A Cuidadora

Um conto erótico de Ana Uergs
Categoria: Heterossexual
Contém 2447 palavras
Data: 14/05/2024 10:48:48

Quando a vida desde muito cedo não tem tanto sentido assim a gente faz algumas loucuras, as vezes para se sentir viva, outras vezes pelo puro entretenimento. Eu no auge dos de meus 24 anos já estava assim, ferrada. Nasci em uma família, desculpa o termo, FUDIDA. Meu pai alcoolatra, minha mãe funcionara doméstica, coitada cuidava mais da casa e dos filhos dos outros que das suas próprias coisas. Tenho dois irmãos, um viado que pegou HIV antes de completar 20 e outro tá preso tem 2 anos por latrocínio. Então aí você ver que eu não tinha muitas chances para dar certo.

Estudei até onde me deixaram estudar, tinha que começar a trabalhar para colocar dinheiro em casa para o puto do meu pai gastar com cachaça e sinuca. Chorava todos os dias a vida. Já tinha trabalhado de garçonete em alguns lanches aqui da cidade, mas tudo emprego corriqueiro, quando o lanche abre a procurar é grande, depois de alguns meses cai na mesmice e os donos tem que dispensar os funcionários. Trabalhei como servente, odiava muito aquilo. E agora surgiu essa vaga de cuidadora, fui indicada por uma amiga da minha mãe, parece que a família necessita de alguém disposta a cuidar de um velho de forma integral, ou seja, 24h por dia, então isso significa que estou ferrada, já não vou ter tempo para minha vida social.

- Olá dona Márcia, sou Bianca vim para a entrevista de emprego de cuidadora.

- Entra Bianca, seja bem-vinda. Vamos conversar no sofá. – Diz a dona, que me leva até a sala, onde havia um sofá-cama impecavelmente ajeitado e alguns pufes ao redor. Acho que ela gosta de brincar com a decoração.

- Tudo bem, me diga seu currículo.

- Bom, tenho 24 anos, estudei até a 8ª série, mas gosto muito de aprender. Eu me sinto bem com crianças e com velhos, então acho que posso lidar bem com a senhora e com o meu patrão.

- Ah sim, mas os cuidados serão para meu pai, que sofreu um AVC há alguns meses es está debilitado em uma cama.

- Oh, claro, eu sei me adaptar bem a situações complicadas.

- Tem experiência cuidando de alguém?

- Ah não, desculpa, nunca tive. Mas sei fazer alguns cursos básicos de cuidado integral, e sei me ajudar de alguma coisa.

- Tudo bem querida. É só um período, e acho que você se sairá muito bem.

- Obrigada, obrigada, senhorita, eu aceito.

- Vamos aqui dentro deixa ti mostrar a casa e meu pai.

A casa era simplesmente espetacular, decorada em todos os detalhes, parecia casa de filme. Muitos quartos e no final do corredor tinha o quarto do velho. Dona Marcia abriu a porta.

- Aqui é o quarto do meu pai, espero que te agradem.

Havia uma cama hospitalar e um velho deitado sobre, com travesseiros entre as pernas, de fralda e camisa, não usava a parte de baixo das vestimentas. O velho parecia assistir a televisão em um canal aleatório. Mais ao lado uma cama de solteiro com cobertores e travesseiros.

- Bianca aqui você vai ficar com meu pai, é necessário que durma aqui com ele pois as vezes ele bronco aspira e pode morrer engasgado. Como ti falei ele teve AVC tem 3 meses, está fazendo fisioterapia, ele consegue entender e compreender algumas poucas coisas que a gente fala. É muito teimoso, principalmente na hora de tomar banho ou trocar a fralda, coitado, foi um baque para ele, tem 60 anos e era ativo demais, corria, trabalhava e então foi acometido por isso.

O velho não era tão velho não era tão velho assim, cabelos grisalhos, pele ainda eslastica, tinha até alguns músculos, dentes todos perfeitos, tava mais para garanhão do que pra velho.

- Bom, meu pai, Bianca é a nova cuidadora que vai cuidar de você. Espero que vocês se dêem bem.

- Ahhhhh, hnnnnn, ahhhh.

