Fiz o que meu marido pediu, mas há coisas que ele não pode saber

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 6070 palavras
Data: 10/05/2024 01:04:32
Última revisão: 15/05/2024 22:18:31

Todos os nomes que mencionarei no texto são fictícios, com intuito de preservar a identidade dos envolvidos.

---Contexto---

Meu nome é Suzane, tenho 29 anos e sou casada, além de ser mãe de uma linda filha. Eu e meu marido compartilhamos praticamente a mesma faixa etária. Nosso relacionamento começou enquanto ainda estávamos na faculdade, um período de descobertas e desafios para nós. O que alvoreceu como uma amizade próxima evoluiu para um amor profundo e duradouro.

A chegada da nossa filha marcou um ponto de virada significativo em nossas vidas. Descobrir a gravidez foi um misto de emoções, desde a surpresa inicial até a alegria e a responsabilidade que vieram com a notícia. Diante desse novo capítulo, decidimos que era o momento certo para formalizar nossa união. Assim, com apenas cinco meses de namoro, já estávamos planejando nosso casamento. Essa decisão rápida foi tomada com maturidade e certeza, pois estávamos convictos do amor profundo que nos unia. Apesar da conjuntura peculiar da gravidez, eu de fato estava casando com alguém que verdadeiramente amava.

Ele frequentemente me enche de elogios, de maneira peculiar, mencionando que meu cabelo foi a primeira coisa que o atraiu em mim. Descrevo-me com cabelos pretos, lisos e com leves ondulações nas pontas, que realmente são encantadores. Tenho 1,58m de altura, olhos castanhos, pele clara e sou magra, com seios pequenos e uma bunda generosa, especialmente devido à minha cintura bem marcado, uma característica que poucas pessoas percebem, principalmente porque minha profissão como professora de inglês requer um estilo mais formal e profissional no dia a dia. Contudo, quando me visto com roupas mais coladas, que ressaltam essas características, percebo o quanto chamo a atenção, tanto de mulheres quanto de homens. Mesmo assim, ainda que isso ocorra, sinto-me um pouco desconfortável, pois minha natureza é ser mais comedida. Talvez até goste da ideia de as pessoas não darem muita importância para minha aparência e surpreendê-las.

Como aspectos de personalidade, sou o que se pode considerar "nerd", uma alcunha que carrego desde jovem. Possuo formação em enfermagem pela universidade federal do meu estado e em língua inglesa por uma instituição privada, sendo essa última sendo a profissão que exerço. Mantenho o hábito de continuar estudando, e minha próxima meta é ingressar no mestrado. Essas características são compartilhadas com meu marido, que faz com que tenhamos uma vida social pouco movimentada, com poucos amigos. Nossa forma de lazer consiste em assistir a filmes e séries nos finais de semana e, sempre que possível, viajar.

Nossa vida sexual é bastante ativa, mantemos relações com considerável frequência. No entanto, havia uma lacuna em nossa relação que me causava insatisfação: o nosso sexo não correspondia totalmente às minhas expectativas. Não que ele fosse incompetente na cama, mas tive experiências sexuais no meu passado que me moldaram de tal maneira que um desempenho satisfatório não era suficiente para mim (se houver interesse, posso compartilhar essas experiências posteriormente). Essa questão foi o principal motivo que me levou a buscar orientação psicológica. Sob essa influência de minha psicóloga, propus diversas ideias alternativas para explorarmos juntos, tais como o uso de brinquedos sexuais, a experimentação de fantasias ou a mudança de cenários. No entanto, para o meu desagrado, ele sempre mostrou sua recusa a qualquer sugestão desse tipo, dizendo:

- Isso é coisa de puta.

- Não gosto de vulgaridade.

Essa postura machista provavelmente é influenciada pela sua família, que é muito religiosa, são judeus, embora ele mesmo não seja praticante. Isso se manifestava em sua inflexibilidade diante dessas questões, o que contribuiu para uma crescente sensação de frustração da minha parte. Reitero que ele não é ruim de cama, certamente agradaria à maioria das mulheres. O problema residia mais em mim do que nele. E sabendo disso, aprendi a lidar com a situação devido ao amor que nutro por ele.

Tenho uma predileção bastante acentuada pelo sexo anal. Sou daquelas mulheres capazes de engajar em relações sem penetração vaginal, apenas anal por horas a fio. Embora em nossas relações houvesse a prática, dista consideravelmente do nível que eu desejaria

Adquiri diversos vibradores e consolos, e quando estava sozinha em casa, tornou-se costume recorrer a esses brinquedos como forma de alívio. Comecei com tamanhos menores, por volta de 15 centímetros, e com o tempo aumentei até chegar aos de 25 centímetros. Logo percebi que não era apenas o comprimento que me proporcionava prazer, adquiri consolos mais grossos para satisfazer meus desejos, sempre querendo algo a mais.

Esses momentos sozinha não são tão frequentes, mas são muito aguardados por mim, quase como um ritual. Nos dias de terça a quinta-feira, não dou aula durante o período da tarde, coincidindo com o horário em que meu marido continua no trabalho e minha filha está na escola, pois estuda em período integral. Tomo um banho longo e demorado, logo em seguida, pego a caixa onde guardo esses objetos, muito bem escondida, que fica embaixo da última gaveta do guarda-roupa, sendo difícil remoção.

Deito-me na cama, retiro o roupão e assumo uma posição de lado. Pego um vibrador, coloco-o em minha boceta, ajustando para uma velocidade mediana. Em seguida, aplico generosamente lubrificante no consolo e começo a introduzi-lo em meu cu, bem devagar, aproveitando cada sensação. Permito que ele penetre completamente, até sentir a parte final do consolo pressionando contra mim, concomitantemente aumento a velocidade do vibrador até chegar ao máximo. Insatisfeita, coloco o consolo no chão e sento-me sobre ele, forçando-o ainda mais para dentro do meu cu. Geralmente, neste momento, experimento um orgasmo maravilhoso, uma explosão de prazer que me envolve por completo. Então, por fim, volto para o banheiro e aproveito a banheira para relaxar ainda mais. Encho-a com água quente, adiciono sais de banho perfumados e deito-me, permitindo que a água quente acalme meus músculos e minha mente. Ritual que ainda sigo até hoje.

