Tive uma briga com meu marido e fomos dormir chateados um com o outro. Sei que todos pensam: "Normal, briga de casal". Apesar de me achar certa — e convenhamos, mulher raramente erra —, ele obviamente pensava o mesmo sobre a posição dele. Deitei nua, sentindo o calor da pele dele, e comecei a alisar seu corpo sem obter reação. Ele estava de costas, firme em seu orgulho. Temos o costume de deitar cedo; mesmo nas férias, o hábito de levantar com o sol fala mais alto.
Por volta das duas da manhã, o silêncio do quarto foi quebrado. Acordei sentindo a pressão de seu dedo invadindo meu cuzinho sem aviso. Aquela voz rouca, carregada de uma urgência autoritária, soprou no meu ouvido: "Quero comer teu cu". Não houve carinho, não houve preliminar romântica. E eu? Lindamente ignorei a falta de dengo. O que eu queria era o foder do pós-briga; é sempre mais intenso, mais cru.
Empinei a raba com vontade. Ele é um homem imponente, um negão de 1,85m com um membro proporcional ao seu tamanho: enorme e grosso. Eu, a Cássia, sou uma mulher branca de 1,45m, toda pequena e delicada. Quando casamos, eu já sabia que teria que aguentar firme as "pauladas" da vida.
Ele introduziu aquele mastro no meu rabo sem pena. Mantive a pose, mas meu corpo tremia com a invasão. Ele dava cutucadas profundas, rítmicas, como se estivesse contando cada estocada. Geralmente ele é rápido na mecânica, mas dessa vez o tempo parecia dilatado. Ele mandava eu empinar mais, dizia que ia empurrar o "Luluzinho" até o talo. Segurou minha anca com força, deixando as marcas dos dedos na minha pele clara. Eram estocadas secas, fortes, que pareciam gritar: "Eu estou certo nessa briga!". Claramente, aquelas penetrações tinham um significado diferente do cotidiano. A cada impacto, eu só conseguia pensar: "Vou arrumar mais briga, com certeza!". Minha bochecha nem foi escalada para esse jogo das pazes; o foco era total no meu canal mais estreito.
Perto do ápice, ele começou a ditar as regras: disse que me comeria mais tarde, ao voltar do trabalho, e ordenou que eu pedisse. Eu mal conseguia processar as palavras, apenas gemer. O pau grosso no meu butico rosado causava aquela dor aguda que se mistura ao prazer proibido, agravada pelo fato de ser a seco. Respirei fundo, entregue, e disparei: "Come meu cu, porra! Come logo!". Repeti até que senti o jato quente de esperma inundando meu interior.
Terminado o ato, ele não me beijou. O clima de guerra ainda pairava no ar. Ele foi para o banho e eu sentei no vaso, sentindo o excesso escorrendo. Quando ele saiu do box, o pau ainda estava teso, desafiador. Ele o guiou até minha boca e eu engasguei. Meus olhos lacrimejaram enquanto ele segurava minha cabeça contra o Luluzinho, mas eu continuei, dominando aquele gigante com a língua até ele vibrar.
Na hora de sair para o trabalho, ele veio se despedir com um sorriso de canto de rosto. Disse que ainda havia "pendências" das pazes a serem sanadas. Entendi o recado e paguei o juro ali mesmo, mamando-o mais uma vez. Senti minha boca quente envolver toda aquela extensão até ele soltar um gemido baixo.
Agora estou aqui, com o cuzinho um pouco "dodói", mas já preparando o terreno para o segundo round. Fica a pergunta: o sexo após as brigas é sempre melhor por causa dessa descarga de adrenalina e ego? O que vocês acham?
