Rapidinha na Biblioteca Municipal

Um conto erótico de Tarado 24hrs
Categoria: Heterossexual
Contém 767 palavras
Data: 02/04/2024 20:39:32

Olá a todos, pessoal estou gostando do retorno que estou tendo dos contos que tenho escrito, muito obrigado.

Bom, as vezes parece que a safadeza nos persegue.

Eu estava cursando o ensino técnico e me lembro que estava de férias da empresa e tinha um trabalho para entregar, estava no fim da época de fazer pesquisas em livros e as pesquisas em internet já eram muito mais fáceis, porém eu que sempre gostei de fazer pesquisas em bibliotecas, o cheiro das paginas de livros inspiram conhecimento, e eu e a Julia que fazia parte do meu grupo de pesquisa resolvemos ir fazer nossa parte da pesquisa na biblioteca municipal. Julia era uma garota magra de seios médios, pele clara, cabelos lisos e castanhos até o meio das costas, uma bundinha perfeitamente desenhada que chamava a atenção por onde passava, óculos quadradinho que dava a ela um ar intelectual e séria, porém era uma garota muito alegre e nem tão inteligente quanto aparentava.

Já tínhamos encontrado material suficiente para trabalharmos e estávamos olhando os livros que nos chamavam atenção, até que numa das ultimas prateleiras ela começou a rir, a bibliotecária fez um “psiu” da sua mesa na entrada da biblioteca e eu curioso fui verificar o que ela ria.

Ao chegar ela segurando a risada me mostra que no meio de um livro havia sido deixada uma revista pornô. Demos risada e começamos a folear a revista, era uma revista de história de sexo, começamos a olhar juntos as fotos da garota empregada que transava com o patrão que havia chego mais cedo em casa, as fotos explicitas do pau do cara enterrando na buceta dela e ela chupando o pau do cara a cada troca de posição me deixou de pau duro e ela olhou pro meu pau e fez cara de surpresa e segurou a risada e eu comecei a alisar a minha rola por cima da bermuda que usava, ela olhava para a revista e para o meu volume e olhando por entre as prateleiras coloquei meu pau para fora e comecei a bater uma punheta descarada, e ela olhando incrédula, eu sussurrei no ouvido dela que ia gozar na revista e a gente voltava a guardar a revista dentro do livro e colocava na prateleira de volta, coisa de garoto besta afim de fazer coisa errada. E ela rindo olhava meu pau e me surpreendeu segurando ele e dizendo que ia me ajudar. E eu deixo ela bater a punheta enquanto olho por entre os livros se ninguém vinha, logo sinto o quente e molhado do interior da boca dela envolvendo meu pau, olho para baixo e ali esta aquela princesa de óculos agachada mamando meu pau, difícil era segurar o gemido de prazer de estar com ela me chupando.

Logo o tesão fez o papel de fazer a gente perder o juízo de vez, levantei ela e abaixei o shortinho que ela usava, virei ela de costas para mim, e ela segurando na prateleira dos livros se inclinou para frente e empinou a bunda para mim, me abaixei e passei a língua na fendinha molhada da buceta dela deixando bem babadinho para facilitar a entrada e aproveitei para passar a língua no cu cheiroso dela, ela se arrepiou inteira. Me levantei e ajeitei o pau na entrada da buceta dela, quando a cabeça estava a postos de realizar a invasão vaginal nela eu tampei a boca dela e deixei o pau deslizar devagar e aos poucos dentro dela, senti ela arquear as costas e iniciei um vai e vem dentro dela com ela sofrendo para conter os gemidos mas ela conseguiu, e eu senti a perna dela tremer e tive que segurar ela pela cintura para ela não se desequilibrar e sentindo a buceta dela piscando em volta do meu pau acabei gozando dentro dela, gozei segurando os gemidos também, ela se endireitou e meu pau saiu ainda duro de dentro dela, ela com as mão pegava o meu esperma que saia de dentro dela misturado ao gozo dela mesma e passava nas paginas da revista e do livro, nos arrumamos rápido e colocamos o livro com a revista dentro de volta na prateleira para que um dia alguém encontrasse os vestígios da nossa safadeza.

Saímos de lá e na rua nos beijamos e eu disse que ainda queria mais e ela confessou que queria dar e gemer à vontade e rumamos para a minha casa, mas o restante fica para outro conto....

Quem quiser conversar sobre essa safadeza e muitas outras pode me chamar no e-mail aldair.lemes@bol.com.br

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