O sexo anal é apenas um de meus fetiches, acompanhado por um desejo intenso de receber uma ejaculação o mais profundamente possível do cu. Principalmente quando percebo que há esforço para que o pau fique totalmente enterrado quando a pessoa está prestes a gozar. Adoro sexo sem frescura, onde nossos fluidos corporais não sejam um problema. Um beijo muito molhado ao ponto de a saliva escorrer de nossas bocas. Adoro quando cospem em minha boca. De fazer um boquete muito molhado e receber uma chupada molhada. Em adição, adoro ser humilhada verbalmente.

---O Sonho---

Houve um dia em que percebi que ele estava mais empolgado do que o comum durante o sexo. Em uma de nossas transas, meu marido confessou que havia sonhado que eu o traía com outro homem. Dizendo:

- Amor, sonhei que você havia me traído com outro homem.

- Amor, isso jamais aconteceria. Eu te amo e jamais faria algo assim - eu respondi.

- Eu sei, amor, mas é algo que venho sonhando com frequência.

- Isso não é um sonho! E sim, pesadelo, né? – afirmei.

Com a voz um pouco tremula, ele disse:

- Admito que até cheguei a ficar excitado com a ideia. Talvez pudesse ver essa cena um dia.

Fiquei incrédula com o que acabara de ouvir. Conhecendo-o como o conheço, jamais imaginaria que ele expressaria algo assim. Foi como se uma nova faceta dele se revelasse diante dos meus olhos. Fiquei assustada! Até porque, naquele momento, eu achava impossível amar alguém e desejar vê-la com outra pessoa.

- Jamais faria algo assim – exclamei.

Essa revelação me fez cogitar se ele realmente me amava. Ficou um clima estranho entre nós por alguns dias, como se uma barreira invisível se erguesse entre nossos corpos e pensamentos. Mas, o tempo passou, as coisas foram se acalmando e voltamos ao normal.

Passaram-se alguns meses. Um dia, enquanto usava o computador dele para imprimir algo, aproveitei para dar uma olhada em suas coisas, como fazemos às vezes, por pura curiosidade feminina. Para minha surpresa, em uma pasta específica, encontrei vários vídeos com o tema de "corno". Fiquei surpresa e intrigada ao mesmo tempo. Movida pela curiosidade, decidi assistir a alguns desses vídeos.

Contrariando minhas expectativas, a maioria dos vídeos mostrava mulheres sendo humilhadas de alguma forma. Outros exibiam mulheres praticando sexo anal de maneira voraz. Essas eram exatamente as experiências que eu já havia tido no passado e que, ao ver os vídeos, despertaram novamente minha excitação. Fiquei com um misto de emoções ao perceber que essas fantasias ainda me instigavam tanto. Era como se uma parte de mim desejasse reviver essas experiências, mesmo que apenas na imaginação.

Decidi não contar a ele sobre o que havia descoberto, preferindo manter isso em segredo por enquanto. Comecei a pesquisar mais sobre o assunto e notei que era algo comum entre os homens, o desejo de ver suas parcerias com outros. Nos dias em que me masturbava, comecei a assistir vídeos com o tema de "corno", especificamente os que envolviam anal. A ideia foi se tornando mais aceitável para mim, despertando uma curiosidade e excitação que eu não imaginava ter antes.

Em uma de nossas transas, ele tocou no assunto novamente. Dizendo:

- Sonhei novamente com aquilo, amor.

- Com o que, amor? – eu disse, lógico, já sabendo o que era.

- Com você transando com outro. – ele falou.

- E como foi? - pedi para ele descrever.

Decidi me entregar à loucura dele. Enquanto ele explicava, senti uma excitação crescente só de considerar a possibilidade, assim como ele. Foi um momento de descoberta mútua. Essa decisão alterou completamente a dinâmica de nosso sexo a partir daquela noite.

Passou a ser frequente transarmos enquanto fantasiávamos eu com outro homem. Nossas relações íntimas melhoraram significativamente. No entanto, para mim, essa era apenas uma forma de apimentar a relação, e eu não tinha certeza se teria coragem de levar essa fantasia adiante. Curiosamente, só discutíamos isso durante o sexo. Em nossas outras conversas, ele nunca mencionava o assunto, então presumi que para ele era apenas uma fantasia que ficaria entre quatro paredes.

Enganei-me. Ele começou a sugerir que criássemos um perfil em um site chamado Sexlog, com intuito de encontrar alguém, pois caso fizemos algo, teria que ser com alguém fora do nosso círculo social. Após muita insistência, acabei cedendo. A conta foi criada e ele tirou várias fotos minhas para colocar no perfil, algo que foi difícil para ambos. Após as fotos serem postadas, vários homens mostraram interesse. Deixei a cargo dele escolher alguém, mas impus algumas características que não gostaria de lidar: homens gordos, tolos, bombados e fumantes. Além disso, uma característica que exigi era que a pessoa tivesse um bom nível social. Deixei claro que apenas conversaria com a pessoa que ele escolhesse, e não faria nada, pelo menos em um primeiro momento.

Alex, o nome da pessoa que ele escolheu, era concursado público, moreno, tinha 1,76 m de altura, musculoso, mas não exageradamente, e realmente parecia ser um homem charmoso. Além disso, era evidente que ele tinha um atributo físico que chamava a atenção: o tamanho do seu pau era enorme e grosso, com 20 cm, grande em comparação com o do meu marido, que tem 16 cm. Comecei a me masturbar pensando naquele pau, me imagina chupando, sentando e principalmente enfiando aquele pau inteiro no meu cu.

