O Cinegrafista que Virou Ator

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Grupal
Contém 1206 palavras
Data: 21/04/2024 13:09:27
Última revisão: 21/03/2026 17:11:50
Assuntos: Anal, Cuckold, Grupal, Oral, Voyeur

Vou usar este espaço para deixar registrada uma experiência incrível. Confesso que sempre tive este desejo e quem sabe até crio uma empresa com este intuito. Os celulares nem existiam quando eu já sonhava em ser cameraman de momentos íntimos; pensava em câmera, edição e entrega imediata para o casal. Sou um negão de 48 anos, tenho 1,80m e sempre quis filmar casais. Acho excitante. Quando assisto a filmes pornô, fico imaginando como o câmera se comporta: se ficam excitados, se são convocados às pressas para a cena... enfim, a busca pelo melhor ângulo e o timing de cada gravação, já que os atores precisam mudar de posição.

​Esse tão desejado dia chegou. Fui convidado pela Suzi — uma linda amiga; pensa em uma morena gostosa, sexy, atraente e maravilhosa — para filmar seu rala-e-rola com um carinha que ela conheceu na rede social (um cara alto, sarado e moreno). Óbvio que aceitei de imediato. Ainda brinquei perguntando se ficaria só em uma função, e a resposta dela foi que "todo trabalhador é digno de seu salário". Na verdade, ela queria filmar porque seu namorado curte vê-la com outros e, como ele está viajando, ela queria presenteá-lo com a gravação.

​O tal amigo com quem ela ia sair só se encontrava com ela no carro; parece que aconteceu duas ou três vezes, mas ficaram só nos amassos, boquetes e mão boba, sem penetração. O convite para uma terceira pessoa era justamente para focar na filmagem, já que o rapaz concordou em ser gravado e sabia que o vídeo seria enviado para o namorado. Tudo entre quatro paredes e sob o domínio dele.

​No dia marcado, fui ao encontro da Suzi e do rapaz. Fomos apresentados, ele logo me passou a direção do carro e eles foram para o banco de trás. Ela estava divina: um vestido soltinho de alcinha, florido, com certeza sem calcinha e sem sutiã — os seios marcavam na roupa. Estava de salto alto, muito perfumada, maquiada e com o cabelo preso em um rabo de cavalo. Ele e eu estávamos de bermuda, camisa gola polo e tênis. Eu me sentia o motorista de aplicativo enquanto eles se beijavam e se acariciavam, até que ela começou a mamá-lo. O carro tem insulfilm bem escuro e ela chupava com vontade. Ele soltava gemidos e empurrava a cabeça dela em um deepthroat avançado. Ela engolia sem pestanejar; às vezes levantava a cabeça e pedia para ir mais devagar porque queria curtir a mamada no trajeto. Me sobrou observar pelo retrovisor interno e prestar atenção na estrada enquanto ela continuava o serviço até o motel, na Rodovia Presidente Dutra. Eu estava mega excitado.

​Já na suíte, o namorado dela ligou em chamada de vídeo. Ela disse que éramos pontuais e que estava amando; contou que veio chupando uma piroca maior que a dele pelo caminho e que ia dar o cu para o rapaz se ele (o namorado) concordasse. Eu estava na antessala, abri uma cerveja do frigobar e ouvi quando o namorado, pelo telefone, respondeu que sim: podia dar o cu, tomar leite e não esquecer de pedir tapas na cara. Ele disse que esperava ansioso pela gravação e que queria comê-la depois. Ela prometeu que, ao sair do motel, iria ao encontro dele para aproveitar o resto da viagem. Eu estava mais excitado ainda com a conversa.

