O Segurança Safado

Um conto erótico de Erick Clark
Categoria: Gay
Contém 3034 palavras
Data: 02/04/2024 21:23:12

Depois da foda com Francisco o Jardineiro safado há dois anos, não houve outras oportunidades, pois sempre havia alguém em casa, Francisco queria mais além do que rolou aquele dia, só faltavam ocasiões, dois anos se passaram, consegui um serviço temporário com um amigo que trabalha com instalação de softwares e hardwares em empresas.

A missão aconteceria em dois equipamentos de uma mesma agência bancaria privada, meu amigo ficou encarregado da matriz, e eu da filial, a implantação seriam dois finais de semana, o trabalho daria inicio ao final do expediente da sexta pra o sábado, e do sábado pra o domingo, em média 160 computadores, meu amigo falou que daria tempo, eu não precisaria me preocupar, pois estaríamos sozinhos no local, a não ser os seguranças que ficaria de plantão.

Às 15h eu estava esperando meu amigo na porta da agência bancária para ter acesso pra fazer o serviço, só em ver o segurança na parte interna do equipamento me causou tesão me deixando excitado, aquele homem moreno, parrudo de boné preto, óculos escuros, uniforme bege e colete a prova de balas, me fez imaginar coisas deliciosas com o gostosão.

O Segurança tinha a cara fechada, talvez por ordem da empresa, meu amigo chegou às 15h30, nos cumprimentamos, ele fez sinal pra o segurança nos atender, passamos pela porta lateral, fui apresentado ao Robson, o ar de superioridade suavizou, fomos revistados, em seguida fomos pra dentro da agência, meu amigo me mostrou a sala de monitoramento onde seria feito o trabalho.

Depois de todas as instruções repassadas, nos despedimos e fiquei só na sala, estava arrependido de ter ido de roupa social, mesmo com o ar condicionado ligado, arregacei as mangas da camisa social vinho e desabotoei alguns botões pra me sentir a vontade. Dei graças a Deus que os funcionários tinham deixado seus computadores ligados, precisava apenas fazer a conexão do sistema do computador operacional para os demais.

Fiquei um tempo observando o carregamento dos softwares nas máquinas, de repente ouço um barulho do lado de fora da sala, olho para trás e vejo um vulto passando, suponho ser o segurança que havia passado pra ir ao banheiro, olho para o relógio na parede a minha frente, percebo que passou muito tempo que eu tinha chegado, já era 20h30, como aviso de fome, minha barriga roncou alto me fazendo rir.

Tudo estava sob controle, levanto da cadeira, me espreguiço alongando o corpo, meu celular vibra e acende a luz informando que há notificação, é meu amigo, leio a seguinte mensagem.

— “Erick, fui informado pelo gerente que nossos lanches chegaram para nós e os seguranças que estão de plantão, é só ir à copa, eu já fiz meu lanche e posso te dizer que está muito gostoso, boa noite e até amanhã”.

Faço o que meu amigo diz, mas antes de ir fazer o lanche, ando pelo corredor escuro iluminado pelas luzes dos postes na rua, acho estranho o segurança não ter comunicado a respeito do lanche, dobro a esquerda, no final do corredor, a porta com uma placa WC MASCULINO abro, e entro, o breu continua no espaço iluminado a luz da lua, três basculantes um ao lado do outro, procuro o interruptor na parede ao lado da porta, não encontro.

Vou ao final do corredor, vejo os mictórios, um tremor toma conta de mim, o corpo arrepia, aquele lugar escuro lembra cenário de filme de terror, não quis ligar a lanterna do celular, minha vista tinha acostumado com o escuro, e conseguia ver o local mesmo depois de ter encontrado o interruptor.