---Encontro---

Até adquirirmos confiança suficiente, demorou cerca de 2 meses. Foram muitas conversas, das qual meu marido me participava de quase tudo. Até que decidimos que era hora de nos encontrarmos. Marcamos em um barzinho boêmio de minha cidade. Estava muito nervosa, assim como meu marido. Não somos o tipo de pessoa que costuma frequentar bar, principalmente naquele contexto, mas tomamos coragem e fomos. Fui vestida com uma roupa comportada, sem provocação. Apesar de estar excitada, a ideia ainda estava mais no campo da fantasia para mim. Meu objetivo inicial era conhecê-lo e ver se realmente me sentia confortável estando perto da pessoa.

Ao chegarmos ao bar, escolhemos uma mesa mais reservada e o aguardamos. Assim que ele chegou, pude perceber que era realmente um homem charmoso, com um bom porte físico e um sorriso cativante. Pedimos algumas bebidas e começamos a conversar. Falamos um pouco sobre tudo e a conversa fluiu de forma mais natural do que eu imaginava. No entanto, no decorrer, descobri que ele era casado, o que me deixou desanimada, pois ele estava agindo às escondidas. Meu marido já estava ciente disso, mas optou por não me contar, argumentando que era melhor assim para evitar o surgimento de sentimentos. Abalou um pouco a atmosfera, mas admito que fiquei tentada.

No final o Alex pediu a meu marido que ele me levasse para casa. Meu marido concordou, e confesso que fiquei um pouco chateada por não terem me consultado sobre. No entanto, acabei cedendo e fui com Alex. Estava um pouco mais solta do que o normal, pois havia bebido dois gins tônicos. No carro, ele colocou a mão na minha perna, olhei para ele e dei uma risada safada. Conversamos um pouco sobre sexo e ele me elogiou, expressando o quanto me achava bonita. Eu retribuí os elogios e até mencionei que gostei do tamanho do seu pênis. Por fim, ele sugeriu que, ao menos, nos despedíssemos com um beijo. Embora um pouco receosa, concordei. Nos beijamos, um beijo bem molhado, do jeito que gosto, o que já despertou um sentimento positivo em mim. Após o beijo, desci do carro e contei para meu marido o que havia acontecido. Tivemos uma das melhores transas da nossa relação.

O beijo não saía da minha cabeça, e eu já estava completamente convencida da ideia de dar o Alex. 2 dias depois, marcamos para um encontro no motel. Por sugestão dele, decidimos buscá-lo de carro em sua casa, em vez de nos encontrarmos diretamente no motel. Eu fiquei no banco de trás, esperando, e ele também se acomodou atrás ao entrar no carro, conforme combinado, meu marido foi dirigindo. Intencionalmente, estava com um vestido curto e fácil de tirar. Quando ele entrou, nos cumprimentamos rapidamente e começamos a nos beijar, deixando o tesão tomar conta. Ele colocou a mão por baixo do meu vestido, e para sua surpresa, descobriu que eu estava sem calcinha, deu um pequeno sorriso e começou a tocar na minha boceta que já estava muito molhada. Nossos beijos foram ficando cada vez mais intensos e apimentados, até que percebemos que já estávamos no motel.

Primeiramente, quem subiu as escadas, foi meu marido, o Alex seria o próximo, mas esperou eu subir. Logico, propositalmente, para que eu pudesse ver tudo enquanto eu estivesse subindo. Em uma poltrona, meu marido se acomodou e disse que ficaria apenas assistindo. Eu, tomada pelo tesão, apenas assenti e comecei a me entregar para aquele homem. Apesar disso, eu estava um pouco nervosa. Pensava que meu marido não poderia gostar de ver aquilo, do julgamento que ele poderia fazer. Isso me deixou um pouco inibida.

Tiramos nossas roupas e vi o tamanho do pênis dele, enorme! Era até difícil de colocar na boca. Comecei a tentar engolir aquilo tudo, fazendo um boquete bem molhado. Percebi o quanto ele havia gostado, me engasguei várias vezes, a saliva escorrendo da minha boca... foi maravilhoso! Em seguida, ele veio até mim e começou a chupar minha boceta, que já estava totalmente enxarcada. Colocou a camisinha e disse:

- Vem sentar no meu pau.

Ainda um pouco envergonhada, eu apenas acenei com a cabeça. Comecei a cavalgar como uma puta, detalhe, o pênis dele doía um pouco por ser grande, eu não conseguia deixar entrar todo. Mas ainda assim foi muito prazeroso, cavalgava e o beijava ao mesmo tempo. Ele batia na minha bunda com vontade e dizia:

- Senta gostoso! Senta no meu pau caralho!

Pediu para ficar de quatro, começou a socar com força. Dizendo:

- Nossa! É a bunda mais linda que já vi na minha vida.

Dava uns tapas e continuava socando. Às vezes, eu olhava para o meu marido e via que ele estava se masturbando. Não conseguia me soltar totalmente, pois ainda era estranha a presença dele ali. Tanto que praticamente não falei nada durante a transa.

Percebi seus dedos flertando com o meu cu, meu corpo estremeceu por inteiro! Meu tesão foi para as alturas! Finalmente iria ter o que tanto desejo. Pegamos lubrificante e ele foi colocando aos poucos até que entrou todo aquela piroca no meu cu! Eu estava em um estado de tesão gigantesco!

- Nunca vi alguém aguentar com tanta facilidade no cu – ele exclamou.

Mal ele sabia o quanto eu gostava disso, então eu o deixei bem à vontade, diferente da boceta, o meu cu aguentava todo aquele mastro sem esforço. Era perceptível o quanto ele havia ficado surpreso. Não é muito comum mulheres gostarem tanto de sexo anal, e dentre aquelas que aceitam, é ainda mais raro permitirem que coloquem o pau inteiro, sem ficar impedindo com a mão ou se afastando com o corpo. Certamente, devido ao tamanho do seu pênis, poucas mulheres o deixariam fazer isso, talvez eu tenha sido a primeira a permitir que ele me colocasse tudo com tanta facilidade. Não demorou muito e ele disse que queria gozar. Assim o fez, tirou a camisinha e gozou no meu rosto.