- Então Bianca infelizmente não vai ter outra cuidadora pra ti ensinar as coisas, pq a antiga teve que se mudar, mas ela adorava o trabalho aqui com meu pai, também era novinha assim como você, levou um certo tempo para pegar o jeito, mas depois era só maravilha. Bom vou deixar vocês pois preciso ir me arrumar para ir trabalhar também. Durante o dia a casa fica praticamente sozinha, fica somente o caseiro. Então enquanto não estiver auxiliando meu pai você terá um tempo livre pra estudar se assim quiser.

- Ótimo, obrigada senhora, acho que agora vamos dar oi. – Sorri pra ele e acariciei sua perna.

- Ele não gosta quando o tocam sem permissão, então melhor avisar a primeira vez, vai dar tempo pra ele entender que vai ser a nova cuidadora, pois ele ficou triste demais quando a outra partiu.

- Claro, obrigada, entendo.

- Bom, te deixo então, volto as 18h.

O tempo foi passando e o velho começou a fazer ruídos estranhos.

- Oi seu Antenor, tudo bem, o senhor tá precisando de algo?

- ahrgahh ahhh ahrrrgaha

Fome não poderia ser pois ele comia através de uma sonda que ia liberando a comida aos poucos. O que mais poderia ser, será que ele tá cagado?

- Ah meu Deus, Antenor, está cagando não está? – Perguntei a ele.

- Hhnnnnn

- Não precisa ficar com vergonha, tudo bem, vamos nos acostumar um com o outro. – Falei e peguei seus quadris a erguendo. – Pronto, agora você não vai ter que mexer, ainda vou tirar sua fralda.

Abri a fralda lentamente, e dava pra ver que ele estava mijado, outra coisa que também dava para ver era o tamanho do pau do velho. Caramba que coisa grande, estava flácido, mas ainda assim era grande demais para eu imaginar como seria ele duro.

- Hhnngh.

Tirei toda a fralda e com alguns lenços úmidos comecei a limpar a região do quadril, aos poucos fui chegando para próximo do pau dele. Não tinha muita vergonha, peguei o pau do velho em minha mãos, dava pra sentir o peso dele mole, nunca na minha vida tinha visto um pau tão grande. Com a outra mão ia passando o lenço em volta do pau para limpar e para minha surpresa o pau começou a crescer. Olhei para o velho que aparentemente continuava com os olhos vidrados na televisão. Voltei a olhar praquele pau, ele crescia, crescia e ainda crescia. A cabeça do pau do velho rosava, comecei a ficar nervosa, não esperava que fosse um pau tão grande, eu nem sabia que existiam tantos paus tão grandes.

- ahhhhh hnngaaaaahhh

- Tá gostando Antenor, seu pau tá gostando? – Perguntei a ele.

- Hnnngaaahhh

Era um pau que eu teria dificuldade em acariciar com duas mãos, tinha quase 20cm de comprimento.

- Hmmmm

Parei de olhar o pau e levantei o olhar, e vi que o velho tava olhando pra mim.

- Está vendo, seu pau quer me mostrar, eu acho que deveríamos fazer um acordo, acho que você tem muitas vontades, eu tenho também, por isso a gente se entenderia bem, não acha?

- Aghhhhh

- Tudo bem, vou começar a brincar com o seu pau agora. E você promete que serei a melhor cuidadora, preciso desse emprego.

- Aahhhhhhhhhhh

- Ok, se você concordar, já vou começar a brincar com você.

Peguei a cabeça do pau dovelho e fiz pressão com a palma da minha mão.

- Hnnn, hhhnnnn

- Está gostando Antenor?

- Ahhhhhhh

Comecei a passar a mão na cabeça do pau, deixei a mão úmida com saliva.

- Ahhhh hnnnn

- Está bom assim? – Perguntei o olhando.

- ahhhhhh ahhh ahhh

- Vou interpretar isso como um sim. – Respondi a ele.

Levantei minha blusa e deixei meu seio desnudo exposto para o velho, que ainda tinha o olhar focado em mim.

- O senhor gosta disso?

- ahhh ah aah aaahhhhhh

- Está bom, vamos continuar.

O pau do velho estava incontrolável, pulsava nas minhas mãos. Comecei a movimentar a mão mais rápido.