Diante do mictório, puxo o zíper pra baixo, libero meu pau e inicio a mijada, estava há horas segurando com receio de dar algo errado no carregamento do sistema, como tinha a confirmação pra parar para o intervalo, aproveitei para mijar, tava gostoso ouvindo a potência do mijo fazendo barulho no urinário de zinco, por algum motivo desconhecido meu pau ficou duro, depois que terminei a mijada aproveitei pra me punhetar, a intenção era só pra aliviar o tesão, não queria mesmo gozar, eu estava ali à trabalho e não por sacanagem.

Sentia-me vigiado por algum motivo, fecho os olhos e continuo a punheta, tava quase chegando ao orgasmo quando sinto um calor atrás de mim, uma mão tocar meu braço direito que punhetava, abro os olhos, a outra mão está tapando minha boca, ouço uma voz.

— Olha quem está por aqui na agência?

Reconheço a voz, quero falar, mas ele segura firme minha boca deixando apenas meu nariz exposto pra respirar, Francisco me encoxa, sinto a ereção em meu rabo, ele roça a barba em minha nuca, e enfia a língua no meu ouvido direito me fazendo arrepiar, e empinar a bunda encaixando seu pau no meu cu, mesmo vestido o encaixe é perfeito, Francisco fala rouco pelo tesão.

— Não estava sabendo que o rapaz que viria prestar serviços era você, se não teria combinado com Robinho, pra fazermos a três, afinal será dois dias só nós 3 aqui na agência.

Ele tira a mão da minha boca e me vira de frente pegando no meu pau duro, seus olhos brilham, respirando melhor, olho pra ele e digo enquanto puxo o zíper de sua calça para baixo, puxando seu pau pra fora da cueca.

— Como eu iria saber que você trabalha aqui? Imaginei que fosse em qualquer outro lugar, menos nesse banco que vim prestar serviços.

Minha mão aperta seu pau, deixando a palma da minha mão melada, ele faz o mesmo em mim, um punhetando o outro, nossas respirações ficam ofegantes aos movimentos que um faz no outro, continuo a falar.

— Sobre a curtição a três, posso pensar na possibilidade, mas hoje não, afinal tava sentindo falta somente de você!!

Ao falar isso, Francisco me puxa contra seu corpo me abraçando firme, nossos paus se esfregam, ele me beija com fervor e tenta abrir o cinto da minha calça e o botão, minha camisa está encharcada de suor, a pressão do colete em seu peito atrapalha um pouco nossa aproximação, quero tocá-lo melhor, mas tenho receio de pegar na arma, principalmente quando minha mão esquerda toca no coldre, outra vez ele me beija e fala com a boca colada a minha.

— Quando passei com o lanche até a copa, o vi pela janela, mas não imaginei que fosse você. Parece que estava adivinhando de vir tirar plantão hoje, pois a madrugada será de curtição.

O banheiro escuro e quente, o cheiro de nossos paus, de sexo e o aroma de nossos perfumes se misturam, me deixando com tesão, continuamos um punhetando o outro, volto a sentir que vou gozar de novo, percebendo Francisco para, me vira de costas de novo e beija minha nuca me arrepiar, e fala ao pé do meu ouvido.

— Sei que você ia gozar seu safado, só não vou lhe dar esse gostinho agora, vou esperar a madrugada quando Robinho tiver de serviço e eu tiver no meu intervalo.

Ele aperta minha bunda, afasta-se de mim, nos recompomos e saímos do banheiro, cada um segue para um lado, me dirijo pra copa, meu pau dói de tão duro, minhas bolas pesam de tanto de tesão, termino o lanche e volto a sala, uma parte dos computadores havia finalizado, continuo o serviço na sala, e as lembranças da foda em minha casa pairam na minha cabeça, fecho os olhos por alguns minutos, lembro alguns dos momentos da nossa foda.

“(...) Eu puxando-o pra dentro do Box, abrindo o chuveiro, a água fria caindo em nossos corpos nos molhando, Francisco fechando a porta do Box, enquanto pego o sabonete, o ensaboou por completo, ele abrindo as pernas pra eu lavar sua bunda e empinando o rabo pra mim, quando enfio os dedos no seu cuzinho”.

