Sou acordada diariamente com a ligação dele e, ao atender, ao invés de um "bom dia", ouço: "puta, vagabunda, piranha, boqueteira... vou te maltratar, vou te deixar marcada, vou te chupar até você pedir arrego". Às vezes ele deixa uma mensagem de voz no WhatsApp. Atenção: a voz dele deixa qualquer mulher louca, principalmente de manhã, porque está rouca e cheia de uma safadeza que só aumenta o meu tesão. Fica a dica.
Quando desligo, leio as putarias que ele me envia de madrugada — acredito que seja na hora em que levanta para beber água ou urinar. Ele sempre escreve o que vai fazer comigo e faz; é uma espécie de passo a passo. Meu fogo sobe e eu começo a me tocar na cama; acabo gozando ouvindo aquela voz grave matinal ou lendo, depende de como a mensagem chega. O importante é que é excitante demais; ele sabe encaixar bem as palavras e sabe exatamente onde me tocar.
Isso acontece geralmente por volta das 5h da manhã. As mensagens, como citei, são recheadas de safadezas com um mix de lembranças que nem o Alzheimer tira. O dedo vai direto no ponto certo do meu clitóris, ora a mão apertando o seio... Bendita seja a pessoa que inventou o telefone! O calor toma conta do meu corpo.
No desenrolar do dia, fotos do pau dele, vídeos de putaria e áudios inesperados com toda sorte de xingamentos seguem como um despertador tocando novamente. E ainda tem as "obrigações" que tenho de cumprir e como devo estar para o nosso encontro: geralmente de vestido e sem calcinha, exatamente para ser bolinada. No começo eu tinha vergonha, hoje adoro ser tocada em público. Já ganhei lambida no cu com ele agachado atrás de uma planta que enfeitava a calçada; eu encostada, como se estivesse à espera de alguém, em plena noite, com pessoas e carros transitando e ele lambendo meu cu. Que sensação louca! Mas isso é assunto para outro relato.
Passo o dia contando as horas e me preparando. Algumas amigas do trabalho me chamam de louca, mas acredito que adorariam estar no meu lugar. Confesso que sou má quando deixo que vejam as fotos ou ouçam os áudios kkkkkkk. Elas são curiosas e dizem que vou aprontar porque estou com "cara de safada". E devo ficar mesmo! Na hora do almoço, rola aquela chuca (ando com meu kit na bolsa), ajeito a unha, penso na roupa... Já fiquei sem comer no almoço para não perder tempo. Adianto meu trabalho ao máximo para não ter atraso na saída. Entre idas e vindas ao banheiro, dou uma tocadinha — não sou de ferro. O tempo passa e a noite chega.
Nem me apresentei: sou a Mel, uma mulher branca, de seios fartos, linda. Dizem que tenho uma bela boca e um sorriso encantador. Qualidades que me falam. E ele é um negro de 1,80m, cafajeste, com cara de pilantra, gostoso, safado... a essência da putaria está no DNA dele, só pode.
Chego à casa dele no início da madrugada. Ele mora sozinho em uma vila de casas. O cretino abre o portão completamente nu, com o pau já teso. Olho e começo a rir. Mal subo a escada e já sou colocada contra a parede do corredor. Como estou de vestido e sem calcinha, já recebo a primeira lambida no ânus. O portão é de grade; se passar alguém na rua, assiste. Ignoramos isso pelo fato de ser madrugada, mas, convenhamos, o risco aumenta o tesão. Ali iniciam as pirocadas no meu rabinho. Amo tomar no cu; o orgasmo é diferente. Ele sempre diz que buceta é para chupar — aliás, ele chupa divinamente. Tenho gozadas inexplicáveis; minhas pernas tremem quando ele me chupa, sinto choques, e a vontade de gritar e chorar se alterna.
Tenho que ficar caladinha (ele aproveita para me maltratar). O pau dele é grosso, grande. Ele dá umas estocadas de propósito e eu vejo estrelas, mas mantenho a pose; não peço arrego. Já tomou no cu de um negão ou de um cara com o pau grande e grosso? Quem já tomou sabe do que eu falo.
Penetrada, o canalha fica falando no meu ouvido que eu sou a puta dele, aperta meus seios, beija minha boca por trás e minha nuca. Isso com ônibus passando e, às vezes, ouvindo pessoas transitando na rua e entregadores com suas motos barulhentas. Eu gozo muito! Tudo isso traz um prazer imensurável; o fato de estar em um local onde pode haver um flagrante é maravilhoso.
Já dentro de casa, o vestido é arrancado. Ele me come de todas as formas. Vou ao céu com a chupada dele na minha buceta. Tenho vários squirts; já tivemos que parar para pegar pano de chão, porque molha muito. São reações que não sei descrever, eu flutuo, saio de mim.
Quando ele me põe para engolir o pau, ele vai até a garganta. Ele fica fazendo o vai e vem com a jeba na minha boca, me dando tapas na cara... eu que lute para não vomitar ou engasgar! E ainda tem a luz da câmera do celular na minha cara, porque ele gosta de gravar. O mais incrível é quando ele vai gozar: tira do meu cu e enfia na minha boca. Geralmente estou em pé; ele soca firme, eu agacho, abro a boca e ele goza gemendo deliciosamente. Não deixo cair nada, engulo tudo e ainda volto para a posição. Quero mais pau no rabo! Ele diz que meu cuzinho é apertado e quente.
Na cama, depois de alguns minutos de sono, ele me acorda chupando meus seios — meu ponto fraco, admito. Rola papai e mamãe com beijos na boca e mordidas no pescoço. Depois, de ladinho, ele enfia no meu rabo já machucado. Arreganha minha bunda e dói muito; ele segura e morde meu ombro. As estocadas no rabo são intensas, firmes e secas.
Como alegria de pobre dura pouco, perto das 4h o Uber particular volta para me buscar. Quando sobra tempo por conta de algum atraso do motorista, a despedida na escada é sempre louca e excitante — uma outra história bem envolvente que prometo contar.
Em casa, tomo banho, coloco o uniforme na bolsa, tomo café para repor as energias e já me arrumo para trabalhar. É o dia em que trabalho destruída. Sou TSB (Técnica em Saúde Bucal) e atendo as clientes com um sorriso no rosto, mas quando preciso sentar, é com muita dificuldade. As invejosas ficam me zoando e querendo detalhes de como foi. A pior parte é quando preciso urinar ou evacuar: dói tudo, dá vontade de gritar o nome dele e xingá-lo.
Mas amo foder com esse homem maravilhoso. Sou comida de verdade. Espero que gostem! Praticar loucuras faz bem à alma e produz lembranças para a eternidade
