Olá, sou a Suzane. Sou uma mulher linda, gostosa, exuberante e morena — e se eu não me valorizar, quem vai, né? Tenho um namorado e nosso relacionamento sempre foi aberto. Apesar de ser novidade para mim e de eu ter ficado confusa no início (já que a sugestão veio do meu boyfriend), confesso que estou amando cada segundo dessa liberdade.
Temos tido contatos com outras pessoas e casais pelas redes sociais, mas o que vou narrar aconteceu no trajeto para o trabalho. É um fato verídico. Meu namorado, o Beto, adora saber quando sou cortejada. Quando algo acontece comigo na rua ou no hospital, conto tudo para ele, que fica instantaneamente excitado. Eu jamais imaginei que existissem homens que sentissem prazer nisso, mas hoje me delicio com a reação dele. Ele me possui com uma fúria renovada enquanto exige cada detalhe: pergunta se eu desejei o outro, se imaginei o tamanho do pau do cara, e me maltrata com um vigor delicioso. Ele puxa meu cabelo, bate na minha cara com desejo e invade meu cuzinho sem pena, transformando meu relato em uma fúria de prazer. Quando ele chega com uma garrafa de vinho, então... a putaria é garantida. Vê-lo louco com meus contos me faz entregar o corpo e a alma; adoro ser usada por ele enquanto meu anelzinho é devorado.
Recentemente, no dia do meu plantão administrativo em um grande hospital do RJ, eu estava no trem. Era noite, mas a "Cidade Maravilhosa" não tem mais hora de rush; o vagão estava um formigueiro humano. Eu estava em pé, uniformizada, distraída no celular falando com o Beto, que estava em casa com o pé machucado. Foi quando senti uma presença. Um negão alto, impecavelmente vestido e muito atraente, alojou-se logo atrás de mim.
A cada balanço da locomotiva, o corpo dele pressionava o meu. No início, parecia o aperto comum do trem, mas logo percebi a intenção. Ele encostava mais e mais. Eu sentia o calor que emanava dele e o perfume amadeirado invadindo minhas narinas. Em vez de me afastar, relaxei o corpo contra o dele. Afinal, meu mozão adora isso, e ali estava o cenário perfeito. Olhei por cima do ombro e soltei um sorriso safado. O malandro entendeu o recado e colou de vez.
Através da calça, senti o volume do pau dele roçando na minha bunda. Ele ajeitava o mastro com a mão no bolso, buscando o melhor ângulo contra as minhas curvas. Esse "roça-roça" clandestino e proibido durou uns trinta minutos de pura adrenalina. Minha calcinha já estava encharcada quando cheguei à minha estação. Ele ainda segurou minha mão e pediu meu número, mas eu apenas saí com um olhar de "quem quer mais", levando comigo o troféu daquele momento para entregar ao meu namorado.
Ainda no trajeto, mandei mensagens para o Beto. Meu "corninho" ficou louco! Perguntou se eu estava molhadinha e implorou para cuidar de mim assim que eu saísse do plantão. Na manhã seguinte, fui direto para a casa dele. Comecei dando um banho nele — tadinho, com o pé quebrado... Mamei aquele pau com vontade; adoro o sabor do "leite matinal". O mastro estava pulsando, carregado de um sêmen espesso. Tomei tudo, sem desperdiçar uma gota.
Depois, encostei-o na parede do banheiro para ele não desequilibrar. Fiquei de costas, abaixei propositalmente para pegar o sabonete e empinei meu rabo bem contra a sua ereção. Enquanto ele sentia minha pele quente, recontei a história do trem com detalhes sórdidos, simulando o balanço do vagão. O efeito foi imediato: senti aquele mastro invadir meu cu a seco, sem aviso. A dor e o prazer se misturaram enquanto eu repetia a história, sentindo-o me estocar com força até que ele descarregou tudo dentro do meu anelzinho.
Saí do banheiro flutuando. Ajudei meu crush a se vestir e sentei no colo dele, rebolando com vontade, pronta para o segundo round, mas fomos interrompidos pela chegada do meu enteado. Tive que me controlar, vestir minha máscara de "boa mulher" e voltar para casa para rever minha prole.
Até a próxima história, pessoal! Com certeza trarei mais relatos da nossa vida sem tabus.
