Descobri o verdadeiro desejo pelo sexo anal depois de ser avó. De certa forma, passei a "tomar no cu" compulsoriamente. Eu vinha de um relacionamento tóxico e reprimido, onde meu corpo era usado sem o meu prazer. Mas tudo mudou quando conheci o "negão cretino" que menciono. Com ele, descobri o que era gozar de verdade; entreguei-me a sensações que eu nem sabia que existiam, como o squirt e orgasmos múltiplos. Minha ginecologista foi essencial, me munindo de informações enquanto os atos fluíam com uma intensidade animalesca.
O abençoado tinha um fetiche: lamber meu rabo. Quando ele enfiava a língua quente e ávida no meu anel, os arrepios eram indescritíveis. Eu tremia, chorava, socava a parede; em um momento de êxtase total, cheguei a quebrar o suporte de roupas do motel. Como o cafajeste dizia, eu "pegava santo". Foi nesse cenário de entrega total que aceitei o desafio: trinta dias tomando no cu, de manhã e de noite. Vocês têm noção do que eu enfrentei?
Ele é um homem negro, alto, com uma pica grande, grossa e imponente. O ritual era quase sagrado: ele devorava meu anel com a língua até me deixar louca, e então entrava. Sem pomada. De madrugada, então, era sempre a seco.
O PRIMEIRO DIA foi marcante. Uma terça-feira à noite, há cerca de dois anos. Na manhã seguinte, como prometido, ele me pegou de quatro, a seco. A sensação era de ir à estrela mais distante sem precisar de foguete da NASA. O detalhe? Eu tinha que ficar CALADA. Sem gemer, sem gritar, para ele manter a concentração e não acordar a vizinhança. À noite, ele voltava e o ciclo se repetia. Eu não esmoreci.
No SEGUNDO DIA, o "café da manhã" foi na pia da cozinha, em pé. Ele saía cedo para o trabalho e, no meio do expediente, mandava a mensagem provocadora: "Vai desistir?". Minha resposta era um óbvio "Não!", mesmo com meu cu pegando fogo. À noite, ele me pegou na escada. Sem carícias preliminares, ele arreganhava minhas nádegas com força e desferia estocadas secas e profundas. Às vezes, parava a penetração só para enfiar a língua no meu rabo já dilatado, dizendo que eu era "quente e saborosa". Minha clitóris ficava ali, desprezada e pulsando, mas o foco era o desafio. Aceito e cumprido.
Os dias seguintes foram um misto de dor e um prazer masoquista. Comprei pomadas para aliviar o ardor durante o dia, mas nada adiantava. Mal conseguia me lavar ou usar o banheiro sem xingar o "Marcos FDP". Eu estava literalmente fodida, mas minha mãe não me fez fraca. Enfrentei cada dia, um a um.
No trabalho, as amigas notaram que eu só sentava "de ladinho". Contei para as mais íntimas sobre o desafio; chamaram-me de louca, e eu apenas sorria, sabendo que elas eram fracas demais para tanta intensidade. Até meu cabeleireiro confessou que adoraria enfrentar algo assim!
Houve um dia emblemático em que ele tirou a pica do meu rabo e gozou direto na minha garganta. Engasguei com aquele jato quente, e ele, sem pausa, voltou a me penetrar enquanto eu ainda degustava o sabor dele. Mas o momento mais inusitado foi quando ele me comeu no portão principal da vila onde eu morava. Ele desligou a lâmpada do corredor e, no escuro, me deu uma pirocada rápida e perfeita. Ele gozou tanto que, como eu estava sem calcinha, a porra descia quente pelas minhas pernas enquanto voltávamos rindo para casa.
O ápice da resistência era a segunda-feira. Como ele tinha dois empregos e um deles era plantão de 24h, ele compensava o tempo perdido no dia seguinte: eu tomava no botão QUATRO VEZES em um único dia.
Termino esse relato pedindo que imaginem a rotina. Não foi fácil, mas foi glorioso. Hoje, aos cinquenta anos, sou a Mel: avó de dois meninos, mãe de duas moças, dona de um corpo que me orgulha e plenamente realizada. Faria tudo de novo? Com certeza.
Bjs e até a próxima. Amo a liberdade de ser quem eu sou!
