Hoje quero começar dizendo que não se pode ganhar todas, e não vou privar meus fãs das histórias ruins. Enfim, vamos ao relato. Para quem nunca leu meus contos, sou a Su: morena, linda, gostosa, sexy e atraente — meu namorado diz e eu acredito. Este relato aconteceu enquanto eu comemorava o Dia das Mães em família.
Recebi um convite tentador; o povo sabe o meu ponto fraco e começa logo por ele. "Vem tomar um vinho comigo", dizia a mensagem no WhatsApp. Não resisti. Marquei um encontro próximo de onde eu estava e pedi para meus familiares olharem as crianças com a clássica desculpa de que iria comprar vinho. E fui. Entrei no carro: beijo na boca, mão boba, boca boba e lá fomos para a tal adega. Tudo foi tão rápido que nem tive tempo de avisar meu namorado — ele não tem saído de casa, como já falei antes, pois está "dodói".
Na adega, escolhi o vinho. O "abençoado" foi buscar e pediu para eu esperá-lo no banco de trás do carro. Eu estava com um vestido longo; não planejava sair com ninguém, pois geralmente coloco um mais curto e fico logo sem calcinha. Na volta, ele dirigiu para uma rua mais deserta, passou para o banco de trás e voltamos a nos beijar. Mas, sei lá, não deu liga. Não tinha química, a pegada não estava como eu desejava. Ele baixou a parte de cima do vestido, chupou meus seios e, novamente, não senti nada. Ele me deitou, tirou minha calcinha e... nada. Que chupada sem graça! Eu precisava sinalizar onde beijar, onde tocar... Gente, eu deveria estar fora da "órbita tesão" ou ele é muito ruim. Já tínhamos saído antes, então quero acreditar que apenas não era o dia.
O sexo também não rolou. Ele sentou e eu fiz o que mais amo: mamei, chupei gostoso. Ele gozou na minha boca e, para surpresa de ninguém, foi horrível; até o gosto estava ruim. Claro que engoli tudinho e deixei o pau dele limpinho.
Dei a desculpa de que precisava voltar, já que a justificativa oficial era a compra do vinho — e festa de família sem vinho é um absurdo, pois não gosto de cerveja. Me ajeitei, passamos para o banco da frente e ele me deixou na rua próxima ao local onde eu estava. Peguei o vinho, agradeci e voltei para a comemoração. O telefone tocou; era ele dizendo que "amou cada detalhe e que está louco para ter mais tempo em um motel". Fui sincera e falei que não gostei, mas que poderíamos marcar algo depois. Ele pediu para se redimir e acertamos um próximo encontro — que seja perfeito! Tomei o vinho, olhei para a taça e pensei: "Só tu mesmo para me fazer cometer loucuras". O vinho, sim, estava uma delícia.
Hoje cedo, meu amor perguntou como foi meu Dia das Mães. Queria saber da comemoração, como a sogra estava... contei tudo e mencionei que tinha saído com um amigo. Contei que foi ruim, que não teve química; falei com detalhes, porque é assim que funciona entre nós. Ele aceita que eu saia com outros homens, mas com uma condição: que eu relate tudo. Meu desejo é chupar uma "ppk" na frente dele, mas, por enquanto, sou obrigada a contar minuciosamente o que aconteceu. Às vezes, até ligo para ele, deixo no viva-voz e ele fica ouvindo os ruídos, os gemidos e os estalos das palmadas que gosto de levar na cara ou na bunda.
Ele disse que é assim mesmo, que tem dia que a química não bate, e sugeriu que eu tente com outro; talvez assim consiga gozar gostoso. Eu tenho um relacionamento maravilhoso, então, óbvio que vou seguir o conselho dele e arrumar outro. Tomara que sejam dois "negões" — o primeiro eu já tenho, só falta o segundo — para que ele possa se recuperar e assistir de camarote às maldades que eles farão comigo.
Beijão e até a próxima!
