Conto De Carnaval O Cara De Short Azul Me Fodeu Na Encolha

Um conto erótico de Erick Clark
Categoria: Gay
Contém 3072 palavras
Data: 11/02/2024 22:20:47
Última revisão: 13/02/2024 11:22:53

Não gosto de festas de Carnaval, Juninas ou Comemorações de final de ano, quando vou para alguns desses eventos sempre é por intermédio de familiares ou amigos, algumas vezes sempre acontece algo pra me aborrecer, prefiro ficar em um lugar e apreciar o silêncio e solidão, como falei anteriormente, quando acontece de eu ir é por intermédio de parentes ou amigos e foi numa dessas que acabei adentrando numa viagem de algumas horas depois de minha cidade com meus dois primos héteros Renan e Maurício para passar o carnaval numa cidade pequena próxima de onde moro.

Era sexta-feira, inicio de carnaval o ponto de partida era a prefeitura, íamos numa excursão que meu primo Mauricio arrumou de última hora, por que estava ficando com a filha do organizador e não queria ir só, só assim encobriríamos seu esquema, colocou meu primo Renan e eu nessa furada, faltavam poucos minutos pra 21h50 quando parou o ônibus no outro lado da rua, sobre a praça várias pessoas encontravam-se cheias de malas, bolsas e mochilas em mãos e costas, eu estava entediado mexendo no celular quando algo me chamou à atenção.

Um cara alto, magro, moreno pardo, cabelo cortado estilo militar, usando short de futebol azul Royal sem camisa, acompanhado de uma mulher corpulenta, o tempo todo ela de cara fechada, por um instante achei que fosse mãe dele, pela aparência, ele aparentava ter uns 23 anos, e ela uns 54 mais ou menos, de repente os dois se beijam como se estivessem se reconciliando por alguma discussão.

Revirei os olhos pra a situação e balancei a cabeça ao vê-la tratando-o com devoção, era nítida a indignação e vergonha que ele sentia, mesmo sendo forçado a beija-la um volume havia se formado no meio de suas pernas peludas e torneadas, era a parte mais peluda do corpo dele, fora uma fina fileira de pelos negros na região do umbigo que descia por entre o cós da peça de roupa.

Todos entraram no ônibus, fomos aos nossos lugares, as luzes apagaram, as portas fecharam e a viagem deu inicio, no meio do percurso ouvimos uma discussão sussurrada entre eles e o vejo procurar um local para sentar longe dela, eu estava sozinho em uma poltrona, fechei os olhos fingindo dormir e num movimento brusco e desequilibrado por causa do balanço do veiculo que começava a sair o sujeito sentou-se ao meu lado.

Acordei pela manhã com meu primo Mauricio me cutucando, olhei assustado e vi o cara ressonando na poltrona ao meu lado, perguntei se havíamos chegado e sem falar nada confirmou com a cabeça meu primo sorriu, levantei com cuidado e antes de sair toquei no ombro do cara e falei que tínhamos chegado ao destino, olhei pra o final do ônibus e vi a “namorada” do carinha dormindo, enquanto saia com Mauricio, ele levantou-se para acordá-la.

Chegamos à pousada onde ficaríamos, fizemos o check-in e fomos pra os quartos, a pequena cidade estava aquele fervor de carros de passeio, ônibus e vans com muitas pessoas, as ruas tocavam todos os ritmos de músicas fazendo-me sentir zonzo por conta da poluição sonora, meus primos trocaram de roupa pra cair na gandaia eu os observava deitado na cama sem disposição pra sair.

Renan me puxou pelas pernas fazendo-me escorregar pelos lençóis da cama deixando-a desalinhada, Mauricio ria por me ver cair desastradamente no chão, depois de pronto fomos andar pelas ruas, tinha barulho em todos os lugares, pessoas meladas de gomas misturado com purpurina e glitter, homens usando vestidos com perucas de todas as cores, mulheres fantasiadas de diabinhas, coelhas, enfermeiras, professoras, todo tipo de fantasia possíveis e imagináveis, vi meus primos irem em direção a um trio elétrico que descia uma rua sinuosa que dava para uma viela, me dispersei deles ao ver o carinha que sentou-se ao meu lado no ônibus.

Ele continuava com o short azul, ia andando com a “namorada”, vez por outra ela pegava na mão dele, como se o forçasse a andar de mãos dadas, o pau dele balançava no short azul e aquela visão mexeu com meu tesão acumulado há meses sem transar, pararam numa lojinha de roupas e acessórios pra banho, percebi que ele estava impaciente, a mulher havia entrado no local e experimentava algumas cangas, um pouco distante deles, eu o observava pegando no pau, vi que estava ficando duro, em seguida o cara entrou na lojinha e saiu andando apressado pra trás do imóvel apressei os passos e o acompanhei, de longe o vi colocar o pau pra fora do short pela lateral da perna, ele mijava forte pela quantidade espessa de urina cristalina.

