Na época da escola — Lucas gozou na minha boca — Parte 1

Um conto erótico de Juninho
Categoria: Gay
Contém 1262 palavras
Data: 02/04/2024 10:08:45

Tenho três acontecimentos incríveis na minha vida, e quero separar esses três acontecimentos em três séries. Vou começar pela época em que me descobri bissexual, e minha primeira experiência com homem, sendo isso ainda na adolescência.

Nós tínhamos nos mudado de uma cidade grande para o interior do nordeste, mas eu tive muita dificuldade de me adaptar ao calor, que era extremo. Meus pais sempre estavam viajando por causa do trabalho, e eu ficava bastante na casa dos meus tios quando voltava da escola, quase diariamente. Em uma dessas idas e vindas da escola, percebi que meu tio discutia com alguém, na porta da casa dele, fiquei meio preocupado, mas não muito curioso.

“Ele é o seu tio” Perguntou alguém.

Quando me virei, era um garoto da minha idade, cabelos curtos, blusa branca, olhos castanhos, corpo másculo, mas magro e muito bonito. Eu certamente não ficava olhando para a beleza dos homens ou mulheres naquele tempo, até onde eu me lembro, mas aquele foi marcante. Acho que todo mundo tem alguém assim na vida: você olha e logo bate aquela sensação incrível.

“O que está acontecendo” O garoto continuou perguntando.

“Não sei”, falei, sorrindo.

Fomos nos aproximando e quando chegamos lá, eles amenizaram a discussão. Os motivos dessa briga ainda não sabemos até hoje, mas foi exatamente naquele dia que conheci o Lucas, um deus grego em forma de garoto.

Peguei minha bicicleta, em uma noite bem chuvosa, e parti para o treino do time da escola. Eles não avisaram, mas não estava tendo treino, o que me deixou um pouco triste e puto, porque poderiam ter evitado que eu me molhasse daquele jeito, mas nem tudo estava perdido, porque o Lucas também estava prestes a entrar no time, eu só não sabia disso. Fiquei dentro da sede do time me enxugando, quando me bateu aquela vontade de bater uma punheta — relatarei como foi a primeira punheta em breve —, logo, sozinho lá, fiquei doido de tesão, me lembrando que eu adorava tomar banho com os meninos do time, vendo aqueles cacetes todos, alguns grandes, outros nem tanto. Meu pau ficou louco grande só com o cheiro daquele lugar, e eu gozei muito, mas muito rápido naquele dia. O chão ficou todo melado de tanta porra que saiu, mas o que me fez quase cair para trás, foi o Lucas ter visto tudo.

“Batendo um punhetão, em cara”, disse o Lucas, saindo do banheiro do time.

“O quê?” Fiquei tão nervoso que senti o coração sair.

“Relaxa, mano”, disse ele, ficando de pau duro também.

“Não vai contar pra ninguém, não é?” Perguntei.

“Não, pow. Mas por que tu tá batendo punheta aqui? Essa cueca é tua?”

Eu estava batendo uma punheta com uma das cuecas que tinha do Pedro, um gostoso que tinha no time. Ele sempre deixava peças íntimas no armário dele.

“É minha”, falei. Ele sabia que não era, era esperto.

“Eu sei que tu gosta de homem, cara, relaxa”, disse Lucas, me fazendo ficar ainda mais nervoso. “Bem que tu poderia me fazer gozar”, sorriu.

“Como?” Fingi inocência.

“Me chupando”, falou, já colocando a mão no pau duro. E que pau grande e volumoso.

“Não sei, cara, isso é estranho”, falei, mas louco para sentir pela primeira vez um pau de verdade na minha boca.

“Vem pra cá, a gente tranca a porta”, ele foi andando para a sala do professor do time, que tinha até uma cama de solteiro.

“E se chagar alguém?” Perguntei.

“Tá chovendo muito, e a secretária falou que não iria ter treino por causa da chuva, ou seja, o professor não vem”.

“Ainda assim fico com medo”, relutei.