Acordo do devaneio quando sinto um toque em meu ombro, me assusto, abro os olhos e vejo o outro segurança, o Robson da cara fechada, sua expressão é de curiosidade, percebo um volume formado na calça apertada, é evidente a ereção, pois a cabeça do pau está para a esquerda, no momento me contenho ao seu volume, por alguns segundos esqueço que estou de pau duro também.

Robson continua a me olhar, enquanto estou procurando palavras pra falar a respeito da sua intromissão ao meu devaneio, respiro fundo, e pergunto se ele tem algo a me dizer, sua voz sai rouca e viril me fazendo tremer e arrepiar por dentro.

— Eu que pergunto se você está bem, ouvi um gemido quando passei para ir dar um mijão, achei melhor entrar e perguntar se está tudo bem.

Endireito-me na cadeira, ajeito a ereção dentro da calça, vejo seus olhos seguirem minha mão e voltarem pra mim, falo que estou bem, que não precisa se preocupar, dou uma desculpa que “estava tendo um sonho”, ele rir debochado, pega no pau ajeitando sua ereção na calça, falando sem pudor.

— Estou ligado qual o sonho que você tava tendo, ficar num lugar desse sozinho só deixa o cara com tesão. Pior sou eu que passo o dia aqui vendo as mulheres gostosas entrarem e saírem sem poder fazer nada.

Franzo o cenho sem entender o que ele quer dizer a respeito das “mulheres”, mas não falo nada, volto meu rosto para a tela do computador, percebendo que não dei atenção, saiu me deixando sozinho.

Algumas horas mais tarde por volta das 2h20, quando o melhor do sono chega, mesmo assistindo Xvídeos no meu notebook que tinha levado. Algo do filme me distrai, e lembro a foda com Francisco na minha casa outra vez.

“(...) Francisco me virando contra a parede do banheiro e enfiando a mão com o sabonete entre minhas entranhas, de um jeito grosseiro e ao mesmo tempo carinhoso, sua boca procurando a minha, me entregando ao beijo fervoroso, enquanto seus dedos me fodia abrindo passagem”.

Despertando da lembrança erótica, vejo Francisco parado a minha frente, sua expressão safada me faz sorrir, ele está sem o colete, a camisa estava aberta até metade do peito deixando a minha vista os pelos ralos e grisalhos, pisco os olhos ao vê-lo levar a mão direita ao pau apertando firme mostrando que está duro, mordo o lábio.

O safado desafivela o cinto, vejo em cima da mesa que o coldre com a 38, o zíper da sua calça está baixa e o botão da calça aberta, vi os pelos espessos pelo elástico superior da cueca slip branca, onde a cabeça marcada e melada pela baba.

Meus olhos brilharam, toco em seu pau sentindo a firmeza da ereção, direciono meu rosto aquele pau gostoso, e cheiro inalando o forte suor dos pentelhos, mordo de leve o pau por cima da cueca, e a puxo pra baixo liberando o pau duro e babado para o lado, a rola salta a minha frente.

Francisco pega o pau e bate em meu rosto deixando melado de baba, segura meu queixo, me fazendo abrir a boca, e fode minha boca até salivar abundante, chupo com vontade, enquanto desabotoou minha camisa, ele fazia o mesmo.

Rapidamente estávamos despidos, nos abraçamos sentindo um, o calor do corpo do outro, as respirações ofegantes, os paus esfregando-se em um duelo de espadas unindo em uma só baba que se mistura, sento na cadeira ficando de quatro, meu cuzinho pisca, meu pau baba formando uma poça no assoalho.

Agachando-se atrás de mim, sinto a língua úmida e quente lamber e chupar meu cuzinho, Francisco chupa com vontade tirando de mim gemidos de prazer, empino a bunda para trás, e ele bate firme em cada poupa falando rouco.