Meu pau ficou duro na hora, minha boca encheu d’água pela imagem perfeita do cacete bomba dele, era veiúdo, grosso e torto pendido pro lado, o safado mijava sem segurar e o pau movia-se pendendo de um lado e para o outro de acordo com a quantidade de mijo que saia do cacete, a cabeça do pau estava quase coberta pelo prepúcio, mas era visível que era cabeçuda, minha respiração começou a ficar descompassada pela tensão que me consumia em espia-lo escondido, depois de terminar de mijar o cara deu uma balançada gostosa, puxou a pele para trás expondo toda a cabeça rosada e úmida e esfregou no tecido fino molhando um pouco, em seguida baixou a perna do short guardando o pau ainda bomba e saiu andando.

Sem ser notado sai antes que ele percebesse minha presença, fui procurar meus primos e fiquei com aquela imagem na cabeça o resto do dia, no finalzinho da tarde quando voltava sozinho pra pousada vi que ele voltava sozinho com a camisa regata de um azul mais claro na mão direita, ele me reconheceu e me cumprimentou com um aceno de cabeça, sorri por educação e alegria pelo contato que tive com ele, e correspondi da mesma forma, resolvi interagir falando. Por causa da excitação que me consumia falei exacerbado com a voz mais grave do que o normal.

— Hoje foi bem intenso o dia não é? Você se perdeu de sua namorada, assim como me perdi dos meus primos?

Minhas mãos suavam frio, um calor tomava conta de minha coluna, meus olhos estavam arregalados em demasia aquela sensação me deixava mais nervoso, sorri com afobação talvez pra esconder a ansiedade, meus olhos seguiram sua mão que foi de encontro ao seu pau solto no short ele segurou firme e respondeu sorrindo.

— Verdade, é bom saber que tem alguém que a gente conhece no mesmo ambiente, sei que não fomos apresentados, me chamo Moisés, e você?

Moisés estendeu a mão direito pra eu cumprimenta-lo, estendi a mão e segurei a sua, a outra mão continuava segurando o pau. Engoli em seco em notar que ele não tinha soltado o pau e pra disfarçar o foco visual de sua mão perguntei pela companheira dele e eis que tive a surpresa.

— Na verdade não somos namorados, somos amigos, ela quem fica insistindo fingir que temos algo pra fazer ciúmes a um cara que veio na viagem, esse é o motivo de eu estar aqui, por que ela tinha algo com o cara, terminaram e agora ela quer fazer ciúmes.

Arregalei os olhos com tanta informação que recebi, uma esperança cresceu imediatamente, soltamos as mãos e fomos andando para uma sala de inverno com cadeiras de veraneio, sentamos e trocamos algumas informações sobre nós e pude descobrir mais sobre ele, Moisés tinha 22 anos era estudante de engenharia ambiental e morava com a moça que se chamava Luciana, conheceram- se na faculdade, ela tinha 24 anos e tinha sido casada há 2 anos, se separou por causa de uma traição, atualmente ela estava conhecendo o cara que veio a excursão.

Enquanto ao Moisés, solteiro e bissexual, porém não se sentia atraído por ninguém naquele momento, mas estava aberto a possibilidades, ouvi-lo falar que estava aberto a possibilidades, fiquei ainda mais excitado, não pude deixar de perceber que o mesmo acontecia com ele, o safado fez o pau pulsar dentro do short azul e sorriu para mim, como se dissesse que eu tinha sinal aberto para conhecê-lo melhor.

Mordi o lábio inferior e em seguida passei a língua pelo local deixando meu lábio úmido, sem dizer nada Moisés levantou da cadeira e deu uma espreguiçada gostosa exibindo ainda mais numa visão melhor a sua ereção firme, não tínhamos tirados os olhos um do outro por nenhum instante, o contato visual nos despertava mais desejo um pelo outro, respirei fundo quando ele pegou no pau e colocou do lado esquerdo deixando o membro pendido, falei com a voz embargada pela tensão e tesão.

— Eita porra, que caralhão mah!

Seus olhos escureceram e ele respondeu com a voz embargada também de desejo.

— E é por que você nem viu ainda, se tiver a fim de conferir poderíamos dar uma volta pela cidade, vi uns locais massa que dá pra gente curtir sossegado.

Não tive como guardar pra mim o que havia visto mais cedo e me delatei pra ele.

— Na verdade eu já vi sim.

Mordi o lábio outra vez com a lembrança de sua mijada atrás da lojinha de confecção, sem entender o que eu falava Moisés arqueou a sobrancelha, foi ai que falei o que tinha visto.

