Depois de alguns anos sem encontrar com meu carrasco preferido, hoje, dia 08 de fevereiro de 2024, finalmente conseguimos nos ver. Marcamos em um motel próximo à minha casa, na Zona Oeste do RJ. Como eu já vinha sendo comunicada pelo WhatsApp sobre o "passo a passo" do que íamos fazer, não foi tão assustador.
Sou a Kika: uma moça morena, gostosa, sexy, atraente e dona de um belo rabo. Ele é um pilantra, negão, 1,80m, dono de uma jeba preta, grossa e grande; sabe usar aquele mastro como ninguém. O seu apreço por mim começou quando disse a ele, em uma conversa informal, que gostava de tomar no cu. Trabalhamos juntos em 2012 e, até hoje, quando lembro da expressão dele, dou gargalhadas. Já saímos em outras ocasiões, mas estávamos há algum tempo sem nos ver. Hoje, o reencontro será detalhado neste conto verídico e excitante.
Cheguei arrasada no encontro, mas ele já me esperava. Fomos para o quarto e ele entrou direto para o banho, pois estava muito calor. Voltou pelado, com aquela piroca balançando. Eu fui tomar um banho também. Ele pegou uma bebida e, quando saí, lá estava ele me atacando: chupando meus seios, passando a mão no meu corpo... Me sentou no sofá e colocou o pau na minha boca. Eu adoroooooo chupar aquela piroca grossa e enorme. Ele dizia que eu chupava gostoso e eu mamei com vontade; chupei o saco dele, engasguei e a lágrima desceu.
Depois de alguns minutos, ele me colocou de quatro e enfiou no meu cuzinho — a seco, sem nem uma pomadinha ou cuspe. Eu aguento calada, na disciplina, porque minha mãe não me fez fraca. Estava apertadinho, fazia muito tempo que eu não dava. Ele foi empurrando até que ficou gostoso. Ele segurava minha cintura enquanto eu gemia baixinho. Ele começou a abrir minha bunda e a dor foi aumentando; ele sempre come meu cu sem pena, e eu já estava certa de que seria maltratada mais uma vez. Ele começou a socar com força, estocadas secas. Gosto de tomar no cuzinho, ele sabe, mas eu queria experimentar algo novo.
Ele me levou para a cama, me comeu de papai e mamãe, chupei mais uma vez aquela jeba preta e, então, ele resolveu chupar minha bucetinha. Quando disse "deita que eu vou te chupar", fiquei perplexa. Pqp mil vezes! Ele sempre come meu cu e mais nada; desta vez, ele me chupou. Foi a primeira vez, e acredito que seja a nossa quarta saída. Ele enfiou três dedos na minha buceta e caiu de boca. Caralho, só de pensar fico arrepiada e molhada!
Ele me fez gozar quatro vezes seguidas. Comentou que eu gemia baixinho e me contorcia toda. Eu, sinceramente, não sei o que fiz; só sei que nunca tinha sido chupada daquela maneira. A língua batia no ponto certo — meu clitóris agradece kkkkkk. Ele ficava passeando no clit enquanto os dedos na minha buceta esfregavam o ponto G. Eu só sabia gozar. Foram quatro vezes seguidas! O que senti foi indescritível.
Como combinamos, ele gozou na minha boca. Deixei seu pirulito limpinho, engoli seu leite grosso — estava espesso e tinha bastante. Tomei banho (calor insuportável, o ar-condicionado não estava dando conta) e fui ao banco resolver problema dos outros. Família é uma bênção sempre, mas com certeza nada iria me estressar; eu estava mega relaxada.
Em casa, mandei mensagem agradecendo por ter me feito gozar e, principalmente, por não ter me maltratado tanto. Na última vez que saímos, fiquei uma semana sem conseguir sentar direito, fora que meu cuzinho ficou muito inchado. Já estou animada para o próximo encontro. Com certeza vou contar como foi.
Até a próxima!