---Confiança---

Ao retornar para casa após deixar Alex, mal conversamos sobre o que acabara de acontecer. Uma sensação de estranheza permeava o ambiente, deixando-me inseguro. Será que questões como o machismo ou a religião poderiam ter gerado arrependimento? Ou talvez algo que eu tenha feito o tenha chateado? Eu sabia que havia coisas que fiz com Alex que o desagradavam.

Esses pensamentos me deixaram ansiosa o dia inteiro. Pela noite, ao transarmos, que conversamos sobre o ocorrido, ele perguntou:

- Quer dar novamente para um desconhecido?

- Claro, quero! – envolta pelo tesão, disse – Adoro ser comida desse jeito.

- Tem coragem de dar sozinha pra ele?

Que surpresa! Senti um alívio. Minha insegurança diminuiu. Ao mesmo tempo, fiquei espantada, pois achei que a terá dele era me ver com outro. Ele insistiu e explicou:

- Meu tesão é saber que você tem desejo por outro. Não preciso ver, até prefiro não ver, só preciso saber que você está transando com outro e depois transar com você me contando todos os detalhes.

Estranho, confesso, mas consegui entender o lado dele. Deveria ser um dilema para ele lidar com aquilo. E eu só continuaria se ele quisesse, pois estava fazendo muito mais por ele do que por mim até aquele momento. Ao amanhecer, fiquei pensando no que ele dissera. Será que teria coragem de sair sozinho? Confesso que fiquei excitada pensando na possibilidade. Apesar de estar confusa quanto à posição adotada pelo meu marido.

Alguns dias passaram, e meu marido perguntou se poderia conversar com Alex por mensagem.

- Você acha uma boa ideia? – eu indaguei.

- Foi uma ideia do Alex, ele já estava querendo conversar com você faz um tempo. – ele disse.

- Amor, não sei se me sentiria à vontade. – respondi.

- Pelo menos tenta. – pediu.

Achei estranho, mas consenti o envio do meu contato para ele. No dia seguinte pela manhã, Alex entrou em contato. Começamos a conversar, ele perguntou como eu estava, se havia gostado e começou a pedir fotos e vídeos. Informei tudo ao meu marido, mas ele insistiu, dizendo:

- Pode mandar o que quiser. Façam o que acharem melhor.

Comecei a conversar bastante com Alex. É difícil eu ter interesse em conversar com alguém, ainda mais dispor de tempo para isso, talvez isso explique meu número limitado de amigos. No entanto, devido ao tesão que sentia, nossas conversas eram muito frequentes.

Nos dias em que me masturbava, costumava enviar as fotos que ele tanto pedia. Sua predileção era pedir fotos minhas de quatro, mostrando o cu. Acontece que, geralmente, quando enviava as fotos, meu cu já estava dilatado devido ao uso do consolo. Obviamente, ele notou e começou a indagar.

Aos poucos, através dos seus questionamentos e por nossas conversas ficarem mais íntimas, acabei revelando gradualmente minhas fantasias. Pedi para que ele não comentasse nada para marido. Comentei sobre os beijos muito molhados que eu gostava, de cuspir, de ser humilhada verbalmente, de gostar muito de sexo anal e de receber ejaculação no fundo do cu. Expus os momentos de masturbação em minha rotina e a insatisfação que sentia porque meu marido não tinha tanto interesse quanto eu nesses aspectos.

Mal sabia eu que acabara de criar uma situação da qual poderia me arrepender. Alex era um pervertido e controlador, e eu lhe forneci todas as munições de que ele precisava. O cenário estava armado, afinal, eu queria dar para ele novamente e poder realizar muitas das fantasias que mantinha em segredo, coisas que não fazia com meu marido, e tudo isso com o consentimento dele, sem que ele soubesse quais eram esses desejos. Portanto, acabei aceitando a proposta, eu sairia sozinha com Alex. As únicas restrições impostas foram que usaríamos camisinha e que eu deveria contar detalhadamente tudo depois.

Em uma sexta à noite, Alex veio me buscar. Estava muito ansiosa, tanto que, enquanto tomava banho, cheguei a me masturbar. Coloquei um vestido, sem calcinha ou sutiã, com a intenção de ser algo fácil de tirar. Ao chegar, ele mandou uma mensagem, me despedi do meu marido e fui apressada para o carro. Nos encontramos, nos cumprimentamos com um beijo e fomos para o motel. Era um lugar barato e ruim, certamente não teria aceitado em outras condições, mas era o mais próximo de casa. Não queríamos perder um segundo.

Chegamos ao motel, antes de descermos do carro ele me deu mais um beijo bem molhado. Depois disse:

- Coloca a língua pra fora sua vagabunda!

E deu uma bela cuspida na minha boca e voltou a me beijar. Nossa! Só nessa parte ela já havia me conquistado.

- Coloca o caralho da língua pra fora sua filha da puta! – pediu com firmeza.

Eu coloquei, e ele:

- Não sua puta! Faz esse caralho direito! Coloca a essa língua para fora com vontade porra! – mandado como se eu fosse uma criança sendo educada.

Abri bem a boca e coloquei toda minha língua o máximo que consegui. Ele cuspiu três vezes e voltou a me beijar. Saímos do carro e ao subirmos a escada pediu para eu ir na frente, quando subi falou:

- Levando o vestido e mostra esse cu pra mim.

Eu prontamente fiz. Empinei bem minha bunda, posicionei minhas mãos de forma que consegui abrir totalmente para ele ver tudo. Ele disse:

- Não se mexe que eu vou tirar uma foto.

