A vizinha Cheinha

Um conto erótico de Bernardo
Categoria: Heterossexual
Contém 1814 palavras
Data: 21/03/2024 13:33:05

A vizinha Cheinha

O final do verão passado foi muito agitado, e no inicio do outono um casal de vizinhos me pediu para levá-los ao Victoria International Airport que fica uns 120km a leste daqui de casa.

Como eram idosos, os deixei no balcão de check-in e quando retornava para o estacionamento encontrei a Rose, também vizinha e me perguntou se estava retornando para casa eu disse que sim e ofereci uma carona. Durante a viagem conversávamos bastante e perguntei se ela estava em um novo relacionamento (ela havia se divorciado há uns dois anos, o marido a trocou por uma miss de um concurso em Sooke, cidade pequena é igual em qualquer lugar do mundo, todos sabem tudo da vida de todos, ou quase tudo), ela disse que não e que mulheres cheinhas, como ela, eram preteridas pelos homens, eu a retruquei dizendo que nem todos, ela me sorri e pergunta se eu me interessaria por uma mulher cheinha, e eu respondi “e por que não?” mudamos de assunto e continuamos a conversar. Ao deixá-la em casa ela me convida para entrar e tomar um café ou um chá, um café eu topo, respondi aceitando o convite, porém, estacionei o carro em minha garagem e atravessei a rua até a casa dela.

Era inicio de outono, mas, já estava bem frio em torno de 5°C, e quando você usa roupa de inverno você soa e soa muito; ao entrar na casa dela ela me pediu para assentar na ilha da cozinha e continuamos a conversar enquanto ela preparava um café e esperava assar uns pãezinhos e eu retornei ao assunto das cheinhas que falamos no carro, ela sorriu e perguntou se eu realmente acharia uma mulher gordinha atraente. Eu respondi que ela era uma mulher bonita, inteligente, independente, bem resolvida consigo mesma, e muito atraente, e se eu não estivesse com meu enrolo com minha ex no Brasil, expliquei resumidamente a situação para ela, com certeza eu a namoraria; ela se aproximou e me beijou. Rose é branca de cabelos pretos e ondulados, 32 anos, uns 1,80m cheinha, seios fartos e firmes e uma bunda não muito grande.

Eu desci da banqueta da ilha e a abracei colando o seu corpo ao meu e senti sua respiração acelerando, seu coração estava disparado, e ela foi ficando cada vez mais ofegante, e com o aumento da temperatura de nossos corpos, transpirávamos, eu comecei a despi-la, desabotoei e retirei sua blusa, tirei sua calça deixando-a apenas com a langerie, ela retirou minha camisa e eu retirei a minha calça, ficando apenas de cueca, ela pega em minha mão e me leva à sua suíte, ao entrarmos no quarto eu a pego no colo e a deito sobre a cama, subo em seu corpo e começo a beijá-la intensamente, começo a beijar seu pescoço, mas, ela fica desconfortável, pois como citei anteriormente roupa de inverno nos faz suar muito, então decidimos tomar um banho, eu termino de despi-la ela retira minha cueca e entramos no chuveiro, eu a beijo intensa e demoradamente enquanto acaricio o seu corpo, ela esta ofegante e vou roçando o meu pau duro feito uma pedra em sua buceta, com ele vou acariciando o seu grelo enorme, nunca tinha visto um assim, ela geme e pede para fodê-la, mas, eu gosto de prolongar as preliminares e começo a beijar e chupar aqueles peitos grandes, me ajoelho diante dela e caio de boca naquele grelo, que agora excitadíssimo parecia maior ainda, e chupo intensamente, ela geme cada vez mais alto e quando enfio a minha língua na sua buceta ela não resiste e goza em minha boca, e que mulher doce, já chupei muitas bucetas em minha vida, mas, aquela mulher tinha um sabor deliciosamente adocicado; chupo todo o seu gozo e me levanto e vou ao seu ouvido e sussurro o quanto ela era doce, e beijo a sua boca compartilhando com ela o sabor de sua buceta, ela perde completamente o controle de si mesma e me puxa para a sua cama e me empurra sobre ela e sobe em cima de meu pau e o engole de uma só vez com a buceta e grita alto, e começa a subir e descer descontroladamente sobre o meu pau, cada vez mais forte ela quicava sobre meu colo e gritava abafadamente, o tesão que sinto é enorme, e ela literalmente se joga com toda a força no meu colo e goza eu não resisto e gozo junto com ela, exausta ela desaba sobre o meu corpo.

