​O Aniversário da Gaby: Desejos Revelados - Parte 2

Um conto erótico de Carlos
Categoria: Grupal
Contém 840 palavras
Data: 17/05/2024 07:51:23
Última revisão: 21/03/2026 19:46:12

Quem leu a história que contei sobre o aniversário da Gaby sabe que fui barrado da festa privada dela com a minha esposa. No término do relato, eu lutava para pegar minhas roupas para trabalhar, já que estava atrasado. Quem não leu, por favor, convido a ler: "Fui barrado na festa particular da Gaby".

​Naquela manhã, trabalhei com a mesma roupa com que fui à festa; ainda bem que ninguém percebeu. Gaby estava de folga e passei o dia um pouco frustrado, não nego. No final da tarde, voltei para casa e minha mulher me recebeu com um beijo, sem dizer nada. Tomei banho, fui procurar o que comer e o clima era de silêncio total, até que Alice me pegou pelo braço e me levou até a sacada da sala. Olhando para o horizonte, ela quebrou o silêncio e disse que não sabia explicar o ocorrido, mas que nunca tinha me traído; tudo aconteceu no impulso, de forma inexplicável.

​Confesso que eu não sabia o que falar. Perguntei se ela tinha gostado da experiência e ela disse que sim, que teve orgasmos como nunca antes, algo diferente de tudo o que já tinha vivido comigo. Garantiu que não estava bêbada, que lembrava de tudo e que queria convidar a Gaby para um happy hour na nossa casa.

​Aceitei sem pestanejar e não fiz qualquer comentário além do "sim". O dia chegou e Alice estava visivelmente animada. Compramos uma caixa de espumante, montamos uma mesa de frios e a secretária não foi trabalhar naquele dia; tudo pronto para receber nossa amiga.

​O interfone tocou e autorizamos a entrada. Quando abri a porta, Gaby estava divina: saia jeans justa, top amarelo, tênis branco e uma "cara de cachorra", rs. Ela usava um perfume envolvente. Convidei-a para entrar, Alice a abraçou e começamos a conversar. As bebidas logo rolaram — o barulho de uma garrafa de espumante abrindo é maravilhoso. Entre gargalhadas, Gaby tentou iniciar uma explicação sobre o que aconteceu no aniversário dela, mas Alice colocou a mão em sua boca, pediu para ela não falar e disse que aquela resenha era para "me redimir".

​Eu, Carlos, fiquei sem entender nada. Alice me chamou para perto e, de pé diante dela, vi minha esposa abrir minha bermuda e colocar meu pau para fora. Ela começou a beijar e alisar, olhando nos meus olhos. Colocou a taça na mesa e iniciou um boquete; a boca dela estava quente, e meu pau crescia a cada toque. Gaby observava tudo, em silêncio. De repente, Alice parou, esticou as mãos para a Gaby, puxou-a, beijou sua boca e ofereceu meu pau para ela, que prontamente começou a me chupar também.

​A mamada da Gaby era diferente; ela deixava o pau ir fundo na garganta, com os olhos lacrimejando, engolindo e olhando para minha mulher. Nessa hora, deixei a bermuda cair. Elas alternavam: ora uma na cabeça, outra na bolsa escrotal, e as bocas se encontravam em beijos sobre o meu corpo. Nunca tinha sido chupado por duas mulheres ao mesmo tempo.

​Minha mulher estava visivelmente excitada e me surpreendeu novamente. Elas pararam, começaram a se beijar e a despir uma à outra. Alice tirou o vestido rapidamente e, quando Gaby ficou nua, Alice a colocou de quatro no sofá. Lambeu seu cu e sua buceta, depois pegou meu pau teso e o guiou para a bucetinha rosada e apertada da Gaby. Ela gemia, dizendo que eu era gostoso. Minha esposa beijava a boca dela e apalpava seus seios enquanto eu segurava a cintura daquela deusa, empurrando com força.

​Alice tirou meu pau, chupou mais um pouco, deixando-o bem lubrificado, e o posicionou na entrada do cuzinho da Gaby. Ela rebolou e Alice me incentivava: "Come o cu dessa puta, come o cu dela, mô! Empurra tudo nesse rabo, mostra que o meu pau é grosso e gostoso!". Aquelas palavras me enlouqueciam. Gaby repetia: "Ai, meu cuzinho... ai, meu cuzinho!". Alice entrou embaixo da Gaby e iniciaram um 69; nossa convidada gemia alto, toda arrepiada. Estava gozando — a loucura que todo homem sonha viver.

​Depois, Alice mandou eu deitar no chão da sala e convidou Gaby para sentar na minha piroca. Alice agachou sobre o meu rosto; restou-me chupá-la enquanto sentia a cavalgada da Gaby. Eu precisava me controlar para não gozar. Elas se beijavam e eu vivia um momento ímpar, sem qualquer diálogo prévio ou planejamento. Tudo aconteceu de forma inédita.

​Levantei e elas ficaram agachadas, de bocas abertas. Eu, de pé, me masturbei e gozei nelas. Elas disputavam o esperma e, de forma ordeira, deixaram meu pau limpo. Depois, trocaram a porra através de um beijo. Voltei para o sofá, peguei meu espumante e comi algo enquanto elas continuavam se chupando no chão da sala. Haja fôlego!

​Gaby tomou banho com a Alice e dormiu conosco na nossa cama. Desta vez, não fui barrado, rs. Gaby virou a melhor amiga da minha esposa e do nosso relacionamento; vive na nossa casa. Acho que vamos virar um trisal; a proposta foi feita pela Alice à Gaby.

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Comentários

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Homem de sorte, ter duas gostosa na vida, eita trem bom

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