Entramos na sala, ele sentou-se no balcão, pegou minha mão e começou a passar por cima do pacote. Fiquei olhando aquilo com tanto tesão, que nem parecia ter gozado há pouco tempo. Aquela sensação de ver o pacote dele latejando, minha mão passando por cima do saco cheio de porra dele, aquele formato bem duro enquanto eu apartava, era tão gostoso que parecia um sonho.

Me ajoelhei na hora, comecei a colocar meu rosto por cima enquanto ele segurava minha cabeça e esfregava com tesão. Mordi algumas vezes o pau por cima do short do time, grosso e volumoso, molhando o lugar onde a cabeça do pau dele marcava. Abaixei o short e, na cueca quase rasgava de tão duro. Levantei a borda da cueca pra fazer o pau sair por baixo, mas era exageradamente duro, então, baixei a cueca dele mesmo assim, e o pau se mostrou todo, tão duro como uma pedra. A cabeça era tão lisinha e molhada que parecia ter sido lubrificada. Senti o cheiro e me deu aquela vontade de engolir. Ele pegou com a ponta do dedo e desceu até meus lábios, ficou esfregando a cabeça lisinha nos meus lábios, puxando a pele do pau o tempo todo para dentro, pra mostrar como era grande aquela pica. Ele gostava de se exibir.

“Que pica gostosa, Lucas”, falei, doido de tesão.

“Então chupa”, disse, quase gemendo ao falar.

“Chupo sim. Chupo você todo, se você quiser”.

Aquele garoto ficou completamente pelado na minha frente. Eu também fiquei completamente pelado. Não estávamos mais pensando se poderíamos ser pegos por alguém. Ele só se deitou no chão, obviamente esquecemos da cama, e eu abri as pernas dele para começar a chupá-lo enlouquecidamente. Ele dava uns “ai, caralho, que gostoso” quando eu arranhava a cabeça do pau dele com meus dentes. Ele abria ainda mais as pernas quando eu, por baixo, apertava as coxas, outras vezes a bunda gostosa dele. Enquanto engolia o pau molhadinho dele, minhas mãos atravessavam o corpo gostoso dele, a barriguinha deliciosa etc. Nós estávamos competindo para ver quem ficava com o pau mais duro naquele dia, mas ele não iria chupar o meu pau, e eu também não queria largar o pau dele.

Pedi para a gente fazer um 69, mas ele se recusou a me chupar, por outro lado, abriu minhas pernas e ficou colocando o dedo dentro do meu cu. Cuspia horrores no meu cu pra tentar fazer o dedo entrar. Eu, por outro lado, estava subindo minha língua do prepúcio até enterrar meu nariz no sacão gostoso dele. Aquelas bolas enormes deitavam na cavidade de um dos meus olhos, principalmente quando eu resolvi chupar o pau dele de lado. Tente muitas vezes engolir aquele pau por completo, mas não consegui. Em um desses momentos, segurei o pau latejando de tesão, comecei a punhetar ele, encostando minha língua na cabeça do pau. O cuzinho dele piscava muito, e eu imaginei que ele fosse gozar a qualquer momento. Sem demora, sentir o pau ficar ainda mais duro (se é que fosse possível), mas ficou, tão duro que a pele não cobria mais a cabeça do pau dele, que estava tão vermelha, quando ao cuspir a porra quente dele, em segundos encheu minha boca. Ele levantou-se e se virou para continuar a despejar aquela porra quente na minha boca, mas estava tão cheio que melou tudo. Meu rosto ficou todo cheio de porra, e eu estava realmente maluco de tesão com aquilo.

Ele ficou de joelhos por cima do meu rosto, ainda com o pau duro e com tesão. Comecei a punhetar para gozar, enquanto eu socava aquela pica dentro da boca, junto a gala dele que escorria muito. Fiz a cabeça do pau dele de chupetinha, quando meu gozo veio sem demora. Essa gozada foi tão forte que melou as costas do Lucas. Nunca vou esquecer desse dia, porque foi uma das melhores gozadas que eu tive.

Continua...

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Comentários

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NEM DÁ LUCAS SE ACHAR MACHINHO E NEM TE CHUPAR, NEM BEIJAR ETC ETC ETC .FOI MAUS.

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Caralho. Tô quase gozando aqui. Que tesão de conto!!

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