Subiu alguns degraus, deu um tapa na minha bunda e fomos para o quarto. Começamos a tirar as roupas como dois desesperados. Ele liberou aquele mastro para fora. Eu estava determinada a chupar aquele caralho com vontade! E tentar engoli-lo todo, mesmo que eu me engasgasse! Comecei passando a língua em todo o pau, sentindo o gosto, também cheirei para guardar aquele momento com todos os meus sentidos. Comecei a chupar, tentando engolir tudo, segurando com minhas mãos por trás e forçando a entrada total, sentindo meu nariz ser pressionado contra sua virilha. Quanto mais o pau entrava na minha garganta, mais eu babava. Minha cara estava toda molhada, minha boca só produzia saliva, e eu lacrimejava de tanto me engasgar com o pau. Mesmo assim ele fazia questão de me beijar e cuspir na minha boca, depois empurrava o pau todo na minha boca. E repetiu várias vezes esse processo. Foi nesse momento que me entreguei totalmente a ele. Era exatamente o que eu buscava. Quase gozei só chupando o seu pau.

Ele me deitou na cama, pegou pelo tornozelo e me abriu toda. Fiquei toda arreganhada. E minha buceta exposta. Deu uma cuspida começou a chupá-la. Eu me contorcia toda de tesão. Mesmo com minha buceta bem molhada de tesão, e da saliva dele, eu cuspi na minha mão, levei até minha buceta e esfreguei aquela saliva. Ele adorou aquela cena e voltou a chupá-la. Pedi para ele subir para nos beijarmos, cuspir e depois voltar a chupar minha buceta. Ficamos repetindo várias vezes esse movimento.

Eu voltei a chupá-lo dessa vez ele estava determinado a fazer minha garganta de boceta. Falava:

- Abre a boca e coloca a língua pra fora.

Enfiava o pau, eu sentia minha garganta ser totalmente destruída. Por vezes, eu achava que ia vomitar, mas me controlava, tirava o pau de dentro e respirava pouco, ele dizia:

- Não tira o caralho do pau de dentro puta!

E ele voltava a colocar o pau. Em seguida, fizemos um 69, ficamos um bom tempo nessa posição. Certamente, nunca chupei um pau por tanto tempo na minha vida. Trocamos de posição, dessa vez, ele pediu para eu ficar de quatro e abrir bem o cu com as mãos. E chupou desesperadamente meu cu. Ficamos quase uma hora só no oral, e nem sei a quantidade de vezes já havia gozado até aquele momento.

Em nossas conversas eu havia dito inúmeras vezes o quanto gostava de dar o cu, poderia ficar sem dar a boceta, que não haveria problema. Ele levou à risca o que falei. Colocou o lubrificante e camisinha, e começou. Nossa! Esse dia eu dei esse cu, ficou todo esfolado, ainda mais pelo tamanho do pau dele. Não houve penetração vaginal, ele simplesmente comeu me cu de todas as posições que vocês possam imaginar.

Perto do final da transa meu cu não tinha mais prega, o pau dele que no início teve uma certa dificuldade para entrar todo, entrava e saia como se fosse em uma buceta. Por fim, ele pediu para gozar na minha boca. Certamente aquela tinha sido uma das minhas melhores da minha vida.

Em casa, exausta, disse ao meu marido que não tinha condições de fazer amor naquela noite. Prometi contar tudo a ele no dia seguinte. Quando chegou o momento, contei praticamente tudo, mas omiti algumas partes por precaução, sobre principalmente os detalhes dos cuspes. O sexo com meu marido havia melhorado muito e, para completar, ainda havia conseguido fazer as loucuras sexuais que tanto guardava.

---A queda---

As conversas com Alex ficaram mais intensas. Por revelar a ele sobre meu fetiche por humilhação verbal, ele passou a me tratar dessa forma por mensagem. Isso me deixou um pouco inquieta, já que meu marido ocasionalmente pedia para ver as mensagens. Cheguei a pedir para Alex parar, mas ele fez uma contraproposta, sugeriu que nos comunicássemos por outro número, assim não haveria risco de meu marido ver. Depois de muita insistência, mesmo contrariada, eu aceitei.

Agora, sabendo poder falar o que quisesse, nossas conversas consistiam basicamente em ele mandando, ou melhor, exigindo coisas e me humilhando. Havia várias mensagens do Alex me chamando de: puta, cachorra, vagabunda, piranha e assim por diante... e eu adorava aquilo! Ele exigia fotos e vídeos de todas as formas que se pode imaginar.

Como a maioria das fotos e vídeos que eu enviava, era nos dias em que costumava me masturbar. Ele começou a perguntar quais eram esses dias, os horários, onde eu escondia os brinquedos, entre outras perguntas. Dizia que era um desperdício utilizar brinquedos, quando ele poderia estar me satisfazendo.

Devido a toda essa situação, comecei a me sentir desconfortável, insisti para meu marido nos acompanhar, mas ele dizia que não queria. No máximo, pedia para enviarmos algumas fotos ou vídeos. Sua única condição era que sempre usássemos preservativo, que eu contasse quando saísse, e que descrevesse as relações com Alex quando transássemos de forma detalhada. Assim, os encontros com Alex começaram a ficar frequentes, quase toda semana saímos. Por mais incrível pareça, muito mais por insistência do meu marido do que por vontade minha.

Em nossas conversas, ele começou a pedir para transarmos sem camisinha. Deixei claro que não aconteceria, pois era algo que meu marido havia pedido. Mesmo assim, todos os dias, ao conversarmos, ele falava que queria gozar no cu, sendo muito insistente. Ele tinha um excelente argumento, falava:

- Teu marido não vai descobrir, ele não estará lá para saber.

Fiquei tentada, mas continuei firme em minha posição.

Ainda não tínhamos transado desde o início de sua insistência. Assim, como de costume, marcamos para sexta-feira. Nesse dia em específico, ele diminuiu as luzes do motel, dizendo que queria criar um clima. Ao começar a penetração, ficava pedindo:

- Deixa eu tirar a camisinha, você vai gostar. Nunca contarei para seu marido, será algo que ficará entre nós.

- Não podemos, já disse a você. - com uma voz trêmula de tesão.

Colocou-me de quarto e mais uma vez começou a argumentar:

- Eu sei que você quer que eu goze no seu cu! Não é verdade? Responde, puta!

