4 Dias de Sodoma e Gomorra no RJ - Introdução

Um conto erótico de LibertinoMor
Categoria: Heterossexual
Contém 1673 palavras
Data: 13/05/2024 19:21:12
Última revisão: 14/05/2024 12:51:20

As práticas infinitas da corrupção no Brasil, e a promiscuidade entre o público e o privado, o interesse particular e a res publica, espoliando as finanças do Estado e os recursos do povo, enriqueceram secretamente uma multidão de sanguessugas sempre atenta às calamidades públicas, que provocam e nunca aplacam, para tirar proveito com maiores vantagens. Dois desses atentos e expertos sanguessugas se conheceram em uma festa orgástica em 1989. Paulo era um aluno prodígio da Faculdade de Direito do Mackenzie. Aos 21 anos, filho de um General de Exército era uma pessoa de obstinação, foco e seriedade raros na sua geração. Seu pai costumava dizer que os jovens dos anos 80 só queriam saber de festas mas não sabiam organiza-las nem tinham recursos para tal. Paulo era muito diferente. Sempre bem vestido, usava terno e gravata todos os dias, desde que se mudou do Rio para São Paulo para o curso de direito em uma universidade "não comunista" como exigiu seu pai. Alto, forte, treinou wrestling na high School onde se formou em 1985 em Fort Lauderdale. Era um jovem bonito, asseado, bem vestido, culto e focado. Entre ele e Fabinho, talvez a única semelhança à primeira impressão, fosse a origem de família abastada. Fabinho era filho do dr. Comendador Fábio Mariani, empresário de grande prestígio na sociedade paulistana, dono de muitos imóveis, empresas de intermediação burocrática e regulatória junto a órgãos governamentais, além de advogado e investidor pioneiro da bolsa de valores. Fabinho era alto para um garoto de 14 anos, devia ter quase 1,80, a mesma altura de Paulo, apesar do físico ser bem mais descuidado, de um típico adolescente esfomeado e sedentário. A cabeleira cacheada e as sobrancelhas grossas, além do constante sorriso na cara davam pra ele um tom bonachão, divertido. Fabinho gostava de festa, rock n roll e estava começando a pegar as primeiras menininhas. Aquela foi a primeira festa "de adulto" que o dr. Fabio deixou o filho ir, agora que ele estava trabalhando nos negócios do pai e conhecendo o mundo real, estava na hora de Fabinho virar homem. Ele estava positivamente impressionado. Um casarão alugado na avenida Henrique Schaumann, modelos que poderiam ser vedetes de programas de tv e auditório, todos os homens de terno e gravata, lenços na lapela, abotoaduras, garçons de fraque e gravata borboleta servindo Veuve Clicquot em taças de cristais... Fabinho andava distraído pelo salão com uma taça de champanhe, a gravata frouxa, o colarinho aberto, sorriso largo na cara, quando viu um rapaz jovem, pouco mais velho que ele, vestido de forma impecável, o cabelo reluzente penteado para trás, sem um fio fora do lugar, conversando com seu pai e a mulher mais espetacular que Fabinho já tinha visto. Fabinho reconheceu a gostosa, era Luciana, ele tinha visto ela na capa de uma revista de mulher pelada há um ano e pouco atrás. O dr Fábio falava com a loirinha de vestido curto e decote quase até o umbigo segurando um copo de whisky na mão, a outra apertava a menina junto dele, o corpo dela de lado quase de costas encostado no dr Fábio, a menina sorridente, franja no rosto, cabelos loiros, olhos claros, ela tinha 19 anos. Dr. Fabio tinha 55 anos e cabelos brancos, sem barba, óculos grandes de armação preta pesada. Usava terno e gravata azul marinho, um lenço prata no bolso do paletó. A menina usava um vestido justo, brilhante, algumas jóias, elegante. Ele falava com a boca quase grudada na orelha da putinha se esfregando no coroa rico que bancava a festa. Era dezembro de 1989, festa de fim de ano dos executivos e funcionários de alto escalão das empresas do dr Fábio. Fabinho viu o pai com a loirinha saírem de mãos dadas no meio da multidão, subiram uma escadaria com um controlador de acesso. No fim do lance de escadas, já quase completamente encobertos pela penumbra, viu as mãos de dr Fábio entrando por debaixo do vestido da loira que subia os degraus na frente dele. Fabinho se aproximou do engomadinho que estava com eles, encostou no balcão do bar e disse se curvando na direção do outro

- Uooouu.. parece que o coroa se deu bem com a loirinha gostosa, hein?

- Presente do meu pai em agradecimento a oportunidade que o dr. Fabio me deu em São Paulo.

- Prazer eu sou o Fabinho. E você...?

- Paulo, em breve, dr. Paulo, advogado aduaneiro do dr. Fábio. Seu pai, certo?

- sim certo... Você é o filho do General? Meu pai, falou de você, disse que você é o cara com as forças de fronteira do exército, uma mina de ouro.

- Agradeço os elogios

Os dois quase imediatamente entenderam que seria bom manter um relacionamento próximo com o outro, mesmo que eles fossem muito diferentes. Seria um relacionamento de benefícios mútuos a longo prazo.

