Olá, sou o Binho. Sou negro, tenho 1,90 m e sou gay — daqueles que dão "mancha", porque "pinta" é para os fracos, rs. Quero compartilhar um evento verídico que ocorreu há cerca de cinco anos.
Indo trabalhar pela manhã, como de costume, peguei o trem pela agilidade e por morar perto da estação. Cerca de duas estações depois, entrou a "perturbação" que quero contar: um homem branco, alto, sem barba, aparentando entre 28 e 30 anos. Lindo e com um volume que prometia uns 20 cm — isso é o que eu chamo de visão além do alcance!
Ele parou bem na minha frente. Claro que olhei, e ele retribuiu o olhar. A viagem seguia e o cara não parava de mexer no pau (atenção: quem não sabe, ajustar o volume toda hora chama muito a atenção de um gay). Nossa, eu perdi a linha e fiquei encarando. Percebi que era proposital. Abri minha galeria de fotos no celular e contra-ataquei: comecei a mostrar, de forma explícita, minhas fotos nu, de rabo de lado, deitado de bruços... Como eu estava sentado e ele em pé, facilitava a visualização das imagens.
Com a armadilha pronta, ele se aproximou mais. Segurei na barra de ferro próxima e ele, malandramente, encostou ali também. Óbvio que minha mão roçava com vontade no pau dele, que já estava teso. Ele fez um sinal com a cabeça para sairmos na próxima estação — uma daquelas de integração, onde os ramais se cruzam e os banheiros permitem um "pente e rala" rápido.
Ele saiu e eu o segui. Entramos no banheiro e ele me colocou sentado no vaso sanitário. Abriu a calça, botou aquela piroca para fora e eu caí de boca. Em lugar público não se pode perder tempo, senão aparece alguém expulsando a gente! Mamei, lambi e chupei com vontade, como um bezerro desmamado. Como eu não tinha tomado café da manhã, aproveitei para saborear aquela jeba branca e enorme.
Ele gozou na minha boca, mas eu não tive coragem de engolir; acabei cuspindo. Ele ainda queria me comer, e eu até queria dar o cuzinho para ele, mas estávamos sem camisinha e achei melhor não arriscar. Ele foi embora e eu também saí, voltando para a plataforma. Afinal, precisava retomar o itinerário e trabalhar. Cheguei atrasado, mas o percalço valeu a pena!
Até hoje não sei o nome dele e nunca mais o vi no trem. Não trocamos contato, mas ficou a experiência de uma loucura logo cedo. O dia, com certeza, fica muito melhor e mais animado depois de uma dessas.