- Sim, eu tenho muita vontade, mas não podemos. – eu exclamei.

Trocamos de posição, fiquei de lado para que pudéssemos nos beijar. Senti que ele havia aumentado o ritmo e os beijos haviam ficado mais intensos. Ele disse:

- Agora, não tem mais o que você fazer. Estou sem camisinha sua vagabunda!

Eu fiquei assustada, tentei sair, mas eu era muita fraca para lidar com aquele homem viril. Ele me segurava pela cintura impedindo qualquer ação minha. Tentei falar, mas ele me beijava intensamente, não dando chance. Até que consegui falar:

- Porra Alex! Eu disse que não era para enfiar sem camisinha!

- Foda-se! Agora já era, minha pica já está dentro. O que vai fazer?

- Não acredito que isso esteja acontecendo! – contrariada disse.

- Agora vadia! Você só pode ficar e aproveita a transa.

- Desgraçado! Se for pra fazer isso que pelo menos seja do meu jeito! – disse com uma expressão séria.

- Coloca o pau todo dentro do meu cu! – exigir e assim ele o fez.

- Não quero movimento de vai e vem. Só tenta enfiar cada vez mais. – impus.

Ele pressionava o pau dentro do meu cu enquanto firmava minha cintura contra a dele com tanta força que cheguei a ficar com sua mão marcada em minha cintura, enquanto eu me esforçava o máximo que podia para empinar minha bunda e jogá-la contra seu corpo. Sempre tentando enfiar tudo até o talo. Nos beijávamos com tanto vigor que nossas salivas escorriam por nossas bocas como água. Até que finalmente senti os jatos quentes me preenchendo, uma sensação incrível. Vergonhosamente gozei junto a ele. Para me deixar pior, esse dia meu marido pediu fotos, tivemos que esperar seu pau ficar duro novamente para colocarmos a camisinha e mandarmos algumas fotos.

Eu me senti muito mal. As coisas estavam seguindo por um caminho que eu não queria. Pensei em contar para meu marido o que estava acontecendo, mas o que ele pensaria? E se eu contasse, talvez Alex revelasse todos os meus segredos para ele. Fiquei em uma situação complicada, pois meu marido continuava insistindo para que eu saísse, e não parecia haver como parar. Então, impus uma condição: só deixaria Alex me penetrar sem camisinha no meu cu, jamais na minha vagina. Ele concordou, até porque era raro, em geral, só havia penetração anal em nossos encontros.

---Abismo---

Passaram-se meses e, em virtude da rotina, comecei a me sentir confortável com aquela situação, à medida que o sentimento de culpa foi gradativamente se dissipando. Conscientizei-me da necessidade de impor limites a Alex, com o intuito de evitar ultrapassarmos certas barreiras, porém, lamentavelmente, esses limites não perduravam por muito tempo. Alex conhecia meus pontos frágeis e desejos, o que me tornava facilmente manipulável por ele.

Houve momentos em que ele sugeriu que, nos dias em que me costumeiramente masturbava, ele fosse sorrateiramente em minha casa para transarmos. Resisti a essa ideia desde o início. Ainda assim, foi insistente, chegando a aparecer inesperadamente em minha porta, porém, mantive-a fechada. Embora, confesso, fiquei extremamente tentada diante da proposta, porém tudo tem seus limites.

Gradualmente, começamos a nos envolver em atividades mais arriscadas, impulsionados por um desejo irresistível e inevitável. Chegamos até mesmo sair sem avisar ao meu marido em algumas ocasiões, conscientes do erro dessa conduta, mas cedendo à crescente intensidade dos nossos desejos. Com o aprofundamento da nossa intimidade, notei-me assumindo uma postura mais submissa, perdendo por completo a inibição em sua presença. Passei a agradecer quando ele gozava e suas cuspida em minha boca, além de falar com uma voz infantilizada. Certamente, as humilhações passaram a ser meu fetiche preferido.

Por exemplo, certa vez combinamos que ele me buscaria em casa para me levar ao trabalho, apenas para me submeter a humilhações durante o trajeto. O percurso de casa para o trabalho é curto. Para manter o segredo de meu marido, Alex trocava de carro com sua esposa, enquanto eu afirmava que pegaria um Uber. Nesse cenário, ao me buscar, mal adentrava o veículo e ele já começava a dizer:

- Abre a boca vagabunda!

Eu abro e ele vai cospe.

- Coloca a porra da língua pra fora direito sua puta!

E era exatamente o que fazia.

Dessa forma, ele continuava a cuspir repetidamente na minha boca e me humilhar durante todo o percurso.

Eu aceitava essas suas propostas como forma de tirar sua atenção de fazer algo na minha casa.

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Como professora de inglês em um curso, os sábados são os dias mais movimentados na escola. Após muita insistência desse desgraçado, concordei em encontrá-lo durante o intervalo da turma que leciono na manhã de sábado, dentro do carro dele. Essa ideia surgiu a partir de algo que mencionei brevemente sobre o meu passado para o Alex. Ele aproveitou esse ponto sensível para me convencer. O veículo era completamente escurecido, o que dificulta bastante ver o interior.

Chegou o dia esperado. Estava com um misto de sentimento: ansiedade, medo e tesão. Anunciei o intervalo, fui para sala dos professores, mencionei que iria comprar algo para comer, e me dirigi diretamente ao estacionamento. Olhei em volta com muita cautela para ver se alguém poderia suspeitar do que iriamos fazer, ninguém estava dando atenção a mim. Entrei no carro e começamos a nos beijar intensamente, aquele tipo de beijo bem molhado, cheio de saliva. Coloquei minha mão em seu short e percebi que ele não estava usando cueca. Foi aí que falei:

- Seu filho da puta, coloco a porra do pau pra fora que vou engolir ele todo.

Assim ele o fez, forçou minha cabeça contra o pau até eu me engasgar. Segurando-me pelo cabelo com força, levantou minha cabeça, me beijou e depois disse:

- Coloca a porra da língua pra fora com vontade sua piranha!