— Geme safado com minha língua nesse cuzinho gostoso, que logo você vai levar varada do jardineiro safado de novo, diz pra mim que tava com saudades?

Viro o rosto em direção a ele e respondo ofegante.

— Vou continuar sentindo saudades da mangueira do Jardineiro, por que você agora é um segurança safado, me fode com força, e mete a tonfa em mim bem gostoso.

Ouvindo-me pedir pra ele enfiar a tonfa no meu cu, ele bate outra vez em minha bunda, ergue-se atrás de mim, esfrega o pau de cima a baixo no meu rego posicionando a cabeça quente e melada na entrada do meu cu, ele aperta minha bunda, sobe as mãos até meus ombros, depois segura minha nuca, enfia a língua por dentro do lóbulo e mordisca, fazendo minha pele arrepiar, tremo de prazer e respiro ofegante, Francisco puxa meus cabelos molhados de suor, fala no meu ouvido esquerdo meu coração acelera, a respiração se torna mais acelerada de ansiedade.

— Vou ficar te devendo a tonfa dessa vez, porque não imaginei que fosse querer que eu socasse em seu rabo, mas amanhã tem mais se estiver com disposição, agora prepara esse rabo que vou te comer gostoso.

Francisco vira meu rosto, e me beija com força, desço da cadeira, afasto algumas coisas de cima, me agacho e chupo com vontade deixando seu pau cada vez mais duro e babado.

Ele pega o preservativo na carteira, tira da embalagem, me entrega, chupo uma de suas bolas, ele geme e brinca com minhas orelhas me fazendo arrepiar, faço o mesmo na outra, o coroa sedento por meu rabo, bate com o pau em meu rosto, paro de chupar suas bolas, subo lambendo seu abdômen peludo passando por seus mamilos endurecidos, sua pele arrepia, paro diante da sua boca, seus olhos cor de mel brilham, ele sorrir e pergunta me virando de costas de novo.

— Não vai querer que coma você não safado?

Balanço a cabeça confirmando, volto a ficar de frente pra ele, beijo de novo a boca dele puxando o lábio inferior, pego o preservativo de sua mão, e desenrolo no pau, sem desviar os olhos e falo.

— Claro que quero ser fodido, só não quero que seja de quatro, prefiro você me olhando enquanto me fode de frango assado.

Falo enquanto sento sobre a mesa, abro as pernas ficando na posição de franco assado, Francisco posiciona a cabeça do pau na entrada do meu cu, e pisca ansioso sentindo o calor da cabeça quente de seu pau, ele pincela de baixo pra cima, me fazendo sentir o quanto a cabeça da rola tá quente, cospe na cabeça e força, travo por instinto, cravo os dedos na borda da mesa, meu pau baba, Francisco pega com os dedos um pouco da minha baba e passa na cabeça de seu cacete voltando a forçar.

Estou ofegante sentindo o suor escorrer por minha testa, peço que espere um pouco até forçar outra vez, fecho os olhos, e falo entre os dentes que ele tente de novo, outra vez ele força e sento as pregas se alargar aos poucos, sinto cm por cm ir entrar aos poucos dentro mim.

Meu cuzinho pisca mascando seu pau, Francisco geme voltando a bombar com força saindo e entrando, tirando o pau, esfregando na entrada do meu cu empurrando de vez, gemo mais alto sem importar se o tal Robson nos ouve, o prazer está grande, chego a desejar a presença do outro para juntar-se a nós.

Por alguns minutos sinto Francisco desacelerar as estocadas, penso que ele está prestes a gozar e pergunto, ele fala pra mim ofegante.

— Se preocupe não que quando eu for gozar, te dou leite na boca meu bezerro puto, só quero meter em você de quatro, vem pra o chão!

O obedeço, mal desço da mesa, Francisco me abraça sarrando, esfregando o pau em minha bunda, me vira de frente, me beija, e me manda chupar suas bolas, faço o que ele pede, mamo suas bolas alternando-as, ele se punheta, às vezes bate a rola em meu rosto deixando lambuzado.