- Aaaahhh aaaahhh aaaahhh aahhhh

- Você gosta disso Antenor? – Perguntei o olhando e abrindo a boca, tentando me exibir ao melhor dos meus.

- hhhhhhnngaaaahhh

- Quer mais?

- aahhhhhhh aaaahhh

- Se eu continuar assim você gozara? – Perguntei o fazendo olhar para mim.

- aaaaaahhhh aaaaaaahhhhhhhhhh

- Você é bom, Antenor.

Continuei masturbando-o, mas aos poucos parecia que eu já não era capaz de acariciar todo o comprimento do pau, estava começando a ser impossível.

- Hhnnnn hhnnnnnnn

- Ahhh Antenor, eu também tô gostando, eu vou tentar fazer o seu pau gozar, mas acho que é tão grande, eu preciso colocar minhas duas mãos junto pra acariciá-lo.

- Ahhhhh

Aproximei mais o rosto daquele mastro, tinha um cheiro forte de sexo, abri a boca e dei leves beijinhos.

- Ahhhh hhnnnnnn

- Isso, você tá gostando, quer mais Antenor, quer que eu continue?

- hhnnnnn aaaaaahhhhhhhhhh

- Eu posso?

- Aaaaahhhhh aaaaahhhhhhhh

- Sim, sim, eu quero fazer, quero brincar com você.

- Ahhhhhhh

Deixei a língua afiada da minha boca roçar o mastro, deixei-a serpentear no mastro e então comecei a engolir-lhe o mastro.

- Aaaaahhh aaaahhh aaaaaaaaahhhh

- Hmmm

Nessa hora minha buceta estava pingando. Olhei para os monitores do velho e vi que a pulsação estava em 162, o coração dele tava batendo feito um maluco. Mas eu não queria parar. Subi na cama afastei a calcinha para o lado e encaixei aquela tora na entrada da minha buceta molhada.

- Aaaaahhhhh aah ahh

- Aaaaahhhhhhhhh

- Ahhh aaaaaahhhhh

Comecei a rebolar no pau de Antenor, deixei a ponta roçar a entrada, e depois comecei a inseri-lo devagar.

- Hmmmm

- Aaahhh aaaahhh aaaaa

- Você é bem-humm grande.

Comecei a rebolar no pau do velho.

Não sabia que ia encontrar algo tão bom nesse trabalho. Rebolei, pulei e quiquei em cima daquele pau.

- Diga seu Antenor, quanto tempo esse pau não vê uma buceta?

- Aaahhh aaaaa

- Tá bom, eu vou gozar, goze comigo.

Comecei a rebolar ainda mais forte, coloquei uma das mãos no seio enquanto a outra era usada para sustentar-me na cama.

O velho gemia forte e teve um espasmo contraiu todo o corpo, revirou os olhos e senti o seu gozo escorrer na minha perna. O filha da puta do velho tinha gozado, ele não tava tão imprestável assim então.

Ainda sentia ele duro em mim, continuei quicando forte eu queria gozar também.

- Ahh, ahhh aaaahh, ah ahhh

- Hnnngaaah

- Ahhh ahhh, eu vou gozar, ahh, ahh, ahh

- Ahhhhhhhh

Eu fui levada ao 7º céu. O gozo escorria pelo pau, meu corpo tremia, era sem dúvidas o melhor orgasmo da minha vida.

Minha vagina continuava contraindo o pau dele, pau de Antenor continuava pulsando.

Levantei e tirei o pau dele da vagina, comecei a beijar e lamber aquele mastro, tinha tanta porra na minha boca, era tudo tão bom.

Continuava lambendo e engolindo a porra do velho.

- Hmmmm

Olhei pro monitor da maca, a pulsação estava emOh Deus, você precisa descansar.

Subi mais um pouco na cama e cheguei próximo ao rosto do velho que me olhava fixamente nos olhos. Deixei pingar porra da minha vagina diretamente na sua boca.

- Olha seu Antenor, olha como o seu pau deixou minha bucetinha.

- Hnngaaaahhhhh

- Você gostou do meu show?

- Ahh, aaahhh

- Parece que sim, vamos descansar, precisamos descansar.

