entrega

Um conto erótico de Antônio
Categoria: Gay
Contém 862 palavras
Data: 21/05/2024 07:56:22
Última revisão: 21/03/2026 20:05:44
Assuntos: Anal, encontros, Fetiches, Gay, Oral

Olá para todos, sou o Antonio. Esta é minha primeira vez nesta seara de relatos, sejam eles verídicos ou fictícios. Lendo algumas histórias aqui, tomei coragem para escrever a minha que, já adianto, é totalmente real. Usarei outros nomes por razões óbvias, mas a essência do que vivi será externada nas linhas a seguir.

​Sou carioca da gema e, na época, morava no Centro do Rio. Já tinha assumido minha sexualidade para a família há cerca de uma década. Vivia sozinho quando conheci o Roberto: um moreno lindo, másculo e, apesar de estar na casa dos cinquenta anos, extremamente viril e sarado. É exatamente o tipo de homem que sempre me atraiu. Ele ostentava um belo cavanhaque e lembrava muito o cantor Alexandre Pires. Eu, por outro lado, sou branco, franzino e, naqueles dias, estava terminando a faculdade, vivendo aquela luta diária entre trabalho, estudo e casa. Costumo dizer que tive a sorte de conhecê-lo em uma carrocinha de pipoca, já que minha vida social era quase inexistente por conta da rotina frenética.

​Foi tesão à primeira vista. Enquanto aguardávamos o pipoqueiro, os primeiros contatos surgiram. No dia seguinte, o destino nos uniu novamente na mesma calçada. O Sr. Joaquim estava sem troco para a nota alta do Roberto, então me ofereci para pagar a pipoca dele. A conversa fluiu tão bem que acabei convidando-o para ir à minha casa.

​No nosso primeiro encontro a sós, tomamos um café. Eu estava todo sem jeito, pois não tinha o hábito de receber visitas. Ele me contou que era casado e já era avô; rimos bastante quando ele confessou que tinha gostado de mim e que queria ficar comigo. Eu não me importei com a situação civil dele; o desejo falava mais alto. Recordo-me bem de quando ele pegou minha mão e a colocou sobre sua calça. Apalpei seu "brinquedo" e senti o bicho crescendo sob meus dedos. Ele pediu que eu o mamasse e, ali mesmo no sofá, caí de boca. O pau dele não era excessivamente longo, mas era muito grosso. Naquele dia não entreguei meu cuzinho, mas mamei com uma vontade que parecia não ter fim.

​Três dias depois, ele me acompanhou até em casa e as coisas mudaram de patamar. Assim que entramos, ele me puxou e me beijou de uma forma arrebatadora. Jogou-me sobre a mesa da sala e abriu minha calça. Ele se posicionou atrás de mim; com minhas mãos espalmadas na mesa, senti um arrepio percorrer todo o meu corpo. Adoro ser dominado, e ouvir aquele homenzarrão forte dizer que ia me comer me deixou em brasas. Ele desceu minha calça e invadiu meu cuzinho. Apesar da "agressividade" excitante, ele foi cuidadoso. Gozou ali mesmo, no meu anelzinho. Depois, tomamos uma cerveja e ele partiu tarde da noite, mesmo após meu convite para que ficasse.

​No fim de semana, mantivemos contato pelas redes sociais. Foi então que ele me fez uma proposta inesquecível: perguntou se eu usaria calcinha para ele. Aceitei na hora. Sempre amei a ideia de ser submisso, de obedecer a um macho dominante que me pega pelo braço e dita as regras. Adoro ser "a puta" dele.

​Ele trouxe uma calcinha minúscula, vermelha e linda. Fui ao banheiro, me preparei e a coloquei. Roberto ficou louco ao me ver. Ele se aproximou, segurou minha mão, me fez girar e deu um tapa estalado na minha bunda branca. Eu ri, ainda de costas, antes que ele me ordenasse ficar de joelhos. O "cachorro" impôs uma ordem: a partir daquele dia, eu deveria recebê-lo sempre agachado, pronto para mamar, olhando fixamente nos olhos dele.

​O relacionamento seguiu intensamente. Tomei muito no cuzinho; ele amava me pegar de quatro, em pé, de ladinho e até de ponta-cabeça no sofá. Criatividade não faltava: transamos na sala, na pia da cozinha — onde eu usava apenas um avental e fio dental — e no banheiro. A calcinha era regra; ele apenas a puxava para o lado, nunca a retirava. Eu chegava a dormir de calcinha nos fins de semana, sentindo a falta dele.

​Minha gaveta logo ficou cheia de lingeries presenteadas por ele. Ele chegava por volta das 20h e saía às 23h. Já tinha até a chave da minha casa. No aniversário dele, decidi ousar: usei salto alto pela primeira vez. Preparei um bolo, comprei a cerveja favorita dele e, claro, fiz pipoca para honrar nosso começo. Usei um vestido vermelho e uma calcinha que dizia "come meu cuzinho". Ele ficou tão surpreso que quase rasgou o vestido antes mesmo de eu "assoprar a vela" dele. Consegui acalmá-lo, sentei em seu colo e deixei que o pau entrasse todo no meu rabinho enquanto eu cantava parabéns. Selamos a noite com beijos quentes no pescoço e na nuca, meus pontos fracos.

​Infelizmente, ele não teve coragem de me assumir. Com o tempo, entendi que aquilo foi uma fase excelente, mas eu precisava de algo sério, um relacionamento para chamar de meu. Foi quando conheci meu atual esposo, com quem sou casado até hoje. Não tenho mais contato com o Roberto, mas as memórias daqueles momentos incríveis jamais serão esquecidas.

​Beijos e até a próxima, se eu tiver coragem de contar mais!

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