Eu abri a boca e ele cuspiu! Ele disse:

- Agora agradece vagabundo

- Muito obrigado! eu, disse.

Ainda me pegar pelo cabelo, me colocou para chupar aquele pau grosso novamente.

Eu estava de vestido. Afinal, sabia que não teríamos muito tempo, até porque não poderia voltar para sala com a cara amassada, antes de entrar na sala eu teria que ir ao banheiro retocar a maquiagem.

Nosso objetivo era que eu o chupasse até o ponto em que ele estivesse prestes a gozar, e então eu me sentaria, para que ele gozasse dentro do meu cu. Chupei seu pau com vontade, e ele me avisou que estava próximo de gozar. Tentamos, mas devido ao espaço limitado no carro, não consegui me sentar confortavelmente.

Tínhamos pouco tempo e eu ansiava por sentir aquilo dentro de mim. Segurando seu pau em minha mão e tentando guiá-lo para dentro do meu cu, acabei quebrando a regra que eu mesma havia imposto. Beijei-o, cuspi em minha mão duas vezes e levei toda aquela saliva em direção à minha buceta, esfregando-a para deixá-la bem lubrificação. Então me sentei, e com apenas duas quicadas ele gozou dentro de mim. Forcei meu corpo contra o dele para que seu gozo alcançasse o mais fundo o possível. Naquela posição, pude observar a movimentação no estacionamento: os carros passando, as pessoas da limpeza conversando e alguns alunos saindo para comprar lanches. Ao mesmo tempo, sentia toda a sua goza me preenchendo. Ele me beijou e disse:

- Agora, coloca a calcinha e não limpa, vai dar a aula com a buceta toda gozada!

Rapidamente coloco a calcinha. Saio do seu carro com pressa, vou direto para banheiro. Apenas limpo meu rosto e retoco a maquiagem. Volto a dar aula, com buceta toda melada de porra. Ele fica me mandando mensagens perguntando:

- Está sentido deslizar a porra no teu pela tua bunda?

- Como se sente sendo um vagabundo?

- Você deveria ser prostituta, fica dando aula com porra na buceta escorrendo.

Realmente, uma experiência louca. Eu me sinta confortável nessa loucura, pois meu marido incentivava muito. E o Alex realmente apenas queria sexo. Havíamos conversado diversas vezes sobre, assim como ele ama a esposa, eu amo meu marido. Nossa relação sempre foi carnal.

Bom, esse foi o relato, muita coisa não coloquei, pois foram quase 3 anos de relação com Alex. Se quiserem, posso contar detalhar mais.

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Comentários

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Que delícia Camile, tesão de conto, tesão voocê, safada goostosa...e com o consentimento do maridão tudo fica ainda mais delicioso. Parabéns ! vida imensa de alegrias e paz...beijos doutro planeta em vc inteirinha !

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Que mulher incrivel !!!!!maravilhosa !!!gostaria de saber mais...samaritanoamigoteu@gmail.com

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Nooooossa como queria comer essa delícia.

Gozar bastante no cú dela.

fredcomedorr2022@gmail.com

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Muitíssimo bom seu conto, parabéns.

Deixarei aqui meu e-mail, quem sabe não podemos conversar um pouco mais .

everaldopaz60@gmail.com

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Muito bom!!! 😃😍👏👏👏✨✨✨ Continue com seus escritos!!! Conte-nos suas safadezas!!! 😁

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Que puta safada e gostosa você é.

Conte como aprendeu a gostar dessas putarias todas e do que mais você fez e faz com seu amante.

meupokemongo.03@gmail.com

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Na verdade, minha vida sexual começou quando estava entrando no ensino médio, mas não posso contar algo assim por aqui pois violaria a politica do site, e meu intuito não é incentivar algo assim.

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Por lei a partir dos 14 se for consensual não tem problema... Omita a idade e nos conte

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Bem. Parabéns, um ótimo conto. Dá um tesão da porra! Porém uma coisa me desagradou. Vc mentir, tudo bem que sei marido incentiva sair com o cara, mas mentir e omitir é muita sacanagem som quem vc diz que ama.

Ele pediu três coisas não trazar sem camisinha e relatar a transa e avisar quando sair com o amante, e vc fez justo as coisas que o seu marido pediu pra não fazer. Sinto muito mas vc acabou traindo seu marido, faltou com a verdade e pôs em risco sua saúde e a do seu marido, trasando sem camisinha. Não minha família ocorreu um caso de contaminação por HIV, dentro de relacionamento, eram noivos. O noivo contaminou a noiva e ela só descobriu porque o cara foi internado as pressas e quando ela chegou ao hospital, o médico logo mandou ela fazer uma bateria de exames, que constatou que ela estava contaminada, e agora o cara morreu e acabou com a vida dela. Quando ela se interessa por alguém, ela tem que ser verdadeira e fala logo a verdade e os caras se afastam dela...

E era uma relação sólida, iriam se casar ela só se relacionava com ele. E agora?

Ações como a da personagem são muito arriscadas, tem muita coisa em jogo a perder e a destruir.

É bom repensar os atos, abrir o jogo com o marido sob seus desejos e é bom até cortar relações com o cara, se realmente ama o seu marido e não quer acabar com seu casamento.

Mas sobre o conto, reafirmo, está ótimo. Parabéns ❗❗

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Realmente você tem razão. Acabei sendo levada pelo contexto. Tive uma vida sexual iniciada muito cedo, de uma forma que me marcou muito. Foram anos de tesão reprimido. Atualmente não saio mais com Alex. Contei a meu marido sobre a questão da camisinha. Ele ficou chateado, mas entendeu. Nunca contei sobre algumas situações. Ele ainda diz que tem vontade de me ver com outro, mas sinceramente não me vejo fazendo algo assim novamente.

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Que bom. Vc tem um marido que lhe permite quase tudo, não passe vontade, desde que seja prazeroso aos dois e claro sem mentiras. E porque não contar todos os seus desejos ao seu marido?

