Comendo minha mãe bebada.conto real

Um conto erótico de Picassodotadao
Categoria: Heterossexual
Contém 900 palavras
Data: 02/04/2024 01:30:29

Comi minha mãe bebada. Conto real!

Esse relato verídico é de uns 25 anos atrás. Mesmo com o passar dos tempos, nunca esqueci o que aconteceu quando eu tinha uns 16 anos. Eu era o filho mais novo de um casal divorciado, com duas irmãs. Minha mãe era funcionária pública do estado, divorciada a uns 5 anos e uma das mulheres mais lindas da cidade! Era não era só bonita, tinha um corpo perfeito! Tinha por volta dos 45 anos, branca de 1,68, branca, cabelo curto, loira e um rabo de dar água na boca. Sempre senti ciúmes dos meus amigos dizendo o quanto minha mãe era gata. E por muito tempo eu me masturbei pensando somente nela. Como eu era o mais novo, dormia no quarto dela até minha adolescência. Isso, com certeza foi o que fez com que eu ficasse tarado por ela. Sempre via minha mãe trocando de roupa, fazendo exercícios e saindo do banho. Cada vez mais eu ficava me fazendo de besta pra poder admirar os seio médios, de bico rosado, ou aquela bunda escandalosa. Quando tinha sorte, via ela deitada na cama com as pernas abertas. Chegava a ficar com o pau duro e ter que sair correndo pro banheiro quando via aquela boceta gorda e fechadinha. Tinha os grandes lábios escuros e era rosada por dentro. Eu gozava em menos de um minuto com essa cena na cabeça. Por volta dos meus 16 anos, ela sempre saia com amigas do trabalho. Algumas vezes voltava muito bêbada. Essas saídas dela, eu já sabia que era carência, falta de sexo. Numa dessas saídas de final de semana, ela entrou no apartamento onde morávamos, se arrastando pelas paredes de tão bêbada. Minhas irmãs tinham saído pra uma festa e eu estava sozinho, jogando vídeo game. Eu estava na sala e vi ela passando, indo para o seu quarto. Vi que a luz tinha ficado acesa. Esperei uns 10 mn e fui no quarto ver ela. Quando eu chego, vejo ela deitada na cama somente com uma calcinha fio dental preta (coisa que eu nunca tinha visto ela usando antes). Aquilo mexeu com a minha cabeça na hora! Tentei acordar ela, e nada. Cheguei a sacudir ela pra ver se ela acordava. Nessa hora eu já estava de pau duro e doido pra bater uma. Lembro de ter pensando que se ela saiu com aquela calcinha, era porque estava pro crime. Tirei a calcinha dela bem de vagar. Minha cara estava colada a menos de um palmo da sua bunda e eu curtia o aquela cena com um tesao fora do normal. Quando tirei a calcinha até os tornozelos, eu abri as suas pernas o máximo que pude. Era algo que eu sonhava a muito tempo! Aquela bunda enorme, branquinha e a buceta mais linda que eu já vi na vida, na minha frente. Podia sentir o cheiro dela! Passava a mão na sua bunda e nas coxas e ao mesmo tempo batia uma. Era um sofrimento pra não gozar nela, cama e no quarto todo. Eu estava num estado de tesao e loucura que acabei criando coragem e enfiei a língua na boceta dela. Primeiro lambedo de vagarinho e depois enfiando a língua toda. Eu já tinha chupado duas namoradas, sabia que o clitóris dela podia acordar por conta da sensibilidade. Fiquei só enfiando a ponta da língua na entradinha por uns 5 minutos. Era surreal como eu só tocava do meu pau e já sentia vontade de gozar! Numa dessas eu não consegui segurar, gozei parte nas suas costas e o resto na parede e no chão. Lembro que tive que limpar a parede depois. Meu pau ainda estava duro e o tesao me atormentava. Eu limpei o pau e comecei outra punheta. Dessa vez passava o dedo na sua boceta e via o quanto estava molhada. Ia ousando cada vez mais. Até que enfiei metade do dedo indicador. Nessa hora meu coração gelou, ela deu um leve gemido e mexeu um pouco a bunda pra cima. Eu aproveitei e enfiei o dedo todo. Ela continuou parada. Estava muito molhada e meu dedo entrava fácil. Enfiei o dedo médio junto. Quando os dois entraram juntos, ela deu outro gemido, só que bem mais alto. Eu quase gozei! Pensei na hora, é agora ou nunca. Subi em cima dela e enfiei o meu pau com medo, tesao e paciência. Ia super de vagar. Quando a cabeça entrou ela jogou a bunda pra trás e entrou a metade do meu pau. Eu vi que ela estava bêbada mas ao mesmo tempo a excitação falava mais alto. Enfiei tudo de uma vez, até o talo. Ela se empinou mais ainda e começou a gemer. Eu enfiava sem pena, sentindo que ia gozar a qualquer momento. Cheguei a fechar os olhos por um tempo pra não gozar logo, mas os gemidos dela acabaram com o meu psicológico. Tirei o pau no desespero e gozei um litro de porra em cima de sua bunda. Sai do quarto de fininho e voltei só uns 40 minutos depois. Ela estava do mesmo jeito. Eu limpei ela e botei a calcinha de volta. Ainda tive que limpar a parede do quarto. Eu nunca soube ao certo, se ela fez aquilo sabendo que era comigo, ou se estava tão fora de si, que achou que fosse outra pessoa. Nunca vou esquecer esse episódio.

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Comentários

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Caramba! Comigo foi bem parecido , mas foi com 1 prima que estava passando o fim de semana em casa.... e eu gozei dentro...

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Adorei o seu conto e gostaria de saber mais sobre sua mãe e as transas dela. E queria receber fotos dela se possível. Meu e-mail é adriano_sp_pv8@hotmail.com

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