​O rapaz saiu do banheiro pelado, com a piroca em pé, e foi na direção dela. Liguei o celular com a lanterna e comecei a filmar. Ele pegou a Suzi como um objeto, jogou-a na cama, puxou-a pelo cabelo e a colocou para mamar. Enquanto ela estava de costas, ele gritava "chupa, piranha!" e batia na cara dela. Ela ria; de fato, gostava da cena e olhava para a câmera, sabendo que o boy assistiria. Ele começou a chupá-la, ela arreganhada só de vestido, e eu ali, tentando o melhor ângulo, quando ouço ela dizer: "Quero te chupar, câmera!".

​Nem pensei. Coloquei para fora, já que estava muito excitado. O maluco chupava a buceta dela com vontade, mordia a parte interna da coxa para deixar marca e dizia: "Mostra para o teu corno!". Ela me chupava e fazia sinal de positivo para a câmera. Eu lutava para manter o enquadramento enquanto ela dizia: "Filma direitinho, meu amor gosta de assistir, ele é um corno e gosta de ver pessoas me comendo".

​O parceiro a colocou de quatro e empurrou no cu dela. Tive que tirar o pau da boca dela para filmar de perto. Ela gemia pedindo para socar com força enquanto ele a xingava. Peguei um suporte para celular, coloquei o aparelho no ângulo perfeito em cima de uma mesa, engoli o resto da cerveja e fui ser ator coadjuvante. Tirei a roupa e a coloquei para mamar. O cara que a comia por trás empurrava a cabeça dela contra o meu pau. Ela correspondia às maldades, chegou a engasgar, mas manteve a pose. Até que sugeriram a troca: eu passei a comer o cu dela e ele a ser mamado. O cara batia com força na cara dela e eu socava no rabo. Ela estava toda arrepiada, deve ter gozado horrores; a buceta estava muito melada. Claro que eu masturbei o clitóris dela enquanto penetrava. Na pausa, conferi a filmagem: estava perfeita. "A cachorra" ainda disse que, se tivesse problema no vídeo, poderíamos regravar kkkkkkkkk.

​Ela sugeriu uma DP. Pediu para eu continuar no cu enquanto o amigo ficava embaixo na buceta. O telefone dela tocou justo na hora da dupla penetração. Passei o aparelho para ela, que atendeu gemendo: "Mô, estou agora tomando no cu e na buceta ao mesmo tempo!". Como estava no viva-voz, ouvimos ele perguntar se estávamos dando prazer a ela. Ele pediu para mudar para chamada de vídeo e eu vi: ele estava se tocando. Ela pediu para ele não desperdiçar o esperma, que queria engolir tudo.

​No término da ligação, ela sentou no nosso colo, alternando entre frente e costas. Eu atuava como câmera e ator ao mesmo tempo. Amei a experiência! Ela pedia para não usarmos camisinha no final, queria o leite na boca. Rebolava com volúpia, colocou as duas pirocas na boca, chupou nossas bolas e pedia para eu filmar ela apanhando. O convidado dela deixou várias mordidas na bunda dela. Por fim, ela pediu para gozarmos na boca dela, um de cada vez. Eu filmando, o cara gozou; depois ele filmando, eu fiz o mesmo. Ela abriu a boca, mostrou o "estoque" para a câmera, engoliu tudo e disse: "Mô, quero o seu também!".

​Desligamos a câmera e fomos tomar banho. Ela se agachou no box e mamou a gente outra vez. Ficou em pé e exigiu que déssemos banho nela. Fiquei atrás esfregando o sabonete naquele rabo lindo e marcado, enquanto o amigo lavava os seios e a buceta dela na frente. Ela, com os braços erguidos, gemia de prazer por ter dois homens cuidando dela. Depois do banho, nos vestimos, conferi o vídeo e combinamos o repeteco. Ela nos beijou e os deixei no centro da cidade.

​Ansioso para saber o que o namorado dela achou da filmagem. Reconhecimento de um bom trabalho agrada sempre! Na próxima, contarei o que ele achou. Espero que tenham gostado.

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Comentários

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Muito bom o conto, uma fantasia que partilho com o elemento ausente

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