Sou privilegiada: tenho um namoro aberto e sou cortejada por um negão gostoso que quer me chupar na cama dele. Como tenho tido dias corridos, ele me atenta diariamente, logo pela manhã, com mensagens e áudios. Nestes últimos dias, quase não tive tempo para cuidar do meu namorado, que ainda está "dodói" com uma fratura no tornozelo. O corre-corre entre casa, trabalho e filhos já é o suficiente para tomar todo o nosso tempo, integralmente.
Ontem, 09 de maio de 2024, não foi diferente. Eu estava saindo de um plantão de 24h e o ataque malicioso foi duplo: dois áudios extensos e detalhados de como ele quer me pegar. Imagine: quase trinta dias sem ser penetrada, vivendo de masturbação, e o cretino do negão — que tem uma piroca enorme que já senti na boca, no cuzinho e na minha grutinha — enviando áudios com aquela voz grave, logo cedo, dizendo tudo o que quer fazer. E detalhe: na cama dele, o casado canalha! Impossível não ficar excitada. Calcinha molhada e eu completamente desorientada, porque o fetiche de ir à casa dele é envolvente. Tenho esse desejo de transar na cama dele; tudo o que é proibido é maravilhoso.
Enfrentei as ruas quase voando até a casa do meu namorado, que vou chamar de Beto. Cerca de 120 minutos depois, cheguei à casa do meu amor me sentindo uma boneca inflável. Ele me beijou, me colocou de joelhos e abriu a bermuda — estava sem cueca, à vontade em casa — e enfiou o pau na minha boca. Não deixou nem eu tomar banho; disse que queria me provar assim, direto do trabalho. Voltando ao que interessa: depois de duas mamadas, ele me deu uns três tapas na cara, puxou meu cabelo e, com o dedo em riste, ordenou: "Chupa até eu gozar na sua boca!".
Gente, pensem comigo: áudio de putaria na mente e sem sexo há dias... óbvio que mamei lindamente. Obedeci à risca: engoli o pau dele, chupei as bolas e abocanhei tudo até ele se estremecer inteiro, pressionando minha cabeça contra o piru e gemendo alto. Ele soltou o jato de porra na minha boca; veio até lágrima nos olhos, mas eu encaro e não perco uma gota. Engoli aquele esperma todo. Caiu um pouco no meu rosto, passei o dedo e lambi; tinha muito! Voltei a chupá-lo para deixar o "luluzinho" dele limpo.
Levantei do chão — isso tudo na sala — levei mais dois tapas na cara e ele mandou eu tirar a roupa. Sou muito obediente: tirei tudo e fui para o quarto. Já na cama, deitei arreganhada, peguei o celular e disse que teríamos uma surpresa. Ele veio até mim, encostou a muleta no canto da cama e caiu de boca na minha ppk suada. Ele queria prová-la pós-trabalho, disse que deveria estar salgadinha. Enquanto ele me chupava, dei o play no áudio do negão, que dizia: "Bom dia, puta. Quero te receber na minha casa e você virá de vestido. Vou te jogar na minha cama, você ficará de quatro enquanto levanto seu vestido, arranco sua calcinha e caio de boca na sua buceta e no seu cu. Quero chupar os dois alternadamente, e você estará filmando por cima do ombro e rebolando na minha cara".
O Beto, ouvindo aquilo, ficou louco. Perguntou se eu queria ir à casa do negão. Eu disse que sim! E que quero transar com os dois: chupar um enquanto sou penetrada pelo outro, e vice-versa. Ele ouviu minha vontade e começou a enfiar três dedos no meu cu enquanto chupava meu clitóris. Eu já não conseguia falar direito. Finalizei dizendo que quero os dois gozando na minha cara e voltei a ligar o áudio. O cafajeste continuava: "Depois da chupada, vou comer seu cu na minha cama e te arrastar até a cozinha para gozar na sua boca...".
Beto perguntou se eu realmente queria aquilo. Eu disse que sou perturbada diariamente por esse homem e que quero, sim. Ele autorizou, com a condição de que tudo seja filmado e eu detalhe como foi a visita. Prometi fazer tudo o que ele quer e gozei na boca do meu amor. Tivemos que parar porque os filhos dele chegaram da rua. Tomei um banho, me vesti e saí "puta" da vida porque não dei o cu como gosto e não sentei na piroca do meu namorado.
Voltei para casa para meus afazeres. À noite, com fone de ouvido, peguei meu brinquedinho e ouvi o áudio mais quatro vezes. Lembrava das perguntas do meu namorado e gozei gostoso, mordendo o travesseiro para não gritar. Relaxei e acabei dormindo, a ponto de sonhar com o cafajeste me comendo no cinema.
Hoje escrevo (10 de maio de 2024) este relato verídico para dizer: não perca a oportunidade de fazer uma loucura. Isso alimenta a alma, te faz feliz e rende histórias para contar no futuro. Fora que é prazeroso demais realizar fantasias.
Espero que tenham gostado. Até a próxima! Beijos da Su.