Deitei ali na cama com ele e fiquei acariciando aquele mastro até voltasse ao estágio de flácido e a pulsação do velho voltou para 80.

- Você foi incrível, não tinha pensado que poderia me divertir tanto aqui, acho que vamos nos dar muito bem. Quer que eu seja sua cuidadora seu Antenor.

Pude ver um leve sorriso no canto da boca do velho.

- Acho que já gostou, não foi?

- hnnngh

- Ainda tem muita coisa para fazer, vou te ensinar, te mostrar coisas interessantes.

- Ahhhhh

- Nossa, nosso primeiro dia de trabalho, foi bom.

Bianca não tinha certeza do que fazer com a vida, mas estava confiante que as coisas não iam ser tão ruins, tinha descoberto algo inédito, um mundo novo, novo para ela, e tinha a certeza de que seu trabalho seria bem interessante.

No final do dia dona Marcia chegou.

- Oi Bianca como foi o dia, como meu pai está?

- Bom, sim, tudo bem, nada de complicações, ele se portou muito bem. Adorei o emprego, tenho certeza que vamos nos dar muito bem. Não é seu Antenor?

- Hhnnnngaaaaahhhh

- Tá vendo, ele já me apelidou.

Marcia olhou para a garota fixamente.

- Acho que você fez um bom trabalho né Bianca?

- Sim, eu gostei muito.

Marcia olhou novamente para a garota se aproximou dela e falou bem perto.

- É grande né, sobretudo quando está duro, você deve ter ficado surpresa.

- Uau, sim, ele é grande, muito grande.

- E ele gostou de você, eu soube pelos monitores, você vai gostar, vai ser bem interessante.

Marcia se aproximou ainda mais da garota, pegou em sua mão e levou até um de deus peitos.

- Achei que você não iria querer ficar, mas acho que você sabe aproveitar a oportunidade.

A garota com a mão no peito grande Marcia

- Como faço pra aproveitar a oportunidade dona Marcia?

Marcia deixou a mão da menina descerem por baixo da saia, chegou na calcinha e deixou a garota sentir, ela também estava muito molhada.

- Aqui nós gostamos de pessoas que são polivalentes. Pegou a mão e tirou cabelo da garota que caia sobre o seu rosto.

- Hummmmm

Marcia pois a calcinha de lado e sentiu o dedo de Bianca tocar sua buceta, puxou o rosto da garota mais para próximo.

- Hoje você fudeu direitinho com meu pai, amanhã você vai fuder comigo, ouviu.

- Hmmmm

Bianca começou a massagear a buceta de Marcia, a mulher gemia.

- Tudo bem dona Marcia.

A garota aumentou a intensidade da massagem com a mão, Marcia já estava com as pernas trêmulas e caiu em um gozo.

- Ahhhhh.

Bianca pegou a mão, e levou a boca, lambendo a mão toda.

- Hmmmm

- Você é nossa putinha.

Marcia olhou para o pai e falou, encontramos papai. Deu um último beijo em Bianca e falou:

- Ele adora um boquete antes de dormir.

Foi até a cama de seu pai, desabotoou a fralda e o pau do velho saltou para fora, extremamente duro. Ela olhou para seu pai, baixou a cabeça e abocanhou o pau do velho.

- Hhnnnnggaaaaaaaahhh

Bianca também olhou.

- Ahhhh

Ela observava a filha do velho chupar o pau e se aproximou.

- Tome Bianca, as vezes ele demora bastante e fico cansada. Termine e deixe ele dormir.

Marcia deixou aquele pau duro entrar e sair da sua boca, depois pegou no pescoço da garota, guiando-a até o pau.

Bianca pegou, Marcia puxou sua cabeça, forçando-a a engolir todo aquele mastro.

- Hhngaaaahhhh

- Você é sua putinha Bianca, é uma boa putinha, não é?

- Ahhhhhhh aaaaa

- Acho que ele gosta de você, ele já gozou hoje, e não foi por minha causa.

Bianca lambeu a cabeça do pau e depois começou a engolir, sentindo o mastro ficar maior dentro da sua garganta.

- Boa noite querida, boa noite papai.

Marcia saiu do quarto e deixou a garota terminar o serviço.

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