— Hoje mais cedo vi você e sua friend andando por uma alameda onde tinha umas lojinhas de confecções, sem querer, ou melhor, querendo vi quando você foi mijar e pude conferir não tão de perto o seu brinquedo ai.

Apontei pro pau dele pendido pro lado dentro do short, outra vez ele fez o pau pulsar e segurou mais firme deixando em evidência que tinha ficado totalmente duro, respondeu sorrindo.

— Então você curte ver os caras dando um mijão?

Afirmei com a cabeça sorrindo e ele voltou a insistir sobre darmos uma volta pela cidade, já que na pousada poderia acontecer de nossos acompanhantes nos pegarem em flagrante, saímos conversando amenidades andando rápido, quando avistamos uma escola e ele me falou próximo demais de mim, pude sentir seu cheiro de suor misturado com perfume e cerveja, percebi que Moisés estava um pouco alto devido a bebida mesmo assim aquilo me causou mais tesão.

— Hoje cedo vi que tem uma porta que dá pra entrar, tinha uns caras entrando, tenho certeza que aqui é tranquilo.

Era arriscado, eu sabia só que o tesão estava me consumindo, a mão dele tocou meu ombro e seu toque me fez arrepiar e excitar, ele percebeu e falou divertido.

— Você tá com um tesão do caralho né não mah? Só em tocar você já ficou todo arrepiado.

Enquanto caminhávamos para o local onde ele disse que dava para entrar, eu falava pra ele.

— Tu ainda não viu nada cara, faz meses que não transo nem mamo ninguém, mesmo sabendo que aqui é um pouco arriscado o tesão tá me fazendo agir sem medo de nada.

Moisés abriu espaço do local e fomos entrando e ele falava em tom de divertimento.

— Não vai acontecer nada de ruim com a gente, relaxa. Só o que pode acontecer é aparecer alguém pra querer curtir junto só isso.

Ao ouvi-lo falar, parei. Não havia pensado nessa hipótese, foi ai que o primeiro contato entre nós aconteceu ali mesmo no meio do corredor escuro, o local parecia estar abandonado, suas mãos me tocaram novamente me segurando pela cintura e pude sentir sua ereção e sua respiração no meu pescoço, sem olhar para trás eu falei.

— Não quero que ninguém apareça querendo participar, só quero você.

Virei de frente e vi seus olhos brilhando, Moisés me puxou para perto dele e nossos paus se encontraram mesmo ainda estando os dois vestidos, ele começou a balançar o corpo fazendo seu pau mover-se dentro do short, meu pau também se moveu ficando ainda mais duro, sem dizermos nada nos beijamos, o beijo me fez ficar com calor, tirei a camiseta que estava vestido, e as mãos de Moisés tocaram meus mamilos endurecidos apertando-os com força me fazendo gemer em sua boca, sem nos soltar, falei entre os dentes com a voz rouca de tesão.

— Se você chupar meus mamilos irei me entregar aqui a você sem nem precisar pedir.

O safado sorriu e respondeu da mesma forma sem soltar meus lábios,

— Por que não me disso isso antes macho? Adoro chupar peito de homem.

Depois de falar, ele soltou meus lábios e veio descendo pelo meu pescoço e pousando a boca no mamilo direito, gemi mais alto com a sensação prazerosa que sentia, sua mão acaricia com leveza o outro bico, peguei seu pau ainda por dentro do short e comecei a punheta-lo, os dois gemiam, em seguida Moisés trocou de mamilo e tirou o short ficando totalmente nu, fiz o mesmo, o local era escuro, nos enxergávamos apenas pelas frestas de luz dos postes na rua, minha mão estava toda melada de sua baba, sua respiração estava ofegante quando Moisés me pediu.

— Quero sentir sua boca na minha rola, me mama!!

Nem pensei duas vezes, me agachei ficando de joelhos e me apoiando entre suas pernas iniciei um boquete lambendo a cabeça exposta e puxando pra frente lentamente com os lábios o prepúcio, Moisés movia o corpo para frente e pra trás fodendo minha boca enquanto acariciava meus cabelos e orelhas alternadamente, ele gemia com as sensações que eu lhe proporcionava e falava baixinho.

— Mama puto, chupa meu caralho safado, não imaginava que nessa viagem que não queria vir ia me render uma deliciosa aventura. Engole toda pow, não era rola que tu queria?

Ouvir Moisés falar isso me deixava com mais vontade de mamar, e chupava com vontade, alternava entre punheta, mamada nas bolas peludas e pesada, tirei o pau dele da boca e falei manhoso e com muito tesão, meu pau babava sem eu tocá-lo.

— Bate com esse pau na minha cara safado, quero receber uma varada na cara.

