Pente e Rala no Ramal: Adrenalina Antes do Expediente

Um conto erótico de Binho
Categoria: Gay
Contém 427 palavras
Data: 18/05/2024 14:17:54
Última revisão: 21/03/2026 19:48:15

Olá, sou o Binho. Sou negro, tenho 1,90 m e sou gay — daqueles que dão "mancha", porque "pinta" é para os fracos, rs. Quero compartilhar um evento verídico que ocorreu há cerca de cinco anos.

​Indo trabalhar pela manhã, como de costume, peguei o trem pela agilidade e por morar perto da estação. Cerca de duas estações depois, entrou a "perturbação" que quero contar: um homem branco, alto, sem barba, aparentando entre 28 e 30 anos. Lindo e com um volume que prometia uns 20 cm — isso é o que eu chamo de visão além do alcance!

​Ele parou bem na minha frente. Claro que olhei, e ele retribuiu o olhar. A viagem seguia e o cara não parava de mexer no pau (atenção: quem não sabe, ajustar o volume toda hora chama muito a atenção de um gay). Nossa, eu perdi a linha e fiquei encarando. Percebi que era proposital. Abri minha galeria de fotos no celular e contra-ataquei: comecei a mostrar, de forma explícita, minhas fotos nu, de rabo de lado, deitado de bruços... Como eu estava sentado e ele em pé, facilitava a visualização das imagens.

​Com a armadilha pronta, ele se aproximou mais. Segurei na barra de ferro próxima e ele, malandramente, encostou ali também. Óbvio que minha mão roçava com vontade no pau dele, que já estava teso. Ele fez um sinal com a cabeça para sairmos na próxima estação — uma daquelas de integração, onde os ramais se cruzam e os banheiros permitem um "pente e rala" rápido.

​Ele saiu e eu o segui. Entramos no banheiro e ele me colocou sentado no vaso sanitário. Abriu a calça, botou aquela piroca para fora e eu caí de boca. Em lugar público não se pode perder tempo, senão aparece alguém expulsando a gente! Mamei, lambi e chupei com vontade, como um bezerro desmamado. Como eu não tinha tomado café da manhã, aproveitei para saborear aquela jeba branca e enorme.

​Ele gozou na minha boca, mas eu não tive coragem de engolir; acabei cuspindo. Ele ainda queria me comer, e eu até queria dar o cuzinho para ele, mas estávamos sem camisinha e achei melhor não arriscar. Ele foi embora e eu também saí, voltando para a plataforma. Afinal, precisava retomar o itinerário e trabalhar. Cheguei atrasado, mas o percalço valeu a pena!

​Até hoje não sei o nome dele e nunca mais o vi no trem. Não trocamos contato, mas ficou a experiência de uma loucura logo cedo. O dia, com certeza, fica muito melhor e mais animado depois de uma dessas.

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Comentários

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Parabéns pelo Conto,, estou em busca de novas amizades para conversar e quem sabe algo mais juniordasilva76@yahoo.com Em Porto Velho,,,,

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Se eu for computar quantas vezes eu dei ou chupei, sem dizer uma palavra (quanto mais perguntar o nome), neste tipo de situação, provavelmente seriam mais de 50 vezes. É bem normal isso, diria que é até a regra.

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