Quicando na Piroca e Comprando o Celular Pela E-Commerce

Um conto erótico de Renilda
Categoria: Heterossexual
Contém 1061 palavras
Data: 16/03/2024 09:25:47
Última revisão: 21/03/2026 16:55:32

​Serei incisiva nesse meu relato, até porque foi bem inusitado. Quero ser transparente e, desde já, informo que é verídico: sou a Renilda, uma negra linda, maravilhosa e gostosa de 40 anos, carioca. Eu estava há cerca de noventa dias sem sair com o fdp, cafajeste e cretino que é a outra personagem desta história.

​Como já externei suas "qualidades", adiciono que ele é um negão cachorro. Alguns dias atrás, ele me agarrou pelos cabelos, beijou minha boca com a mão dentro da minha calcinha e bateu na minha cara — tudo isso na sala de trabalho dele. Sim, trabalhamos juntos. Confesso que não o queria mais, ele pisou na bola, mas acredito que exalei algum feromônio... porque, vocês sabem, cachorro sente cheiro de cadela no cio. Porra, três meses sem ser tocada por ninguém! Aparecem uns "pés descalços" kkkk, mas não quero meia-boca. E ele, canalha, tem o dom e sabe molhar minha calcinha de longe; penso nele e já fico excitada, é inexplicável.

​Depois dessa "covardia", reatamos o contato com a frequência de antes e marcamos de sair pós-expediente. Lá estava eu no Uber, a caminho do matadouro, às 13h de uma sexta-feira. Sextou com força! kkkkk. Ele falando para o motorista que o efeito do remédio ia passar e que seria em vão a ida até o motel. Eu, morta de vergonha, mas dando gargalhadas; o condutor, bem-humorado também. Chegamos. Ele entrou no quarto, ainda molhado do banho, arrancou minha roupa e me comeu de quatro na cama.

​Sabe aquela preliminar? Não tem.

Sabe o clima esquentando? Não tem.

Eu já estou acostumada. Você deve estar se perguntando: "será que ela gozou?". Gozei simmmmm!

​O pilantra sabe me comer. Pediu para eu agachar e me fez mamar sua piroca; engasguei, saíram lágrimas dos meus olhos. Ele bateu com a tromba no meu rosto — adoro. Me puxou pelo braço até a poltrona que tinha no quarto, voltou com um creme fajuto que pegara na mochila, lambuzou meu anelzinho e comeu meu cu de quatro. Imaginem a dor: noventa dias sem dar o cu e o pau dele é grosso e enorme. Ele puxando meu cabelo... Consegui fugir, mas ele me pegou em pé, mãos na parede, e penetrou tudo no meu cu. O braço direito dele me enforcando, a mão esquerda na minha buceta bolinando meu clitóris. Imagina a cena! Ele me xingando e, ainda assim, era um misto de dor e prazer.

​Pedi para irmos à cama, ele topou. Começou de ladinho no cuzinho, mas logo me virou de bruços, retomou o controle da situação e, impressionantemente, gozei duas vezes tomando no cu de bruços. Meu corpo se contorcia todo, arrepiada, gemendo, e ele falando loucuras que só ajudavam a apimentar o momento. Ele saiu de cima e foi ao banheiro tomar banho. Eu, tentando me recompor, peguei a toalha para ele; enquanto se secava, o pau não abaixava. Entrei para tomar banho e ele me pegou na pia, agora na ppk por trás. Gozei de novo! Ele me virou, beijou minha boca, bateu na minha cara — ele faz isso com alegria — e ficou me masturbando. Tive uns quatro squirts na mão dele, toda arrepiada. Ele sabe onde me tocar. Tomei o banho, a cerveja me esperava... mas pausa para ele não existe: mais sexo.

​Deitei na cama arreganhada, ele começou a beijar minhas pernas e meus pés. Nunca fui beijada nos pés! Subiu e começou a chupar minha buceta; eu já estava muito excitada e tive mais squirts, molhei a cama toda. Ele foi subindo, beijando meu abdome, mamando meus seios e penetrou na posição de papai e mamãe, beijando minha boca. Que delícia! Acredito que foi o momento romântico da transa. Então, ele me virou de bruços e, cutucando minha ppk por trás, disse no meu ouvido: "Tenho um presente para você", e me ofereceu um celular. O meu está quebrado e muito velho. Fiquei feliz, obviamente, e ele, ainda me cutucando, disse que era para eu comprar com um conhecido dele pelo WhatsApp, mas que a negociação teria que ser comigo sentada na piroca dele.

​Ele sentou na poltrona — vocês tinham que ver a cara de cafajeste que ele fez! Pegou sua Heineken e mandou eu sentar naquela jeba preta, enorme, em pé e grossa. Eu ali, enviando a mensagem para o rapaz que vendia o aparelho, o cara respondia e eu tentava me concentrar, já que tinha a exigência de quicar ou rebolar enquanto fechava o negócio. Concretizamos! Na comemoração, agradeci com um beijo na boca e ele disse que eu não sabia dominar um momento. Mais uma vez, tive um squirt sendo masturbada em pé, com ele "ensinando" como ter controle. Eu quero é ser dominada! kkkkk Adoroooooo.

​Na cama novamente, em papai e mamãe — segundo ele, foi a melhor cena. Ele mandava eu virar o rosto e me batia nos dois lados da face (isso se deu umas três vezes de cada lado) e abaixava para eu falar no seu ouvido que ele não prestava. A frequência das pirocadas aumentava; ele gosta de ouvir que não presta. Gozei de novo! Ainda rolou uma rapidinha no cu na antessala. Banho, roupa... o "princeso" precisava voltar para casa. À espera do Uber, com a porta do apartamento aberta (já que o garçom já tinha cobrado a conta), ele me fez chupar o pau dele. Transamos novamente e ele chupou meus seios, deixando-me praticamente nua. Quase esqueço meus brincos, porque ele os arranca sempre. Quando não são os beijos voluptuosos, são os tapas que eu levo na cara.

​Já na casa da minha irmã, na "noite da Luluzinha" à beira da piscina, minha sobrinha solta: "Tia, a senhora tem uma marca de dentada na bunda!". Eu disse que não, mas ela estava certa. Naquela rapidinha de porta aberta que mencionei, pedi para ele fechar meu sutiã e ele mordeu minha bunda. Pqp, que dor! Mas para a sobrinha, jurei que ela viu errado.

​Resumindo hoje, que escrevo este conto: cu ardido, buceta inchada, seios intocáveis e o pescoço dói. Estou parecendo aquela pessoa que começou na academia agora kkkkk. Mas não nego: gozei horrores! E adiciono à minha vida a experiência de comprar, pela primeira vez, um celular quicando em uma piroca kkkkkk. Amei! Toda vez que olhar para o aparelho, vou lembrar de como o adquiri.

​Espero que tenham gostado do conto. Até a próxima!

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