Ao me ouvir pedindo pra levar rolada na cara, ele me atendeu, abri a boca e novamente voltei a mamar com vontade, Moisés me pegou pelos cotovelos me fazendo ficar em pé e me agarrando pela cintura foi andando comigo até uma mesa de madeira que tinha numa das salas abertas, enquanto caminhávamos ele roçava a barba rala em meu pescoço, o safado falava no meu ouvido.

— Vou comer seu cu aqui, vai ser a melhor foda da minha vida, pode ter certeza, agora deita ai nessa mesa que quero te dar prazer também, quero ver como está esse cuzinho.

Sentei sobre a mesa e deitei abrindo as pernas deixando-as para o alto e logo senti sua língua chupando meu cuzinho, sua língua cutucava a entrada do meu cuzinho fazendo-o pulsar, eu gemia e ouvia o estalido da punheta que ele batia em seu pau, aproveitei pra fazer o mesmo.

Sem nos preocupar com a possibilidade de alguém chegar, gemíamos alto, não esperava que Moisés fosse chupar meu pau, mas ele subiu lambendo minhas bolas chupando uma e em seguida a outra e parando no meu pau, parei com minha punheta e comecei a foder a boca dele fazendo-o engasgar e babar em abundância, aquela loucura que estávamos fazendo ali naquele lugar fez com que eu esquecesse a camisinha e falei ofegante.

— Quero que me foda, vem logo, mete em mim.

Moisés atendeu meu pedido e veio pra perto de mim, dando uma boa cuspida no meu cuzinho pra lubrificar melhor, senti seus dedos longos e finos alargando meu anelzinho que pulsava ansioso pra sentir aquela vara, ajeitei-me sobra a mesa para que ele pudesse subir e numa pressão certeira senti a cabeça quente e melada ir entrando lentamente abrindo espaço dentro de mim, uma mistura de dor e prazer tomava conta de mim e eu só pedia cheio de tesão e desejo na voz.

— Me fode com vontade, mete com força quero sentir as bolas batendo no meu rabo.

Abrindo minhas nádegas com as mãos, Moisés veio se alojando dentro de mim, preenchendo-me com aquele pau grosso cheio de veias. Com uma tapa forte em cada poupa, os movimentos fortes e rápidos deram inicio, eu sentia o suor do corpo dele pingar em mim, o lugar era quente, úmido o cheiro de nosso suor com sexo nos fazia nos mover ainda mais rápido, mudamos de posição, ele queria me comer de costas, deitei novamente sobre a mesa com a barriga pra baixo, mas uma vez senti a língua quente e úmida de Moisés me invadir por inteiro, agora ele também mordiscava minha bunda e dava palmadas nas poupas fazendo-as ficarem doloridas.

Meu pau babava em abundancia sem que eu tocasse nele, outra vez Moisés meteu em mim com facilidade mesmo sendo grosso seu pau, porém o tesão que eu sentia e o prazer que ele me proporcionava fizeram com que eu me sentisse relaxado o suficiente para recebê-lo sem dificuldades, as estocadas continuavam intensas e violentas, ele tirava quase tudo deixando só a cabeça dentro de mim o que fazia meu cuzinho pulsar dando a ele mais prazer, e em seguida ele metia tudo com forças.

Pedi que quando ele fosse gozar desse - me leite na boca, meu pedido foi atendido alguns minutos depois, quando senti que ele não ia conseguir mais segurar o orgasmo, suas pernas foram fraquejando e sua respiração ficou mais ofegante e quando ele ia falar que estava prestes a gozar, e se afastou de mim, só deu tempo de eu me ajoelhar diante dele, Moisés gozou farto, o primeiro jato veio em meu peito, peguei seu pau e coloquei na boca, não queria mais desperdiçar nenhuma gota, engoli tudo.

Sem perceber, e sem tocar no pau gozei farto também no chão, Moisés me ajudou a ficar de pé e sentamos sobre a mesa para nos recuperar, nossas respirações estavam ofegantes, ficamos em silêncio apenas sorrindo, principalmente quando ele passou seus dedos sobre meus peitos juntando as gotas espessas de sua gala e trazendo até minha boca, depois que nos recuperamos, pegamos nossas peças de roupa que havíamos deixando praticamente na entrada, nos vestimos e voltamos pra pousada, chegando lá meus primos já estavam dormindo e acho que a amiga dele também.

Esta é uma obra de ficção baseada na livre criação artística e sem compromisso com a realidade.

# Direitos autorais reservados. Proibidas sua reprodução, total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, exceto com autorização formal do autor. Artigo 49 da Lei nº 5.988 de 14 de Dezembro de 1973 #

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Comentários

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Que tesão, Erick!! Carnaval é foda, com tanto gostoso desfilando por aí...

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Tesão demais... punheta garantida nesta fantasia.

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