Deixo ela curtir por alguns instante o seu gozo e me levanto da cama e a puxo até o banco da janela do quarto, me sento e a coloco sentada em meu colo de frente para mim, penetrando aquela buceta deliciosa e chupando seus peitos enormes, movimento o meu quadril socando a buceta, ela reassume o controle e começa a se movimentar para frente e para trás intensamente, meu pau tocava o fundo de sua buceta e ela volta a soltar gritos abafados pela respiração ofegante e logo goza de novo em meu pau, eu a coloco de quatro sobre o banco da janela (a janela de seu quarto dava para uma área de vegetação e sem vizinhos por perto) e começo a socar sua buceta com toda a minha força, meu saco batia sobre a xoxota e eu o sentia batendo sobre o seu grelo enorme, esta sensação faz meu tesão subir às alturas, ela retoma aos gritos e vou fodendo aquela buceta intensamente até gozar novamente dentro dela e me deito no carpete do quarto e ela se deita ao meu lado, eu a abraço e a beijo. Descansamos por alguns minutos e ela me diz que aquela foi o sexo mais intenso que ela já tinha feito na vida, eu a respondi dizendo que eu havia dito que ela era uma mulher atraente e muito gostosa, e como fiquei impressionado com o grelo enorme que ela tinha, ela fica um pouco surpresa e diz que o seu ex nunca havia chupado o grelo dela e dizia que aquilo era uma aberração, eu disse que não era uma aberração e sim uma fonte de prazer; ela me beija e me chama para tomar um banho.

Após o banho comemos alguma coisa, e depois conversamos por horas, até que eu me levanto e pego em sua mão e a levo para o quarto, retiro os nossos roupões e a deito de bruços sobre a cama e subo sobre o seu corpo, começo a beijar sua nuca e vou roçando o meu pau em sua bunda, ela sente o movimento e vai rebolando pressionando a bunda contra meu pau, vou ao seu ouvido e a pergunto se ela curte sexo anal, ela diz que nunca tinha feito, mas, quer experimentar comigo, perguntei se ela tinha algum gel lubrificante e ela diz que só tem óleo de massagem eu disse que não era o ideal, mas, serviria. Pego o óleo no criado mudo e recomeço a beijar a sua nuca, vou beijando suas costas até chegar em sua bunda, vou beijando e passando a língua pelo seu rego até chegar em seu cú, passo a língua sobre o buraquinho rosado dela e ela geme sorrindo, ela nunca tinha sentindo aquela sensação, vou passando a língua forçando a entrada em seu cú até que consigo enfiar a ponta dentro, ela se contorce gemendo cada vez mais alto, dou umas leves enfiadas de língua naquele cú e depois derramo o óleo sobre sua bunda e vou espalhando com uma das mãos, depois abro as bandas e pingo óleo sobre o buraquinho e vou enfiando o dedo médio bem devagar e quando enfio todo o dedo ela geme alto, começo a movimentar o dedo num vai e vem e ela se contorce depois de algum tempo coloco mais um pouco de óleo e enfio também o dedo indicador, ela geme sentindo um pouco de desconforto, mas, se acostuma e vou socando o cú dela com os dois dedos dentro e vou os afastando para alargar um pouco mais e relaxar um pouco as pregas, depois de alguns minutos ela goza com os meus dedos fodendo o seu cú, eu chego mais uma vez em seu ouvido e sussurro “agora vou enfiar o meu pau”, ela só pede para ser gentil com o cusinho dela, retiro os dedos unto o meu pau com o óleo e o posiciono em seu buraquinho e vou forçando a entrada e quando a cabeça entra ela geme com dor, eu espero ela se acostumar e vou enfiando lentamente sentindo suas pregas abraçando o meu pau e o enfio todo dentro daquele cú virgem, ela se contorce numa mistura de dor e tesão, eu beijo sua nuca e sussurro em seu ouvido que o cusinho dela é tão delicioso quanto a buceta dela, ela começa a rebolar acomodando o meu pau e a medida que rebola vai gemendo até parar e pede para foder o cusinho dela, eu começo a socar bem lentamente e vou aumentando a velocidade e força, o tesão dela aumenta e ela geme cada vez mais alto e pede para foder com força o cú dela, e eu vou socando com toda força o cú dela ela começa a gritar novamente e solta alguns palavrões e xingamentos, ela se libera de qualquer pudor, e pede para fuder com o cú dela, e para rasgar o cú dela, eu vou socando com toda a minha força até que ela começa a se contorcer e goza e eu encho o seu cú de porra. Deito sobre ela com o pau ainda enfiado dentro e vou dizendo o quanto ela era gostosa, que era segunda mulher mais gostosa que eu havia comido na vida, ela pergunta quem era a primeira e eu repondo que era a Sheila, minha ex, ela sorri; meu pau vai encolhendo e saindo do seu cú, me deito ao seu lado e a beijo e digo que quero repetir a dose, e que ela sim era muito atraente e me surpreendi no quanto ela era gostosa, ela sorri e diz que eu era o primeiro homem que a tratava como uma mulher de verdade, e não apenas como uma gordinha, e nos beijamos. Tomamos mais um banho e deitamos e dormimos juntos.

Acordei e Rose já tinha se levantado e preparado o café da manhã, nós comemos e ficamos sentados no sofá abraçados olhando pela janela a chuva que caía, depois a levei para almoçar em um restaurante na British Columbia Highway 14 e retornamos á noite para casa. Depois disto saímos juntos várias vezes e transamos muito, a levei ao casamento da Marie e Jeanne e na próxima semana iremos juntos a uma feira de primavera nas proximidades de Vancouver, nos tornamos bons amigos e com ótimos benefícios

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