Sou monogâmico e não me vejo em um relacionamento aberto ( talvez um trisal😁)e se minha preta chegasse a mim e contasse suas vontades, claro entre nós dois, usando seu exemplo eu adoraria beija-la com mais intensidade, xingar, sugar sua buceta mais forte ainda, arregaçar o cu dela( e que bunda ela tem) e não é de academia é natural, confesso que tenho que me controlar bastante para não assusta-la. Quem sabe seu marido não iria adorar também. Basta colocar que ele seja seu macho e vc sua submissa . Pense nisso ❗❗😘😘😘

Continue relatando suas aventuras e o fim dessa história.

😘😘😘😘❤️❤️

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Tentei introduzir essas questões varias vezes, mas percebo que ele chega até ter repulsa quando peço para ele cuspir na minha boca, para não assustá-lo eu me controle.

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Poxa...😞, já eu queria que minha preta se soltasse mais, pois eu queria botar mais pressão, porém me controlo bastante, mas casamento é assim, tem que haver um pouco de renuncia, em respeito ao seu parceiro e o bem da família.

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Que coisa maravilhosa esse seu relato .

Minha esposa Tb é viciada em tomar no cú e eu descobri que era corno desde nosso namoro e adorei .

Fazer putarias escondido , trair um pouco , faz parte do sentimento de ser uma piranha que toma essa fêmea casada .

Eu não acho errado e sei que ela me trai escondido , mesmo eu já tendo visto ela dando para outros e ela me humilhando várias vezes , mais acho que ela realmente precisa desses segredos de puta .

Quero muito conversar com vc , se for possível .

maridoliberalcorno@gmail.com

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Gosto muito de sexo anal. Meu marido gosta de ser voyage, ainda insiste às vezes, mas estou muito reticente de fazer algo com alguém novamente. Pelo menos pro enquanto o máximo que farei é compartilhar essa experiência por aqui.

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Adorável conto continue postando e bom

Meu email mnildo683@gmail.com

Adoraria conversar com vc

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Adorei o seu conto e adoro tudo ist, curto muito a submissão, adoro tratar uma mulher como vagabunda e escrava dos prazeres, vamos conversar? me lembre do seu conto por ler vários: euamoavida2020@gmail.com

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Só uma coisa aos haters de sempre (filhotico, velhaco e cia) lendo meu relato abaixo: vão fundo, já devem ter percebido que seus xingamentos, serão tomados como elogios, e me deixarão mais orgulhoso ainda. Make my day!

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Você gosta né? Bate uma punhetinha (nesses 3cm), enfiando uma vassoura no cuzinho usado, enquanto lê umas verdades por aqui kkkkkkkkkk então vai, enfia mais fundo, pq assim como senso, otários não tem fundo tbm

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Estou na minha quarta relação, e no dia que casamos, já maduros, no cartório de manhã, minha esposa assinou o livro com leite do comedor, com quem passou a noite, escorrendo na calcinha. Quando ela chegou com a família, a primeira coisa, antes da cerimônia, foi me dar um beijo com gosto de pau. Pena ele não querer passar a noite, após a cerimônia, com ela em nossa cama, e eu no quarto de hóspedes, como frequentemente fazíamos. Nestas ocasiões, ela vem no meio da noite (o cara é uma máquina de fuder), me acorda, e senta na minha cara para eu limpá-la do leitinho escorrendo, e volta pra ele, em nossa cama. Nunca fui tão feliz na minha vida sexual. Limpar os dois, em nossa cama, enquanto se beijam, e cochicham, é simplesmente o ápice do sexo pra mim. Ele me chama de boca de veludo.O melhor momento é quando arrumo a mesa do café da manhã pra eles, os chamo, e fico na porta ouvindo o sexo matinal, quando param volto pra sala só pra ver a MELHOR cena de todas, eles vindo, abraçados, para a mesa, onde sentam juntos, e eu do lado oposto, perguntando se dormiram bem. Ouço com gratidão minha esposa responder: "nossa amor, estava precisando de um homem assim. Ele acabou comigo, faz semanas, desde a última vez que nos vimos, que não era tão bem comida assim". Ai eu o agradeço. Ele se veste, eles vão abraçados, ela ainda de camisolinha curta, pra garagem aberta (quando ele está aqui, meu carro, logicamente, dorme na rua), pra se despedirem num beijo de cinema. Eu saio, esperando que algum vizinho veja, sem querer, a cena, e o agradeço, e ele parte. Pena que ele sumiu... a esposa deve ter descobrido. Desde então ela tem tentado arrumar um outro namorado, mas, com a mesma qualidade, está difícil. Estamos em Campinas, maduros, excelente nível, ela bem em forma, de academia. Contatos: bimwmike@yahoo.com (sem br). Não respondemos mensagens por aqui, não somos membros.

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Uau...

Realmente não teria coragem para tal coisa. Se ambos concordam é o que vale.

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Meu sonho é transar com a mulher de corno manso...se um dia vierem pelo Maranhão me avisem.

meupokemongo.03@gmail.com

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Oi tudo bem, seu conto é um autêntico conto erótico muito exitante está bem escrito parabéns.

Beijinhos da titia Sueli Brodyaga 😘😘😘😘😘😘😘

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Quem ama não mente não trai não engana tomara que o seu esposo e a esposa dele descubra e tomara que vc engravide ae quero ver a explicação que vai dar para o esposo o cara já te libera .aos e tão puta que prefere mentir e ainda vem falar que ama o esposo

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Calma calabreso rs

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🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣, isso tem que levar na esportiva mesmo, amei.

Beijinhos da titia Sueli Brodyaga 😘😘😘😘😘😘😘😘

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Delicia de relato,adoraria encontrar uma mulher assim sem frescura no sexo e ainda maus que goste de levar uma esparroda gostosa no cuzinho .

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Listas em que este conto está presente

moubaratianas
sem limites, sem tabus