Quase 35 anos depois, Fabinho está no banheiro, assistindo no celular ele próprio comendo o cuzinho da filha de Antônio, seu amigo de infância. Ele assiste com um sorriso no rosto lembrando do fim de semana insano com o amigo, a filha dele e outras duas putinhas deliciosas em uma lancha em Santa Catarina. No vídeo Fábio mete no rabo da menina de quatro em um sofá gemendo, rindo e falando com o amigo

- Hein, Antônio? Você adora o cu da Letícia né? Mas o da Duda é o melhor kkkkk Cara, para de frescura e vem provar, seu cuzão

Ele filma o amigo enrabando a Letícia de quatro na outra ponta do sofá, ofegante, o olhar vidrado no rosto da Dudinha gemendo chorosa

- Mete, papai, vai mete no meu cuuuu - Fabinho segura uma gargalhada se masturbando. De repente o vídeo para e o telefone toca. Aparece escrito na tela "Dr Paulo RJ". Fábio para de bater a punheta e atende.

- Doutor Paulo, que honra!

- Como vai, Fábio Junior?

Sempre foi uma piada dos dois essa maneira de chamar Fábio aproveitando a coincidência com o nome do cantor.

- Vou bem, doutor, data vênia, não como o excelentíssimo nem como sua esposa, mas quem sabe um dia.

Imediatamente após a piada infame, Fábio percebe a gafe em mencionar a esposa morta.

- Opa, desculpe a brincadeira Paulo, me esqueci do ocorrido.

- Acontece, Fabinho, não me importo... Mas e a gostosa da Roberta, como vai?

Os dois dão risadas, trocam mais algumas amenidades, brincadeiras de tiozão. Doutor Paulo ligou para desejar um feliz Aniversário para o velho doutor Fábio, completando 89 anos acamado, o alzheimer já avançado. Eles conversam sobre negócios, política. Fabio pensa em ir passar um fim de semana no RJ, visitar o velho parceiro, exibir a Duda para o velho putanheiro, quem sabe envolve-lo em uma trepada a três, Dr Paulo, Duda e ele. Lembra que o advogado tem uma filha

- E sua filha como está, doutor?

Do outro lado a ligação emudece. Fabio abre o Facebook e procura o perfil de doutor Paulo. Encontra e procura nas fotos. A última foto com a menina é de agosto de 2016, aniversário de 10 anos da Carol. Faz as contas mentalmente.

- Hein, Paulão? Tá aí velho safado?

Silêncio. Ele abre o Instagram e digita o nome da Carolina e o sobre nome do dr Paulo. Depois tenta Carol e o sobrenome da mãe falecida. As fotos do perfil imediatamente arrancam um largo sorriso de Fabinho.

- Tava precisando ir ao Rio, dr. Paulo. Acho que seria bom tomarmos um whiskinho juntos que tal?

- Olha, Fábio, tua fama te precede. Achou alguma foto da Carolina aí né? Devagar com o andor que o santo é de barro, canalha!

- Meu parceiro de negócios, meu amigo! Você faz mal julgamento de minhas intenções. Vou te mandar aí no Whatsapp um vídeo de uma viagem que fiz para Santa Catarina, eu um velho amigo, a filha dele e duas amigas. Acho que o doutor vai gostar do que vai ver, pensei em levar essa turminha pra conhecer o Leblon, a high society carioca... Assista o vídeo e depois falamos.

Se despedem, desligam. Fabio envia o vídeo e escreve

"Comigo, o doutor pode ver a Dudinha, filha do Antônio, de pé na outra ponta do sofá engatado na Letícia. Ao fundo, no banheiro, se observar atentamente verá uma moreninha pelada e tatuada de nome Maria Rita. Aguardo o convite kkkkk" minutos depois.

Do seu apartamento, dr. Paulo assiste o video sorrindo. Esconde o celular embaixo da almofada e chama Carol.

- Carolina, vem aqui agora.

Carol sai do quarto alguns segundos depois, shorts jeans por cima de um body preto, justo. Ela encosta no batente que divide a sala de estar e o corredor que leva às suítes, só metade do corpo aparece.

- O que é?

- O que é, Carolina? Você está achando que está falando com quem?

- Desculpa... O que foi? Aconteceu alguma coisa?

- Sim, Carol... Preciso de uma ajuda sua

Ela caminha lentamente até ele, um pouco desconfiada.

- O que você quer?

- Tira a roupa, por favor.

- Ah, sério??? É isso?

Ela bate o pé no chão e as mãos nas pernas.

- Carol é só uma chupeta, meu amor, não faça escândalo.

- E eu tenho que estar pelada?

- É, meu anjo, seu corpo me excita muito e assim eu gozo mais rápido.

Ela tira a roupa no meio da sala de estar a contragosto. Ajeita o cabelo em um no atrás da nuca. As marquinhas de biquíni, o corpo delicioso, a bucetinha totalmente depilada, só uma rachinha deliciosa. Dr Paulo abre a bermuda e abaixa o suficiente para o pau duro ficar à disposição de Carolzinha que ajoelha no tapete felpudo. Dr Paulo se curva na poltrona e da um tapa ardido na bunda gostosa

- Empina esse rabo e mama bem gostoso, minha princesa

Carol obedece e começa o boquete caprichado. Discretamente Dr Paulo tira uma foto pegando o alto da cabecinha de Carol, as mãos no joelho, a bunda pra trás com a marquinha do fio dental no cu delicioso. Manda para Fabinho e escreve

"Essa foto você não acha nas redes sociais da Carol. Na semana do dia 12/05 como está sua agenda?"

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