O local fica mais quente, o cheiro de sexo invade minhas narinas, olho para a tela do computador, vejo que a integração do sistema foi concluída, digo que preciso reiniciar o computador para fazer a atualização no sistema.

Francisco não me dá ouvido, e posiciona-se atrás de mim e empurra de vez o pau, me assusto com a estocada profunda, pois não esperava que ele fosse fazer aquilo sem me avisar, Francisco segura pelas ancas e soca com força, batendo em minha bunda, entrando e saindo rápido, consigo mexer nos comandos internos do sistema enquanto ele maceta meu rabo violento.

Para amenizar a dor e as estocadas, rebolo de acordo com a velocidade que ele mete, volto a sentir que estou prestes a gozar pela terceira vez, meu pau fica muito duro, baba escorre em minhas pernas formando uma poça espessa no assoalho, em alguns instantes desconcentro-me no que tenho a fazer pra sentir as estocadas vigorosas.

Gememos juntos, olho-o de soslaio como se pedisse que me deixasse finalizar o serviço, mas Francisco quer e anseia por gozar, me afasto da mesa, fico de quatro como ele havia pedido, Francisco monta em cima de mim feito um touro, sinto seu pau deslizando dentro de mim, me preenchendo gostoso, as estocadas começam a desacelerar, ele sai de dentro de mim, tira a camisinha ficando próximo a minha boca.

Percebo que ele vai gozar, e punheto rápido pra gozarmos juntos, Francisco fode minha boca me fazendo salivar como se fosse meu cuzinho ou uma boceta, seu gozo está vindo, o meu também, suas pernas se tencionam igual as minhas, ele segura meu rosto, fico chupando apenas a cabeça que quente, meu primeiro jato de gala sai melando meu peito e abdômen, seu pau libera o primeiro jato, gememos enquanto gozamos juntos, gotas de seu gozo saem pelo canto da minha boca, passo a língua no canto dos lábios sorvendo as gotas adocicadas de seu leite quente e grosso.

Francisco cai de joelhos em minha frente e me abraça, ouço sua respiração acelerada e seus batimentos, nos beijamos e ficamos sentados entrelaçados até nos recompor, olho pra a janela pra ver se Robson nos assistia, mas não o vejo, é apenas uma sensação de estar sendo vigiado, nos recompomos e cada um vai para seu posto pra finalizar o que tem que ser feito aquela madrugada.

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Comentários

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Eu gosto muito de relatar sexo em ambientes de trabalho, cenas em lugares proibidos, onde os parceiros podem ser flagrados, acho esse clima muito excitante. A sensação de ser observado é um mote perfeito para a próxima parte. Parabéns, o texto está muito bem narrado e e conduzido.

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@Tito JC Obrigado por seu comentário, você sempre gentil analisando o texto por diversos lados literário, assim me deixa entusiasmado em trazer uma segunda fase dessa história, ou seria uma terceira, já que analisando a narrativa por um todo é um reencontro entre mim e o Francisco do conto do Jardineiro Safado.

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Excelente Erick, conto cheio de tesão! Agora queria saber se o Robson também vai entrar nessa?

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@Gil071 Você acha que Robson entra ou não nessa situação gostosa? Me fala!!!

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Erick, que texto cheio de tesão é esse?! Agora tô ansioso pro Robson entrar no jogo hehehe

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@Jota_ Será que o Robson entrou nesse jogo sacana mesmo? ahahaha pode ser que não tenha sido apenas uma impressão minha de me sentir vigiado, vai que Robson estava mesmo nos assistindo escondido? Vale a pena aguardar.

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Caralho Erick

Fiquei com muito tesão!

Sempre imaginando a entrada do outro segurança.

Lpedrorio@gmail.com Telegram @LuRio1

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Segura a ansiedade ahahaha porque essa foi só a primeira noite, a segunda noite está por vir e tudo pode acontecer!!!

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